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Rio Grande do Norte tem 10 hospitais com UTIs Covid 100% ocupados

A taxa de ocupação de leitos de UTI para covid-19 está em 85,3% no Rio Grande do Norte. Ao todo, 53 deles estão disponíveis e outros 34 estão bloqueados. A lista de espera por uma dessas vagas apresenta 33 pacientes. Na região Oeste, taxa de 74,5%

Nesta segunda-feira (28), o Rio Grande do Norte iniciou o dia com 100% dos leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) ocupados em dez hospitais que atendem pacientes com covid-19. Dos 394 leitos críticos para atendimento da doença no estado, 307 deles estavam ocupados até às 9h45, segundo dados da plataforma Regula RN.

A taxa de ocupação de leitos de UTI para covid-19 está em 85,3% no Rio Grande do Norte. Ao todo, 53 deles estão disponíveis e outros 34 estão bloqueados. A lista de espera por uma dessas vagas apresenta 33 paciente

Por regiões, a maior taxa de ocupação é na Grande Natal, com 93,2%. Na sequência vem o Oeste, com 74,5%, e Seridó, com 77,7%, dos leitos críticos sendo usados para atendimento de pacientes com a doença.

Os hospitais que tinham leitos de UTI lotados até às 9h45 desta segunda-feira eram: Hospital da PM, Hospital dos Pescadores, Hospital do Santa Catarina, Hospital Infantil Varela Santiago, Hospital Maternidade do Divino Amor, Hospital Regional Alfredo Mesquita, Hospital Regional da PM – Mossoró, Hospital Deoclécio Marques, Hospital Rio Grande e Hospital Universitário Ana Bezerra.

IMT-UFRN detecta duas novas variantes no RN

O Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) detectou duas novas variantes, em sequenciamento de amostras positivas para SARS-CoV-2, em Natal e Parnamirim.

O serviço de vigilância genômica realizado pelo IMT-UFRN, em parceria com o Instituto Butantã e o Getúlio Sales Diagnósticos, realizou o sequenciamento de 32 amostras positivas para SARS-CoV-2. Desse total, mais da metade são novos tipos de SARS-CoV-2, sendo 16 da nova variante BQ.1 e duas amostras da nova cepa BN.1.5, além de outras 14 amostras da BA.5, que já circulava desde maio de 2022.

“Há um indicativo de que as novas variantes são mais transmissíveis, se observarmos a quantidade de novas variantes nas amostras analisadas e o aumento recente da quantidade de pessoas com covid-19”, considera a diretora do instituto Selma Jerônimo.

O período de análise das amostras é referente referentes ao período de 21 de outubro a 17 de novembro de 2022.

Fonte: Tribuna do Norte

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