“Poder público não é um negócio de família”, diz Moro, mas em Assú é

Ronaldo, o diabólico Jacaré sepultou a história dos Montenegros e obrigou os filhos a renegar o sobrenome do avó e da mãe que usam Soares ao inves de Montenegro

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, usou sua conta no Twitter neste sábado para falar sobre a campanha que realizou no Ministério da Justiça e Segurança Pública de reforço às práticas éticas entre os servidores.

Num fio de dez tweets sobre “o que se deve fazer e não fazer no serviço público”, Moro diz, por exemplo, que o “Poder público não é um negócio de família” e que “o combate à impunidade é nosso dever”. Ainda segundo o ministro, “a transparência é a nossa regra, sigilo é exceção”.

O ministro explicou que o lançamento da campanha aconteceu com uma palestra do filósofo Leandro Karnal e do deputado federal Marcelo Calero. Segundo Moro, Calero relatou “aquele episódio no governo anterior e no qual preferiu se demitir do que atender solicitação ilegal de colega ministro”.

Apesar do alerta do ministro Moro, em Assu, o Poder Público é uma ferramente familiar do clã dos Soares sob o comando nocivo e pernicioso do ex-prefeito Ronaldo Soares, o velho Jacaré e dos seus dois filhotes e perigosos Jacarezinhos: o prefeito Gustavo Soares e o deputado George Soares.

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