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Justiça pode cassar prefeito, mas PT do Assú faz acordo suicida

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Prefeito Gustavo e a vice Sandra podem ter seus mandatos cassados a qualquer momento pela Justiça Eleitoral

Por puro oportunismo político, ganancia e ambição imediata por mais poder para aumentar renda de familiares, o PT do Assú que não tinha um ASG até no governo do prefeito Gustavo Soares, orientado pela sindicalista do SINTE RN em Assu Inês Almeida, que exerce cargo de assessora especial da governadora Fátima Bezerra (PT), vai acabar aceitando um acordo político suicida, por uma ou duas secretarias na Prefeitura do Assú, com o líder do governo petista e deputado do PR George Soares.

Sem nunca ter comido uma bolacha seca e dura na gestão desastrosa do prefeito Gustavo Soares, o PT do Assu, concordou com o veto de George Soares, a advogada Liana Fonseca, irmã do petroleiro petista João Nogueira para a direção do hospital regional, em troca de um emprego para o marido da professora Inês Almeida, que cansou da vida de não ter uma boquinha que o partido recebeu no governo do ex-prefeito Ivan Júnior.

Comenta-se nos bastidores que o prefeito Gustavo Soares e a sua vice-prefeita Sandra Alves (MDB), poderá ter seus mandatos cassados a qualquer momento pela Justiça Eleitoral, por causa do recebimento de doação ilegal e proibido pelo STF na campanha de 2016. As contas dos dois já foram reprovadas pela juíza
Aline Daniele Belém Cordeiro Lucas, da Justiça em Assu e o Ministério Público pediu a anulação do diploma e a inelegibilidade da dupla por oito anos, ao atual juiz eleitoral Marivaldo Dantas.

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