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Carlos Gabbas, do Consórcio Nordeste, justifica silêncio na CPI: “Levei a denúncia para a Polícia e sou investigado?”

O ex-ministro da Previdência, Carlos Gabas, atual secretário executivo do Consórcio Nordeste, revelou porque preferiu se manter em silêncio durante seu depoimento na CPI da Covid da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Em entrevista concedida a um canal no youtube, Gabas disse que não aceitou ter sido “convocado como investigado”.

Carlos Gabas foi convocado para dar explicações sobre o contrato para aquisição de respiradores pelo Consórcio Nordeste, onde mais de R$ 48 milhões foram pagos e os equipamentos não foram entregues. Na transação, o Rio Grande do Norte perdeu R$ 4,8 milhões e, até o momento, nenhum estado conseguiu recuperar os recursos. Para o secretário-executivo, contudo, não havia motivo para ele ser convocado como investigado.

“Quando falaram da minha convocação, tinha entendido que seria como convidado, como testemunha. Quando vi que seria como investigado, vi que não era possível. Teve um processo, nós compramos e não foi entregue. Levei a denúncia para a Polícia e sou investigado?”, questionou o ex-ministro.

Ainda de acordo com Gabas, há tentativa de politizar a questão.

“Alguém está tentando se dar bem em cima dessa questão, levantar lebre, procurar chifre em cabeça de cavalo. Nós compramos, não entregamos, está sendo investigado pela polícia. Mas montaram um teatro, chamaram senador de fora. Nós somos os mais interessados em apurar e que o dinheiro seja devolvido”, disse.

Carlos Gabas foi convocado para depor à CPI da Covid da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte em sessão do dia 6 de outubro. Ele esteve no Legislativo, mas, com uma habeas corpus concedido pela Justiça potiguar, disse que não responderia nenhuma pergunta e foi dispensado.

Portal 98FM Natal

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