Prefeito do Assú ‘nada’ em dinheiro e o povo ‘morre’ de sede

A falta de verbas está prejudicando o programa de distribuição de água nas comunidades rurais do Assú e deixando a míngua o povo morrer de sede, apesar do crescimento financeiro assustador da receita mensal do governo do chefete do clã e prefeito da cidade Gustavo Soares, que atingirá este ano, a projeção da marca geral de R$ 120 milhões.

Segundo o ex-prefeito Ivan Júnior, quando deixou o governo a receita mensal da PMA em 2016, girava em torno de R$ 7,5 milhões e no ano de 2017, ela subiu para R$ 8 milhões e agora em  2018, deverá atingir a cifra de quase R$ 10 milhões/mês, alcançando o montante anual de aproximadamente R$ 120 milhões.

Para minimizar os efeitos da seca, atualmente, o prefeito Gustavo Soares, distribui apenas 150 carradas de água para a população por meio de caminhões-pipa, depois que a Prefeitura do Assú foi descredenciada pelo  Exército.

Para atender a demanda real e necessária das comunidades rurais, a PMA deveria entregar a população de 500 a 700 carradas de água por mês.

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