Verba da Odebrecht corrompeu políticos em todos os Estados

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Não é exagero dizer que a Odebrecht corrompeu todo o Brasil. Os 26 Estados do país e o Distrito Federal têm políticos locais na lista do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), ou receberam pedidos de investigação relacionados ao acordo de colaboração. Se antes Paraná, Rio, São Paulo, Pernambuco, a Justiça Federal e as cortes superiores no Distrito Federal conduziam inquéritos relacionados à operação, no pós-Odebrecht 20 Estados e o Distrito Federal terão células da Lava Jato em busca de esclarecer fatos narrados pelos executivos da empreiteira baiana

Ao encaminhar petições ao Supremo com base nas revelações da odebrecht, no mês passado, a Procuradoria Geral da República (PGR) solicitou que mais de 200 casos fossem remetidos a outras instâncias judiciais. Há menções a ex-prefeitos, prefeitos e deputados estaduais, por exemplo.

Para considerar a capilaridade das delações da Odebrecht pelo país, foram contabilizados não apenas os locais que receberão as solicitações de investigação, como regiões que têm políticos na mira, ainda que os inquéritos tramitem em Brasília. Esse é o caso de Roraima, por exemplo, que não receberá trechos da delação para analisar, mas elegeu o senador Romero Jucá (PMDB), que será investigado no Supremo. As informações são de O Tempo.

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Ciberataque já está ‘controlado’, segundo empresa russa Kaspersky

Ciberataque

O ciberataque que afetou desde sexta-feira mais de 100 países já foi controlado, assegurou neste sábado (13) à Agência EFE Vicente Díaz, analista da empresa russa de segurança cibernética Kaspersky.

“Está controlado. O código malicioso que foi utilizado para o ciberataque já foi neutralizado. Na sexta-feira, ele pegou de surpresa muita gente. Mas assim que as empresas entenderam o que estava acontecendo, todo o mundo correu para encontrar uma solução”, apontou Díaz.

O especialista acredita que o fato de o ciberataque “quase planetário” ter sido “capa” em todos os meios de informação, fez com que a comunidade internacional levasse muito a sério o ataque e suas consequências. As informações são da Agência Estado.

Não sou candidato a presidente, mas não vou deixar de me envolver, diz Hulk

Luciano Huck – Adriano Vizoni/Folhapress

O apresentador da TV Globo Luciano Huck, publicou hoje no painel Tendências e Debates da Folha de S. Paulo, artigo com o título “ESTOU AQUI”.  Eis a íntegra do texto de Hulk.

Estou aqui

Não, não sou candidato a presidente da República.

Um assunto como esse, contudo, não pode ser tratado sem reflexão.

Nunca falei que seria candidato a nada, mas nunca me esquivei de me posicionar. Acho que sempre fui alguém movido pela vontade de aprender e por uma curiosidade inata e verdadeira.

Em mais de 20 anos de carreira, sempre quis ser alguém que se coloca, que está presente na cena nacional e faz o que pode para usar sua energia a favor da evolução da sociedade e da nação. Nunca fiquei escondido atrás do conforto da indiferença e da fama, nunca me omiti, fazendo cara de paisagem, só posando para selfies e fingindo não ver o mundo em que estou.

Por força do meu trabalho, nas últimas duas décadas viajei este país de ponta a ponta, entrei na casa das pessoas, dividi com elas seus sonhos, compartilhei seus desejos, sem nenhuma intenção além de ouvir e de contar suas histórias.

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Pastores se reúnem com bancada evangélica para debater apoio à reforma da Previdência

O bispo Robson Rodovalho vai reunir a direção da Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil e a bancada evangélica no Congresso — com 207 parlamentares — para discutir a reforma da Previdência, segundoa a coluna Painel da Folha de São Paulo.

O grupo da teologia da prosperidade se preocupa com dois pontos específicos da reforma: a idade mínima e as mudanças no BPC (Benefício de Prestação Continuada) — pago a idosos e pessoas com deficiência com renda familiar per capita de até 25% do salário mínimo, onde se concentra o eleitor evangélico.

Moro diz que juiz deve ignorar consequência política

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Prestes a decidir se condena ou não o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da operação Lava Jato na primeira instância, afirmou que juízes não podem julgar pensando na consequência política que a decisão irá gerar. As declarações forem dadas em Londres, em um evento organizado por brasileiros que estudam em universidades britânicas.

No Brazil Forum UK, o magistrado foi questionado sobre a exposição de juízes na mídia e não deixou de responder: “Não creio que isso gera um grande problema, desde que não invadam política partidária”, destacou para, depois, falar de casos envolvendo corrupção de políticos As informações são da Agência Estado.

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Moro diz que ‘julgamentos não são políticos’

Dias após ouvir o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como réu na Lava Jato, o juiz federal Sérgio Moro disse neste sábado, em Londres, que “julgamentos não são políticos” e defendeu uma aplicação “ortodoxa da lei” por juízes.

O juiz fez a declaração em palestra no Brazil Forum, em mesa da qual participava ainda o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, que, segundo a publicitária Mônica Moura, foi responsável pela antecipação de ações da Lava-Jato à ex-presidente Dilma Rousseff. Cardozo nega. Moro foi recebido com aplausos e vaias por um auditório lotado.

Moro disse que julgamentos envolvendo corrupção de políticos têm reflexos na política partidária, mas afirmou que o juiz não pode julgar pensando nisso. As informações são de O Globo.

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Janot pede para STF manter Renato Duque na cadeia

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou parecer ao Supremo Tribunal Federal (STF) recomendando que o ex-diretor da Petrobras Renato Duque continue preso. O réu pediu à corte para ser beneficiado com a mesma decisão que deu liberdade ao ex-ministro da Casa Civil José Dirceu. Mas, para Janot, a situação dos dois é completamente diferente. Embora o ministro Edson Fachin seja o relator da Lava-Jato no tribunal, o pedido será julgado pelo ministro Dias Toffoli. A mudança está prevista no Regimento Interno da Corte.

“Não há identidade ou similaridade relevante entre circunstâncias fáticas que fundamentaram as prisões preventivas de José Dirceu de Oliveira e Silva e Renato de Souza Duque – nem mesmo no único feito em que ambos ostentam a condição de coautores do delito de lavagem de capitais, já condenados em primeira instância. Inaplicável, portanto, o art. 580 do Código de Processo Penal a Renato Duque. Doravante, no mérito, seu pleito de extensão da ordem de habeas corpus há que ser indeferido”, diz o parecer. As informações são de O Globo.

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Governo chegou a limite de 25% de perda da reforma da Previdência

Padilha

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou nesta sexta-feira (12) que o governo já chegou ao limite nas concessões para aprovação da reforma da Previdência. Em entrevista após reunião de balanço de um ano do governo Michel Temer, no Palácio do Planalto, ele afirmou que o Executivo espera que a proposta seja votada no Congresso Nacional até o fim do primeiro semestre. O ministro disse ainda que o governo não pensa em aumentar impostos, caso a reforma não seja aprovada

“Já chegamos no ponto em que governo federal tinha estabelecido como limite: 75% do que foi mandado para Congresso Nacional. E já chegamos aos 75%. Portanto, da parte do governo, não há disposição para fazer nenhuma outra concessão”, declarou Padilha

Ele afirmou que o governo está “avançando muito bem” nos temas que já fez algum tipo de concessão e que as contas para alcançar os 308 votos mínimos necessários para aprovar a reforma no plenário da Câmara “estão bem”. As informações são da Agência Estado.

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