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Governadora de George, Gustavo e Fabielle colocou RN como vice campeão na taxa de abandono escolar

Diga quem tu apoia, que te diremos quem és! Isso cai muito bem na cidade do Assú, pois o deputado George, o prefeito Gustavo e a ex vereadora e hoje vice Fabielle, apoiam com unhas e dentes a governadora Fátima Bezerra, que só tem colocado o RN ladeira abaixo, agora trata com descaso a educação, e se torna vice campeão na taxa de abandono escolar.

Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) revelam que o Rio Grande do Norte foi o vice-campeão nacional de taxa de abandono escolar durante a pandemia, só ficando atrás do Pará.

O caos na educação durante a gestão da governadora Fátima Bezerra (PT) foi destaque no Jornal Nacional desta sexta-feira, 20.

De acordo com o Inep, a taxa de abandono entre os alunos médio no Brasil passou de 2,3 por cento em 2020 para 5 por cento em 2021. Já o Rio Grande do Norte foi o campeão disparado no Nordeste, com uma taxa de 14,7 por cento, quase o triplo da média nacional e mais do que o dobro da média dos nove estados nordestinos, que foi de 6,3 por cento.

Somente o Pará, com uma taxa de abandono escolar de 15,6 por cento, superou o Rio Grande do Norte. Apesar disso, a taxa média da região Norte, de 10 por cento, é bem menor do que o caos potiguar.

O censo escolar divulgado só confirma o que estava anunciado e foi se revelando durante a pandemia.

Com as medidas de isolamento social decretadas a partir de 2020, as escolas foram fechadas e os alunos mandados para casa, sem a menor estrutura. O governo do estado não investiu  na educação.

O Sindicato dos Trabalhadores na Educação (Sinte-RN) que já foi presidido pela hoje governadora, revelou em janeiro passado que os professores não receberam equipamentos nem treinamento adequado para ministrar aulas de forma remota. E nem apoio governamental.

A professora Cláudia Santa Rosa, ex-secretária estadual de Educação e presidente do Instituto de Desenvolvimento da Educação (IDE), apontou que o Estado não distribuiu chips aos alunos, promoveu exclusão tecnológica e aumentou o fosso que separa as escolas públicas das particulares.

O Ministério Público ajuizou Ação Civil Pública para obrigar o Estado a retomar as aulas presenciais. E dezenas de escolas públicas estaduais apresentavam problemas de estrutura física e falta de condições adequadas para a retomadas das aulas. Mesmo quase dois anos após o início da pandemia.

Os números do caos do RN mostram que a pandemia foi mundial, atingiu todo o Brasil, mas no Rio Grande do Norte fez mais estragos para os estudantes.

Assista a reportagem do JN aqui https://globoplay.globo.com/v/10595801/

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