Moro amplia para 13 anos quebra de sigilo telefônico de Palocci

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Com a ampliação da época a ser pesquisada, a radiografia dos telefonemas de Palocci vai atingir a fase em que o petista foi ministro dos governos petistas

O juiz federal Sérgio Moro decretou a extensão do período de quebra de sigilo telefônico do ex-ministro Antonio Palocci (Fazenda e Casa Civil/Governos Lula e Dilma), alvo da Lava Jato. A decisão atende a requerimento do Ministério Público Federal.

Inicialmente, o magistrado havia autorizado o afastamento do sigilo para o período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2010. Agora, serão analisadas informações contidas em um espaço de quase 13 anos – de 1º de janeiro de 2005 até 5 de abril de 2017

Com a ampliação da época a ser pesquisada, a radiografia dos telefonemas de Palocci vai atingir a fase em que o petista foi ministro dos governos petistas. Palocci ocupou o cargo de ministro da Fazenda entre 1º de janeiro de 2003 e 27 de março de 2006 (primeiro governo Lula) e da Casa Civil entre 1º de janeiro de 2011 e 7 de junho de 2011 (primeiro governo Dilma).

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Reforma trabalhista está longe da unanimidade

Foto de Marcia Foletto / Agencia O Globo

Bárbara Nascimento – O Globo

Apesar de governo e parlamentares defenderem que a reforma trabalhista foi fruto de um consenso entre representantes dos trabalhadores e patronais, muitos dos principais pontos do projeto de lei levantam divergências, sobretudo entre as centrais sindicais.

Especificamente em relação ao fim da obrigatoriedade da contribuição sindical, incluído no texto pelo relator da matéria na Câmara dos Deputados, Rogério Marinho (PSDB/RN), não há consenso nem mesmo entre as entidades patronais. Quando se trata de temas como representatividade dos trabalhadores e termos de acordos coletivos, por exemplo, os patrões se mostram insatisfeitos com a reforma trabalhista.

O GLOBO procurou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e duas das maiores centrais sindicais do país, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Força Sindical, sobre sete itens da proposta: acordado sobre legislado, parcelamento de férias, demissão em comum acordo, jornada intermitente, intervalo intrajornada e a criação de um comitê representante dos trabalhadores dentro da empresa. Veja qual é a opinião dos representantes de empregados e empregadores sobre esses assuntos:

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Beto propõe Lei de incentivo ao uso de energia limpa pelos transportes brasileiros

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O deputado federal Beto Rosado (PP) apresentou o Projeto de Lei 7482/17, na Câmara dos Deputados, que visa melhorar a eficiência do uso de energia no Brasil, sobretudo nos transportes.

A Lei proposta por Beto prevê a criação de uma sistemática de planejamento de ações voltadas para a eficiência energética, a ser implantada pelo Governo Federal, com plano de metas, orientação e incentivos fiscais, principalmente para os transportes brasileiros.

Entre as medidas previstas estão o estimulo à implantação de meios de transporte de massa energeticamente eficientes; a racionalização do consumo de energia no setor de transportes, a ampliação da abrangência do Programa Brasileiro de Etiquetagem de Veículos – PBEV; a revisão periódica das alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) incidentes sobre veículos; e a promoção de ações voltadas para a educação dos motoristas brasileiros com vistas à condução econômica.

Votação da reforma da Previdência pode ser adiada para 2º semestre

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Além da pressão sobre ministros e líderes, o Palácio do Planalto começou a exonerar de cargos federais nos Estados afilhados políticos de deputados considerados “infiéis”

Os 37 integrantes da comissão especial da reforma da Previdência na Câmara votarão na terça-feira (9), os 11 destaques que podem modificar o texto principal do projeto apresentado pelo relator Arthur Oliveira Maia (PPS-BA). O presidente da comissão, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), classificou a invasão dos agentes penitenciários na sessão de quarta-feira (3), que acabou encerrando os debates, como uma “interrupção indevida” e afirmou que os deputados não podem ser “coagidos” por categorias. “Parlamentar não pode ter temor. Se tiver, está na atividade errada”, afirmou.

O conturbado cenário político em Brasília pode jogar a conclusão da votação da reforma da Previdência no Congresso para o segundo semestre deste ano, admitem lideranças da base aliada e interlocutores do governo. E a estratégia de condicionar a votação da reforma previdenciária na Câmara à apreciação da trabalhista pelo Senado pode retardar ainda mais o andamento.

“Só devemos aprovar a Previdência na Câmara depois da reforma trabalhista no Senado. Já conversei com o presidente (Michel Temer) sobre isso e ele achou a ideia boa. Estamos trabalhando nisso”, admitiu o deputado Beto Mansur (PRB-SP), um dos responsáveis por mapear os votos para a reforma. As informações são da Agência Estado.

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“Governador Ivan Júnior vai ser candidato a deputado?”, pergunta George Soares a Robinson

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Preocupado com a provável candidatura a deputado estadual do atual secretário de Meio ambiente e Recursos Hidricos, Ivan Júnior nas eleições do próximo ano, o deputado estadual George Soares, do PR, perguntou ontem três vezes ao governador Robinson Faria, durante a conversa se Ivan era candidato a deputado em 2018.

Robinson não disse que sim ou que não, apenas sorriu e não respondeu ao deputado George Soares que estava acompanhado do seu irmão e prefeito do Assú Gustavo Soares, e pretendem desembarcar no governo como novos aliados políticos.

Acordão de Gustavo e George Soares com Robinson, não prevê paz política com Ivan Júnior

O grande acordão político do prefeito do Assú Gustavo Soares e do deputado estadual do PR, George Soares, com o governador Robinson Faria, não prevê uma trégua política com o ex-prefeito e atual secretário Ivan Júnior, mas tudo indica que essa proposta de paz política pode ser concretizada pelos menos durante a campanha.

Governador Robinson articula grande acordão político no RN para sua reeleição

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O acórdão entre os caciques da política do Rio Grande do Norte que o atual governador Robinson Faria condenava na campanha eleitoral de 2014, pode ser reeditado em 2018, agora sob sua batuta e coordenação e os primeiros sinais dessa grande aliança começa por Assú, quando o governador pretende reunir no mesmo palanque, o prefeito Gustavo Soares, seu irmão e deputado George Soares e o atual secretário de Meio Ambiente Ivan Júnior.

A estratégia do governador é estender esse velho acordão político pelo interior dos municípios do Estado, unindo governistas e oposicionista em torno do seu projeto de reeleição. O PR do presidente estadual João Maia está praticamente fechado com Robinson nessa aliança para as eleições de 2018. O PSDB do deputado Rogério Marinho e pré-candidato a senador, é outra legenda que também está engajada nessa articulação com o apoio do tucano e presidente da Assembléia Ezequiel Ferreira.

Em Assú, George, Gustavo Soares e Ivan Júnior apoiam Robinson

O governador Robinson Faria está fechando o cerco na política do Assú. O prefeito Gustavo Soares e o deputado George Soares, ambos filiados ao PR estão em negociação para apoiar a reeleição do governador em 2018.

Com a futura chegada do atual prefeito do Assú e do deputado do PR, o governador que é apoiado pelo seu atual secretário de Meio ambiente e Recurso Hídricos e ex-prefeito Ivan Júnior, terá o apoio também das principais lideranças políticas da oposição na cidade ao seu projeto de reeleição.

O governador deve unir os principais adversários da política do município em torno do seu nome com Ivan Júnior, Gustavo e George Soares, no mesmo palanque.

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