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“A MÃE PERVERSA TÁ ON”: Prefeita de Carnaubais gastou durante 11 meses do ano de 2022 quase 5 mil reais em alugueis de veículos por dia

A “mãe tá on” é o slogan da prefeita de Carnaubais, Marineide Diniz, criado com intuito de mostrar que a prefeita está “ativa” e de fato está, ativa até demais no quesito em gastar o dinheiro do povo.

Marineide Diniz não contou conversa e nem pensou duas vezes em pagar por dia, o valor de 4.811,69 reais para alugar um monte de veículos para prestar serviço ao município durante 11 meses. O custo mensal desses veículos chegava a próximo de 145 mil reais por mês e anual custou 1 milhão e 587 mil reais (confira aqui os documentos 1 e 2 ).

A irresponsabilidade e “cara de pau” da prefeita é grande, pois ela torra o dinheiro público com futilidades e ainda divulga nas redes sociais mil maravilhas para o município, e o Blog do VT vem desmascarar a prefeita quantas vezes for necessário.

Em termos de comparação, o salário mínimo custa R$1.212,00, enquanto um trabalhador passa um mês de trabalhando suado para ganhar esse valor e se optar por Vale Transporte ainda terá descontado do seu contracheque o equivalente a 6%, a prefeita paga quase 4 vezes a mais por dia em alugueis de veículos, e alguns deles servem para ela esbanjar luxo com combustível da Prefeitura, e sem ter nenhum desconto.

No final das contas, a prefeita luxa, seus familiares têm regalias, e o povo que é o detentor dos votos e que deveriam ser servidos pela prefeitura por meio do gestor, sofrem e Carnaubais passa sufoco na economia, saúde e educação.

Dois senadores do RN assinam PEC de Renan que torna crime chamar políticos de ‘ladrão’

Proposta de emenda constitucional (PEC) apresentada no Senado criminaliza críticas a políticos e dá aos membros do Supremo Tribunal Federal (STF) a competência para julgar “crimes contra o Estado Democrático de Direito”. A notícia é do portal Diário do Poder, que incluiu os senadores poriguares Jean Paul Prates (PT) e Zenaide Maia (Pros) entre os que assinaram a PEC (veja lista abaixo).

Com isso, pode virar crime, por exemplo, hostilizar políticos e autoridades em geral, incluindo os ministros do STF, chamando-os de “ladrão”, por exemplo.

A proposta cria o “crime de intolerância política”, com pena de prisão e multa, com o objetivo de intimidar o exercício do direito constitucional de liberdade de expressão.

Se for chamado de “ladrão”, como tem sido frequente, o político pode alegar que foi “hostilizado” e, com isso, obter a prisão do xingador.

O autor do projeto, Renan Calheiros (MDB-AL), é um dos políticos mais denunciados por corrupção e crimes correlatos, no âmbito do STF, mas o tribunal nunca decide sobre esses casos exceto para admitir, em muitos casos, a prescrição das acusações.

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Haddad e Alckmin nadam em raias paralelas

Papéis de ambos na transição representam não só posturas individuais possivelmente conflitantes, mas duas linhas políticas que até pouco tempo eram rivais.

Ainda sem as definições oficiais dos futuros ministros do próximo governo, a transição do governo Lula (PT) está focada nos grupos técnicos e nas falas e posicionamentos públicos de seus membros, coordenadores e do próprio presidente eleito. O dia a dia do processo segue sob coordenação de Geraldo Alckmin (PSB), vice-presidente eleito, que capitaneia coletivas e anúncios dos nomes das equipes.

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Alckmin defende parceria com iniciativa privada para zerar filas no SUS

O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin, se reuniu neste domingo (4) com médicos que integram o gabinete de transição da Saúde. Em entrevista coletiva após o encontro, ele defendeu a necessidade de aumentar em cerca de R$ 22 bilhões o orçamento para a pasta no ano que vem.

“Prioridade sem orçamento é discurso”, disse em frente ao Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo.

Entre os médicos que participaram da reunião estava Roberto Kalil Filho, que trata da saúde de Lula há anos. Nesta manhã, o presidente eleito esteve no mesmo hospital para fazer exames na garganta.

Aluno sofre constrangimentos praticados por diretora de escola será indenizado por danos morais

Um estudante ganhou uma ação judicial ajuizada contra a escola em que estuda, em Mossoró, e deverá ser indenizado por dano moral em razão de situação vexatória em que foi exposto pela diretora da instituição de ensino por estar vestido com roupas de personagem que remetiam à vestes femininas. O caso aconteceu no final do ano letivo de 2021 e gerou condenação em R$ 3 mil em favor do aluno.

O adolescente, representado na ação judicial por sua mãe, afirmou que está cursando a terceira série do ensino médio, na escola ré, e que participou de “aula da saudade”, evento em que as pessoas costumam ir fantasiadas, ocorrida no final de 2021, na escola onde estuda.

Contou que, na ocasião, foi fantasiado do personagem “Ele”, do desenho animado “Meninas Superpoderosas”, ilustrado por um demônio andrógino, que veste saia tutu, botas cano longo, um adorno no cabelo e maquiagem. O adolescente contou que a diretora do colégio, ao se deparar com sua fantasia, proferiu palavras desonrosas, vexatórias e com nítida intenção de humilhá-lo perante seus colegas e professores, determinando a retirada do traje.

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