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Bolsonaro é lançado candidato à reeleição em evento com ataque ao STF e discurso de Michelle

O Partido Liberal (PL) anunciou oficialmente Jair Bolsonaro (RJ) como candidato à reeleição à Presidência da República, na manhã deste domingo (24), em evento com ataque ao Supremo Tribunal Federal (STF) e discurso da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

A convenção foi realizada no Maracanãzinho, na Zona Norte do Rio, e o resultado da aprovação da candidatura, após votação virtual, foi divulgado no ginásio às 11h17. O general Walter Braga Netto também foi confirmado como vice da chapa.

Bolsonaro subiu ao palco ao lado de Michelle e, às 11h30, pegou o microfone. Após citar uma curta passagem bíblica sobre o valor da “mulher virtuosa”, deu a palavra para Michelle abrir os discursos

Em uma fala de 13 minutos marcada pelo tom religioso, Michelle fez agradecimentos, falou sobre patriotismo e elogiou o marido. A primeira-dama também lembrou o episódio da facada sofrida por Bolsonaro na campanha de 2018.

“Vocês estão aqui apoiando um projeto de libertação da nação (…) Quando eu cheguei na Santa Casa e vi meu marido na maca, eu olhei para o teto do hospital e falei ‘o senhor tem controle de todas as coisas’. (…) Essa nação é rica, é próspera. Ela só foi mal administrada. Deus ama essa nação”, disse.

Michelle, então, devolveu o microfone ao marido.

“Quando se fala em poder do povo, alguém acha que o povo cubano não quer a liberdade? Tem? Não. Como chegar a esse ponto? Por escolhas erradas (…) A nossa missão é não atrapalhar a vida de vocês. É, cada vez mais, tirar o estado de cima de vocês. Estado forte, povo fraco. Povo forte, estado forte”, disse Bolsonaro.

Com informações G1.

RN tem três ex-ministros e dois ex-governadores pré-candidatos em 2022

O Rio Grande do Norte tem três ex-ministros e dois ex-governadores pré-candidatos nas eleições de 2022.

O ex-ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho (PL) está na disputa pela única vaga de senador do RN. Formará chapa com o pré-candidato ao Governo, Fábio Dantas (Solidariedade) e o vice é Ivan Júnior (União Brasil).

Após ter sido governador, senador e ministro da Previdência Social, Garibaldi Filho está disputando pela primeira vez em 2022, um mandato de deputado federal pelo MDB.

Também entra na disputa para reconquistar a cadeira que já ocupou de deputado federal, o ex-ministro do Turismo, Henrique Eduardo Alves. Após 50 anos de MDB, vai para a disputa pelo PSB.

E o ex-governador Robinson Faria é pré-candidato a deputado federal pelo PL. Também é a primeira vez que disputa uma cadeira na Câmara dos Deputados. Anteriormente já foi deputado estadual e vice-governador.

Com informações do Blog Heitor Gregório

 

Partido de Bolsonaro, PL gasta dinheiro público com carro desaparecido e com empresas de dirigentes e familiares

Partido do presidente Jair Bolsonaro desde novembro, o PL gastou parte do dinheiro público a que teve direito no ano passado com empresas dirigentes da legenda e seus familiares. Levantamento feito pelo GLOBO com base nas prestações de contas entregues à Justiça Eleitoral mostra que a sigla desembolsou cerca de R$ 1 milhão em despesas como serviço de frete da sogra de um comandante de diretório, aluguel de um imóvel pertencente a um deputado e consultoria de um membro da agremiação. Além disso, os recursos foram utilizados para comprar um carro que sumiu do mapa e um curso virtual que está fora do ar. Procurado, o PL não se manifestou.

Os recursos do fundo partidário são administrados pelo comando nacional de cada legenda, que fica com uma parte e distribui o restante entre os diretórios dos estados. De acordo com a legislação, esses recursos devem ser aplicados para despesas como aluguéis de suas sedes e salários de funcionários, mas também podem bancar gastos de campanhas eleitorais neste ano.No ano passado, o PL, chefiado pelo ex-deputado Valdemar Costa Neto, recebeu R$ 53 milhões, mas declarou ter gastado menos da metade, R$ 19 milhões, deixando o valor restante no caixa da legenda.

O diretório do Piauí foi o que mais recebeu: R$ 1,6 milhão. Parte desse valor foi usada para contratar serviços prestados por empresas de integrantes da família do então presidente da sigla no estado, o deputado estadual Fábio Xavier: a legenda desembolsou R$ 43,5 mil por “materiais impressos”, para uma microempresa que pertence à mulher de Xavier. O partido também pagou R$ 55 mil em aluguel imobiliário para a cunhada do dirigente do partido. E gastou mais R$ 72 mil em um serviço de fretes e carretos prestado pela empresa da sogra dele.

Esses gastos constam nos relatórios do PL enviados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), embora as notas fiscais não tenham sido anexadas ao processo. Procurado, Xavier afirmou que consultou o departamento jurídico do partido antes de fazer tais contratações e que a área avalizou os negócios envolvendo integrantes de sua família e suas respectivas empresas.

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