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Lula Soares conquista “benção” de Rizza Montenegro na disputa pela Prefeitura do Assú para a próxima eleição

Quem viu o filho do ex prefeito Lourinaldo desfilando pelas tradicionais calçadas próximas ao “buraco do prefeito” nesse são joão, o dentista Lula Soares, deram conta de que ele era só sorrisos.

Os sorrisos não eram pra menos, pois a única pessoa dentro do grupo que teria coragem de discordar de seu nome como o escolhido pelo clã Soares para disputar a Prefeitura do Assú, seria a ex esposa de Ronaldo e filha de Edgard Montenegro(in memorian), Rizza Montenegro, que se encontrou com Lula e selou a aliança com uma foto em pleno São João.

Lula conseguiu nesse são joão  derrubar todos seus possíveis adversários no grupo, porque todos conhecem bem Rizza, sabem que ela poderia tumultuar a trajetória do filho de Lourinaldo.

Rizza ficou a vida toda sonhando em disputar a Prefeitura do Assú, mas sempre foi barrada por Ronaldo, e agora, quando seu filho está prestes a ser cassado, ela poderia ter a oportunidade de disputar, mas abre mão para apoiar o primo do seu filho.

O filho de Lourinaldo foi de mansinho, e mesmo não tendo uma equipe de marketing como tem a vice Fabielle para montar encenações e postagens mirabolantes, E mostrou que é forte na articulação e isso é o que importa na política.

Lula com essa benção, tratou logo de mandar o recado que quem quiser ter um lugar para compor a chapa como coadjuvante, terá que descer do salto e se render a ele. Afinal, todos os cargos passarão pelo seu crivo, para que se mantenham na folha de pagamento da Prefeitura, e tudo isso tem o apoio irrestrito de Gustavo e do líder da oligarquia, George Soares, e pelo “marketeiro” Ronaldo Soares.

Regra que garante segurança de brinquedos no Brasil completa 30 anos

O Brasil foi um dos primeiros países do mundo a regulamentar a segurança de brinquedos. Há 30 anos, quando o mercado brasileiro experimentava o boom dos produtos importados, o volume de ocorrência de acidentes envolvendo crianças e brinquedos despertou a necessidade de criação de parâmetros que dessem maior segurança aos produtos infantis.

Foi assim que, em 1992, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) publicou a Portaria nº 47, que estabeleceu os requisitos técnicos que deveriam ser seguidos por fabricantes nacionais e importadores.

O objetivo era regular o mercado brasileiro, mitigar os riscos à saúde e à segurança das crianças e, em consequência, diminuir as ocorrências de acidentes de consumo envolvendo brinquedos, além de fortalecer a indústria nacional e garantir uma concorrência justa.

À época, os produtos vinham de todas as partes do mundo, principalmente da China, e entravam no Brasil a preços muito baixos e sem o menor controle em relação aos impactos na saúde e na segurança dos consumidores.

Hoje, 30 anos depois, o regulamento tem um novo desafio: tornar-se ainda mais abrangente, englobando requisitos gerais para artigos infantis e não apenas para brinquedos.

“O nosso grande desafio é fazer uma regulamentação que não seja engessada. Aliás, esse é o direcionamento no modelo regulatório do Inmetro. Alguns setores, como o de brinquedos, são muito ágeis no desenvolvimento de novas tecnologias. Certos produtos entram no mercado brasileiro e não conseguem ser contemplados com a certificação porque estão fora do regulamento por terem usado processo ou tecnologia diferente”, destacou o chefe da Divisão de Verificação e Estudos Técnicos (Divet) do Inmetro, Hércules Souza.

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RN tem R$ 93 mihões em obras paradas

O Rio Grande do Norte tem hoje 75 obras públicas paradas que totalizam R$ 93,71 milhões nos contratos. Os campeões de paralisação no Estado são as que envolvem estradas, rodovias e vias urbanas. O levantamento é do Painel de Obras do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Norte (TCE-RN), com dados coletados do Sistema Integrado de Auditoria de Obras e Serviços de Engenharia (SIAI Obras). O sistema do Tribunal de Contas aponta 25 serviços relativos a estradas, que incluem pavimentação das ruas e também a construção de uma passagem molhada — obra para resolver o problema de escoamento de água da chuva.

A obra mais cara — um serviço de complementação no sistema de esgotamento sanitário da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) — está localizada em Assú. Com recursos federais, o valor de investimento é de R$ 19.601,148,37. Segundo a Caern, cerca de 85% dos serviços foram executados e atualmente ele aguarda a conclusão de uma readequação contratual. A previsão de conclusão é de 3 meses após a ordem de reinício.

Em Natal, das cinco obras paralisadas, duas possuem o mesmo contrato e são os maiores recursos paralisados na capital: estão avaliadas em R$ 6.192,793,81 juntas. Também da Caern, o contrato é para construção de obras de esgotamento sanitário nas estações elevatórias de esgoto, feita sob recursos estaduais. Uma das construções está localizada em Felipe Camarão, bairro da zona Oeste, e a outra nas Quintas, zona Norte de Natal.

Embora o sistema do TCE aponte um custo de R$ 6,1 milhões, a Caern afirma que o valor atual com as duas obras somadas é de R$ 5.711.504,70, com 24,3% dos serviços executados. “Anteriormente, o contrato custava R$ 3,33 mi [cada obra], sendo que houve um aditivo reduzindo o valor para R$ 2,85 mi. Ocorre que o sistema faz a soma desses valores, e considera o valor global como sendo R$ 6,19 mi”, justifica a Caern.

De acordo com o órgão, a construção aguarda uma nova licitação. “O contrato foi distratado devido a questões técnicas e os serviços remanescentes serão executados através de um novo processo licitatório, que se encontra em fase de revisão de projeto e orçamento para então ser deflagrada a nova licitação”, afirma.

Ainda em Natal, a Caern possui mais um serviço paralisado. Do restante, existem duas obras da Prefeitura que não tiveram o valor dos contratos revelados, segundo o painel do TCE-RN.

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