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Barco com 20 mortos é encontrado à deriva no Caribe

Pescadores encontraram um barco com 20 mortos a bordo à deriva na região do arquipélago das Ilhas Turcas e Caicos, no Caribe. Autoridades investigam o caso desde quinta-feira (24), informa a imprensa local e a mídia dos Estados Unidos.

A polícia não encontrou sinais de assassinatos, não divulgou a identidade tampouco a nacionalidade das vítimas.

Entre os mortos estariam duas crianças.

O barco foi avistado a 1,6 km do arquipélago, a sudeste de Mayaguana, nas Bahamas, que é destino procurado por refugiados haitianos que buscam entrar em outros países. A região também é rota do tráfico de drogas.

O porta-voz da polícia do arquipélago, Takara Bain, informou no domingo (27) que não há vestígios de “ato criminoso” e que autoridades investigavam “outras possibilidades”, sem dar detalhes.

Com informações do G1

“Você é acusado de receber R$ 500 mil de propina”, diz deputado para presidente da CPI da Covid; assista

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, senador Omar Aziz, teve seus ’embólios’ de corrupção em seu estado exposto pelo deputado estadual Fausto Junior (MD-AM), durante sessão desta terça-feira (29).

Omar Aziz perguntou endereço do depoente. “Estou tentando entender o nexo causal disso”, disse Fausto. “Não é da sua conta o nexo. Eu lhe faço as perguntas e você me responde”, rebateu Omar. O presidente da CPI insistiu para que o deputado falasse sua residência anterior e depois ele mesmo citou o local, que Fausto negou.

“Vou provar na CPI, para acabar com a brincadeira de fazer de conta que faz uma CPI e não indicia o governador”, disse Omar Aziz. ‘Quem é você para falar de bom exemplo na Saúde. Vossa Excelência é acusado de receber R$ 500 mil de propina’, rebateu Fausto Júnior.

Fonte: Terra Brasil Notícias

Aneel reajusta bandeira vermelha em 52% e tarifa para cada 100 kWh será de R$ 9,49 em julho

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) reajustou, nesta terça-feira (29), a tarifa da bandeira vermelha nível 2, que passará de R$ 6,24 para R$ 9,49 por kWh (quilowatt-hora) entre julho e dezembro deste ano.

A decisão do colegiado contrariou a recomendação da área técnica, que indicou o valor de R$ 11,50 por kWh, única forma de garantir equilíbrio entre receitas e o custo de geração da energia, que explodiu devido ao acionamento das termétricas —muito mais caras.

Com a decisão, a diretoria da agência optou por parcelar o reajuste, repassando cerca de R$ 3 bilhões em reajuste para as tarifas no próximo ano.

O sistema de bandeiras reflete a situação do sistema elétrico ainda muito dependente das hidrelétricas, que hoje se ressentem da pior secados últimos 91 anos, segundo o diretor-geral da agência, André Pepitone.

Na bandeira verde não há adicional para cada quilowatt-hora consumido. Na amarela, esse extra era de R$ 1,34 por kWh (quilowatt-hora). Na bandeira vermelha, há dois patamares —antes definidos em R$ 4,16 (nível 1) e R$ 6,24 (nível 2).

Com o reajuste, essas tarifas sofreram correção de 52%.

Folha de S. Paulo

Campanha antecipada: saiba o que pode ou não ser feito antes do período eleitoral

Todas as pessoas alfabetizadas com título eleitoral que têm mais de 18 anos, estão em pleno exercício de seus direitos políticos e já atingiram a idade mínima exigida para o respectivo cargo que desejam pleitear podem se candidatar em uma eleição. Porém, para lançar sua candidatura de forma correta, é preciso ficar atento a algumas regras previstas na Lei nº 9.504/1997 (Lei das Eleições) e na Resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nº 23.610/2019.

Uma parceria firmada entre o TSE e o Ministério Público Federal (MPF) deu origem a uma série de conteúdos que esclarecem as principais dúvidas da comunidade sobre o que pode ou não ser feito antes do período oficial de campanhas eleitorais. Todo o material será compartilhado nas redes sociais de ambos os órgãos.

É permitido

Antes do período oficial de propaganda eleitoral, é permitido debater e discutir políticas públicas ligadas à saúde, segurança, economia e ao meio ambiente. Também não é considerada campanha eleitoral antecipada viajar, participar de homenagens e eventos, bem como publicar fotos e vídeos nos perfis das redes sociais.

É proibido

Por outro lado, é proibido por lei declarar candidatura antes da hora e fazer qualquer pedido de voto de forma explícita ou implícita. O uso de outdoors para exaltar qualidades pessoais de possíveis candidatas e candidatos também não é permitido, e essa regra vale tanto no período eleitoral quanto fora dele.

Como denunciar

Identificou alguma conduta irregular? Saiba que você, eleitora ou eleitor, pode ser fiscal do processo eleitoral. Em caso de suspeita, denuncie imediatamente às centrais de atendimento do Ministério Público Federal. A Justiça Eleitoral processará os envolvidos, mas só pode agir depois de apresentada a denúncia pelo MPF.

PF faz operação para investigar contratos de tecnologia do Ministério da Integração Nacional, Funasa e INSS

Carro da Polícia Federal em operação, em imagem de arquivo — Foto: Polícia Federal

Polícia Federal começou a cumprir, nesta terça-feira (29), 50 mandados de busca e apreensão em uma operação que investiga possíveis irregularidades em contratos de tecnologia da informação firmados com o Ministério da Integração Nacional, a Fundação Nacional da Saúde (Funasa) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ao todo, os contratos somam R$ 16 milhões.

Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal do Distrito Federal e estão sendo cumpridos na capital e em outros cinco estados. Veja lista:

  • Brasília – 35 mandados
  • Rio de Janeiro (RJ) – 3 mandados
  • Planaltina e Formosa (GO) – 6 mandados
  • Mossoró (RN) – 2 mandados
  • São Paulo (SP) – 2 mandados
  • Icapuí (CE) – 1 mandado
  • João Pessoa (PB) – 1 mandado

A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 22 milhões das contas dos investigados. Segundo a Polícia Federal, entre os alvos da operação, nomeada “Bouchonée”, estão servidores suspeitos de participação no esquema e representantes da empresa que fechou os contratos, que não teve o nome divulgado.

Além do bloqueio de valores, a Justiça determinou o afastamento de servidores públicos de suas funções e proibição da empresa de firmar novos contratos. Segundo a PF, “os investigados fraudaram inicialmente uma licitação no Ministério da Integração Nacional, que resultou em uma ata de registro de preços, instrumento que viabilizava que outros órgãos contratassem diretamente a empresa investigada, por meio de adesões a essa ata”.

Ainda segundo a corporação, “os investigados criaram um ‘kit adesão’, com minutas e modelos de documentos necessários para que outros órgãos formalizassem a adesão à ata de registro de preços do Ministério da Integração. Esse ‘kit adesão’ era repassado aos servidores públicos cooptados, que, mediante o pagamento de propina, iniciavam o processo de adesão à ata do MI”.

A PF afirma que os suspeitos lavaram o dinheiro ilícito por meio de lojas de vinhos. “Somente uma delas recebeu transferências de mais de 3 milhões de reais da empresa de TI investigada, num curto período de 4 meses”, diz a corporação.

Os investigados devem responder pelos crimes de peculato, organização criminosa, lavagem de dinheiro, fraude à licitação, falsificação de documento particular, corrupção ativa e passiva. Se condenados, as penas podem ultrapassar 50 anos de prisão.

O nome da operação é um termo em francês, que significa um vinho “arrolhado”, ou seja, que apresenta cheiro de papelão e foi arruinado por conta de uma infecção de um fungo na rolha.

G1RN

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