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“Não é L de Lula, é arminha”, diz trabalhador em foto com Bolsonaro no RN

O gesto feito por trabalhadores fotografados junto ao presidente Jair Bolsonaro durante visita à barragem de Oiticica, em Jucurutu (RN), na quinta-feira (24), não é uma alusão ao “L” associado ao ex-presidente Lula.

O portal UOL localizou três das quatro pessoas que fizeram o gesto. Duas delas disseram se tratar de um “mal-entendido”. Um terceiro, Carlos Eduardo Pinheiro (à esquerda na foto, de camisa azul e sem capacete), afirmou que os dedos sinalizam “uma arminha apontada para o céu”.

A foto viralizou na quinta-feira (24). Parte da imprensa interpretou a ocorrência como uma manifestação de apoio a Lula. O gesto foi descrito como “associado ao ex-presidente”.

Segundo Pinheiro — que não quis revelar sua função no consórcio que constrói a barragem de Oiticica —, a foto retrata um grupo de trabalhadores favoráveis ao presidente. Diz que não pode responder pelos demais, mas que ele estava “fazendo arminha”.

“Votei nele [Bolsonaro]. Gosto do governo dele, o que atrapalhou foi a pandemia. Em 2022, vou votar de novo, mas acho que aqui no Nordeste a maioria não vota nele”, disse.

Outro trabalhador presente na foto fazendo o gesto com as mãos é o técnico em segurança do trabalho Egildo Junior. Ele está à esquerda na imagem, de camisa verde e capacete. Seu Instagram também registra uma foto com o presidente, comentada na quinta-feira (24) com a mesma bandeira do Brasil.

Fonte: Uol

Bolsonaro cria ‘pacote de bondades’ por base eleitoral de PMs

Artigo | Família Bolsonaro oferece casa, comida e escárnio - Época

À medida que vê sua base de apoio se estreitar, o presidente Jair Bolsonaro se volta a um segmento em que exerce forte influência para alavancar sua campanha à reeleição em 2022. Nos últimos dias, ele intensificou a troca de afagos com as polícias militares, em um movimento político que corrói a ascendência de governadores sobre as tropas e nutre planos de politizar as forças estaduais e de aumentar a presença delas no Congresso.

Isenção de IPI de automóveis, créditos imobiliários e promessa de uma nova lei orgânica da PM e da Polícia Civil para esvaziar o poder dos governadores sobre os contingentes estaduais. Bolsonaro busca garantir por todas as frentes o apoio dos policiais militares. No último dia 9, fora da agenda, Bolsonaro foi a um fórum com 44 entidades do setor que, entre outras atividades, buscou treinar agentes para a missão eleitoral. Além de mais um mandato para o presidente, o grupo pretende ao menos dobrar os 34 policiais e bombeiros militares eleitos em 2018 para cargos na Câmara, Senado, assembleias e governos estaduais.

O sargento Leonel Lucas de Lima está à frente da entidade que promoveu o encontro. A Associação Nacional de Entidades Representativas de Policiais Militares e Bombeiros Militares do Brasil (ANERMB) é o principal núcleo da rede de policiais em volta de Bolsonaro identificada pela reportagem. “Para nós é uma honra estarmos aqui com o senhor dizendo que os policiais militares e os bombeiros militares, que fizeram a campanha do senhor, continuamos acreditando no seu trabalho”, disse Lucas no evento.

A ANERMB se consolidou como a maior entidade de militares estaduais. Em três anos, ganhou cerca de 50 mil filiados e alcançou 200 mil policiais e bombeiros inscritos. Só agora, no terceiro ano de mandato de Bolsonaro, o presidente a prestigiou pela primeira vez. “Nós militares, com nossas famílias, demos 18 milhões de votos ao presidente. Deixamos claro a ele que em cidades que ele nem sabe que existe teve votos por causa dos PMs”, frisou Lucas ao Estadão. “Está na hora de a gente ser reconhecido pelo que fez”.

A relação de interlocutores com o setor inclui o deputado Victor Hugo (PSL-GO), ex-líder do governo na Câmara. Na mira de Bolsonaro por apoio estão nomes influentes da área que já deram demonstrações públicas de apreço, como o comandante-geral da PM do Distrito Federal, coronel Márcio Vasconcelos, e o comandante da Academia da PMDF, coronel William de Araújo. Na solenidade de formatura do curso de aperfeiçoamento de oficiais do Distrito Federal, no dia 2, Vasconcelos e Araújo encerraram seus discursos com o slogan eleitoral: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”.

Estadão também mapeou cargos no Planalto e no governo ocupados por militares estaduais. Sargento egresso do Bope do Rio, Max Guilherme é um assessor especial que goza da confiança do presidente e prepara candidatura à Câmara. Alvo da investigação sobre atos antidemocráticos, já usou as redes sociais para atacar o Supremo Tribunal Federal e parabenizar a PM do Rio pelo massacre no Jacarezinho.

Entidades à parte, Bolsonaro espalhou policiais em áreas técnicas, em núcleos que fomentam a narrativa política e ideológica nas redes e até em postos que exigem interação com a CPI da Covid. A Fundação Nacional de Saúde foi entregue ao ex-comandante da PM de Minas Gerais Giovanne Gomes da Silva. À frente da Secretaria Nacional de Segurança Pública está o coronel da PM do DF Carlos Paim.

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Centrão controla cargos em áreas estratégicas para compra de vacinas

Políticos do Centrão controlam departamento do Ministério da Saúde responsável pela importação de vacinas e na secretaria que chancela compra Foto: Agência O Globo/Pablo Jacob

Políticos do Centrão, grupo que integra a base aliada do presidente Jair Bolsonaro, controlam áreas estratégicas para a compra de vacinas no Ministério da Saúde. Um exemplo é o Departamento de Logística (DLOG), responsável por um orçamento bilionário e onde, segundo relato do servidor de carreira Luis Ricardo Miranda, lotado neste setor, ocorreu pressão para a importação em tempo recorde da vacina indiana Covaxin, a mais cara entre todas as contratadas pela pasta.

O chefe do departamento, Roberto Ferreira Dias, é indicado do Centrão, com a atuação do líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), citado nas suspeitas que envolvem a contratação da Covaxin que, conforme o GLOBO antecipou no dia 15 deste mês, se transformou em alvo de investigação da CPI da Covid.

O DLOG é um dos departamentos mais importantes da pasta. Dados do ministério mostram que apenas em compras destinadas ao combate à Covid-19, o setor já fechou contratos de R$ 15,7 bilhões. O valor é maior do que orçamentos de ministérios inteiros, como o da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, que tem verbas de R$ 12,3 bilhões para este ano. O departamento é responsável pela importação de insumos estratégicos para a Saúde, como vacina e medicamentos.

Dias foi uma indicação conjunta do deputado Pedro Lupion (DEM-PR) e de Ricardo Barros, ainda na gestão de Luiz Henrique Mandetta, em janeiro de 2019. Segundo depoimento do deputado Luis Miranda (DEM-DF), irmão do servidor Luis Ricardo, à CPI da Covid na última sexta-feira, o nome de Barros foi citado pelo próprio Bolsonaro quando ouviu em março relatos sobre suspeitas de irregularidades na Saúde.

O atual chefe do DLOG já foi servidor do governo do Paraná e ocupou cargo na gestão de Cida Borghetti, mulher de Barros. Procurado, o líder do governo negou a participação na indicação. Outras fontes que acompanharam a indicação, porém, confirmam que Barros teve peso na escolha.

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TRF-1 autoriza Polícia Legislativa a acompanhar senadores no aeroporto

Aeroporto de Natal volta a ter voos diretos para Brasília e Salvador a  partir de julho | Rio Grande do Norte | G1

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) acatou um pedido do Senado para que a Inframérica, concessionária do Aeroporto de Brasília, autorize que policiais legislativos acompanhem senadores até o embarque, sem custos.

No início do mês, o desembargador Souza Prudente considerou que a medida busca prevenir “possível evento danoso à integridade física e psíquica” dos senadores, como ameaças.

Esse processo tramita desde março, depois que o Senado não renovou com o aeroporto um contrato para uma sala VIP aos senadores. Com isso, os policiais legislativos ficaram sem credenciais para acompanhar os parlamentares gratuitamente. Segundo o Senado, os congressistas corriam risco “gravíssimo”.

A decisão do TRF-1 atendeu a um recurso do Senado, que em abril teve o pedido rejeitado pela Justiça Federal do Distrito Federal.

Metrópoles

Kassab garante ‘terreno fértil’ a Alckmin

Saída de Alckmin do PSDB deve ser anunciada nos próximos dias

Dias depois de o vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, aceitar o convite de João Doria e se filiar ao PSDB, com o objetivo de disputar o governo paulista, Geraldo Alckmin telefonou para Gilberto Kassab para sondá-lo sobre o cenário eleitoral, diz a Crusoé.

O presidente do PSD demonstrou empolgação e ofereceu, nas palavras de um aliado, “terreno fértil” para o ex-governador voltar ao poder em São Paulo.

A um interlocutor, Alckmin disse que a proposta de Kassab é quase irrecusável.

O antagonista

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