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Secretaria de Saúde do RN prevê começar a vacinar professores contra Covid-19 em 24 de maio

Ideia é profissionais da educação vacinados com parte da reserva técnica — Foto: Sandro Menezes

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) apresentou um plano de vacinação contra a Covid-19 para os professores e demais trabalhadores da educação do estado nesta sexta-feira (14). A proposta prevê que a vacinação desses profissionais seja iniciada no dia 24 de maio.

O documento foi assinado pelo secretário de Saúde, Cipriano Maia, e pela presidente do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do RN, Maria Eliza Garcia e apresentado à governadora Fátima Bezerra (PT).

A vacinação é mais uma iniciativa que visa o retorno das aulas presenciais na rede pública. Nesta semana, o governo apresentou o plano de retomada das aulas – sem especificar data – e previu o uso da reserva técnica de vacinas no estado imunizar os profissionais da educação.

Saiba como será o retorno das aulas presenciais no RN

Na proposta apresentada nesta sexta-feira pela Secretaria de Saúde, essa medida foi reforçada. A ideia é utilizar 12.355 doses da reserva técnica do Estado, considerando as fases D1 e D2, da vacina Oxford/Astrazeneca para imunizar esses profissionais.

O plano prevê prioridade para os trabalhadores da educação da rede pública municipal e estadual, compreendendo professores e professoras que atuam em sala de aula, seguindo o escalonamento por idade de forma decrescente.

Em seguida serão contempladas as demais categorias laborais que exercem atividades nas dependências das unidades escolares públicas, como merendeira, pessoal administrativo, porteiros e ASG. Numa nova etapa, começa a imunização dos trabalhadores da rede privada.

“Como não temos vacinas para todo mundo nesse primeiro momento, a ideia é começar pelos professores da rede pública porque os alunos não tem ferramentas tecnológicas suficientes que permitam esse ensino a distância”, explicou Kelly Lima, coordenadora de vigilância em Saúde da Sesap.

A Sesap encaminhou ofício ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, solicitando a ampliação de doses de vacina contra a Covid-19 para contemplar os trabalhadores da educação no Rio Grande do Norte.

A ideia da Secretaria de Saúde é aplicar a vacina no próprio município em que o trabalhador da educação reside, mediante comprovação de vínculo empregatício.

O plano apresentado nesta sexta reforça a dificuldade da rede pública educacional de avançar nas ações de ensino a distância e lembra de um inquérito sorológico que apontou que 18% das crianças testadas apresentaram contato com o coronavírus.

Dessa forma, a comissão considera imprescindível a imunização de trabalhadores em creches, pré-escola, ensino fundamental, ensino médio, profissionalizante e Educação de Jovens e Adultos (EJA).

A ideia do Rio Grande do Norte é seguir a iniciativa de outros estados, como São Paulo e Espírito Santo, que já iniciaram a vacinação nos profissionais da educação antes mesmo desse grupo ser incluído na atual fase de imunização no plano nacional. Ainda em janeiro, a governadora Fátima Bezerra (PT) chegou a enviar um ofício ao presidente Jair Bolsonaro pedindo a inclusão desse grupo no PNI.

“É algo muito importante, diante da necessidade de reabertura das escolas. E nossa defesa tem sido, desde o início, a importância da imunização dos trabalhadores e trabalhadoras em educação para uma retomada das aulas presenciais de forma segura para todos”, disse a governadora Fátima Bezerra.

A coordenadora-geral do Programa Nacional de Imunização (PNI), Franciele Francinato, disse no fim de abril que a ideia era começar a vacinar os trabalhadores da educação a partir de junho. Em outras oportunidades, o Ministério da Saúde também explicou que a orientação é que estados e municípios sigam à risca o operacionalização da vacinação contra a Covid-19, mas que eles têm autonomia para gerir as prioridades levando em consideração a realidade de cada local.

G1RN

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Ao chamar ACM Neto de ‘malandro baiano’, Maia ajuda a detonar Doria

Doria convida Rodrigo Maia a se filiar ao PSDB | São Paulo | G1

O deputado Rodrigo Maia usou as redes sociais nesta sexta-feira para chamar o presidente do DEM, ACM Neto, de “malandro baiano” e afirmar que “esse baixinho não tem caráter”. Os xingamentos certamente não ajudarão João Doria no Nordeste, em eventual candidatura em 2022.

O ex-presidente da Câmara, como mostramos, rebateu os ataques de ACM Neto ao vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, que deixou o partido e ingressou no PSDB nesta sexta-feira. ACM Neto havia afirmado ainda que Doria é “despreparado” e “inábil politicamente” e que a postura desagregadora do governador “amplia o seu isolamento político”.

A candidatura de Doria já havia sido enterrada pelo Datafolha. De acordo com o mais recente levantamento do instituto, Doria tem apenas 3% das intenções de voto para as eleições presidenciais de 2022.

Com informações, O antagonista

CPI ouve ex-ministros Ernesto Araújo e Eduardo Pazuello na próxima semana

Na terceira semana de depoimentos, a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia ouve dois ex-ministros do governo Jair Bolsonaro: Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Eduardo Pazuello (Saúde). Os dois são considerados peças-chave para esclarecer a condução do governo federal no enfrentamento da crise sanitária da covid-19.

Agendada para quarta-feira (19), às 9h, a audiência de Pazuello é a mais esperada. Dos quatro ministros que comandaram o Ministério da Saúde durante a pandemia, Pazuello foi o que ficou mais tempo no cargo. O general do Exército e especialista em logística assumiu interinamente o ministério em 16 de maio de 2020, após a saída de Nelson Teich. Ele foi efetivado no cargo em 16 de setembro e exonerado no dia 23 de março de 2021. Estava no comando da pasta quando a Pfizer fez uma oferta de 70 milhões de doses de imunizantes ao Brasil, segundo o presidente regional da empresa na América latina, Carlos Murillo. Em 11 de fevereiro deste ano, durante sessão no Plenário do Senado, Pazuello afirmou que eram somente 6 milhões ofertadas pela Pfizer.

Em depoimento à CPI na quinta-feira (13), o representante da Pfizer detalhou três ofertas feitas em agosto de 2020 ao governo brasileiro. Todas, segundo ele, ficaram sem resposta. Somente em 19 de março de 2021 foi assinado contrato com a empresa.

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Comissão aprova projeto que prevê vacinação domiciliar de idoso durante campanhas de imunização

A Comissão dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (13), proposta que permite aos idosos serem vacinados em casa durante campanhas de imunização, sempre que for impossível o deslocamento aos postos de vacinação. O agendamento será feito junto à secretaria de saúde do município.

Trata-se do Projeto de Lei 1220/20, do deputado Alexandre Frota (PSDB-SP), que recebeu parecer favorável da deputada Carla Dickson (Pros-RN).

Carla Dickson recomendou a rejeição de um cartão de vacinação específico

“A possibilidade de vacinar as pessoas idosas e com dificuldade de locomoção em casa é extremamente favorável. Temos, efetivamente, muitos idosos impossibilitados de se locomoverem, tanto por motivo de doenças quanto de dificuldades de transporte”, afirmou Dickson.

A relatora recomendou a rejeição da proposta que tramita apensada (PL 236/21), que trata do cartão de vacinação dos idosos. Dickson entendeu que ele é desnecessário, pois o cartão de vacinação tradicional já cumpre este objetivo.

Tramitação
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

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