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Subsecretaria do Trabalho da Sethas oferece hoje no Sine 69 vagas de empregos para Natal e Mossoró

A Subsecretaria do Trabalho da Sethas-RN, através do SINE-RN, oferece hoje, dia 31 de maio, 69 vagas de emprego para Natal,Região Metropolitana,   Mossoró e região.

Para concorrer às vagas, o(a) candidato(a) deve se cadastrar via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou nos aplicativos Sine Fácil e Carteira de Trabalho Digital, disponíveis para Android e IOS.

Quer tirar alguma dúvida ou agendar um atendimento? Ligue: (84) 3190-0783, 3190-0788, 98106-6367 e 98107-4226.

O atendimento é de segunda a sexta, das 8h às 12h.

Siga o Sine-RN no Instagram: @sine.rn

NÚMERO DE VAGAS DE EMPREGOS POR REGIÃO

NATAL e GRANDE NATAL

ANALISTA DE LOGISTICA  01

ASSISTENTE DE PREVENÇÃO DE PERDAS     10

AUXILIAR ADMINISTRATIVO    11

AUXILIAR DE PIZZAIOLO   01

CONFERENTE MERCADORIA (EXCETO CARGA E DESCARGA)    20

ELETRICISTA       01

MARCENEIRO DE MÓVEIS 04

MECÂNICO DE LAVADORA E SECADORA 01

MECÂNICO DE MANUTENÇÃO E INSTALAÇÃO DE APARELHOS DE CLIMATIZAÇÃO E REFRIGERAÇÃO  01

MECÂNICO DE MOTOR A GASOLINA      01

MECÂNICO MONTADOR     01

OPERADOR DE EMPILHADEIRA   10

PIZZAIOLO   01

SERRALHEIRO     01

TÉCNICO EM MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA       01

TORNEIRO MECÂNICO      01

ENCARREGADO DE OBRAS       01

OPERADOR DE CALDEIRA    01

MOSSORÓ e Região
PEDREIRO    01

Total geral = 69 vagas

RN e mais 5 estados deram calote de R$ 35 bilhões no Governo Federal

O governo federal honrou, entre 2016 e abril deste ano, R$ 35,3 bilhões em dívidas não pagas por estados e, desse total, conseguiu recuperar R$ 4,709 bilhões, o equivalente a 13,3%, segundo informações da Secretaria do Tesouro Nacional.

Os R$ 30,6 bilhões que o governo ainda não conseguiu reaver são devidos por seis estados: Rio de Janeiro, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Amapá.

O RJ detém a maior parte da dívida: R$ 19,7 bilhões, o equivalente a 65% do total. A cobrança sobre uma parte desse valor (R$ 14,6 bilhões), porém, está suspensa porque o estado aderiu ao Regime de Recuperação Fiscal.

O Tesouro informou que, dos R$ 30,6 bilhões devidos por Rio de Janeiro, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Rio Grande do Norte e Amapá, R$ 15,9 bilhões não podem ser cobrados devido a decisões judiciais.

Criado em 2017, durante o governo do ex-presidente Michel Temer, o RRF permitiu a suspensão temporária do pagamento das parcelas da dívida que o Rio tem com a União.

O acordo foi assinado em um momento no qual o Rio passava por uma grave crise financeira, inclusive com atraso no pagamento de salário de servidores.

Em contrapartida, o governo federal exigiu do estado o cumprimento de uma série de exigências, entre elas cortes de despesas e a venda da Cedae, a estatal de tratamento de água e esgoto do Rio. O leilão ocorreu em abril deste ano e garantiu arrecadação de R$ 22 bilhões.

A possibilidade de o governo federal atuar como fiador de empréstimos tomados por estados e municípios está previsto em lei.

Essa garantia permite que a taxa de juros desses empréstimos seja mais baixa, pois o governo federal honra os pagamentos às instituições financeiras quando o estado ou o município deixa de faze-lo.

Ao avalizar um empréstimo desse tipo, o governo federal também celebra um contrato com o estado ou município prevendo contragarantias, ou seja, fontes de receitas que serão usadas para ressarcir o Tesouro em caso de inadimplência.

Normalmente, são usados como contragarantia valores que o estado ou município tem direito em algum fundo, como o Fundo de Participação dos Estados (FPE). Nesses casos, depois de honrar a dívida que não foi paga, o Tesouro bloqueia o repasse do recurso do fundo como forma de fazer o reembolso. Os estados vêm conseguindo na Justiça impedir que o governo execute essas contragarantias.

Com informações do G1

CPI da Pandemia ignora fraude milionária na compra de respiradores

A CPI da Pandemia convocou governadores para tentar afastar a pecha de “comissão da cloroquina”, mas ignorou o escândalo da compra de 300 respiradores envolvendo três governadores do PT, além de Renan Filho (MDB-AL), filho do relator. Os respiradores custaram R$49 milhões com pagamento antecipado, mas nunca foram entregues. O caso virou alvo de tribunais de contas estaduais por “ausência de cuidado mínimo em relação à idoneidade e condição da empresa” de cumprir os contratos. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O caso também enrola os petistas Camilo Santana (CE), Fátima Bezerra (RN) e Rui Costa (BA), que é coordenador do Consórcio do Nordeste.

Os senadores Styvenson Valentim (Cid-RN), Eduardo Girão (Pode-CE) e Rodrigo Cunha (PSDB-AL) cobraram, sem sucesso, o calote milionário.

Segundo Styvenson, o ofício também foi enviado ao Ministério da Justiça “para que criminosos sejam presos e punidos”, certamente não pela CPI.

Fonte: Portal Grande Ponto

Esquema do orçamento secreto pode configurar crime de responsabilidade

orçamento secreto do presidente Jair Bolsonaro, revelado pelo Estadão, escancarou a permanência de velhos vícios na forma como os recursos públicos são tratados no Brasil. Pela Constituição, o Orçamento deve procurar atender às necessidades da sociedade. Mas Bolsonaro, descumprindo uma de suas mais destacadas promessa de campanha, reabilitou o toma lá, da cá que já produziu vários escândalos no País.

Estadão entrevistou 14 renomados advogados, professores e economistas especializados em contas públicas para discutir o esquema montado para aumentar a base de apoio de Bolsonaro no Congresso e alternativas para evitar que o Orçamento seja usado pelo Executivo para barganhas com os congressistas.

Todos defendem investigação rigorosa e, entre eles, incluindo o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, há quem fale em indícios de crime de responsabilidade. A configuração pode levar ao impeachment do presidente Jair Bolsonaro por infração às leis orçamentárias e à Constituição, que exige transparência, equidade e impessoalidade no manejo das verbas.

Também é unânime a opinião segundo a qual o esquema criado por Bolsonaro é um retrocesso nos avanços obtidos após o escândalo dos Anões do Orçamento, que, na década de 90, desviou recursos de emendas.

Em 2019, Bolsonaro criou um mecanismo que permitiu a um grupo mandar bilhões de reais de emendas de relator (RP9) para suas bases eleitorais, tudo de forma sigilosa. Uma engenharia questionada pelos analistas.

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“Faltou erva para o movimento”, diz Bolsonaro, sobre protestos da esquerda

Bolsonaro questiona qualidade do combustível vendido no Brasil e defende  gasolina 15% mais barata - Jornal O Globo

Em conversa com apoiadores há pouco na saída do Palácio da Alvorada, Jair Bolsonaro minimizou as manifestações organizadas por partidos de esquerda.

“Sabe por que tem pouca gente nessa manifestação da esquerda do último fim de semana? Porque a PF e a PRF estão apreendendo muita maconha pelo Brasil. Faltou erva para o movimento. Faltou dinheiro também”, disse o presidente da República.

“Nessa manifestação do PT, o Kakay estava falando contra mim. Sinal de que estamos no caminho certo”, concluiu.

O antagonista

Com crise na saúde, desemprego e pandemia em alta, População reprova em 56% a gestão de Gustavo e Fabielle

As pesquisas servem para refletir de fato, a qualidade e responsabilidade de qualquer coisa, por isso foi realizado a pesquisa para ver a aprovação da população na gestão do prefeito Gustavo.

Para cada fato, as pessoas tiram conclusões que favoreçam seus interesses, e isso está bem claro na pesquisa divulgada pela TCM, que a gestão de Gustavo e Fabielle querem transformar 31,76% de pessoas que consideram como Boa e 11,26% como ótima , como se fosse algo muito bom, mas como está abaixo de 50%, desmascara o circo que eles montaram com uma opinião embasada no interesse próprio.

Na verdade, 56,98% reprovam a atual gestão que é marcada pela crise na saúde, falta de ações de combate a pandemia, desemprego, crise no setor econômico da cidade, e disseminação em massa do novo corona virus.

Uma boa gestão tem ter no minimo 51% de aprovação, e hoje, eles tem 31,76% e 11,26% com boa e ótima, respectivamente, totalizando apenas 43,02%.

O prefeito Gustavo a mando de seu irmão George, querem perverter os resultados e fazer uma midia falsa, mas pra falarem a verdade, precisam de um percentual bem maior.

PRIVILÉGIO: Prefeito de Macau paga a si próprio diária de 525 reais e 25 reais para servidor

O prefeito de Macau José Antônio, perdeu o bom senso, a noção e até a vergonha, e prefere dá privilégios a ele mesmo e deixar servidor “chupando o dedo”.

O prefeito além de ganhar um dinheirão, coloca suas diárias no valor de 525 reais (veja aqui), enquanto um trabalhador que necessita se deslocar até a capital, acompanhando paciente enfermo, recebe diária de apenas 25 reais (veja aqui), e a dele supera 21 vezes mais a do servidor do município, o que mostra claramente a disparidade de valores.

Essa é uma realidade que ninguém entende, pois mal dá para fazer uma refeição digna, e nem se hospedar em nenhum lugar, tendo em vista que o valor é muito baixo. Pelo visto, As promessas de campanha de José Antônio não passaram de conversa fiada, pois já demonstrou ser oportunista, e não dá a mínima para o servidor público de Macau.

Experimento sugere que desempenho da CoronaVac cai contra variante brasileira P1

Profissional de saúde prepara uma dose da vacina CoronaVac contra a Covid-19, desenvolvida pela empresa Sinovac da China Foto: YURI CORTEZ / AFP

Um experimento de laboratório conduzido na China sugere que a vacina CoronaVac tem desempenho menor contra a variante do coronavírus brasileira, a P1, assim como contra a sul-africana e a nova-iorquina. Contra as cepas britânica, da Califórnia, e a D614G (mutação que surgiu nos primeiros meses da pandemia), o imunizante teve desempenho semelhante ao observado contra a versão original do coronavírus. A cepa indiana não foi incluída no estudo. Os resultados foram publicados na revista científica Lancet, na quinta-feira.

Para avaliar a potencial resistência de novas variantes à neutralização induzida pelo imunizante, produzido no Brasil pelo Instituto Butantan em parceria com a Sinovac, pesquisadores avaliaram o soro do sangue de 93 profissionais de saúde saudáveis do Hospital Nanjing Drum Tower, em Nanjing, na China, antes e depois de receberem duas doses da vacina.

Eles testaram a resposta imune das amostras contra um vírus artificial, montado em laboratório, no qual adicionaram a proteína “spike” — responsável por forçar a entrada do vírus nas células humanas — de diferentes variantes do coronavírus.

Ao analisar o soro do sangue antes da vacinação, todos mostraram níveis indetectáveis de neutralização contra as sete variantes do Sars-CoV-2 testadas, como esperado.

Após a vacinação, 82% das amostras foram capazes de neutralizar o vírus da cepa “referência” do coronavírus, encontrada em Wuhan. Em comparação a ela, as amostras foram igualmente capazes de neutralizar as variantes D614G, B.1.1.7 (britânica) e B.1.429 (Califórnia).

No entanto, as variantes que possuem uma mutação no gene E484k apresentaram menor propensão a serem neutralizadas pelos anticorpos estimulados pela CoronaVac. Entre elas está a P1 (que emergiu em Manaus), assim como a B.1.526 (que emergiu em Nova York) e a B.1.351 (que emergiu na África do Sul). Contra essas variantes, a atividade neutralizante dos anticorpos caiu a cerca de um quarto daquela observada contra a cepa original do coronavírus.

O estudo é um experimento de laboratório em condições artificiais, portanto não reflete necessariamente as condições reais de uso do imunizante. Por isso, os pesquisadores recomendam trabalhos de vigilância epidemiológica:

“Nossos resultados ressaltam a necessidade de vigilância viral aprimorada e avaliação da eficácia da vacina atualmente autorizada contra variantes emergentes, especialmente na presença de E484K”, afirmam os autores.

Em abril, em uma análise interina realizada em Manaus, onde a variante brasileira P1 era predominante, a CoronaVac se mostrou 50% efetiva em prevenir adoecimento pela Covid-19 14 dias após a primeira dose. A pesquisa foi realizada pelo grupo Vebra Covid-19 e teve participação de mais de 67 mil profissionais de saúde.

O Globo

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