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Pessoas passam fome no Trapiá enquanto prefeito Gustavo aluga PAJERO e esbanja VIDA DE LUXO

O prefeito da cidade Assú, Gustavo Soares, anda na contramão para benfeitorias na cidade, e aluga um carro Pajero zero KM para utilizar em suas atividades como prefeito, ou seja, ir uma vez durante toda a semana em Assú e no restante dos dias, o carro serve para bancar seus plantões e vida luxuosa ao lado da sua esposa, Mariana Costa.

O aluguel do veículo vai custar cerca de 126 mil reais, para o prefeito utilizá-lo para passar 6 dias na capital e um dia na cidade do Assú.

O que não entra na cabeça de ninguém é como o prefeito que é médico, ganha dinheiro com plantões, atua na cidade do Assú sem o minimo de respeito pela vida das pessoas, e achando pouco, usa dinheiro público para alugar carro que ele teria condições de bancar já que será 90% para uso pessoal e menos de 10% para o cargo de prefeito, o que poderia inclusive se configurar como crime de improbidade, enquanto pessoas estão passando um “perrengue” grande, alguns em situação de extrema pobreza passam até fome.

O caso do “perrengue” acontece em uma comunidade da cidade de Assú, conhecida com sítio Trapiá, onde um vídeo de uma moradora circula nas redes sociais mostrando todo o “caos” e a dificuldade que passam os moradores, numa clara situação de pobreza e sem nenhum auxilio da Prefeitura, ou seja, os programas sociais da Prefeitura não chegam a quem realmente precisa.

Mas a lógica é simples, quem mais tem menos quer dar, pois o prefeito e familiares estão “pendurados” em cargos públicos, e ele ainda abusa do poder e aluga carro luxuoso, mas se nega a dar cestas básicas para população carente que passa por necessidades.

Enquanto irmã do prefeito e madrasta ganham mais de 10 mil reais e o marido da vice ganha quase 9 mil, eles se negam a doar cestas de 120 reais para quem precisa. Essa é a realidade da ganância pelo poder do prefeito Gustavo e da vice Fabielle, quanto mais nos seus bolsos melhor, e para o povo do Assú apenas “sorrisos” e flashes de fotos para as redes sociais.

Tasso Jereissati 2022

O senador Tasso Jereissati admitiu pela primeira vez que vai participar das prévias do PSDB para a escolha do candidato à Presidência da República. Ele disse ao Estadão:

Ser candidato à Presidência não está ainda nos meus planos. Eu falo ‘ainda’. Eu defendo a ideia de uma união do centro. Quando eu digo união é porque vejo espaço, nas próximas eleições, para um candidato entre Lula e Bolsonaro, que não seja nem de esquerda, nem de extrema esquerda, nem de extrema direita (…).

Então, está na hora do equilíbrio. Se dividir muito, ninguém vai ter (apoio para chegar ao segundo turno). Se meu nome servir para unir, em algum momento, vamos trabalhar nessa direção.”

O antagonista

Prefeitura do Assú pode ter aplicado 3 vacinas vencidas da OXFORD segundo portal Metrópoles e dados do Ministério da Saúde

Agora a situação deve virar caso de polícia, a gestão sob o comando do prefeito Gustavo Soares e da vice Fabielle Bezerra, podem ter aplicado três doses do imunizante Oxford/AstraZeneca vencidas na cidade do Assú.

A informação que foi divulgada é que Até 160 cidades em 23 estados aplicaram vacinas vencidas contra a Covid-19 na população, segundo dados oficiais do Ministério da Saúde. Os microdados de vacinação compilados pela pasta apontam que 1.254 pessoas foram inoculadas com doses de lotes do imunizante da Oxford/AstraZeneca cuja data de expiração já tinha passado.

Para chegar a informação, o (M)Dados, núcleo de jornalismo de dados do Metrópoles, cruzou as informações oficiais sobre vacinas aplicadas com os registros de envios de imunizantes para as unidades da federação, onde constam a data de vencimento para cada lote.

A epidemiologista Carla Domingues, que coordenou o Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde entre 2011 e 2019, afirma em entrevista ao Metrópoles que a aplicação de vacinas fora da data de validade “é um erro de procedimento, cuja responsabilidade é de quem está na ponta: o município, a sala de vacina”. Ou seja, a irresponsabilidade é da Prefeitura, e supostamente nesse caso é a dupla de incompetentes Gustavo e Fabielle a frente das ações do município.

Agora, a gestão deve fazer uma varredura e verificar se o erro foi cometido mesmo e tentar solucionar esse problema.

Procuradas, algumas secretarias de Saúde dos estados envolvidos deram respostas diversas. O governo do Paraná afirmou que o “problema está ocorrendo a nível nacional” e que aguarda a manifestação do Ministério da Saúde sobre a questão. Eles afirmaram ter entrado em contado com o Datasus na sexta-feira, 16 de abril, para tratar das vacinas vencidas.

Já Amazonas, Pernambuco, Santa Catarina e a prefeitura de Belo Horizonte afirmaram que não houve a vacinação com doses vencidas e que o problema seria um erro de digitação no sistema. Cada uma alegou um erro diferente apesar de usarem o mesmo sistema para registrar as doses de vacina.

Um erro como esse poderia acontecer, por exemplo, quando o dado é lançado no sistema dias depois da vacinação ocorrer. Nesses casos, se a informação não for fornecida, o sistema pode presumir que a imunização ocorreu no dia em que a informação é lançada. No caso de Pernambuco, as datas de aplicação são diferentes das datas em que os dados foram inseridos no sistema em 37 situações, o que significa que o sistema não colocou automaticamente o dia em que as informações foram acrescentadas no sistema.

fonte: Portal Metropoles

Matéria completa:

https://www.metropoles.com/brasil/dados-da-saude-mostram-aplicacao-de-12-mil-doses-vencidas-da-astrazeneca-em-23-estados

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