fbpx

Colapso no sistema de saúde do Brasil era previsto, diz New York Times

“As mortes no Brasil estão no auge e variantes altamente contagiosas do coronavírus estão varrendo o país, possibilitadas por disfunções políticas, complacência generalizada e teorias da conspiração”, diz reportagem do New York Times sobre o colapso no sistema de saúde brasileiro.

“O país, cujo líder, o presidente Jair Bolsonaro, minimizou a ameaça do vírus, agora está registrando mais novos casos e mortes por dia do que qualquer outro país do mundo”.

A marca de 300 mil mortes por Covid registrada nesta semana também virou destaque no jornal americano.

São 125 brasileiros morrendo a cada hora”. A reportagem diz ainda que o colapso do sistema de saúde brasileiro era previsto em razão da variante P1, mais contagiosa.

E lembra ainda que Jair Bolsonaro chamou a doença de “gripezinha”, além de ter encorajado multidões a saírem de casa, dando uma “falsa sensação de segurança” a seus apoiadores. O presidente, diz o NYT, endossou o uso de “medicamentos ineficazes e potencialmente perigosos para tratar a doença”, contrariando as orientações das autoridades de saúde.

CARAS DE PAU: Gustavo, George e Fabielle enganam população com leitos que já existiam no Hospital Regional de Assú e montam palanque de politicagem rumo a 2022

Os comentários na cidade do Assú é que ninguém sabe onde tem tanto óleo de peroba para o trio George, Gustavo e Fabielle passarem na cara de pau deles, pois fizeram a maior algazarra nas redes sociais falando que tinham conseguido leitos no Hospital Regional de Assú, para desafogar a UPA que está super lotada por incompetência deles, e não tem condições de receber mais nenhum cidadão que esteja doente.

O prefeito Gustavo que estava sumido há dias mesmo em meio a pandemia, resolveu ao lado da vice Fabielle, fazerem o que mais sabem, mentir para a população, e foram tirar fotos de leitos do hospital regional, para “maquiar” a inércia do poder executivo municipal, no combate a pandemia.

A mentira está no fato, de que o Blog do VT recebeu informações de pessoas de dentro do hospital, de que lá já existia uma clinica médica mas não tinha a sala de estabilização, e na UCI tinha duas salas de estabilização, e justamente é de uma das salas, já que só usavam uma.

E mais, o carrinho de urgência e da clínica médica e esses dois monitores já estavam guardados na UTI , porque os de lá tinham sido trocados, ou seja, tudo já estava no Hospital, e o diretor Alberto Luis ao lado do deputado George Soares, do prefeito Gustavo e da vice Fabielle, estavam apenas esperando a situação piorar para a população, para só então fazer milagrosamente tudo isso funcionar.

É lastimável a politicagem que esse trio faz com a saúde do povo do Assú em um momento difícil como esse, em que pessoas estão perdendo seus entes queridos por falta de ações concretas no combate ao novo corona vírus, e da falta de leitos diante da agressividade desse vírus.

Senador do RN expõe imagens pornográficas no perfil do Instagram

Em um print publicado no stories de seu perfil no Instagram, o Senador Styvenson Valentim, sem querer, teve imagens pornográficas de ‘felação’ divulgadas aos seguidores. No fim da imagem é possível ver pequenos thumbnails de fotos eróticas. O Fato viralizou e chegou a ser associado a outros políticos do RN.

Confira a imagem (+18):

Para acessar a imagem, clique aqui

Com informações, Portal o Potiguar

MPF atua junto a Ministérios da Saúde e Economia para evitar desabastecimento de oxigênio medicinal no RN e outros estados

O Ministério Público Federal encaminhou ofício ao Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação do Ministério da Economia solicitando medidas urgentes com o objetivo de equacionar a relação entre a produção e a disponibilidade de oxigênio medicinal. No documento, enviado na quinta-feira (25) de março, procuradores da República na Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio de Janeiro, São Paulo e Sergipe alertam sobre a situação de risco de desabastecimento do produto – que também é utilizado no setor industrial – no sistema de saúde.

No ofício, os procuradores solicitam ao Ministério da Economia que informe as medidas adotadas, em conjunto com o Ministério da Saúde, e perante o setor produtivo industrial, a fim de equacionar a relação produção e disponibilidade do produto oxigênio para fins medicinais. O prazo para resposta é de três dias. Tal cenário pode custar milhares de vidas e potencializar uma tragédia humana no país.

Em reuniões realizadas na última semana com fabricantes e distribuidores de oxigênio ao sistema de saúde de diversos Estados, o Ministério Público Federal verificou a necessidade de adotar medidas de contingência, tais como o direcionamento da produção, nesse cenário de crise, para o atendimento dos serviços de saúde, reduzindo o abastecimento de alguns setores industriais em casos que não importem risco de segurança e impacto no fornecimento de insumos e serviços para a própria assistência à saúde.

Desabastecimento – No ofício, os membros do MPF expõem a situação concreta de colapso nos serviços de saúde e de escassez de gás oxigênio hospitalar, observada e amplamente divulgada em data recente na cidade de Manaus (AM). Também relatam a situação crítica do abastecimento informada pelo Ministério da Saúde nos Estados do Acre, Rondônia, Mato Grosso, Amapá, Ceará e Rio Grande do Norte, e do estado de atenção no Pará, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O Ministério Público Federal apontou que o risco de falta de oxigênio nos hospitais levou a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a decidir monitorar a produção e distribuição do gás.

A situação também foi levada ao conhecimento da Câmara do Consumidor e Ordem Econômica (3CCR/)MPF, cuja atuação abrange a defesa do consumidor, da concorrência e da regulação da atividade econômica, solicitando a colaboração do órgão para solução do problema.

A íntegra do ofício está disponível aqui

AUXÍLIO EMERGENCIAL: Com medida populista, Prefeito de Alto do Rodrigues pretende pagar R$ 200 por três meses

O prefeito da cidade do Alto do Rodrigues, Nixon Baracho, o mais bem votado proporcionalmente no estado, com um total de 82,75% dos votos, está querendo ser hipocritamente o pai dos pobres em Alto do Rodrigues.

Nixon que foi vereador e recebeu apoio incondicional do ex-prefeito Abelardo Rodrigues, outro populista, considerado um rei na cidade, pois há décadas mantém o comando da cidade, está querendo implantar medidas populistas na cidade, concedendo auxílio emergencial as famílias mais vulneráveis no Alto do Rodrigues.

A conduta de Nixon é acertada, que teve esse iniciativa, mas não deixa de ser uma postura populista que visa o imediato, quando o povo na verdade necessita de políticas de geração de emprego e renda bem como a inclusão nas pautas de desenvolvimento econômico da cidade. Não adianta justificar a ausência desses pontos pela implantação desse auxílio emergencial. É dar com uma mão e tirar com a outra.

Essa intenção de Nixon deixa Abelardo de orelha em pé, pois agora aos olhos do povo ele não vai ser o único populista, mas que o povo tem outra pessoa para supostamente agradecer. É sempre assim, eles pensam nos seus próprios interesses e o povo é que se contentem e se virem com as migalhas que caem da mesa.

MPF pede a Ministério da Saúde providências ‘urgentes’ contra falta de oxigênio e de ‘kit intubação’ no RN, PI, PA e MG

MPF pede a Ministério da Saúde providências 'urgentes' contra falta de oxigênio e de 'kit intubação' no RN, PI, PA e MG — Foto: Divulgação/SES

O Ministério Público Federal pediu ao Ministério da Saúde providências urgentes contra o desabastecimento de insumos como oxigênio medicinal e remédios do kit intubação no Rio Grande do Norte, Piauí, Pará e no município de Montes Claros (MG).

Os ofícios foram enviados pelo Gabinete Integrado de Acompanhamento da Epidemia de Covid-19 (Giac) nesta sexta (26) e são endereçados ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga.

De acordo com o MPF, desde a semana passada, o Giac já enviou ao Ministério alertas similares requerendo medidas para evitar o colapso iminente do sistema de saúde por falta de oxigênio em Rondônia, Acre, Amapá e Mato Grosso.

Covid: 50,4% dos municípios têm risco de ficar sem ‘kit intubação’

Rio Grande do Norte

No caso do Rio Grande do Norte, a documentação enviada ao Giac pelo membro focalizador do Ministério Público Federal no estado mostra que há falta de remédios do kit intubação e oxigênio medicinal. Segundo o MPF, a rede municipal de Natal, que atualmente registra 89 pacientes intubados, está com os estoques de remédios do kit intubação zerados. Os medicamentos são enviados a cada 24 horas pela Secretaria de Saúde do estado, em caráter emergencial, mas não se sabe até quando os estoques vão durar, tendo em vista a alta exponencial dos casos de covid-19.

Sobre oxigênio medicinal, um levantamento realizado no dia 18 de março mostra que 70 municípios do Rio Grande do Norte já receberam sinal de alerta de fornecedores sobre a possível dificuldade em abastecimento e 13 sinalizaram que o estoque é insuficiente para a demanda. Os problemas foram identificados em reunião realizada pelo membro focalizador do MPF com gestores de saúde e representante do Ministério Público estadual.

Leia maisMPF pede a Ministério da Saúde providências ‘urgentes’ contra falta de oxigênio e de ‘kit intubação’ no RN, PI, PA e MG

error: Content is protected !!
%d blogueiros gostam disto: