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Papai Noel com Covid-19 visita asilo e 18 idosos morrem na Bélgica

Faltando duas semanas para o Natal, o asilo Hemelrijck recebeu a visita do Papai Noel, em Mol, na Bélgica. Mas o que era para ser o momento de felicidade acabou em tristeza. O homem fantasiado de bom velhinho estava contaminado com a Covid-19 e acabou provocando um surto local.

Segundo o VRT, veículo de imprensa da Bélgica, pelo menos 121 residentes e 36 funcionários testaram positivo para o vírus. Dos contaminados, 18 idosos morreram.

Com a intenção de alegrar os moradores, o Papai Noel alegou que não sabia que estava contaminado e não tinha nenhum sintoma da doença antes da visita.

A gerência do asilo alegou que o Papai Noel e o ajudante são terapeutas e já visitaram o local em outras ocasiões.

Com informações, Metrópoles.

Bolsonaro agora diz ter pressa por vacina

Um dia depois de dizer que “não dá bola” para o fato de o Brasil ter ficado para trás no início da vacinação contra a Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo em suas redes sociais que o governo tem pressa em obter uma vacina.

Temos pressa em obter uma vacina segura, eficaz e com qualidade, fabricada por laboratórios devidamente certificados. Mas a questão da responsabilidade por reações adversas de suas vacinas é um tema de grande impacto, e que precisa ser muito bem esclarecido”, escreveu no Facebook.

O Presidente da República, caso exercesse pressões pela vacina, seria acusado de interferência e irresponsabilidade.”

E acrescentou:

Tão logo um Laboratório apresente seu pedido de uso emergencial, ou registro junto à ANVISA, e esta proceda a sua análise completa e o acolha, a vacina será ofertada a todos e de forma GRATUITA e NÃO OBRIGATÓRIA.”

O antagonista

Presidente do TSE paralisa pedido sobre Ficha Limpa até definição final do STF

Luís Roberto Barroso, ministro do STF e presidente do TSE Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, determinou na noite deste sábado a paralisação de um processo que tem a Lei da Ficha Limpa como pano de fundo até que haja uma decisão final do Supremo Tribunal Federal (STF). A determinação ocorreu no caso específico do candidato Sebastião Zanardi (PSC), eleito prefeito da cidade de Pinhalzinho, em São Paulo.

A Ficha Limpa prevê oito anos de inelegibilidade para quem for condenado por órgão colegiado (ou seja, a partir da 2ª instância da Justiça), e Zanardi foi considerado inelegível por estar dentro desse prazo. Barroso manteve o impedimento.

No entanto, a defesa de Zanardi pediu a liberação da candidatura com base numa decisão liminar (ou seja, de caráter provisório) do ministro Kassio Nunes Marques, do STF. O magistrado autorizou excluir a expressão “após o cumprimento da pena” do prazo de inelegibilidade.

Por isso, a defesa argumentou que Zanardi deveria se beneficiar da decisão por ter sido condenado em agosto de 2012. Portanto, em agosto de 2020 teriam se passado 8 anos da condenação (tempo de duração da inelegibilidade da Lei da Ficha Limpa).

O que acontece neste caso é uma indefinição sobre quando começa a contar o período de inelegibilidade de um candidato: se é no momento de condenação ou se é no momento em que começa o cumprimento da pena.

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Justiça dá prazo de 72 horas para prefeitura de Mossoró entregar informações solicitadas pela equipe de transição da gestão eleita

 Palácio da Resistência, sede da prefeitura de Mossoró — Foto: Divulgação/Prefeitura de Mossoró

A Justiça atendeu pedido do prefeito eleito de Mossoró, Allyson Bezerra (Solidariedade), e determinou prazo de 72 horas para a atual gestão do segundo maior município do Rio Grande do Norte entregar documentos solicitados pela equipe de transição.

Segundo a equipe de Allyson, os documentos não foram entregues e a ausência deles já compromete o planejamento da administração que vai começar no dia 1º de janeiro. O processo de transição entre a gestão da atual prefeita, Rosalba Ciarlini (PP), e a futura gestão, de Allyson Bezerra, começou no mês de novembro, após a eleição municipal de 2020.

Caso haja descumprimento, a multa prevista é de R$ 10 mil reais, conforme a decisão publicada pelo juiz plantonista Cládio Mendes Júnior nesta sexta-feira (25) – feriado de Natal.

Procurado pela Inter TV Costa Branca, o coordenador de transição da prefeitura de Mossoró, consultor Anselmo Carvalho, afirmou que está seguindo todo o trâmite legal e afirmou que entregou parte da documentação solicitada na última quarta-feira (23). Ele ainda declarou que ainda não tinha sido informado sobre a decisão da Justiça, mas que toda a documentação seria entregue até 31 de dezembro.

Entre as informações que ainda não teriam sido repassadas, estariam a relação de obras inacabadas ou paralisadas no município, a lista de cargos comissionados, além dos convênios existentes e as folhas salariais em aberto, se existirem.

G1RN

Sem auxílio, 314 mil pessoas voltam à miséria no RN

*Luiz Henrique Gomes – Repórter

Sem a renovação do auxílio-emergencial, 314 mil pessoas do Rio Grande do Norte devem passar a sobreviver a partir de janeiro de 2021 com uma renda mensal per capita de R$ 7,60, o preço de 1 kg de feijão. É o que aponta a pesquisa Pnad-Covid do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que indica uma diminuição brusca da renda das famílias mais pobres com o fim do auxílio. Com o benefício, esse contingente possui a renda per capita de R$ 156, superior 20 vezes ao cenário previsto no mês que vem.

O impacto deve ser diminuído com o Bolsa Família, destinado a pessoas em situação de extrema pobreza no Brasil que retornam automaticamente ao programa com o fim do auxílio criado durante a pandemia. O valor atual do Bolsa Família varia de R$ 41 a R$ 205, o mesmo aplicado antes do benefício emergencial. Mas, com os impactos econômicos ao longo de 2020, o cenário social em janeiro deve ser pior que o observado em março deste ano.

Um dos principais fatores a impactar diretamente a situação das famílias mais pobres é o aumento do preço do alimento. O crescimento é de 13%, segundo o IBGE. “Os mais pobres são os mais afetados com a alta dos alimentos, que foi impulsionado pelo aumento do consumo e por outros fatores da pandemia relacionados às exportações de alimentos. O problema é que a diminuição do consumo não vai baixar os preços”, afirmou Samuel Marques, coordenador do IBGE/RN na pesquisa Pnad-Covid.

A dona de casa Isabel Gomes da Silva, 40 anos, não sabe como vai sobreviver sem o auxílio. O benefício ajudou ela manter a comida na mesa de casa, um barraco de madeira de 15 m² localizado no assentamento Helleny Ferreira, no bairro de Nossa Senhora da Apresentação, zona Norte de Natal. No barraco, ela mora com o marido e o filho caçula de 18 anos. “Foi a nossa única renda porque até pedir ajuda na pandemia se tornou mais difícil. As pessoas tem medo”, contou.

Com o fim do benefício, Isabel volta a receber o Bolsa Família. A renda se soma a venda de reciclagem, que costuma render R$ 200 de tempos em tempos – depende do volume de reciclagem arrecadada, que é, em média, de 45 dias. O marido de Isabel, Adriano, sai de casa diariamente para catar os materiais. Ele trabalhou como pedreiro até se acidentar da perna, o que o impediu de seguir na atividade. “O que a gente ganha muitas vezes não dá nem para garantir a mistura [proteína] do almoço”, disse na quarta-feira, 23, a dois dias do natal. Ela não sabia o que iria comer na ceia do dia seguinte.

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