PT nomeou quem quis em universidades e lista tríplice é de esquerda, diz Fábio

O ministro das Comunicações do Governo Bolsonaro, o potiguar Fábio Faria, disse neste sábado (10), por meio do Twitter, que o direito do presidente de escolher os reitores nas universidades não está sendo respeitado.

Ele afirmou que, durante 14 anos, o governo do PT escolheu quem quis para as instituições e que, geralmente, a lista tríplice que é encaminhada ao presidente para escolha do reitor vem com “nomes de esquerda”.

“O PT escolheu, durante 14 anos, o reitor que queria nas universidades. O presidente é de direita e foi eleito democraticamente com 57 milhões de votos. Já basta ter que escolher da lista que vem, geralmente, com 3 nomes da esquerda. Querem tirar até o direito dele escolher?”, escreveu o ministro.

O presidente não é obrigado a seguir a lista tríplice, que representa a vontade da comunidade acadêmica expressa em votação com os três nomes mais votados. Bolsonaro não tem seguido a lista em algumas situações pelo país. Foi assim no caso do IFRN, instituto para o qual Bolsonaro nomeou o reitor pro-tempore Josué Moreira no lugar de José Arnóbio, que foi eleito pela comunidade acadêmica. Josué sequer concorreu na eleição.

Ainda no Rio Grande do Norte, Bolsonaro nomeou Ludmila Carvalho para a Reitoria da Universidade Federal Rural do Semiárido, mesmo ela tendo ficado em terceiro lugar na lista Tríplice. Os casos viraram alvo de disputa na Justiça.

Fonte: Portal Grande Ponto

Partidos tentam alavancar candidatos a prefeitos com ‘influencers’ e grupos de WhatsApp

Eleições 2020 na palma da mão: baixe os aplicativos da Justiça Eleitoral e  fique conectado — Tribunal Superior Eleitoral

A pandemia do covid-19 reduziu o volume de campanha na rua com material físico e levou os candidatos a prefeito a buscarem novas estratégias digitais para explorar o apoio do seus “exércitos” de candidatos a vereador. Postulantes a cargos no Legislativo municipal formam a principal rede de apoio aos candidatos e funcionam como ligação com a base de eleitores, por isso, em geral, líderes comunitários ou pessoas identificadas com determinadas causas de apelo popular são escolhidas pelos partidos.

Diante dos desafios impostoso pelo novo coronavírus, neste ano, no entanto, outros atributos entraram na hora de escolher um candidato à Câmara Municipal: número de seguidores nas redes sociais, quantidade de grupos de WhatsApp de que faz parte e capacidade de engajamento nas redes sociais. Partidos políticos criaram santinhos com QR Code, para evitar o contato, arquivos digitais de material de propaganda para facilitar o disparo em listas de distribuição e até uma equipe de “mentoria” para uniformizar a atuação digital dos candidatos a vereador.

Marqueteiros e candidatos dizem que os santinhos de papel não deixaram de circular e o corpo a corpo em redutos eleitorais ainda faz parte da agenda, mas em proporções muito menores que nos tempos pré-pandemia. “O WhatsApp nessa eleição vai ser o novo corpo a corpo”, disse Wilson Pedroso, coordenador da campanha à reeleição do prefeito Bruno Covas (PSDB).

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Ministros do STF criticam Fux, mas desaprovam ato de Marco Aurélio de soltar chefe do PCC

Ministros do STF reagem após manifestantes soltarem fogos de artifício em  direção à Corte - Jornal O Globo

Ainda que discordem da forma como Luiz Fux tenha suspendido a validade da liminar de Marco Aurélio Mello, colegas do STF concordaram que o chefe do PCC não deveria ter sido solto e, de uma forma pragmática, acabaram se alinhando a Fux. Foi lembrado que, no fim do ano passado, Marco Aurélio mandou soltar todos os que haviam sido presos em segunda instância, em obediência à interpretação do STF. Dias Toffoli, então presidente, sustou a liminar.

“Posar de bom moço é bom, né? Mas eu não jogo para a turba”, afirmou Marco Aurélio ao Painel, criticando a decisão de Fux deste sábado (10). “O ministro Fux não é censor de quem quer que seja, muito menos de colegas. Ele pode suspender liminar de outros órgãos, mas não do Supremo”.

Esta é a segunda decisão do presidente do Supremo que poda o projeto anticrime, que embora tenha sido proposto por Sergio Moro acabou criticado pelos lavajatistas. A primeira foi a suspensão do juiz de garantias.

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No Mês da Saúde Mental, senadores pedem políticas públicas para tratamento

Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde, um bilhão de pessoas sofrem com algum tipo de transtorno de ordem psicológica ou psiquiátrica; saúde mental é negligenciada, advertem especialistas

Neste sábado, 10 de outubro, é comemorado o Dia Mundial de Saúde Mental. A data foi instituída em 1992 pela Federação Mundial de Saúde Mental, com objetivo de chamar atenção pública para o assunto e demonstrar a importância do cuidado com a saúde psicológica. Este ano, devido à pandemia do coronavírus, a Organização Mundial da Saúde (OMS), juntamente com a Federação Mundial para a Saúde Mental, pede aos governantes um aumento nos investimentos em saúde mental.

De acordo com dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o mundo atravessa, junto com a pandemia, uma crise generalizada de saúde mental, na qual quase 1 bilhão de pessoas vivem com algum tipo transtorno mental, sendo que 3 milhões de pessoas morrem todos os anos devido ao uso nocivo do álcool e uma pessoa morre a cada 40 segundos por suicídio.

A Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep), ligada ao Conselho Nacional de Saúde (CNS), já recebeu mais de 180 registros de estudos sobre impactos da pandemia na saúde mental. Um deles é da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que identificou que mulheres e jovens estão entre os mais afetados no Brasil. Segundo a pesquisa, quanto maior o impacto sobre a renda, maior os efeitos na saúde mental.

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Paulinho do Acredito incomoda oligarquia Soares e afirma que eles só vivem de picuinha

O jovem Paulinho do Acredito, que é uma das revelações na politica da cidade, desde que liderou o protesto contra o aumento de salários na Câmara de vereadores, e escolheu ser candidato a vereador pelo PSB, tem sofrido nas mãos da oligarquia Soares, sem falar que foi surpreendido ao ver o deputado George puxar seu tapete e tomar o partido, mas que mesmo assim, ele lutou e conseguiu continuar a andar ao lado de quem ele acredita, que é o ex prefeito Ivan Júnior.

Com essa decisão de continuar ao lado de Ivan e deixar o deputado George e o prefeito fantoche só com o partido no nome, Paulinho se tornou alvo da fúria da oligarquia, e desde então eles vivem de fazer picuinha, criam fake news e tentam a todo custo criar um fato para desestabilizar sua candidatura, que nasceu do povo.

Paulinho é um jovem humilde, que conseguiu a duras penas se formar como Nutricionista, e nunca esqueceu de onde veio, nasceu e se criou no bairro buraco d’água, e liderou o movimento Acredito, ao lado de muitos jovens que sonham transformar a cidade em que vivem, e que fazem duras críticas a atual gestão ausente e negligente.

Um jovem como Paulinho, tem um grande potencial para conquistar a vaga na câmara de vereadores, pela sua capacidade de articulação e principalmente, por ser uma pessoa que diz a verdade sem medo, com críticas contundentes e por discordar do que não acha certo e que com certeza dará uma nova cara a Câmara do Assú.

O nutricionista também levanta uma questão importante, porque os pobres incomodam os ricos que comandaram a cidade por mais de 30 anos? Deve ser porque o deputado George e o prefeito Gustavo nunca precisaram ralar e sempre viveram pendurados em cargos comissionados para garantir o luxo e a boa vida deles, e massacrando o povo do Assú, que sofre sem medicamentos, sem saúde, educação, moradia e muitos outros problemas gritantes na gestão incompetente dos Soares.

O candidato a vereador disse que não participa da política suja e de fofoca da atual gestão do prefeito Gustavo, mas acredita numa política que discute e luta para promover oportunidade, emprego e saúde na sua terra.

Fake news: Justiça eleitoral manda Jean Paul Prates tirar vídeo do ar

O candidato do PT a prefeito de Natal, senador Jean Paul Prates, terá que apagar das suas redes sociais um vídeo em que faz acusações contra o prefeito Álvaro Dias (PSDB). A juíza da propaganda eleitoral de Natal, Hadja Rayanne, entendeu que o petista distorceu trechos de uma entrevista do tucano.

A Justiça deferiu pedido de liminar mandando o Senador Jean tirar o que foi caracterizado como “fake news”, com uso de ‘montagem e trucagem’ na internet.

Agora Jean terá direito a defesa e logo em seguida, no julgamento do mérito, a juíza decidirá se o petista terá que publicar direito de resposta ou não.

Fonte: Portal Grande Ponto

Maia põe a culpa no Ministério Público

Em entrevista à GloboNews, Rodrigo Maia culpou o Ministério Público pela soltura do traficante André do Rap.

“Já vi casos de pessoas que ficaram presas oito meses, um ano, um ano e meio sem oferecimento de denúncia, apenas com uma prisão preventiva. Será que é o certo?”, perguntou.

O Antagonista

Partidos distribuem mais verbas para candidatos com mandato e caciques locais

João Campos Foto: Divulgação/PSB

Na largada das eleições, os partidos estão privilegiando na distribuição de verbas candidatos veteranos e caciques locais. Quem foi eleito em 2018, 2016 ou 2014 recebeu quase cinco vezes a verba dos fundos eleitoral e partidário em relação aos que não foram eleitos nesses pleitos. O primeiro grupo recebeu uma média de R$ 232 mil e o segundo, R$ 49 mil até agora.

Primeiro colocado entre os candidatos que mais receberam recursos, João Campos (PSB) recebeu R$ 7,5 milhões, 36% da verba distribuída pela legenda até agora. Deputado federal, Campos é o herdeiro político do pai, o ex-governador Eduardo Campos, e lidera a disputa para a prefeitura de Recife. Em segundo lugar, está um velho conhecido da política do Amazonas: Alfredo Nascimento (PL) já foi deputado federal, senador, ministro dos Transportes nos governos Lula e Dilma e agora tenta retornar à prefeitura de Manaus, que já comandou entre 1997 e 2004. Em 2018, ele disputou o Senado, mas ficou apenas em quarto lugar.

Outros nomes que estão entre os dez candidatos mais beneficiados são ligados ao comando de seus partidos, como José Sarto (PDT), que tentará manter a hegemonia do clã Ferreira Gomes em Fortaleza, no Ceará, e Bruno Reis (DEM), que ocupa o posto de vice-prefeito de Salvador e tenta suceder ACM Neto, presidente nacional da sigla. Apesar do mau desempenho nas pesquisas eleitorais, Jilmar Tatto (PT), candidato em São Paulo, é o petista que mais recebeu até agora. O grupo dos dez concentram, até agora, 18% de todo o dinheiro distribuído pelos partidos, ou R$ 40 milhões — somando os fundos eleitoral, especial para as eleições, e o partidário.

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