Rio Grande do Norte registra mais de 230 casos de violência contra moradores de rua

O Rio Grande do Norte figura entre os estados do país considerados mais perigosos para as pessoas ditas em situação de rua. É o que aponta um recente levantamento divulgado pelo Ministério da Saúde (MS). O estudo coloca o estado potiguar com 232 notificações de violência contra essa parcela da população.

Segundo o estudo, realizado com base em dados de 2015 a 2017 do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), foram 84 casos no primeiro ano analisado, 54 em 2016 e 94 no ano seguinte. O RN aparece como o quinto estado do Nordeste com maior quantidade de ocorrências.

Bahia liderou na região de nove estados com 1.438 registros, seguida de Pernambuco, com 419; Paraíba, 246, e Ceará, com 233. Com apenas 15 notificações, Sergipe figura como o estado do Nordeste com menor número de casos de violência contra pessoas em situação de rua.

Esse cenário nacional preocupante foi revelado pelo boletim epidemiológico do MS de junho deste ano, por meio do relatório de 13 páginas intitulado “População em situação de rua e violência – uma análise das notificações no Brasil de 2015 a 2017”.

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Pequenas empresas garantem saldo positivo de empregos, mostra Sebrae

O saldo positivo na geração de empregos em maio só foi possível por causa do desempenho das micro e pequenas empresas. O setor foi responsável, no mês passado, pela criação de 38 mil postos formais de trabalho (com carteira assinada) no país, enquanto as médias e grandes corporações registraram saldo negativo, demitindo 7,2 mil trabalhadores, conforme levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) feito com base nos números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. No total, levando em conta a diferença entre contratações e desligamentos, o Caged de maio fechou com saldo positivo de 32,1 mil empregos gerados.

“Nas crises, perder gente na micro e pequena empresa é pior do que na média e, sobretudo, na grande empresa. Então, os pequenos negócios têm essa característica, eles contratam quando precisam e praticamente não dispensam. Até porque uma dispensa numa grande empresa é só mais uma, mas numa pequena empresa a demissão gera um desfalque”, afirma Carlos Melles, presidente nacional do Sebrae.

Os pequenos negócios do setor agropecuário lideraram a geração de vagas em maio, em função do cultivo de café, principalmente nos estados de Minas Gerais, do Espírito Santo e de São Paulo, e da laranja, também no interior paulista e mineiro. O setor de serviços, que empregou nesse período 16,7 mil pessoas, vem em segundo lugar no ranking de geração de novas vagas. O comércio e a indústria de transformação registraram saldos negativos de 9,4 mil e 3,1 mil empregos, respectivamente.

No acumulado dos cinco primeiros meses de 2019, os pequenos negócios responderam pela criação de 326,6 mil novos empregos, 35 vezes mais que os empregos gerados pelas médias e grandes empresas. Porém, esse saldo foi 9,6% inferior ao registrado pelo segmento no mesmo período de 2018.
Participação na economia

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Empresa denunciada por empreiteiro vai fazer reforma na Escola do Parati por 556 mil

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No ano passado, o Jacarezinho, Gustavo Soares, contratou a empresa CONSTRUCAO E SERVICOS ALFA LTDA que seria denunciada ao Ministério Público pelo empreiteiro Francisco Epaminondas, por esquema de corrupção na Secretaria de Obras, que usa essa empresa para pagar por serviços de obras ou reformas realizadas pela empresa do denunciante, sem
contrato de terceirização.

Agora em 2019, a mesma empresa denunciada, a CONSTRUCAO E SERVICOS ALFA LTDA que tem como sócio-diretor SKORZENY ALLISON FARIAS FERREIRA DE BRITO e sua sócia MARIA DAS NEVES FERNANDES, vão ganhar um montante de R$ 556.473,53, apenas para reforma e ampliação da Escola Municipal Maria Neuda Bezerra, no bairro Parati.

Na época em que Epaminondas denunciou em suas redes sociais, a população do Assú ficou atônita com as suspeitas e insinuaçôes, de que o prefeito Gustavo Soares estivesse montando um forte esquema para a captação ilícita de dinheiro. Fato semelhante aconteceu na gestão de seu pai, o ex prefeito Ronaldo Soares, com o modus operandi da quadrilha de gafanhotos que usava funcionários fantasmas no governo do ex-prefeito para desviar mais de R$ 1 milhão dos cofres da Prefeitura do Assú.

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