Nelter Queiroz participa de festejos juninos em Assú

O deputado estadual Nelter Queiroz, participou do “Arraiá do Jegue”, evento tradicional dentro dos festejos juninos alusivos ao padroeiro do município, São João Batista, em Assú, ao lado dos ex prefeitos Ivan Junior de Assú, e Leonardo de Ipanguaçu, dentre amigos e demais lideranças.

O deputado fez a seguinte postagem no Instagram:

“Noite agradável. Ontem ao lado de minha esposa, @lucianamottarn, pude aproveitar momentos incríveis e de descontração no município de Assú. Nas presenças do amigo e ex-prefeito de Assú, @ivanjrassu e de sua esposa, Dra Vanessa, bem como de Patrício Júnior e de sua esposa, pude viver com mais intensidade esta época junina. Encontros agradáveis também com o vereador Xavier; com o vereador Valdson e sua esposa; com o amigo e engenheiro Adão; com o amigo e ex-prefeito de Ipanguaçu, Leonardo Oliveira e sua esposa; além de encontro com a vice-prefeita de Assú, Sandra e seu esposo Hélder; dentre muitos outros amigos. Os festejos alusivos a São João Batista, em nossa Assú, sem dúvida alguma é tradicional e grandioso”.

Silvio Nobre denuncia descaso do prefeito Valderedo com ações de fortalecimento da cultura

O ex vereador Silvio Nobre, que faz oposição ao Prefeito de Ipanguaçu, Valderedo Bertoldo, concedeu entrevista na cidade do Assu, e relatou que o atual prefeito quer acabar com as atividades que fortalecem a cultura no município.

A desculpa da atual gestão é que o MP emitiu recomendação para não fazer gastos com som, palco e iluminação. O “esquecido” prefeito acha que ações de cultura são apenas esses equipamentos, esquece que no início da sua gestão, havia a quinta cultural, a custo zero para o poder público e ainda, formava talentos, com apresentações de cinemas em diversas comunidades do município, e denuncia que a Prefeitura sequer apoiou quadrilhas para disputar os festivais juninos.

Silvio ainda destaca que a gestão atual tem bons nomes em seu secretariado, mas que não tem autonomia, e relata que o prefeito Valderedo não sabe o que é cultura.

A gestão do aliado do deputado George Soares, Valderedo Bertoldo é um verdadeiro caos, acaba com projetos que eram permanentes e quer colocar a população em uma situação de dependência assistencialista.

Walfredo Gurgel atende duas vítimas de armas por dia

O cenário de violência que atinge o Rio Grande do Norte se reflete na sensação de insegurança e sofrimento para famílias que perdem seus entes. O Hospital Monsenhor Walfredo Gurgel, em Lagoa Nova, pode ser um dos termômetros da criminalidade: a cada 12 horas, uma pessoa dá entrada no hospital com ferimentos causados por tiros ou arma branca. Do dia 1º de janeiro a 18 de junho deste ano, foram 333 pessoas atendidas no complexo hospitalar por causas externas violentas. O chefe da Cirurgia Geral, Ariano Oliveira, alertou para o aumento de casos do tipo nos últimos cinco anos.

O perfil das pessoas vítimas de violência que dão entrada no hospital, segundo o cirurgião Ariano Oliveira, é de homens pardos ou negros, entre 16 anos a 40 anos, em média. “A grande maioria são jovens da periferia, em idade produtiva. Esse pessoal se torna mais suscetível por causa da constante exposição ao crime”, avaliou o médico, explicando que em tempos passados a maior parte dos pacientes com ferimentos por arma chegavam ao hospital nos finais de semana, e que agora chegam em todos os horários e dias da semana.

Em 2017, o Hospital Walfredo Gurgel registrou 1.080 casos, ou seja, uma média de 2,9 pessoas por dia davam entrada no hospital por tiros ou facadas. Em 2018, o númeroficou em 2,5 por dia, em média. Foram 940 pessoas no total.

O advento dos cuidados pré-hospitalares feitos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), na avaliação de Ariano Oliveira, possibilitaram ao paciente ter mais chances de sobreviver quando sofre um trauma dessa natureza. Quando são atendidos no Hospital Walfredo Gurgel, o cuidado inicial consiste em identificar possíveis lesões letais no quadro respiratório, e a partir daí dar um direcionamento sobre o tratamento.

Até década de 1990, a dominância no hospital era de pacientes acidentados em carros, pelo não uso do cinto de segurança. “Com o cinto, houve redução desses agravos. Mas as motos se tornaram uma epidemia, gritante, chegando a 29 acidentes por dia”, observou o médico.

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