Ministério Público apura fraude de R$ 6 milhões e lavagem de dinheiro em Ceará-Mirim

Operação Conto do Vigário investiga a prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, falsificação de documento público, estelionato e lavagem de dinheiro em Ceará-Mirim

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), com o apoio da Polícia Militar, deflagrou na manhã desta segunda-feira (15) a operação Conto do Vigário. A ação tem por objetivo combater a prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, falsificação de documento público, estelionato e lavagem de dinheiro no município de Ceará-Mirim.

Foram cumpridos seis mandados de busca e apreensão nas cidades de Natal, Ceará-Mirim e Extremoz. Os alvos das buscas foram um advogado, um empresário e um laranja. Os mandados foram expedidos pela 1ª Vara da Comarca de Ceará-Mirim.

O MPRN aponta que houve a apropriação, mediante fraude de R$ 6.253.530,08, que eram objeto de depósito judicial em litígio envolvendo imóvel em área do litoral Norte.

Participam da operação 10 promotores de Justiça, 66 policiais militares, além de servidores do Ministério Público do Rio Grande do Norte.

Vereador ‘gafanhoto’ participa de ações do meio ambiente em Assú

O vereador João Paulo Primeiro (Solidariedade), acusado pelo Ministério Público de integrar a quadrilha dos gafanhotos na gestão do ex-prefeito Ronaldo Soares, o Jacaré, quando o ex-vereador cassado Nelson Garcia, apontado de comandar uma das maiores fraudes aos cofres públicos da Prefeitura do Assú, gerando um rombo superior a R$ 1 milhão com o pagamento de repasses fraudulentos feitos para contas particulares nos anos de 2002 e 2003.

Segundo o Ministério Público, um total de 16 funcionários, além de três pessoas que exerciam cargos comissionados e outras duas sem qualquer vínculo com a prefeitura do Assú, utilizaram a mesma metodologia de fraude.

Os ‘gafanhotos’ agiram de forma mais intensa, de janeiro a setembro de 2004. Estimulada pela campanha eleitoral na época, a quadrilha desviou uma fortuna e agora, realiza o seu sonho de cunho socioambiental no domingo, dia 14,  durante o plantio de mudas da árvore Ipê em diversos canteiros da cidade.

Prefeito do Assu abandona e deixa centro no escuro próximo a Igreja Católica

Com mato nas ruas e praças,  os animais nas ruas e a buraqueira no centro comercial, o prefeito do Assú Gustavo Soares, do PR, “apagou a luz”, pronto, assim ninguém ver mais nada se estiver visitando ou passeando próximo da Igreja de São Batista, com tudo no escuro. Desde a última sexta-feira que a situação é essa das fotos.

No escuro, o prefeito resolveu uma forma do povo não ver nada e também dos poucos turistas que visitam não verem o centro histórico do Assu com os poucos casarões que restam da destruição patrocinada pela oligarquia Soares, a começa pela casa grande do ex-deputado estadual Edgar Montenegro, pai da ex-esposa do comandante do clã Soares e ex-prefeito Ronaldo Soares, que quer sepultar a história dos Montenegros do Assú, substituindo apenas por Soares.

Invasões de terra caem após início da gestão Bolsonaro

MST

Nos primeiros cem dias de governo do presidente Jair Bolsonaro, o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) registrou só uma ocupação de terra no País. Situação bem diferente da registrada no mesmo período de 2018, quando ocorreram 43 invasões de propriedades.

O discurso de Bolsonaro pela “criminalização” de movimentos tem solapado as iniciativas de ocupação de terra. Mas não é só isso.

O movimento está mais fraco também pela falta de financiamento do setor público, feito por meio de convênios, de entidades e organizações não governamentais, algo que não ocorria nos governos do PT. Neste mês, que devia ser o marco da mobilização pelo País, os sem-terra nem sequer aparecem nos relatórios da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Os dados são usados pelo governo para antever protestos. As atividades dos sem-terra já estavam em ligeiro declínio de 2015 para cá, segundo dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT), e acabaram ainda mais esvaziadas neste primeiro trimestre.

Marcado para começar a partir de quarta-feira, o Dia Nacional da Luta pela Reforma Agrária terá atos limitados a marchas, comercialização de produtos agrícolas e plenárias de debates. O abrandamento é uma decisão do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), cuja direção nacional quer evitar conflitos com forças de segurança nos Estados e com a ala mais radical dos bolsonaristas.

“Temos de esperar diminuir o tensionamento das eleições”, disse João Paulo Rodrigues, integrante da coordenação nacional do MST. “Temos de ser cautelosos.”

facilitação da posse de armas, uma das primeiras medidas de Bolsonaro, e a atuação de milícias armadas no campo preocupam os militantes. “A criminalização dos movimentos fez com que recuassem”, explica a coordenadora executiva nacional da CPT, Isolete Wichinieski.  Felipe Frazão e Pablo Pereira, O Estado de S.Paulo

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Passageiros de voos cancelados reclamam da Avianca

O casal Luciana Otoni e Diego Cardoso, junto a filha Luiza, de 1 ano, aguardavam apreensivos no balcão da companhia para saber se conseguiriam embarcar em algum outro voo de volta à Brasília Foto: Bárbara Nóbrega
O casal Luciana Otoni e Diego Cardoso, junto a filha Luiza, de 1 ano, aguardavam apreensivos no balcão da companhia para saber se conseguiriam embarcar em algum outro voo de volta à Brasília Foto: Bárbara Nóbrega

Com 19 voos cancelados em oito capitais neste domingo, e com outras 154 decolagens suspensas até a quarta-feira, a Avianca não divulgou até o momento como será o calendário para a Semana Santa, que começa na próxima quinta-feira.

No aeroporto Santos Dumont, no centro do Rio, neste domingo, dois voos da companhia foram cancelados e passageiros reclamavam no balcão da empresa sobre a falta de informações.

Segundo resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), “se o atraso for   superior a 4 horas (ou a empresa já tenha a estimativa de que o voo atrasará esse tempo), ou houver cancelamento de voo ou preterição de embarque, a empresa aérea deverá oferecer ao passageiro, além da assistência material, opções de reacomodação ou reembolso”. O Globo

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