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Pavão não tem força política para segurar Liduina no hospital do Assu

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A fama de todo poderoso e homem de confiança da patota do semi deus e ex-prefeito Ronaldo Soares, o maquiavélico e velho Jacaré, o super secretário da Prefeitura do Assu Nuilson Pinto, o Pavão, apontado como eventual candidato a prefeito do Assu substituto no lugar do desmoralizado prefeito Gustavo Soares que abandonou a cidade – não teve mais força política suficiente para salvar a sua protegida e ex-diretora do hospital regional do Assu Liduina Melo.

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A esposa de Nuilson, o Pavão, Marly Medeiros, atual assessora do deputado estadual George Soares, vibrou com a notícia da exoneração de Liduina. A secretária municipal de Saúde Viviane Lima, está comemorou discretamente a saida humilhante da enfermeira do cargo de diretora geral do hospital. No entanto, quem está feliz mesmo, são os servidores como ASG, auxiliares administrativos, e profissionais médicos, enfermeiros e outros da unidade estadual de saúde no Vale do Açu.

A ordem para demitir sumariamente aconteceu após uma visita do secretário estadual de Saúde Cipriano Maia e a governadora Fátima Bezerra, não atendeu mais aos apelos do seu líder e deputado George Soares, que sem moral quis estrebuchar mas acabou igual a um cordeiro indo para o matadouro, cabisbaixo e triste. George Soares apoiava toda baixaria de Liduina e perdeu a queda de braço.

Toffoli é o “amigo do amigo do meu pai”, diz Marcelo Odebrecht à PF

O empreiteiro Marcelo Odebrecht entregou à Polícia Federal um documento em que explica a identidade de alguns codinomes citados em e-mails apreendidos em seu computador. No material enviado à Lava Jato, em Curitiba ele diz que “amigo do amigo do meu pai” refere-se ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF).

O codinome foi citado em um e-mail de 13 de julho de 2007 enviado por Marcelo aos executivos Adriano Maia e Irineu Meireles. À época Toffoli era Advogado-Geral da União (AGU) no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. VEJA AQUI DOCUMENTO COMPLETO

“Refere-se a tratativas que Adriano Maia tinha com a AGU sobre temas envolvendo as hidrelétricas do Rio Madeira. “Amigo do amigo de meu pai” se refere a José Antônio Dias Toffoli. A natureza e o conteúdo dessas tratativas, porém, só podem ser devidamente esclarecidos por Adriano Maia, que as conduziu”, diz o documento enviado por Marcelo.

Procurado, o ministro não se manifestou.  Luiz Vassallo – O Estado de São Paulo

Cai Líduina da direção do hospital e regime de terror e perseguição na saúde

Liduina, a protegida do Pavão, o terror do hospital cai. Ela conseguiu ser a mais odiada até hoje pelos servidores da saúde nesse curto tempo

Após diversas denúncias de assédio moral, comportamento mesquinho e perseguidor da enfermeira Liduina Melo como diretora geral do Hospital Regional do Assú, a governadora Fátima Bezerra, acabou exonerando a protegida especial do secretário Nuilson Pinto, o Pavão e do deputado estadual George Soares, por não suportar mais as reclamações e queixas dos servidores e outros profissionais que trabalham na unidade estadual de saúde Dr Nelson Inácio.

O Sindicato dos Servidores em Saude do Estado do Rio Grande do Norte – Sindsaude/RN, ficou de vir e apurar na próxima semana, denúncia de assédio moral dela contra os servidores do hospital Dr Nelson Inácio, perseguição a servidores que não votaram no deputado George Soares, corte na alimentação dos plantonistas e distribuição de comida de péssima qualidade aos profissionais que trabalham na unidade estadual de saúde que atende toda a região do Vale do Açu.

Gilmar Mendes libera para julgamento ação que pode causar rombo de R$ 40,8 bilhões

Movimento de Dodge para enterrar a fundação também seria um afago ao STF, em especial, o ministro Gilmar Mendes. Foto: Jorge William / Agência O Globo

O ministro Gilmar Mendes , do Supremo Tribunal Federal ( STF ), liberou para julgamento a ação sobre correção monetária de precatórios antigos – ou seja, títulos de dívidas do poder público reconhecidas pela Justiça. A ação pode provocar impacto bilionário nas contas públicas. Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), o rombo pode chegar a R$ 40,8 bilhões apenas na Justiça Federal, em relação a precatórios e outros créditos devidos pela Fazenda Pública Federal.

No mês passado, o STF começou a julgar a ação, que questiona a correção de precatórios antigos. Governos federal, estaduais e municipais querem pagar pela Taxa Referencial (TR), o índice de correção da poupança. Mas quem tem créditos a receber prefere a correção pelo índice inflacionário, que é mais alto. A maioria dos ministros votou a favor da correção pela inflação, mas o julgamento foi suspenso com pedido de vista de Gilmar Mendes.

Até agora, seis dos onze ministros do STF votaram pela aplicação imediata do IPCA-E. Outros dois ministros defendem que os débitos sejam corrigidos pelo IPCA-E a partir de 25 de março de 2015. Agora, caberá ao presidente do tribunal, ministro Dias Toffoli, marcar data para retomada do julgamento.

PF indica repasses da Odebrecht a Rodrigo Maia e seu pai

O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ)

Perícia da Polícia Federal encontrou nos sistemas de comunicação e contabilidade da Odebrecht registros de pagamentos de R$ 1,5 milhão para codinomes associados ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e ao pai dele, o ex-prefeito do Rio e vereador César Maia (DEM). Parte dos pagamentos está relacionada nas planilhas a obras da empreiteira.

O relatório da PF, de janeiro deste ano, foi enviado ao Supremo Tribunal Federal nesta semana junto com um pedido da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para prorrogar um inquérito sobre Rodrigo e César Maia —o prazo concedido anteriormente terminou. O relator é o ministro Edson Fachin.

O inquérito, aberto após a delação da Odebrecht, apura supostos pagamentos ilícitos aos políticos entre 2003 e 2013. Também são investigadas doações eleitorais oficiais feitas por empresas parceiras a mando da Odebrecht —prática batizada de caixa três.

Dodge afirma na petição ao STF que o inquérito encontrou indícios de corrupção e lavagem de dinheiro. A assessoria de Rodrigo Maia informou que, por ora, ele não vai se manifestar.

Reynaldo Turollo Jr. – Folha de São Paulo

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Vou para o enfrentamento público, e crime de amizade não existe, diz Temer

O ex-presidente Michel Temer (MDB) durante entrevista exclusiva à Folha

Depois de ficar quatro dias preso em março e de se tornar réu quatro vezes nas últimas semanas, o ex-presidente Michel Temer (MDB) diz à Folha que decidiu “ir para o enfrentamento, inclusive público” contra seus acusadores.

Fora do Planalto há pouco mais de três meses, afirma ser alvo de um “núcleo punitivista” do Ministério Público e que o considera um troféu da operação.

É irônico ao falar das acusações, como quando afirma que corre o risco de ser considerado dono de concessionárias, frigoríficos e construtoras por ter editado medidas a favor desses setores. Disse que só aceitou dar entrevista porque quer “preservar a honra após ser vilipendiado”.

Afirma ainda que querem imputar a ele um “crime de amizade”, em referência ao coronel reformado da PM paulista João Baptista Lima Filho, dono da empresa Argeplan, suspeita de receber repasses de propina a seu favor.

Também reserva seu estoque de críticas para a acusação de lavagem de dinheiro envolvendo a reforma da casa da filha Maristela. Segundo o Ministério Público Federal, eles usaram dinheiro de propina na obra do imóvel.

Sobre o seu sucessor, Jair Bolsonaro (PSL), é econômico nos comentários e evita fazer reparos, por exemplo, à relação conflituosa entre Executivo e Congresso atualmente. Felipe BächtoldJosé Marques – Folha de São Paulo

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