Assembléia divulga nota de pesar pelo falecimento de Brunninha

Nota Assembleia RN

A Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte vem a público lamentar o falecimento neste domingo (7) da pequena Brunninha, uma criança cardiopata de apenas 7 anos que emocionou todo o Rio Grande do Norte.

Nos solidarizamos com toda família; amigos; equipe médica; a Associação dos Amigos do Coração (Amico); a Central de Transplantes do RN e todos que se envolveram na luta pela vida.

Brunninha é um exemplo de amor ao próximo; de solidariedade e cidadania.

Com pesar, em nome dos servidores do legislativo; dos deputados estaduais e do presidente, Ezequiel Ferreira, a Assembleia Legislativa presta solidariedade a todos e lamenta a despedida tão precoce.

Palácio José Augusto 

Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte_

Morador de rua ganha R$ 50 por 12h de trabalho para montar palco do Lollapalooza

Lollapalooza 2019 - 1º dia

Trabalhadores relataram à Folha que receberam R$ 50 por dia, por jornadas de 12 horas, para ajudar no carregamento de equipamentos na montagem do festival Lollapalooza, que começou nesta sexta-feira (5) em São Paulo e segue até domingo (7).

organização do festival já foi alvo de denúncia similar no ano passado. Procurada nesta sexta, não se manifestou.

Um ingresso para um dia de festival custa até R$ 800. Camarote com direito a comida e drinks chega a sair por R$ 1.420.

A jornada de trabalho pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) é de 8 horas, mais 2 horas extras, período em que a remuneração é 50% superior à da hora normal.

No estado de São Paulo, o piso diário por lei é de R$ 38,80. Para 12 horas, seriam cerca de R$ 68.

Anaïs Fernandes e Laísa Dall’Agnol – Folha de São Paulo

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‘Geisel não foi eleito, eu fui’, diz Mourão sobre participação das Forças Armadas na política

O vice-presidente Hamilton Mourão Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

O vice-presidente Hamilton Mourãodisse neste domingo, em evento nos Estados Unidos, que ele e o presidente Jair Bolsonaroentendem que, se o governo “falhar, errar demais”, “essa conta irá para as Forças Armadas”. Por isso, segundo ele, logo após as eleições, os dois conversaram sobre a responsabilidade de recolocar os militares no centro do poder, quando o presidente teria dito: “nós não podemos errar”.

– Se o nosso governo falhar, errar demais, porque todo mundo erra, mas se errar demais, não entregar o que está prometendo, essa conta irá para as Forças Armadas. Daí a nossa extrema preocupação – declarou o vice.

Mourão disse ainda que a diferença entre a participação das Forças Armadas na política hoje e à época da ditadura – sobretudo durante o período do governo de Ernesto Geisel, que promoveu a abertura para recolocar os civis no poder – é que ele e Bolsonaro foram eleitos.

– O Geisel não foi eleito, eu fui – declarou Mourão, que é general. O Globo

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Ex-apresentador do Rota InterTV Léo Souza disputará Prefeitura de Poço Branco

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O  jornalista Léo Souza , ex-apresentador do Rota Inter TV, exibido nas tardes dos sábados para todo o Rio Grande do Norte, pela afiliada da Rede Globo, saiu da telinha para as urnas. Ele é candidato a prefeito de Poço Branco, município da Região do Mato Grande, onde o jovem tem domicílio eleitoral, nas eleições do próximo ano, segundo informação divulgada pelo próprio ex-apresentador num video postado nas redes sociais.

Com a popularidade em alta, devido ao sucesso do programa semanal, Léo tem no PSD, partido do ex-prefeito, Maurício Menezes, casado com a sua tia conhecida como Dorinha, a porta aberta pelo ex-governador Robinson Faria, presidente estadual do PSD. Apesar de ter se destacado na televisão pelo entretenimento, Léo Souza sempre teve um pé na política.

Em 2012, participou da equipe de marketing do então candidato a prefeito de Natal Hermano Morais (PMDB).  Em 2014, foi o apresentador do quadro Rolé 400, no programa eleitoral da então candidata ao Senado Wilma de Faria (PSB).

Dessa vez, ele é o protagonista de sua própria campanha, como já previa a jornalista Virgínia França, do Portal no Ar, em 2016. O salário do prefeito de Poço Branco é de R$ 15 mil mensal.

Sistema S, um escoadouro de dinheiro farto e fácil

Ministro da Economia, Paulo Guedes participa do Fórum Lide em Campos do Jordão (SP) – 05/04/2019 (Gustavo Rampini/Lide/Divulgação)

A  equipe do ministro da Economia  Paulo Guedes está impressionada com o escoadouro de dinheiro no sistema S.

Apenas um evento do Sesi, a Olimpíada do Conhecimento, custou 300 milhões de reais, segundo informação divulgada pelo jornalista Mauricio Lima, da revista VEJA, na sua coluna RADAR.

Operações do MPF sobre Angra 3 investigam desvios de R$ 70,4 milhões

Obras da usina nuclear Angra 3, cuja conclusão está entre as prioridades do ministro Bento Albuquerque, de Minas e Energia Foto: DIVULGAÇÃO / ELETRONUCLEAR

As investigações sobre os desvios nas obras da usina nuclear de Angra 3 já levaram oMinistério Público Federal (MPF) a deflagrar, desde 2015, quatro operações para apurar o pagamento de ao menos R$ 70,4 milhões em propinas. A última delas, em 21 de março, levou à prisão o ex-presidente Michel Temer, solto quatro dias depois. Agora, vem mais pela frente, de acordo com os procuradores. Na mira, estão até empresas internacionais.

A história da Lava-Jato no Rio tem as investigações sobre as obras de Angra 3 como fio condutor. Foi com a apuração desse caso que a força-tarefa do MPF nasceu em 2016. Deflagrada no ano anterior pelos investigadores de Curitiba, a Operação Radioatividade prendeu à época o então presidente da Eletronuclear, Othon Silva.

Por não guardar relação com a investigação na Petrobras, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou o desmembramento para o Rio. Por sorteio, o caso caiu nas mãos do juiz Marcelo Bretas, abrindo caminho para que fosse ele a julgar os demais processos da Lava-Jato no estado. Foi também essa apuração que levou a força-tarefa do Rio a prender seu principal alvo até o momento: Temer.

Os investigadores atribuem ao ex-presidente a indicação de Othon para o comando da Eletronuclear. Apontam que Temer fez isso para, no fim das contas, garantir o recebimento de vantagens indevidas.

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PT se divide entre pedido de liberdade e oposição a Bolsonaro

Manifestantes mostram apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em frente a Policia Federal em Curitiba Foto: Geraldo Bubniak / Agência O Globo

Um ano depois da prisão de seu principal líder, o PTainda está, nas palavras de um de seus mais influentes dirigentes, numa “encruzilhada”. O partido tenta encontrar um caminho entre a defesa da liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a construção de um projeto alternativo ao bolsonarismo para tentar voltar ao poder.

Reservadamente, os petistas admitem que Lula, de 73 anos, dificilmente voltará a disputar uma eleição. Atualmente, o ex-presidente está inelegível até 2038 com base na Lei da Ficha Limpa por causa da condenação a 12 anos e um mês de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá (SP). O líder petista ainda tem mais uma condenação em primeira instância e responde a outras seis processos.

“Poder público não é um negócio de família”, diz Moro, mas em Assú é

Ronaldo, o diabólico Jacaré sepultou a história dos Montenegros e obrigou os filhos a renegar o sobrenome do avó e da mãe que usam Soares ao inves de Montenegro

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, usou sua conta no Twitter neste sábado para falar sobre a campanha que realizou no Ministério da Justiça e Segurança Pública de reforço às práticas éticas entre os servidores.

Num fio de dez tweets sobre “o que se deve fazer e não fazer no serviço público”, Moro diz, por exemplo, que o “Poder público não é um negócio de família” e que “o combate à impunidade é nosso dever”. Ainda segundo o ministro, “a transparência é a nossa regra, sigilo é exceção”.

O ministro explicou que o lançamento da campanha aconteceu com uma palestra do filósofo Leandro Karnal e do deputado federal Marcelo Calero. Segundo Moro, Calero relatou “aquele episódio no governo anterior e no qual preferiu se demitir do que atender solicitação ilegal de colega ministro”.

Apesar do alerta do ministro Moro, em Assu, o Poder Público é uma ferramente familiar do clã dos Soares sob o comando nocivo e pernicioso do ex-prefeito Ronaldo Soares, o velho Jacaré e dos seus dois filhotes e perigosos Jacarezinhos: o prefeito Gustavo Soares e o deputado George Soares.

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