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PM combate homicídios e tráfico de drogas em Canguaretama

Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), com apoio da Polícia Militar, deflagrou nesta quarta-feira (03) uma operação para combater os crimes de homicídio e tráfico de drogas em Canguaretama. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão na operação Agreste Seguro 2.

Na ação além da prisão em flagrante de três envolvidos, foi possível capturar um foragido da Justiça, além da apreensão de cocaína, maconha, crack, dois revólveres calibre 38, uma pistola PT, munição e dinheiro.

A operação Agreste Seguro 2, que conta apoio de 40 homens do 8º Batalhão de Polícia Militar do RN, visa desarticular grupo envolvido com o tráfico de drogas na região. A investigação apura a relação do grupo com o elevado número de homicídios na região. Em 2018 o número de casos em Canguaretama foi 42, e nesse ano 9.

Operação Agreste Seguro

Em dezembro de 2018, o MPRN já havia realizado uma ação de combate à criminalidade na região.  À época foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão. Na oportunidade, foram apreendidos maconha, crack, duas espingardas calibre 12, um revólver, munição e dinheiro.

Ministério Público manda prefeito de Maxaranguape nomear membros do Comud

O Conselho Municipal de Política Pública sobre Drogas natureza normativa e deliberativa, responsável pelo acompanhamento e fiscalização da política municipal sobre drogas

O prefeito de Maxaranguape, Luiz Eduardo Bento da Silva, do município a 54 km da capital potiguar, deve nomear e dar posse aos membros do Conselho Municipal de Política Pública sobre Drogas (Comud). É o que diz a recomendação do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), em ato publicado no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (2), por meio da Promotoria de Justiça de Extremoz.

O Comud tem natureza normativa e deliberativa, responsável pela elaboração, articulação, implantação, acompanhamento e fiscalização da Política Municipal sobre Drogas, em sintonia com as Políticas Estadual e Nacional sobre Drogas. O prefeito de Maxaranguape deve promover a capacitação dos conselheiros, a ser iniciada no prazo de 30 dias após a nomeação, e a elaboração do Regimento Interno do Conselho Municipal de Políticas Públicas sobre Drogas e sua aprovação, via decreto executivo, no mesmo prazo.

O gestor tem 30 dias para informar o MPRN sobre o acatamento da recomendação sob pena de adoção de outras medidas cabíveis. Para ler a recomendação, clique aqui.

A Prefeitura deve adotar ainda, providências administrativas para que o Conselho Municipal elabore seus programas focados nas ações voltadas à promoção de programa educativos e de combate e prevenção às atividades relativas a produtos, substâncias e drogas ilícitas que causam dependência física e psíquica.

Além disso, deve ser disponibilizado local específico para a realização das reuniões ordinárias e extraordinárias do Conselho, ofertando o apoio administrativo necessário ao andamento dos trabalhos.

Presidente da Câmara ‘fecha irresponsavelmente os olhos’ sobre fiscalização do governo em Assú

O presidente Tê está levando vantagem para não acionar a Câmara e a provocar a Justiça ?

Enquanto a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro aprova a abertura de processo de impeachment contra o prefeito Marcelo Crivella (PRB), o presidente da Câmara de Vereadores do Assu Francisco de Assis, vulgo Tê, anda tirando foto com o prefeito Gustavo Soares e deixando de fiscalizar o governo municipal que desde de 2017, se recusa terminantemente, a realizar a licitação do milionário bolo do lixo.

O prefeito Gustavo Soares, entregou de mão beijada para a empresa do cunhado do presidente do diretório do PT em Assu, professor Vouclene Bezerra, esse presente que inclusive ja custou mais de R$ 7 milhões e ate o final do ano, a empresa vai faturar mais de R$ 11 milhões, o preço de uma Frunorte e todas as suas fazendas no Vale do Açu, 

O Ministério Público do Assu precisa cobrar as providências da Mesa Diretora do Poder Legislativo Municipal para que o prefeito Gustavo Soares adote imediatamente medidas duras para cobrar com urgência o cumprimento da lei e mudar esse cenário que contribui para a pratica de corrupção e da distribuição da propina no governo municipal.

Tê e os outros 14 vereadores, precisam cumprir o papel de fiscais da lei e exigirem do prefeito Gustavo Soares, apuração e investigação sobre a conduta do chefe do executivo através de uma Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI ou pedido de impeachment para que ele explique direitinho, porque vem enganando, enrolando, desmoralizando e desafiando as recomendações dos promotores de Justiça.

O presidente vulgo Tê precisa pedir explicações também aos vereadores e seus colegas: João Paulo e Paulinho de Marlene que tem irmãos com empresas contratadas a peso de ouro pela Prefeitura do Assu, recebendo mais de R$ 2 milhões dos cofres públicos.

Câmara do Rio aprova abertura de processo de impeachment contra prefeito Crivella

Vereadores durante a sessão em que foi aprovada a abertura de processo de impeachment do prefeito Marcelo Crivella

A Câmara Municipal do Rio de Janeiro aprovou nesta terça-feira (2) a abertura de processo de impeachment contra o prefeito Marcelo Crivella (PRB).

Foram 35 votos a favor da abertura e 14 contrários. Crivella permanece no cargo até o fim da análise da denúncia.

Uma comissão com três vereadores será formada e terá três meses para concluir o processo e submetê-lo ao plenário.

O prefeito só deixa o cargo se for considerado culpado por dois terços dos vereadores —que seriam 34 dos 51 membros.

Crivella é acusado de renovar de forma ilegal dois contratos de concessão de publicidade no mobiliário urbano —como pontos de ônibus e relógios. O contrato terminaria neste ano, mas em dezembro de 2018 a Secretaria de Fazenda o renovou por mais 20 anos. Folha de São Paulo

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Procon multa Empiricus em R$ 9 milhões por propaganda enganosa

Bettina Rudolph, que ficou famosa em anúncio virtual da Empiricus
Bettina Rudolph, que ficou famosa em anúncio virtual da Empiricus – Eduardo Knapp/Folhapress

A Fundação Procon-SP vai multar a Empiricus por propaganda enganosa no caso Bettina, que afirmou em um vídeo ter transformado R$ 1.520 em R$ 1 milhão em apenas três anos. A empresa pode ter que pagar até R$ 9 milhões pela punição.

Segundo a fundação, a garantia de resultados de investimentos dada pela empresa “demonstra-se enganosa e capaz de induzir o consumidor a erro”.

Além da multa, outras sanções podem ser tomadas no caso de reincidência, inclusive a suspensão temporária da atividade.

A Empiricus afirma que não recebeu nenhuma notificação até o momento. Sobre o vídeo de Bettina, a empresa diz que já esclareceu o seu conteúdo, e que quem se cadastrou ganhou curso gratuito de educação financeira.  Mônica Bergamo – Folha de São Paulo

Jacaré usou bodegueiro Patrício para enterrar história dos Montenegros em Assú

Casarão do ex-deputado Edgar Montenegro hoje é um moderno e luxuoso supermercado do bodegueiro Patrício Júnior, o menino que conhecia a cozinha do Jacaré

O velho e diabólico Jacaré e ex-prefeito do Assu Ronaldo Soares, pai de dois perigosos Jarezinhos: prefeito Gustavo Soares e o deputado George Soares, apesar de chamar Patrício Júnior de rico bodegueiro empresário, o menino que ele viu se criar na cozinha de sua casa quando vivia com Rizza Montenegro.

Na campanha de 2016, com sua maldade, o Jacaré que é psicopata afetado por álcool e ódio, lançou a suspeita do patrimônio dele e de diversos amigos do ex-prefeito Ivan Júnior, todos acusados de enricar ilegalmente, andando inclusive de Hilux e outros carrões pelas ruas do Assu – mas depois não teve como evitar a descoberta de farsa, de usar em conluio o bodegueiro chefe para enterrar a história dos Montenegros, da ex-primeira dama, ex-secretaria e mãe de seus filhos.

Em Assu, a suspeita nos bastidores é de que o Jacaré emprestou ou doou o dinheiro ao seu amigo José Patrício, pai de Patrício Júnior para comprar o casarão do ex-deputado Edgar Montenegro.

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Ronaldo e seu filho George que adotou o Soares como sobrenome a pedido do pai

Nos idos de 2000, o então prefeito da época e pai do atual prefeito Gustavo Soares e do deputado George Soares, até mandou homens, máquinas e caçambas para limpar o terreno as custas do dinheiro público como forma de agradecimento por ajudá-lo a enterrar uma parte da história dos Montenegro com a destruição do casario.

Como gestor do município, o Jacaré cometeu um crime inominável contra o patrimônio cultural da cidade dos poetas, deixando de preservar um prédio de estrutura arquitetônica do século. Os vereadores e todo mundo aplaude esse gestor próprio de ditadores de não deixar rastro da história de outras familias. 

Auxílio-creche para famílias de baixa renda é aprovado no Senado

Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, inaugura creche-escola de Uru, SP.   Foto: Patrícia Cruz/A2Fotografia

Famílias de baixa renda que não conseguirem matricular suas crianças em creches ou pré-escolas públicas ou conveniadas poderão receber um auxílio financeiro para inscrevê-las em instituições privadas. A previsão está no Projeto de Lei do Senado (PLS) 466/2018, do senador José Serra (PSDB-SP), aprovado nesta terça-feira (2) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O texto segue para o Plenário em urgência, conforme acordo de líderes.

De acordo com a proposta, os prefeitos e o governador do DF ficam autorizados a criar o programa, desde que existam recursos disponíveis, para garantir a matrícula de crianças de até cinco anos em um estabelecimento de educação infantil.

O auxílio será distribuído aos beneficiários do Bolsa Família que tenham entre seus integrantes crianças na faixa etária determinada e que não estejam matriculadas em unidades de ensino da rede pública ou conveniada. Os pais também não podem receber auxílio-creche ou pré-escolar das empresas em que trabalham, se for o caso.

Bombeiros e policiais militares ganham permissão do Senado para acumularem cargos

Por 64 votos a favor e 1 contra, o Plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (2), em primeiro turno, a proposta de emenda à Constituição (PEC 141/2015) que permite a militares a acumulação do cargo com as funções de professor ou profissional da saúde. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, incluirá na pauta da quarta-feira (3) a votação da proposta em segundo turno após aprovação da quebra de interstício.

A mudança vale para integrantes das polícias e dos corpos de bombeiros militares dos estados e do Distrito Federal. O texto foi aprovado há pouco em primeiro turno. Por ser uma mudança constitucional, é preciso que a proposta seja votada em segundo turno. São necessários 49 votos.

A proposta foi aprovada na forma do relatório da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), de autoria do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG).

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