Gabriel preso pela Polícia Federal vendeu para governo do prefeito do Assú Gustavo Soares

Gabriel preso pela Polícia Federal do RN, vendeu também para a Prefeitura do Assu

O Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram na manhã desta quinta (28) a Operação Tiro.

A operação teve alcance principalmente em Natal e Parnamirim.

Ao todo, foram expedidos pela 15ª Vara da Justiça Federal sete mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, além de decretado o sequestro de bens das pessoas físicas e jurídicas envolvidas.

O preso é proprietário da empresa Artmed Comercial Eireli (veja AQUI), Gabriel Delanne Marinho. Ele trabalha no comércio atacadista de instrumentos e materiais para uso médico, cirúrgico, hospitalar e de laboratórios.

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Prefeito Gustavo Soares que aparece com seu irmão e líder do governo, deputado George Soares, gastou mais de meio milhão de reais com empresário preso hoje pela Polícia Federal

O citado empresário Gabriel Delanne Marinho ja trabalhou para a Prefeitura do Assu durante o governo do prefeito Gustavo Soares, irmão do deputado do PR e líder do governo na Assembléia, George Soares, do PR. Ele prestou serviço durante os anos de 2017 e 2018.

Crimes

Dentre os crimes investigados encontram-se desvio de recursos públicos, dispensa indevida de licitação e lavagem de capitais.

As investigações revelaram que recursos públicos na ordem de R$ 269.999,97, oriundos de emenda parlamentar e destinados ao município de Touros/RN, foram utilizados para o pagamento de empresa de fornecimento de insumos, a qual, contudo, não realizou a efetiva entrega dos materiais.

Empresário preso com R$ 266 mil em mala hoje, ja trabalhou para Prefeitura do Assu

Dinheiro foi apreendidos durante o cumprimento de mandados em Natal e Parnamirim — Foto: PF-RN/Divulgação

A Polícia Federal deflagrou hoje, 28/03, em Natal, a Operação Bis destinada a combater ação criminosa contra o Sistema Financeiro Nacional.

Cerca de 20 policiais federais estão cumprindo três mandados de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara da Justiça Federal.

A investigação apura a atuação irregular de empresa de factoring que, ao invés de realizar atividade de fomento mercantil, promove a captação de recursos de terceiros e concede empréstimos, atividade típica de instituição financeira e, sem autorização do Banco Central do Brasil (art. 16, c/c, art. 1º, da lei 7.492/86).

Os empresários suspeitos já haviam sido investigados em 2011 e, embora processados e condenados pela Justiça Federal, prosseguem com a atuação criminosa, vindo daí o nome que originou esta operação.

PF apreende R$ 266 mil em mala

Uma mala contendo R$ 265.900,00 foi apreendida pela Polícia Federal durante uma operação realizada em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal na manhã desta (MPF) quinta-feira (28) em Natal e Parnamirim. A ação, denominada ‘Tiro’, apura desvio de recursos públicos, dispensa indevida de licitação e lavagem de dinheiro no município de Touros em 2016.

De acordo com a PF, há três anos a Prefeitura de Touros recebeu verba de emenda parlamentar no valor aproximado de R$ 270 mil destinada à aquisição de medicamentos. Em seguida, sem prévia licitação, a prefeitura celebrou contrato com a empresa investigada. No entanto, apesar de efetuado o pagamento pelos medicamentos, segundo a PF, não há registros da efetiva entrega dos produtos.

Afastado o sigilo bancário da empresa sob suspeita, as investigações, tomando por base a análise de dados, apontaram que no dia seguinte ao crédito do valor da emenda parlamentar, a prefeitura repassou à empresa investigada cerca de R$ 195 mil e, dias depois, novos repasses ocorreram em favor da mesma empresa, em valores que somados alcançaram mais R$ 61 mil. De acordo com a Polícia Federal, o rastreamento das operações bancárias tornou possível identificar um dos beneficiários da verba pública desviada.

EM TEMPO: Comenta-se nos bastidores que um dos empresários envolvidos diretamente nesse esquema em Touros, já prestou serviço a Prefeitura do Assu no governo do prefeito Gustavo Soares.

Policia Federal combate desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no RN

A Polícia Federal em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Ministério Público Federal (MPF) deflagrou na manhã desta quinta-feira, 28/03, em Natal e Parnamirim/RN, a Operação Tiro, destinada a apurar desvio de recursos públicos, dispensa indevida de licitação e lavagem de dinheiro, cujos atos teriam ocorrido no ano de 2016, no município de Touros, localizado a 85 km da capital.

Cerca de 40 policiais federais e sete servidores da Controladoria-Geral da União cumprem sete mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, expedidos pela 15ª Vara da Justiça Federal/RN.

Os fatos remontam há três anos quando a Prefeitura de Touros recebeu verba de emenda parlamentar no valor aproximado de R$ 270 mil destinada à aquisição de medicamentos, tendo sido, em sequência, sem prévia licitação, celebrado contrato com a empresa ora investigada. Ressalte-se que, a despeito do pagamento realizado em favor dessa pessoa jurídica, não há registros da efetiva entrega dos medicamentos.

Afastado o sigilo bancário da empresa sob suspeita, as investigações, tomando por base a análise de dados, apontaram que no dia seguinte ao crédito do valor da emenda parlamentar, a prefeitura repassou à empresa investigada cerca de R$ 195 mil e, dias depois, novos repasses ocorreram em favor da mesma empresa, desta feita, em valores que somados alcançaram mais R$ 61 mil, sendo que o rastreamento das operações bancárias tornou possível identificar um dos beneficiários da verba pública desviada.

 As diligências realizadas no dia de hoje tem por finalidade reunir provas dos delitos sob investigação, identificar todos os participantes do esquema criminoso e apontar os beneficiários dos valores desviados.

 * Sobre o nome da operação, trata-se de referência ao município de Touros, cuja denominação teria sido inspirada na cidade fenícia de Tiro, segundo uma das versões sobre o tema.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Norte

Rico agropecuarista do Assu tem mais de 5 mil cabeças de gado no Piauí

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O Blog do VT garante uma prêmio a quem souber de um sujeito sem futuro, falso e inescrupuloso que usa pseudônimo e se passa por político e homem pobre, mas é um rico agropecuarista do Vale do Açu que comprou uma senhora fazenda no município de Floriano, no Piauí, que nenhum empresário da região, tem dinheiro para comprar a metade do gado que cria no imóvel. 

O rico agropecuarista do Vale do Açu que se apresenta como pobretão e diz que não tem grana até poder comprar uma casa e mora de favor, possui um rebanho superior a 5 mil cabeças de gado da melhor qualidade, mas se faz de miserável e sem um tostão, mas tudo mentira para enganar o povo do Assu e da região e escapar das garras da Justiça que quer penhorar bens dele para restituir mais de R$ 7 milhões aos cofres públicos pela pratica de corrupção e roubo que praticou com gestor público. 

Prefeito do Assu Gustavo Soares proíbe licitação de contrato de quase R$ 11 milhões

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Prefeito Gustavo Soares e seu irmão na foto, o deputado George Soares, estão recebendo propina para não realizar a licitação do lixo?

O prefeito do Assú Gustavo Soares, do PR, já gastou mais de R$ 7 milhões com a empresa Anchieta & Fonseca Ltda – EPP, do cunhado presidente do diretório do PT Volclene Bezerra e agora sem licitação renovou a mamata por quase R$ 4 milhões, totalizando um negócio milionário nada republicano no valor de R$ 11 milhões apenas por indicação política ou favorecimento pessoal do chefe do executivo com a conivência dos 15 vereadores das bancadas governistas e oposicionistas.

O  prefeito  do Assú Gustavo Soares, tem verdadeiro pavor de licitação do lixo na Prefeitura do Assu, apesar de ser um procedimento administrativo formal regra que se estabelece de forma prévia às contratações de serviços, aquisições de produtos, ou até mesmo para registrar preços para contratações futuras principalmente de prefeituras pelo Brasil a fora. Desde de 2017, quando assumiu o governo que o prefeito Gustavo Soares, não faz licitação e se nega até hoje terminantemente, a realizar esse modelo de contratação adotado pela maioria dos gestores que não roubar ou receber propina por debaixo dos panos.

O prefeito Gustavo Soares, recebe alguma mesada da empresa do lixo ANCHIETA & FONSECA LTDA – EPP, do cunhado do presidente do diretório do PT Volclene Bezerra, para deixar de realizar a licitação ? Ou se ele e seu irmão, o deputado George Soares, querem acabar com a licitação pública, sem nenhuma outra motivação? O Ministério Público do Assu precisa investigar essa recusa do Doutor de não se render ao processo licitatório para o lixo inclusive.

Bandidos executam a tiros jovem dentro de casa em Assu

Enquanto o deputado do PR e líder do governo, George Soares, comemora a redução da violência no RN, no governo de Fátima Bezerra, do PT, o jovem Ericles Alexandre, mais conhecido por Curió, foi assassinado hoje dentro de sua casa em Assu pela manhã na rua 16 de outubro, mais precisamente em frente ao META, segundo a Polícia Militar que já acionou o ITEP para a remoção do corpo.

A vítima que dormia com a esposa e filho no quarto, foi arrastado até a sala pelos bandidos que invadiram a residência e executaram Éricles que trabalhava em um caminhão carregando verduras para outras cidades.

O pai de Ericles Alexandre contou que os criminosos que a esposa da vítima entrasse para dentro de casa e deram início aos disparos.

No dia 13 de Setembro de 2017, Éricles foi preso por policiais da Força Tática no bairro Vertentes com uma arma de fogo. A foto foi publicada por Focoelho.

Vale lucra R$ 25,6 bi em balanço ainda sem efeitos de Brumadinho

Logo da mineradora Vale em Brumadinho, Minas Gerais

A Vale fechou 2018 com lucro líquido de R$ 25,6 bilhões, alta de 45,5% com relação ao registrado no ano anterior. Divulgado com uma fita preta de luto impressa na capa, o balanço da companhia não trouxe ainda impactos da tragédia de Brumadinho (MG), que ocorreu no dia 25 de janeiro.

A companhia diz que os impactos serão contabilizados no primeiro trimestre de 2019. Até o momento, autoridades contabilizam 216 mortos e 89 desaparecidos. Com maiores restrições de segurança, minas com capacidade para produzir 92,8 milhões de toneladas por ano estão fora de operação.

“A Vale ainda está avaliando os passivos potenciais que podem surgir da ruptura da Barragem I. Devido ao estágio preliminar das diversas alegações e contingências, não é possível determinar um conjunto de resultados ou estimativas confiáveis da exposição potencial”, diz a empresa, no relatório.

“Os custos incorridos até o momento são principalmente relacionados a doações, indenizações iniciais, assistência humanitária, equipamentos, consultores jurídicos, entre outros”, completa.

Nicola Pamplona – Folha de São Paulo

Militares fazem defesa contida de 64, mas celebram volta à democracia

O presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo, após encontro

A cúpula militar brasileira fez uma defesa contida do “papel desempenhado por aqueles que, ao se depararem com os desafios próprios da época, agiram conforme os anseios da nação brasileira” durante o golpe de 31 de março de 1964. Não chama o regime instaurado há 55 anos de ditadura, mas celebra a “transição para uma democracia” a partir da Lei de Anistia de 1979.

O tom da ordem do dia assinada pelo ministro da pasta, o general da reserva Fernando Azevedo, e coassinado pelos três comandantes militares, é de reflexão histórica é está longe das “comemorações devidas” da data pedida pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) por meio de seu porta-voz, o general da ativa Otávio do Rêgo Barros. O pedido foi inclusive questionado na Justiça.

Nesta quarta (27), o presidente voltou a negar o caráter ditatorial do regime militar que durou até 1985. O próprio ministro já havia dito, em Washington, que considerava a palavra “comemoração” indevida.

O texto retoma a narrativa adotada pelo alto oficialato brasileiro pós-1985, de que os militares agiram de forma constitucional ao depor o presidente João Goulart, atendendo aos desejos da sociedade (“população e imprensa”). Não trata o regime como ditadura, mas afirma que ele evitou “uma escalada rumo ao totalitarismo” que seria promovida pelas forças de esquerda que apoiavam Goulart.

O texto, de 11 parágrafos, gasta 6 deles traçando o contexto histórico pré-64, com as Forças Armadas combatendo tanto comunistas durante a Intentona de 1935 quanto o nazi-fascismo na Segunda Guerra Mundial (1939-45). É lembrado que o conflito interno no Brasil se inseria na lógica da Guerra Fria, com os Estados Unidos disputando a hegemonia mundial com a União Soviética.

“Enxergar o Brasil daquela época em perspectiva histórica nos oferece a oportunidade de constatar a verdade e, principalmente, de exercitar o maior ativo humano —a capacidade de aprender”, escreveu Azevedo.

Igor Gielow – Folha de São Paulo

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