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Governadora Fátima está igual a barata tonta na segurança do RN

João Maia e George Soares anunciaram apoio a candidatura a vereador do Assu do sargento da PM em 2020

A governadora Fátima Bezerra, do PT, está igual a barata tonta com sua política de segurança pública para combater a criminalidade e a violência no RN, enquanto o seu líder do governo na Assembléia e deputado do PR, George Soares, com o aval da senadora Zenaide Maia e do seu irmão, o deputado federal João Maia, trabalham nos bastidores para manter o sargento da PM e cabo eleitoral deles em Assu Elieze Melo, filho do pastor da Assembléia de Deus da cidade Alfredo Melo, uma espécie de garoto propaganda do prefeito Gustavo Soares, em troca de empregos para familiares apadrinhados na Prefeitura do Assu, fora das ruas e do patrulhamento ostensivo no combate a roubos e outros crimes.

Enquanto a maioria dos colegas do sargento PM e filho do pastor da Assembléia de Deus, está nas ruas colocando em risco a vida deles no trabalho de prevenção e combate a criminalidade para garantir a segurança dos cidadãos do Assu e das demais cidades do interior do RN, capital e região metropolitana, o deputado George Soares, está lutando para desrespeitar o decreto da governadora Fátima Bezerra que determina um prazo de 60 dias para que os policiais civis e militares, deverão retornar aos órgãos de origem.

NO próximo dia 02, o prazo se acaba e o sargento e filho do pastor da Assembléia de Deus, tem a garantia do deputado George Soares, seu irmão e prefeito Gustavo Soares, da senadora Zenaide Maia e do deputado federal João Maia, para continuar na moleza e ficar em casa por pura proteção e apadrinhamento político, num flagrante desrespeito ao decreto da governadora do PT.

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Pacote de Moro poderá tornar Justiça mais eficiente, diz economista

A economista Maria Cristina Pinotti, organizadora do livro "Corrupção: Lava Jato e Mãos Limpas"

Estudiosa do fenômeno da corrupção, a economista Maria Cristina Pinotti afirma que o pacote anticrime apresentado pelo ministro da Justiça, Sergio Moro, poderá tornar o sistema judicial brasileiro mais eficiente, mas seu êxito dependerá da capacidade que ele terá de contornar as resistências políticas às medidas que propôs.

Para Pinotti, a aplicação de penas rigorosas como as impostas pela Operação Lava Jato a políticos e empresários é um avanço, mas não é suficiente para conter a corrupção sem reformas mais profundas na administração pública, no sistema político e em instituições como as do Judiciário.

“Quando [a Justiça] é rápida e eficiente, e parece justa para a população, as pessoas mudam”, diz. “Isso contribui para conter a corrupção, porque os custos da transação ilícita e o risco de punição ficam mais evidentes.”

Sócia da consultoria fundada pelo ex-presidente do Banco Central Affonso Celso Pastore, seu marido, Pinotti é a organizadora do recém-lançado “Corrupção: Lava Jato e Mãos Limpas”, que reúne artigos sobre o combate à corrupção no Brasil e na Itália, incluindo um texto de Moro.

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Ao comparar as experiências dos dois países, a economista diz que a ineficiência do sistema judicial no Brasil pode contribuir mais para minar a confiança da população na Justiça do que medidas como as tomadas pelos políticos italianos para frear o avanço das investigações da Operação Mãos Limpas nos anos 90. Ricardo Balthazar- Folha de São Paulo

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Quatro militares venezuelanos desertam na fronteira, informa a Colômbia

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Manifestantes entram em confronto com militares na fronteira com a Colômbia, em Ureña Foto: ANDRES MARTINEZ CASARES / REUTERS

Quatro militares da Guarda Nacional Bolivariana desertaram e passaram para a Colômbia na ponte Simón Bolívar, que liga o estado de Táchira, na Venezuela, ao departamento (estado) colombiano de Norte de Santander.

Os desertores usaram um blindado de pequeno porte para romper contêineres que haviam sido instalados na ponte para bloquear a passagem de veículos. A deserção foi anunciada por comunicados da Migração da Colômbia, que não informou a patente dos militares.

Pouco antes da deserção, as tropas do governo de Nicolás Maduro lançaram gás lacrimogêneo para dispersar cerca de 200 pessoas que tentavam cruzar uma outra ponte, a Francisco de Paula Santander, na cidade venezuelana de Ureña, aos gritos de “queremos trabalhar”.

Posteriormente, houve choque entre militares e manifestantes civis, que lançaram pedras e garrafas contra os soldados e montaram barricadas com pneus queimados. Dois ônibus foram incendiados. A ponte liga Ureña à cidade colombiana de Cúcuta.

Foi o primeiro registro de confronto neste sábado, dia em que o líder opositor Juan Guaidó promete fazer entrar na Venezuela suprimentos de alimentos e produtos médicos doados pelos Estados Unidos e armazenados em Cúcuta. Guaidó está em Cúcuta desde sexta-feira.

#23Feb Momento en el que tres militares venezolanos desertan y cruzan al lado colombiano. pic.twitter.com/A75cYGcGcj

“Venezuela: não são desertores aqueles guardas e efetivos das Forças Armadas que decidam se somar à nossa luta. Decidiram se pôr ao lado do povo e da Constituição! Bem vindos! A chegada da liberdade e da democracia à Venezuela já não pode ser detida”, disse Guaidó em sua conta no Twitter.

No final da noite de sexta-feira, o governo venezuelano anunciou o fechamento total da fronteira com a Colômbia, bloqueando as quatro pontes que ligam os dois países no estado de Táchira. De acordo com Maduro, a operação de entrega de ajuda é uma fachada para uma intervenção externa no país.

‘Dia D’ de missão humanitária na Venezuela tem confrontos com militares

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Um manifestante protesta em frente a forças de segurança em Urena, na Venezuela

Militares venezuelanos dispersaram neste sábado (23) com gás lacrimogêneo e balas de borracha dezenas de pessoas que tentavam chegar à Colômbia por uma ponte fronteiriça em Ureña, que teve o fechamento ordenado na noite de sexta pelo regime do ditador Nicolás Maduro para evitar a entrada de ajuda humanitária.

Segundo o jornal venezuelano Tal Cual, várias pessoas ficaram feridas, enquanto manifestantes montavam barricadas e disparavam pedras contra os militares.

“Queremos trabalhar”, gritava a multidão diante de oficiais da Guarda Nacional que bloqueavam a ponte Francisco de Paula Santander, uma das quatro que ligam o estado venezuelano de Táchira ao departamento colombiano Norte de Santander.

Segundo a agência de migração da Colômbia, quatro militares da guarda deixaram seus postos na manhã deste sábado, antes da entrega prevista da ajuda.

Três deles se desmobilizaram na ponte Simón Bolívar, na cidade colombiana de Cúcuta.

Ao jornal britânico The Guardian um sargento que desertou disse que muitos membros das forças de segurança se opõem a Maduro mas têm medo de sair.

“Há medo porque você não pode falar, você não pode dizer nada contra o governo”, afirmou. Seu uniforme trazia apenas o nome Liñares.

A operação de entrega de ajuda foi articulada pelo líder oposicionista e autodeclarado presidente interino da Venezuela, Juan Guaidó, em coordenação com os governos da Colômbia e dos EUA.

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Saudades de ‘Fátima Lula Bezerra’

Confesso que tenho saudade da deputada estadual, federal e senadora do PT, Fátima Bezerra, mas admito que os petistas radicais, moderados e de todas as matizes políticas e ideológicas do Partido dos Trabalhadores, estão com saudades também.

No entanto, estou muito surpreso com o comportamento dela como governadora, de abandonar a retórica de Lula e Haddad que perdeu para Bolsonaro, para se juntar a golpistas e esquecer completamente a suposta inocência do ex-presidente Lula que está na prisão da PF em Curitiba.

Na campanha eleitoral, a governadora usava a leitura de uma carta de Lula e não tenho notícias que se depois de eleita, a primeira professora de origem humilde chegar ao posto mais alto de comando administrativo do RN, visitou Lula na prisão. Em nome da chamada governabilidade, a governadora do PT, está rasgando e destruindo toda a sua história de lutas contra a prática dos políticos tradicionais.

Da governadora Fátima, não estou com saudade nenhuma, até agora. população, os sindicatos e os petistas que acreditavam na lider do trabalhadores, também sentem saudades de Fátima, antes dela ser eleita governadora. Petistas que GANHARAM uma boquinha no governo, estão FELIZES SEM MEDO.

Brasil sinaliza que revidará eventual ataque das forças da Venezuela

O governo brasileiro sinalizou nesta sexta-feira, 22, que revidará eventual ataque das forças da Venezuela e que a operação de ajuda humanitária se estenderá caso a fronteira entre os dois países continue fechada por ordem do líder venezuelano, Nicolás Maduro. O porta-voz da Presidência, general Otávio de Rêgo Barros, insistiu que não há confirmação oficial do posicionamento de mísseis venezuelanos na região de fronteira, apontados para o Brasil.

“Os planejamentos relacionados a todo espectro geopolítico da nossa soberania estão atualizados”, afirmou Rêgo Barros, referindo-se aos protocolos militares de reação a qualquer agressão à soberania do país, baseados em preceitos constitucionais. “Não ‘conjuncturamos’ poder de combate”, disse pouco antes, ao ser questionado sobre a presença dos mísseis.

O portal Defesanet, especializado na área militar, informou na quinta-feira que o governo de Nicolás Maduro posicionara o Sistema de Mísseis de Defesa Aérea S-300VM, de origem russa, no aeroporto de Santa Helena de Uairén, cidade venezuelana a apenas 15 quilômetros de Pacaraima (RR). O S-300VM inclui lançadores, sistemas de radares e apoio. No dia anterior, Caracas havia deslocado tropas e blindados da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB)para o mesmo município.

Rêgo Barros sublinhou duas vezes que a operação brasileira para a Venezuela tem “caráter exclusivamente humanitário”, em um indicação de que Brasília não planeja nenhuma medida agressiva contra o país vizinho.

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Justiça determina bloqueio de R$ 11,5 mi em bens de Aécio

As idas e vindas no caso Aécio Neves (PSDB)

A Justiça determinou o bloqueio de R$ 11,5 milhões em bens do atual deputado e ex-governador de Minas Aécio Neves (PSDB) por suspeita de uso, sem comprovação de interesse público, de aeronaves oficiais do estado para 1.337 voos às cidades do Rio de Janeiro, Cláudio (MG) e outros municípios.

A decisão liminar (provisória) foi publicada nesta quinta-feira (21) pelo juiz Rogério Santos Araújo Abreu, da 5ª Vara da Fazenda Pública de Belo Horizonte. Nela, o magistrado também aceita a ação civil pública do Ministério Público e transforma o ex-governador em réu.

Ele deu prazo de cinco dias para que Aécio apresente bens no valor citado à Justiça. A defesa de Aécio diz que irá recorrer.

De acordo a Promotoria, enquanto governava o estado Aécio realizou 1.424 deslocamentos aéreos de janeiro de 2003 a março de 2010, quando deixou o cargo para concorrer ao Senado. Destes, apenas 87 tiveram justificativa. Os demais foram feitos para transporte de passageiros que não foram identificados no momento dos voos, afirma a acusação. José Marques – Folha de são Paulo

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