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Governadora Fátima do RN abandona luta de Lula e Dilma

Fátima vivia com o nome de Lula na boca antes de ser eleita governadora e agora, não fala mais nele e nunca foi visita-lo na prisão
Lula escreve carta para Fátima: “Vou ganhar e vou ajudar você a ser a melhor governadora”

A governadora Fátima Bezerra, do PT, após usar a sua retórica demagógica e oportunista para chamar a maioria dos políticos de golpista e passar a incluir o nome de Lula após a prisão como sobre dela, agora esqueceu do ex-presidente tão amado e tão querido pela professora que hoje é governadora do Rio Grande do Norte.

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Fátima esqueceu também da companheira e ex-presidente Dilma

A governadora Fátima Bezerra, do PT, esqueceu completamente do ex-presidente Lula e também não fala mais de sua prisão, se defende que ele seja solto ou não. A Narrativa de golpe sobre Dilma já perdeu espaço e não existe mais na mente da petista e a inocência de Lula não é mais relevante e não tem nenhuma importância.

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Fátima e sua turma de oportunista com Haddad na campanha eleitoral

O candidato derrotado a presidente Fernando Haddad, do PT, também é outro companheiro que já não é mais lembrando pela governadora do PT Fátima Bezerra.

Na campanha eleitoral, Fátima Bezerra chegou a acusar Robinson Faria, de traidor, detalhando que ele traiu Lula, mas depois de eleita a professora que usava a carta do ex-presidente até em programa de rádio e TV para conquistar o voto do cidadão do RN, hoje esqueceu dele.

Em Assu, o ex-prefeito Ronaldo Soares e o seu filho e deputado George Soares, caciques de uma oligarquia centenária que fez uma negociata com o PT da governadora Fátima Bezerra, acusam políticos do RN de traidores, mas não citam a petista que esquece de Lula, Dilma e Haddad, para se jogar nos braços do governo Bolsonaro.

Polícia Federal pode ter identificado ponta de iceberg no Sistema S

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Desfile do Festival Sesi de Bonecos do Mundp (SP) em 2011; PF investiga se evento foi usado para desvios – Alessandro Shinoda – Folhapress

Os desvios de recursos do Sistema S descobertos pela Operação Fantoche —que levaram a prisão do presidente da CNI, Robson de Braga Andrade,  nesta terça-feira (19)— podem ser apenas a ponta do iceberg.

Pessoas que conhecem de perto a “caixa-preta” do sistema, criado na década de 40 no governo Getúlio Vargas, avaliam que seu funcionamento é propício à fraude.

“Trata-se de uma arrecadação de bilhões de reais, cuja destinação não passa pelos crivos do sistema democrático, e que fica nas mãos de gestores escolhidos por uma governança frágil”, explica Sérgio Lazzarini, professor do Insper.

O sistema S é financiado por uma contribuição compulsória descontada diretamente do faturamento mensal das empresas de diferentes setores. A alíquota varia de 0,2% até 2,5%. Parece pouco, mas não é.

Apenas em 2018, a Receita Federal arrecadou das empresas e repassou para as nove entidades que compõe o Sistema S –Senai, Sesi, Senac, Sesc, Sebrae, Senar, Sest, Senat e Sescoop– R$ 17 bilhões. Raquel Landim -Folha de São Paulo

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DEM se oferece para assumir articulação da base no Congresso

Com o governo exibindo forte dificuldade de articulação, o DEM, partido que elegeu Rodrigo Maia (RJ) presidente da Câmara e Davi Alcolumbre comandante do Senado, propôs ao Planalto que entregue a tarefa de organizar a base no Congresso a esses dois quadros.

A oferta foi feita à Casa Civil num jantar, nesta segunda (18), com um aviso: Maia e Alcolumbre só topam a empreitada se tiverem “instrumentos” para entregar aos parlamentares o que for acordado para votar com o presidente.

A tese de delegar à cúpula do DEM a formação de uma maioria parlamentar ganhou força nos últimos dias, com os sucessivos desgastes e, mais ainda nesta terça (19), com a imposição da primeira derrota do governo na Câmara. 

O porta-voz da proposta do partido disse que Maia e Alcolumbre só atuarão se o governo estabelecer critérios claros para a negociação com deputados e senadores. Se o Planalto, por exemplo, estiver disposto a só aceitar indicações de nomes técnicos para cargos nos estados, ok. Mas precisa entregar o que promete. Painel – Folha de São Paulo

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