Mineiro pega ‘boquinha’ no governo do PT de Fátima Bezerra

Nuilson, o Pavão, tem a benção do petista secretário Mineiro

Com o encerramento do mandato na Assembleia Legislativa, o ex-deputado estadual Fernando Mineiro pegou uma boquinha no governo de Fátima Bezerra (PT para secretário  extraordinário da Gestão de Projetos e Metas de Governo do Rio Grande do Norte, que até o governo passado era ocupado por Vagner Araújo.

A nomeação do ex-parlamentar foi publicada na edição deste sábado, 2, do Diário Oficial do Estado. Fernando Mineiro será o responsável pela gestão dos recursos e execução dos projetos vinculados ao empréstimo de cerca de R$ 850 milhões contraídos pelo governo junto ao Banco Mundial, cujo programa foi batizado de “Governo Cidadão” na gestão do ex-governador Robinson Faria (2015/2018) e na administração do governo Rosalba Ciarlini (2011/2014) tinha o nome de “RN Sustentável”.

Segundo o secretário estadual do Planejamento e das Finanças, Aldemir Freire, restam hoje para aplicação, cerca de R$ 200 milhões, do valor total do empréstimo, que foi de R$ 850 milhões. O contrato com o Banco Mundial terminaria em 31 de maio, mas o governo do Estado conseguiu a sua prorrogação por mais 22 meses, informou ele. “Era fundamental.

O super secretário Nuilson Pinto, o Pavão, tem a benção de Mineiro do PT, para receber de presente das mãos do líder do governo e deputado do PR, George Soares, a chave da Prefeitura do Assú, como candidato a prefeito do Assú nas eleições de 2020. O petista Mineiro ajudou a liberar quase R$ 5 milhões para Nuilson, o Pavão, torrar esse dinheiro como presidente do Diba no baixo Açu, apesar dele ser réu em diversos processos por corrupção na gestão passada de Ro0naldo Soares.

Bolsonaro permanece com sonda para retirar líquido acumulado no estômago

Veja como é o gabinete em que Bolsonaro vai despachar no hospital
O cirurgião Antonio Macedo, que operou Bolsonaro, disse que a condição é uma resposta do organismo a uma cirurgia longa e com muita manipulação.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL), internado no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, continua usando uma sonda nasogástrica (colocada pelo nariz) para retirar líquido acumulado no estômago

De acordo com a assessoria do Planalto, Bolsonaro descansou bem à noite e, mesmo com o uso da sonda pelo presidente, a previsão ainda é de alta em 10 dias após a cirurgia, o que deve acontecer entre quarta-feira, 6, e quinta-feira, 7.

Informações mais detalhadas, entretanto, devem ser divulgadas no boletim médico, por volta das 17h deste domingo, 3.

De acordo com assessores do Planalto, Jair Bolsonaro está dormindo e ainda não pode receber visitas. Carlos Bolsonaro, filho do presidente, passou a noite no hospital. Nesta manhã, Michele, esposa do presidente, o acompanha.

No sábado, 2, Bolsonaro usou as redes sociais para cumprimentar Davi Alcolumbre(DEM-AP) e Rodrigo Maia (DEM-RJ) pela vitória nas eleições para as presidências do Senado e da Câmara, respectivamente. Segundo o Planalto, Bolsonaro ainda não ligou para os dois. Cristian Favaro, O Estado de S.Paulo

Candidato derrotado Patrício Júnior sai do ‘esconderijo’

A imagem pode conter: 7 pessoas, incluindo Marcus Silva, Valdson Bezerra e Delkiza Cavalcante, pessoas sorrindo, pessoas sentadas, mesa e área interna

Após se esconder da derrota sofrida nas urnas para o desastroso e incompetente prefeito Gustavo Soares, do PR, nas eleições municipais de 2016, o candidato derrotado e empresário Patrício Júnior (PSD), reapareceu e voltou a dar as caras no cenário político, na companhia do ex-prefeito Ivan Júnior e dos cinco vereadores da oposição ao governo do Doutor que mora em Natal, construiu uma luxuosa clínica particular de ortopedia em Mossoró e ganha R$ 19 mil de salário por mês dos cofres da Prefeitura do Assú.

Patrício Júnior, segundo bastidores da política do Assú, voltou a exercer as funções de antigamente que desempenhava na negociação e articulação da arte da costura política. Ele voltou a ter interesse de atuar no jogo sem aparecer, após começar a se recuperar da derrota na queda de braço com Gustavo Soares, mesmo sem tesão de disputar o lugar de cabeça de chapa como candidato a prefeito do Assu nas eleições municipais de 2020, torcendo para Tê assumir o mandato de prefeito se o filho de Ronaldo Soares e a vice-prefeita Sandra Alves, esposa de Helder Cortez, forem cassados pela Justiça Eleitoral.

Alcolumbre fomenta dúvidas no STF

A reviravolta na disputa pelo comando do Senado surpreendeu integrantes do Supremo Tribunal Federal. A avaliação é a de que o novo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), representa uma incógnita. Não se sabe como ele comandará as relações institucionais que deverão ser mantidas entre os Poderes em meio à discussão de projetos com alto potencial de judicialização.

Uma das dúvidas que pairam sobre Alcolumbre é se ele será capaz de construir maioria entre os parlamentares, costurar consensos dentro e fora do Congresso e conter eventuais excessos de medidas defendidas pelo governo Bolsonaro.

A transmissão da conturbada sessão foi acompanhada por ministros do Supremo, que trocaram mensagens se mostrando incrédulos com o embate desenfreado entre os senadores. A disputa no Senado é importante porque muitas das decisões tomadas no Congresso são questionadas na Corte.

Nesse sentido, uma ala de ministros avaliava que a eleição de nomes tradicionais para o comando das Casas ajudaria a tirar o STF da rota de temas polêmicos. Na Câmara, isso ocorreu com Rodrigo Maia (DEM-RJ), mas no Senado não.

Representantes de baixo clero sem influência política ou interlocução com os demais poderes são temidos. Segundo um dos ministros, muitas soluções para turbulências são negociadas em conversas, não são escritas. É uma relação de confiança, mas que envolve medo. Há temor até de as conversas serem gravadas. Na Corte, não havia torcida oficial por nenhum dos candidatos, mas expectativas. Antes do resultado, o que se ouvia era: “Seja lá o que Deus quiser”. Rafael Moraes Moura e Renata Agostini, O Estado de S.Paulo

Bancada da lama barra ações para melhorar segurança em barragens

Lamaçal em Brumadinho
Deputados receberam doações de empresas, mas negam defender o setor

Uma pequena tropa de deputados eleita para a legislatura passada com doações de mineradoras é bem atuante nos assuntos do setor: propõe mudanças em textos que já resultaram em retirada de fiscalização, ocupa cargos chave em comissões e influencia o que passa na Câmara.

Principal expoente da agora chamada bancada da lama, devido ao rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG), Leonardo Quintão (MDB-MG) recebeu em 2014 R$ 2,1 milhões de mineradoras (42% do que arrecadou).

Em 2018, não se reelegeu, mas manteve sua influência, tornando-se assessor do governo Jair Bolsonaro (PSL).

Uma pequena tropa de deputados eleita para a legislatura passada com doações de mineradoras é bem atuante nos assuntos do setor: propõe mudanças em textos que já resultaram em retirada de fiscalização, ocupa cargos chave em comissões e influencia o que passa na Câmara.

Principal expoente da agora chamada bancada da lama, devido ao rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG), Leonardo Quintão (MDB-MG) recebeu em 2014 R$ 2,1 milhões de mineradoras (42% do que arrecadou).
Reynaldo Turollo Jr. e Marina Estarque – Folha de São Paulo

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