Vitória da reeleição de George Soares teve o sabor amargo da derrota para Ivan Júnior em Assú

Com mais de R$ 100 milhões de receita nas mão do irmão, George Soares, perde de novo para Ivan Júnior, liso

Depois de sofrer uma vergonha derrota para o então prefeito do Assu Ivan Júnior nas eleições municipais de 2012 por mais de 10 mil votos, o deputado estadual reeleito George Soares, voltou a sentir o sabor amargo da derrota novamente na terra administrada pelo seu irmão e prefeito Gustavo Soares, para o candidato a deputado estadual pelo PSD Ivan Júnior que ficou na quinta suplência.

Apesar de sido reeleito, o deputado George Soares e o seu irmão, o prefeito Gustavo Soares, comemoraram a vitória com gosto azedo de outra derrota para Ivan Júnior. Com 10 vereadores e centenas de cargos comissionados na Prefeitura do Assú e na Assembléia Legislativa do RN, George Soares obteve apenas 11.887 votos, ficando em segundo lugar na sua principal base eleitoral.

Apesar da caneta azeitada nas mãos do seu irmão e prefeito do Assú, do PR, que recebe mensalmente de todos os tributos federais, estaduais e municipais, uma receita financeira de algo em torno de R$ 9 milhões, totalizando mais de R$ 100 milhões – o candidato a deputado Ivan Júnior, ficou em primeiro lugar com 12.454 votos. 

Além de dispor da máquina bem lubrificada financeiramente nas mão do seu irmão e prefeito Gustavo Soares que fez de tudo para conquistar votos, chegando a distribuir ate vale alimentação para pessoas carentes do município, o deputado George Soares, recebeu do seu candidato a deputado federal eleito João Maia, um total de R$ 330 mil para gastar na campanha.

PTC de Benes e mais 13 partidos perdem benefício do fundo partidário a partir de 2019

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A partir de 2019, apenas 21 dos 35 partidos com registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) poderão continuar recebendo uma fatia do Fundo Partidário – reserva financeira usada para o custeio dos partidos políticos que soma neste ano R$ 888,7 milhões.

A exclusão de 14 partidos se deve ao fato de essas legendas não terem cumprido, na eleição deste ano para a Câmara dos Deputados, o que determina a chamada cláusula de desempenho, que está prevista na Emenda Constitucional 97. 

Segundo a cláusula de desempenho, perderão direito ao Fundo Partidário e ao tempo gratuito de rádio e TV no período de 2019 a 2023 partidos que não alcançaram, em 2018, uma bancada de pelo menos 9 deputados de 9 estados ou um desempenho mínimo nas urnas – 1,5% dos votos válidos para deputado federal (1.475.085 votos), distribuídos em pelo menos 9 estados e com, ao menos, 1% de votos em cada um deles. 

Por essa regra, deixarão de contar com os benefícios: Rede, Patriota, PHS, DC, PCdoB, PCB, PCO, PMB, PMN, PPL, PRP, PRTB, PSTU, PTC.

Esses partidos elegeram, no domingo (7), 32 deputados federais, entre eles: Pastor Eurico (Patri-PE); Alice Portugal (PCdoB-BA); Eduardo Braide (PMN-MA); Benes Leocadio (PTC-RN); e Marcelo Aro (PHS-MG). Com informações da Agencia Camara

Com maior abstenção em 20 anos, quase 30 milhões de eleitores não votaram

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Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu às 21h20 desta segunda-feira, 8, a apuração dos votos do primeiro turno das eleições 2018. A última urna, do total de 454.490, foi apurada na cidade de Houston, nos Estados Unidos.

De acordo com os números consolidados, a abstenção geral foi de mais de 29,9 milhões e alcançou 20,33% do total de eleitores, o maior índice desde as eleições de 1998.

A maior taxa de não comparecimento no Brasil foi registrada no Estado de Mato Grosso, com 24,55% de abstenção; e a menor em Roraima, com 13,92%.

De acordo com o TSE, do total de 147.306.295 eleitores, 117.364.560 (79,67%) compareceram às urnas. Os votos válidos totalizaram 91,21%, os votos nulos 6,14% e os votos brancos 2,65%. (Clique aqui para saber o que são e para onde vão os votos nulos e votos brancos) Igor Moraes, O Estado de S.Paulo

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Em reunião, Alckmin interrompe Doria e insinua que é traidor

O candidato ao governo de SP João Doria (PSDB) discute com Geraldo Alckmin (na mesa, ao fundo) em reunião do partido em Brasília

O esfacelamento do PSDB ficou evidente na reunião da direção nacional da sigla, nesta terça-feira (9), em Brasília. Num episódio atípico para seu perfil, Geraldo Alckmin, presidente do partido, insinuou que João Doria é traidor.

Candidato da sigla ao governo de São Paulo, Doria cobrava uma autoavaliação do PSDB depois de derrotas em diferentes frentes na eleição, a começar pela de Alckmin na disputa presidencial.

Áudio da discussão obtido pelo jornal “O Estado de S. Paulo” revela que neste momento Alckmin interrompe o ex-prefeito paulistano. “Traidor eu não sou”, diz o ex-governador. Em seguida, uma voz abafada não identificada emenda: “E nem falso”.

O ex-prefeito responde, tentando contemporizar: “Precisamos ter uma conduta com calma e equilíbrio. Estou tratando com calma e equilíbrio. Não de forma passional”.

Na saída, Doria afirmou ao Painel, da Folha, que saía “em paz e sem ressentimentos”. “Não saio com nenhuma mágoa.” Ele deixou a reunião antes de seu término.

A reunião aconteceu a portas fechadas, mas o entrevero foi relatado à Folha por participantes enquanto ainda estava em curso. 

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Órgão público não poderá mais exigir firma reconhecida

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O presidente Michel Temer sancionou projeto aprovado pelo Congresso que dispensa a apresentação de documento autenticado e firma reconhecida em órgão públicos.

O texto, publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira (9), também acaba com a exigência de apresentação de certidão de nascimento.

A lei traz procedimentos que deverão ser seguidos pelos órgãos públicos federais, estaduais e municipais.

O objetivo é suprimir ou simplificar formalidades e exigências feitas ao cidadão e consideradas desnecessárias ou que se sobrepõem. O texto aprovado pelo Congresso afirma que essas burocracias geram custo econômico e social superior ao eventual risco de fraude.

Ao sancionar o projeto, Temer vetou o artigo que estabelecia a vigência imediata da lei, a partir da publicação. Ele argumentou que a matéria tem grande repercussão e exige adaptação do poder público.

Com isso, a norma entrará em vigor daqui a 45 dias. Bernardo Caram – Folha de São Paulo

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Bancada evangélica cresce, mas metade não obtém reeleição

O senador Magno Malta (PR-ES), que não conseguiu a reeleição e será uma das baixas na bancada evangélica na próxima legislatura
O senador Magno Malta (PR-ES), que não conseguiu a reeleição e será uma das baixas na bancada evangélica na próxima legislatura – Pedro Ladeira – Folhapress

A ira popular com os “políticos de sempre” não poupou a bancada evangélica. A onda que drenou o Congresso de seus quadros tradicionais reduziu a atual composição da frente à metade.

Entre os 82 dos chamados “membros ativos” da bancada, 42 não se reelegeram. Mas a presença evangélica no Congresso deve se expandir, segundo projeção da coordenadora jurídica do bloco religioso, Lia Noleto. “O que houve foi uma mudança de nomes. A onda da renovação atingiu todos os segmentos.”

Somando senadores e deputados, são 82 parlamentares evangélicos na linha de frente, que inclusive costumam frequentar cultos realizados nas manhãs de quarta-feira num dos plenários da Câmara.

Já a base de apoio, hoje com 150 congressistas, a partir de 2019 deve subir a 180 dos 513 deputados, diz Noleto. A futura cara da bancada na Câmara ainda não foi definida.

Mas já dá para estimar que o segmento mais que dobrou no Senado: hoje são três, e no ano que vem serão oito, 10% da Casa. Recém-eleitos no Rio, Flávio Bolsonaro (PSL), da linha batista, e Arolde de Oliveira (PSD) eram rivais na teoria, mas fizeram dobradinha, pedindo voto um para o outro.

A vitória de Arolde comprovou a força do pastor Silas Malafaia como cabo eleitoral, que o apoiou e ainda emplacou a reeleição de seu protegido Sóstenes Cavalcante na Câmara e do irmão Samuel Malafaia na Assembleia do Rio.

Outro senador eleito foi Mecias de Jesus (PRB), que desbancou o todo-poderoso Romero Jucá (MDB) em Roraima.

O bloco evangélico unirá forças com os parceiros de praxe, como a frente católica e os dois outros terços da chamada “bancada BBB” —de Boi (ruralistas), Bíblia e Bala (segurança pública). Anna Virginia Balloussier – Folha de São Paulo

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