Voto feminino em Bolsonaro cresce mais no Sul e Sudeste, diz diretora do Ibope

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A intenção de voto do público feminino do candidato à Presidência pelo PSLJair Bolsonaro, chegou a 26%, seu melhor desempenho desde o início do perído eleitoral.

A informação é da última pesquisa Ibope/Estadão/ TV Globo divulgada nessa quarta-feira, 3. Com esse índice, o voto feminino em Bolsonaro dobrou desde o início das pesquisas eleitorais em agosto, quando figurava com 13%.

“O que percebemos é que as mulheres que hoje declaram voto ao Bolsonaro têm um perfil mais semelhante ao dos homens: renda mais alta, maior escolaridade e mais concentrado em Sul e Sudeste”, afirmou a diretora do Ibope, Márcia Cavallari, nesta quinta-feira, 4, em entrevista à Rádio Eldorado.

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Vanessa é vítima de campanha ‘baixa e suja’ do clã Soares

Sem o menor respeito pela mulher, mãe e médica, o clã dos Soares liderado pelos irmãos: o prefeito Gustavo Soares e o deputado estadual George Soares, vem atacando de forma desrespeitosa e injuriosa, Vanessa Lopes, a esposa do candidato a deputado Ivan Júnior, por ter desistido de disputar a vaga de candidata a deputada federal para se submeter a um procedimento que lhe trouxe a saúde de volta.

Para tirar de foco da atenção pública a péssima administração do governo municipal que é tida como a pior dos últimos 30 anos chegando a superar inclusive a desastrosa gestão do primo e ex-prefeito José Maria, aliados e lacaios do prefeito Gustavo Soares fazem uma campanha odienta contra Vanessa Lopes que obedeceu a orientação  médica para desistir da disputa para deputada federal.

Com algozes cruéis e implacáveis, Vanessa é vítima de lacaios do clã dos Soares que inventam factóides com objetivo especifico para disseminar o ódio contra uma mãe e uma mulher que tem dedicado a sua vida profissional a cuidar dos mais necessitados nas unidades básicas de saúde do Assú, mesmo enfrentando a falta de medicamentos e em condições precárias de trabalho.

Na sua trajetória, Vanessa tem conquistado a simpatia e o respeito da população na sua vida profissional e pessoal, mas o desespero dos líderes políticos adversários, querem tentar desconstruir a sua imagem com medo das eleições municipais de 2020. 

Carlos Alves: “Fátima viajou 26 vezes com dinheiro público e fez o quê pelo RN?”

O candidato ao Governo do RN, Carlos Eduardo Alves (PDT), foi ao Twitter para criticar uma informação que lhe foi passada durante o debate da InterTV, realizado na noite da última terça-feira, 2: que a também candidata Fátima Bezerra (PT) teria feito 26 viagens para o exterior enquanto senadora.

“Informação grave para sua reflexão: no debate da Intertv, foi dito que a senadora do PT fez 26 viagens pagas com dinheiro público para o exterior. Informação grave. A senadora do PT viajando e você viu algo dessas viagens se transformando em algo positivo para sua vida e para nosso RN?”, questionou o pedetista.

Carlos Eduardo lembrou os problemas do Estado apontando que Fátima estaria “voando” enquanto o povo enfrenta dificuldades. Ele cobrou que seja feita uma prestação de contas das 26 viagens de Fátima Bezerra.

“Rio Grande do Norte atolado em violência, salários atrasados, saúde falida, desgoverno e a senadora nem aí, nas alturas, voando. Pense nisso. É essa a ‘gestora’ que você quer para nosso Estado? Tenho certeza que não. Cadê a prestação de contas das 26 viagens? Uma a cada 40 dias? É um caso que precisa ser muito bem explicado”, avaliou. Agora RN

“Carlos Eduardo é um Robinson de Natal”, afirma Fátima Bezerra

Os candidatos ao Governo do RN se reuniram, na noite da última terça-feira, 3, para o último debate antes das eleições. Durante as argumentações, Fátima Bezerra (PT) afirmou que Carlos Eduardo Alves (PDT) era um “Robinson de Natal”.

A petista comparou o ex-prefeito de Natal ao atual governador do Estado, Robinson Faria (PSD), na questão dos salários atrasados dos servidores municipais. Para ela, tanto Carlos Eduardo quanto Robinson não souberam administrar suas respectivas folhas de pagamento.

Fátima também criticou o que considera “oligarquias” no Rio Grande do Norte, declarando que não governará para famílias. “Estou preparada e não vou governar para uma ou duas famílias, irei governar para todos e todas”, disse.

Curiosamente, no último final de semana, a candidata petista se pronunciou pelas redes sociais garantindo que seguiria até o final de sua campanha sem responder a provocações ou atacar os outros candidatos. Agora RN

Barra de Santana e Boi Selado recepcionam Nelter Queiroz com carinho

Na reta final da campanha, o deputado estadual e candidato à reeleição pelo MDB, Nelter Queiroz, cumpriu agenda na noite de ontem (3) em Barra de Santana e Boi Selado, ambas comunidades localizadas na zona rural de Jucurutu, onde foi recepcionado de forma calorosa e festejado.

Nas duas localidades, abraçado pelos moradores, Nelter caminhou ao lado do povo e discursou na praça de Barra de Santana e Boi Selado, fazendo o convite para a grande vigília que encerrará sua campanha eleitoral nesta quinta-feira (04), em Jucurutu.

O deputado estava acompanhado dos vereadores Rubens Batista, Edivan Fernandes, Paula Torres, Fagner Brito, Jubiratan Saldanha e Nego do Povo. Além do ex-vereador Juarez Garcia, sargento Agenor Batista e dos médicos Jares Queiroz e Saint-Clair Torres, dentre outros.

“Nunca havia sido recepcionado com tamanha euforia como fui hoje em Barra de Santana e Boi Selado. Me emocionei com o carinho verdadeiro demonstrado nessa noite. Muito obrigado pela recepção calorosa”, discursou Nelter.

“Carlos Alves achou conveniente se omitir durante a crise”, diz Robinson

O governador Robinson Faria (PSD), candidato à reeleição, acusou o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo Alves (PDT), de se omitir “convenientemente” durante a crise que a Segurança Pública do Rio Grande do Norte enfrenta nos últimos anos. A declaração foi dada durante o último debate dos candidatos ao Governo do RN, na última terça-feira, 3.

“Carlos Alves, em momentos de crise tive que combater o crime sozinho. Você foi omisso e achou conveniente não ajudar a cidade e a população”, apontou Robinson, que já havia criticado o ex-prefeito de Natal por não colaborar durante a crise. Na época, Carlos Eduardo disse que “não havia sido chamado” por Robinson para ajudar.

O candidato do PSD rebateu as acusações que o pedetista fez à sua gestão, afirmando que ele não tem competência para criticar uma gestão estadual. “É preciso lembrar que governar uma cidade não é governar um Estado”, disse o governador.

Um dos tópicos abordados durante o debate foi a finalização das obras da Barragem de Oiticica. A intenção é que este seja o segundo maior reservatório do Estado. Ao falar sobre o assunto, Carlos Eduardo errou o nome da barragem, e foi reprovado por Robinson.

“Pelo jeito, o candidato Carlos Eduardo Alves ainda não aprendeu nem o nome da barragem de Oiticica. Imagine administrar o Estado… Oiticicas não existe”, ironizou.

Por fim, Robinson comparou sua gestão da Educação com a de Carlos Eduardo. “Eu construí 49 escolas em tempo integral. E Carlos Alves, quantas fez durante 12 anos como Prefeito? Eu recebi o Estado mais falido Nordeste e mesmo assim consegui, com perseverança, fazer mais de 1000 obras históricas para o RN”. Agora RN

Editorial do ‘Estado’: Números do desastre petista

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A trágica herança deixada pelos últimos anos da era lulopetista na economia fica evidente também nos dados sobre a demografia das empresas que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) acaba de divulgar. Em 2016, último ano da desastrosa passagem de Dilma Rousseff pela Presidência da República, o Brasil perdeu 70,8 mil empresas, o que resultou na demissão de 1,6 milhão de trabalhadores. É o que mostra o estudo Demografia das Empresas e Estatísticas de Empreendedorismo 2016 divulgado pelo IBGE.

O fato de esse ter sido o terceiro ano consecutivo em que o saldo total de empresas em operação no País foi negativo comprova, com estatísticas expressivas sobre a deterioração do ambiente empresarial, o que outros indicadores já mostravam. A crise que afetou duramente o País começara efetivamente em 2014. Foi o ano em que, escondendo dados sobre a realidade da economia e das finanças públicas e fazendo promessas que jamais poderia cumprir, Dilma iludiu boa parte do eleitorado e conseguiu sua reeleição.

As mentiras com que Dilma e sua companheirada animaram a campanha eleitoral tinham pernas curtas, a recessão se instalou, as pedaladas fiscais com que o governo petista tentou esconder a gravidade da crise das contas públicas se evidenciaram e a presidente, afinal, foi definitivamente afastada do cargo no dia 31 de agosto de 2016. Os efeitos de sua danosa gestão, porém, persistiram por vários meses após seu impeachment. Desse modo, comprometeram o início do governo de seu sucessor legítimo, Michel Temer, a despeito do esforço deste para iniciar um severo controle das contas públicas destroçadas nos anos anteriores.

Em 2016, havia 4,5 milhões de empresas ativas, que ocupavam 38,5 milhões de pessoas, das quais 32,0 milhões eram assalariadas e 6,5 milhões, sócias ou proprietárias. Em relação ao ano anterior, o saldo total de empresas caiu 1,6% e o total de pessoal assalariado, 4,8%.

A taxa de entrada das empresas no mercado, que mede a proporção de empreendimentos iniciados no ano em relação ao universo total das empresas, por sua vez, caiu pelo sétimo ano consecutivo. Essa taxa fixou em 14,5% em 2016, o menor valor da série iniciada em 2008. Isso sugere que, no Brasil, os efeitos da crise financeira mundial de 2008 – que afetaram a disposição de empreender em todo mundo durante algum tempo – se estenderam por um período mais longo em razão das imensas dificuldades que a equivocada política econômica do governo Dilma impôs à atividade empresarial.

O impacto negativo dessa política econômica foi particularmente notável nas estatísticas sobre as empresas consideradas de alto crescimento. São as empresas que desempenham um papel socioeconômico mais relevante, pois estão nessa classificação aquelas que aumentaram o número de empregados em pelo menos 20% ao ano, em média, por três anos consecutivos e tinham 10 ou mais pessoas ocupadas assalariadas no ano inicial da classificação. Entre 2015 e 2016, o número dessas empresas diminuiu 18,6% e seu pessoal assalariado caiu 23,5%. Mesmo assim, embora representassem apenas 0,9% do total do universo das empresas, elas ocupavam o equivalente a 8,3% de todo o pessoal assalariado.

O forte impacto social negativo dos últimos anos do governo de Dilma é nítido também nas taxas de desocupação aferidas regularmente pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) Contínua, também do IBGE. Essa taxa é a média do trimestre móvel encerrado no mês de referência. Ela começa a subir no trimestre encerrado em janeiro de 2015, primeiro mês do segundo mandato de Dilma, quando ficou em 6,8%. Um ano depois, já estava em 9,5%. A deterioração do mercado de trabalho em consequência da recessão provocada pelos equívocos da política econômica petista se acentuou nos meses seguintes, até alcançar seu ponto máximo em março de 2017, quando chegou a 13,7%.

São números que o eleitor deveria levar em conta quando for depositar seu voto domingo.

Por Enem, governo adia horário de verão para o dia 18 de novembro

Enem

O governo decidiu acatar o pedido do MEC (Ministério da Educação) para adiar o início do horário de verão do dia 4 para 18 de novembro.

A troca na data se deu para evitar que a alteração dos relógios coincida com o primeiro dia da realização da prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o que poderia confundir os candidatos.

O presidente Michel Temer havia recebido, no mês passado, um pedido de mudança feito pelo ministro da Educação, Rossielli Soares.

O pedido foi atendido por Temer esta semana, após conversas com o ministro de Minas e Energia, Moreira Franco, cuja pasta é responsável pelos cálculos do programa.

A mudança deve ser publicada no Diário Oficial da União nos próximos dias. Talita Fernandes – Folha de São Paulo

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