Nelter percorre cinco municípios neste domingo

Faltando apenas uma semana para as eleições, o deputado estadual e candidato à reeleição pelo MDB, Nelter Queiroz, cumpriu uma extensa agenda de campanha neste domingo (30) pelos municípios de Messias Targino, Triunfo Potiguar, Jucurutu, Ouro Branco e Jardim de Piranhas.

O parlamentar iniciou sua agenda por Messias Targino, onde, na companhia do vereador Juscelino Herculano Jales, visitou a feira livre e concedeu entrevista à rádio Juventude FM. Posteriormente Nelter foi a Triunfo Potiguar prestigiar o encerramento da festa do Sagrado Coração de Jesus, padroeiro do município, onde esteve dos vereadores Agenor Ribeiro, Dadão e Juirliton Estevam; do ex-prefeito Gildenor Fonseca, do ex-vice-prefeito e ex-vereador Neto Apolinário e do ex-vereador Chico de Afonso.

Logo após, Queiroz foi até a comunidade Barro Branco, zona rural de Jucurutu, para cumprimentar sua conterrânea Solange, aniversariante do dia; presenças do vereador Edivan Fernandes, da ex-vice-prefeita Paula Lopes e de seu esposo, o ex-prefeito doutor Luciano Lopes.  

Dando prosseguimento à sua agenda no início da noite o deputado foi a Ouro Branco para participar de mobilização política comandada pela prefeita Fátima Araújo. O arrastão pelas ruas do município e o comício também contaram com as presenças dos vereadores Celso Garofa, Paulinho, Dedé das Lajes, Adriano Silva, Amariudo e Genildo Medeiros; além de outras lideranças como Salete de Zé de Luzia, Athur de Zé de Luzia, Assis Silva, Neto do Cartório, Macarrão, Turica, Zé Clementino, Roberto Cláudio, Jeane de Roberto Cláudio e Dedé de Severino Chole, dentre outras.

Por fim, Queiroz encerrou sua agenda em Jardim de Piranhas, onde, na ocasião, participou de mobilização comandada pelo prefeito Elídio Queiroz e pelos vereadores Gute e Ivaci Queiroz. O deputado federal e candidato à reeleição pelo PSD, Fábio Faria, também marcou presença. 

Banco paga salários de servidores municipais de Macau por ordem alfabética

Os servidores municipais de Macau deverão receber seus salários correspondentes ao mês de setembro por ordem alfabética, por conta do sistema adotado pelo novo banco, o Bradesco, que está efetuando o cadastro das novas contas. 

De acordo com o secretário municipal de Administração e Finanças, Elias Junior, estão sendo feitos todos os esforços para reduzir o tempo de espera, de modo que todos os servidores recebam seus vencimentos o mais breve possível. “Mas,  tivemos que obedecer a ordem com que as contas foram cadastradas e, mesmo com todas as precauções tomadas pela nova instituição bancária, só vamos atingir o nosso objetivo em pouco mais de uma semana para que tudo esteja regularizado”.

Elias também explicou que essa excepcionalidade só ocorrerá este mês e lembrou que com a mudança de banco os servidores municipais irão ganhar benefícios como o posto bancário, com gerente exclusivo, isenção de taxas de manutenção de conta (antes era cobrado R$ 52) e a garantia de juros mais baixos que os de mercado para o empréstimo consignado.

O Bradesco foi a instituição bancária que ganhou a licitação que lhe garantiu o direito de ter exclusividade com as contas dos servidores municipais e por essa razão, há cerca de uma semana, que vem dedicando grande parte de seus funcionários no cadastramento das cerca de 1.700 novas contas dos servidores efetivos, aposentados e cargos comissionados, de acordo com a ordem alfabética, com previsão de concluir até o próximo dia 10.

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PT mantém apoio à Venezuela apesar de guinada ditatorial


Presidente da sigla, Gleisi Hoffmann, é a mais vocal na defesa do regime de Maduro; Haddad culpa ‘conflito aberto’

A Venezuela extrapolou o âmbito da política externa, ao qual o eleitor brasileiro dá quase nenhuma importância, para se tornar um dos temas centrais na campanha eleitoral.

Jair Bolsonaro (PSL), por exemplo, afirma que a volta do PT ao Planalto representaria uma “venezuelização” do Brasil. Geraldo Alckmin (PSDB)diz o mesmo em relação a petistas e ao próprio Bolsonaro.

O recado é claro: se o adversário ganhar, o país caminhará para um cenário caótico semelhante ao do país vizinho, com hiperinflação, desemprego, escassez de alimentos e medicamentos, insegurança e crise institucional.

E o que dizem os petistas sobre a questão? Fernando Haddad, candidato à Presidência do partido, declarou recentemente que a Venezuela já não é uma democracia.

“Quando você está em conflito aberto, como está lá, não pode caracterizar como uma democracia. A sociedade não está conseguindo, por meios institucionais, chegar a um denominador comum”, afirmou, em 13 de agosto.

A opinião, entretanto, está longe de ser consensual em seu partido.

Nos últimos meses, a despeito da progressiva degradação das instituições democráticas e da economia na Venezuela, parcela significativa do PT tem reiterado seu apoio ao regime de Nicolás Maduro.

A presidente da sigla, a senadora Gleisi Hoffmann (PR), é hoje o principal nome a respaldar essa posição publicamente. Folha de São Paulo

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Estudantes de Sobral, berço de Ciro, relatam pressão para fraudar provas

“Lembro bem que da minha turma chamaram eu e mais colegas que estavam entre os mais inteligentes e nós fizemos no lugar de outros alunos. Neste dia, disseram que o meu nome era Maria Clara.”

Quem fala é Teresa (nome fictício), de 14 anos, aluna da escola municipal Maria do Carmo Andrade em Sobral (a 231 km de Fortaleza). Ela era estudante do oitavo ano em 2017, mas diz ter feito uma prova no lugar de outra aluna do sexto ano.

Na cidade com melhor desempenho do país no ensino fundamental e alardeada pelo presidenciável Ciro Gomes (PDT) como referência na educação, estudantes ouvidos pela Folha relatam pressões e dizem terem sido incentivados por professores a fraudar avaliações em nome de um resultado coletivo de suas respectivas escolas.

Em três dias, a Folha conversou com estudantes nas escolas da rede municipal de Sobral, berço político de Ciro —o atual prefeito é Ivo, irmão do presidenciável.

Nove alunos e cinco ex-alunos afirmaram ter se envolvido em algum tipo de fraude em provas por orientação dos professores. Os depoimentos dos 14 estudantes foram colhidos na presença de suas mães. João Pedro Pitombo – Folha de São Paulo

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