Haddad se cerca de petistas que respondem a processos


Conheça os candidatos a presidente em 2018

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, vem se cercando em sua campanha de auxiliares que foram delatados em desdobramentos da Operação Lava Jato ou que possuem pendências na Justiça, como denúncias e ações cobrando ressarcimento aos cofres públicos. A escolha da equipe ocorre na esteira de uma sequência de embates do partido com o Poder Judiciário e investigadores.

Para a função de tesoureiro de campanha, Haddad escolheu o ex-vereador paulistano Francisco Macena, que responde com o presidenciável a um processo na Justiça Eleitoral por suposto caixa dois na campanha municipal de 2012.

Macena foi o responsável pelas contas da candidatura do partido na capital naquela eleição. As finanças foram postas sob suspeita por delatores da empreiteira UTC em desdobramento da Lava Jato.

O próprio comando nacional do partido atualmente está a cargo de uma denunciada na Lava Jato. A senadora Gleisi Hoffmann (PR), presidente nacional do PT, conseguiu em junho se livrar de ação penalno STF (Supremo Tribunal Federal) em que era acusada de se beneficiar de recursos desviados da Petrobras. Folha de São Paulo

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Por R$ 40 mil, consultora que treinou Lula, Dilma e Aécio trabalha com Haddad

Olga Curado (dir.) acompanha Haddad em agenda de campanha no dia 4 de setembro

A produção libera o acesso ao palco do estúdio e, assim como integrantes de equipes dos outros candidatos, a consultora de imagem Olga Curado corre para o púlpito de Fernando Haddad (PT) nos intervalos do debate promovido por UOL, Folha e SBT, na quarta (26). Ajeita a gravata do petista e, com a mão em seu próprio queixo, parece indicar um pedido para que o candidato levante a cabeça.

A campanha do PT investiu R$ 40 mil, segundo dados entregues ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), na contratação de Olga. O acordo consta da prestação de contas apresentada pelo partido quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda era candidato à Presidência nas eleições deste ano.

Olga já trabalhou com outros candidatos, como Dilma Rousseff, Aécio Neves e o próprio Lula em eleições passadas. A consultora, que trabalhou durante décadas como jornalista, usa métodos do aikidô, arte marcial japonesa, em seus treinamentos sobre comunicação e imagem. Ana Carla Bermúdez, Bernardo Barbosa e Nathan Lopes – Do UOL, em São Paulo

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Fachin nega habeas corpus para soltar ex-presidente da Petrobrás e do BB

Ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo, não constatou ilegalidade e julgou inviável habeas corpus do ex-presidente da Petrobrás - Foto: Fabio Motta/Estadão

O ministro Edson Fachin, do Supremo, negou seguimento – julgou inviável – ao Habeas Corpus 152676, por meio da qual a defesa do ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobrás Aldemir Bendine pedia a revogação de sua prisão preventiva ou a substituição por medidas cautelares alternativas.

Bendine teve sua prisão preventiva decretada pelo juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato, em julho de 2017. O Ministério Público Federal acusou o ex-presidente do BB e da estatal petrolífera de ter recebido R$ 3 milhões de propina da Odebrecht.

O Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) e o Superior Tribunal Justiça mantiveram a custódia preventiva e, em fevereiro deste ano, Fachin indeferiu pedido de liminar, informou o site do Supremo.
Em março deste ano, Moro condenou Bendine a 11 anos de reclusão pela suposta prática dos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

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Bolsonaro recebe alta e deixa hospital em São Paulo

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O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, deixou o hospital Albert Einstein, em São Paulo, neste sábado (29). Ele recebeu alta às 10h, segundo boletim médico divulgado nesta tarde. Não foram informados detalhes do estado de saúde.

O presidenciável deixou o hospital pouco antes das 14h rumo ao aeroporto de Congonhas para viajar para o Rio de Janeiro, em voo comercial. Ele mora em um condomínio na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Além dos jornalistas, parentes de pacientes internados se aglomeraram na porta da recepção com câmeras de celulares para tentar fotografar o candidato, mas ele usou uma saída lateral e deixou o hospital de carro, sem falar com os apoiadores e os jornalistas. 

Ivan Junior percorreu as cidades de Carnaubais, Assú e Mossoró

À tarde, participou de caminhada na Rua Monsenhor Júlio em Assú, ao lado do candidato ao senado Jácome, dos vereadores Stelio, Beatriz, Delkiza, Valdson e Xavier, levando sua mensagem de união e compromisso com as pessoas, destacou que quando prefeito do Assú, lutou ao lado de sua equipe, e bateu muito de porta em porta nos gabinetes para conseguir recursos que fizessem Assú avançar na educação, saúde, habitação, desenvolvimento econômico na zona urbana e rural, gerando mais emprego e renda.

A agenda do candidato a deputado estadual Ivan Junior foi bem extensa nessa sexta – feira, dia 28. Pela manhã, acompanhou o candidato a deputado federal Benes em entrevista em Carnaubais e em seguida, de uma grande reunião ao lado de Chico Pelonha, Batista de Deoclécio, Tassinha, Kenedy e Pinto, reforçando o compromisso para representar a cidade e o Vale do Açu.

Ivan reafirmou seu desejo de ser deputado estadual para somar forças na Assembleia, que seu mandato irá ser parceiro dos outros 23 deputados estaduais e dos federais, para que possa tornar realidade ações e projetos que a região do Vale do Açu e todo sertão potiguar tanto precisam.

Na parte da noite, Ivan seguiu para Mossoró, onde se reuniu com um grupo de apoiadores e amigos, que querem renovação na Assembleia, reafirmou seu compromisso e dedicação pra trabalhar por todos os mossoroenses, ao lado de Benes na Câmara, Jácome e Geraldo no senado, e Robinson no governo.

Bandidos fazem arrastão na casa da prefeita de Pedro Velho

Bandidos reviraram a casa da prefeita e levaram vários objetos de valor — Foto: Cedida

A prefeita da cidade de Pedro Velho, no Agreste potiguar, Patrícia Targino (MDB), foi vítima de bandidos na madrugada deste sábado (29). Ela havia acabado de chegar em casa, após participar de um comício, quando foi rendida. A prefeita e mais sete sete familiares foram feitos reféns dentro de casa por 30 minutos durante o arrastão.

De acordo com a assessoria de imprensa da prefeitura de Pedro Velho, depois do comício realizado no centro da cidade, a prefeita esteve na fazenda de sua propriedade e retornou para a sede do município. Quando entrava em casa, Patrícia Targino foi surpreendida por oito bandidos encapuzados, incluindo uma mulher.

Os criminosos trancaram as vítimas dentro de um dos quartos, enquanto procuravam dinheiro, joias, celulares e recolhiam aparelhos de televisão. Segundo a assessoria, como não encontraram dinheiro, levaram os objetos de valor.

Na fuga, os bandidos ainda levaram o carro do pai da prefeita, um idoso com mais de 80 anos. O carro foi abandonado cerca de 10 quilômetros do centro, na Zona Rural do município.

Policiais do Grupo Tático Operacional da PM fizeram buscas na região, mas não encontraram nenhum suspeito. Sérgio Henrique Santos, Inter TV Cabugi

O PT quer ‘tomar o poder’ leia o editorial do ‘Estado’

Um regime autoritário pode se instalar da maneira clássica, por meio de um golpe, ou como resultado de um paulatino processo de captura do poder por um determinado grupo político, que assegura sua hegemonia a partir do aparelhamento do Estado. De um modo ou de outro, o resultado é sempre o mesmo: a submissão do Estado – e da Nação – aos interesses de quem o controla, o exato oposto de uma democracia. É precisamente isso o que o PT tentará fazer se esse partido conseguir vencer a eleição presidencial.

Para os que ainda concedem ao PT o benefício da dúvida, enxergando naquele partido credenciais democráticas que a sigla há muito perdeu – se é que um dia as teve -, recomenda-se a leitura de uma entrevista que o “companheiro” José Dirceu deu ao jornal El País.

Na entrevista, o jornal pergunta ao ex-ministro, deputado cassado e réu triplamente condenado se ele acredita na possibilidade de que o PT seja impedido de assumir a Presidência caso vença a eleição – ou seja, se pode haver um golpe. José Dirceu considera essa hipótese “improvável”, pois significaria colocar o Brasil na rota do “desastre total”, uma vez que “na comunidade internacional isso não vai ser aceito”. Mas então Dirceu, condenado a mais de 33 anos de prisão por corrupção no âmbito da Lava Jato, deixa claro que, para o PT, as eleições, afinal, são apenas uma etapa na tomada do poder. “Dentro do país é uma questão de tempo para a gente tomar o poder. Aí nos vamos tomar o poder, que é diferente de ganhar uma eleição”, explicou o ex-ministro.

Não é preciso grande esforço para perceber o projeto antidemocrático petista nessas poucas palavras. Quando diz que “tomar o poder” é diferente de “ganhar uma eleição”, significa que o poder pode ser conquistado e consolidado à margem ou mesmo a despeito do natural processo democrático – que, justamente, tem como um de seus fundamentos a alternância de governantes, para evitar a cristalização de um determinado grupo político-partidário na máquina estatal.

Ao afirmar que é apenas uma “questão de tempo” para que o PT efetivamente tome o poder, Dirceu dá a entender que esse processo já está em curso. Pode-se dizer que os esquemas arquitetados pelo PT e seus associados para corromper o Congresso eram parte da estratégia, e só não foram mais longe porque houve um acidente de percurso – a Operação Lava Jato.

Mas há um aspecto menos escandaloso e mais insidioso nessa ofensiva do PT, que é a construção, passo a passo, da hegemonia do pensamento e da ação petistas em diversos setores da sociedade – e, para que essa estratégia insinuada por Dirceu seja bem-sucedida, é preciso contaminar de petismo também as instituições sobre as quais repousa a tarefa de garantir a democracia. Foi exatamente o que o chavismo fez na Venezuela, não à toa um modelo de “democracia” para os petistas. 

Em resolução publicada depois do impeachment da presidente Dilma Rousseff, em 2016, o PT lamentou não ter se concentrado na “construção de uma força política, social e cultural capaz de dirigir e transformar o País”, o que incluía a reforma do Estado para se contrapor ao que chamou de “sabotagem conservadora”, e disse ter falhado ao não “promover oficiais (das Forças Armadas) com compromisso democrático e nacionalista” – isto é, militares alinhados ao PT.

Mas, como constatou Dirceu, nem o impeachment de Dilma nem a prisão do máximo líder da camarilha petista, Lula da Silva, interromperam o empreendimento autoritário do partido. Ao contrário: a autorização dada ontem pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski para que Lula possa dar entrevistas na cadeia mostra o quanto as instituições basilares da democracia continuam permeáveis ao lulopetismo. 

Para permitir que Lula, encarcerado por corrupção e lavagem de dinheiro, dê declarações com potencial para influir na disputa presidencial, tumultuando um processo já bastante confuso, Lewandowski invocou a “liberdade de imprensa”. Ou seja, recorre-se a um dos princípios mais caros aos regimes democráticos para garantir a Lula um privilégio – situação por si só incompatível com uma democracia, mas muito coerente com a “tomada de poder” pelo PT.

Em busca de votos do centro, Ciro diz que jamais vai ‘andar’ com o PT

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Na reta final do primeiro turno, o candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, fez nesta sexta-feira, 28, o gesto mais explícito na tentativa de se distanciar do PT e conquistar votos de eleitores do centro.

Em entrevista a uma rádio e durante agenda de campanha, ele chamou o PT de “organização odienta de poder” e disse que não vai se aliar ao partido num eventual segundo turno ou aceitar qualquer convite para assumir um futuro ministério no caso de vitória do candidato petista, Fernando Haddad.

“O PT contou comigo ao longo dos últimos 16 anos. Na medida em que eles se juntam com o Renan Calheiros (MDB-AL), que presidiu o Senado no impeachment que eles chamam de golpe, que estão juntos no Ceará com o (presidente do SenadoEunício Oliveira (MDB), não é mais possível, para mim, andar com eles na política”, afirmou o pedetista, em entrevista à Rádio Guaíba, do Rio Grande do Sul. Renan Truffi, Gilberto Amendola e Mateus Fagundes, O Estado de S.Paulo

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