Edir Macedo diz no Facebook que apoia Bolsonaro para presidente

No Facebook, bispo Edir Macedo diz que apoia Bolsonaro

O bispo Edir Macedo afirmou no Facebook que está apoiando Jair Bolsonaro (PSL-RJ) na campanha presidencial.

Macedo, que é dono da TV Record e líder da Igreja Universal do Reino de Deus, uma das mais influentes organizações religiosas do país, fez a afirmação ao responder a um de seus seguidores na rede social.

“Queremos saber bispo do seu posicionamento sobre a eleição pra presidente”, perguntou o discípulo Antonio Matos. 

Macedo então respondeu: “Bolsonaro”.

O seguidor festejou: “Concordo plenamente. Esta eleição não é apenas uma luta política. Avançamos atacando o mal todo o dia e ele está revoltado contra todo o nosso povo. Seria interessante se o senhor e toda a cúpula da igreja viessem a público para exteriorizar esse pensamento. Eu sou a Universal e também estou com Bolsonaro só que muitos de nossos membros ainda estão indecisos e uma palavra sua ajudaria muita gente a se decidir:.

A campanha de Bolsonaro recebeu na semana passada a informação de que Macedo explicitaria o seu apoio, inclusive por meio de um vídeo.

Até agora, no entanto, nada foi gravado. Mônica Bergamo – Folha de são Paulo

Comentários em Facebook do bispo Edir Macedo, sobre apoio a Bolsonaro
No Facebook, bispo Edir Macedo diz que apoia Bolsonaro – Reprodução

MDB deve manter poder no Senado com Norte e Nordeste

Resultado de imagem para MDB deve manter poder no Senado com Norte e Nordeste
Legenda disputa com o PSDB qual deve fazer a maior bancada na Casa; Jader, Renan, Lobão, Braga e Requião lideram pesquisas


O resultado das urnas nas eleições 2018 não deve mudar a principal configuração do Senado em 2019. Se as pesquisas de intenção de voto se confirmarem no dia 7, a maior bancada, outra vez, ficará com o MDB, partido que comanda a Casa há 17 anos.

Levantamento feito pelo Estado mostra que a sigla tem chances de manter os atuais 18 senadores ou até somar um parlamentar ao grupo.

A possibilidade de ampliar uma bancada atingida em cheio pela Lava Jato – sete senadores são investigados pela operação ou desdobramentos dela –, será um feito para um partido que tem o presidente mais impopular da história. A vitória, caso obtida, virá das Regiões Norte e Nordeste, onde a legenda pode fazer 12 dos 14 candidatos com chance de serem eleitos. Em 2014, a sigla elegeu cinco, que permanecem por mais quatro anos.

Entre os parlamentares que puxam essa perspectiva positiva para o MDB estão alguns de seus principais caciques, como Eunício Oliveira (CE), atual presidente da Casa; Renan Calheiros (AL), Jader Barbalho (PA); Edison Lobão e Eduardo Braga (AM), além de Romero Jucá (RO). Algumas trocas, no entanto, podem ocorrer, mas sem prejuízo ao partido. Adriana Ferraz, Marcelo Godoy e Matheus Lara, O Estado de S.Paulo

Leia maisMDB deve manter poder no Senado com Norte e Nordeste

Partidos do centro lideram disputas em 16 Estados

Resultado de imagem para Partidos do centro lideram disputa em 16 Estados
Governadores eleitos vão ter papel fundamental na negociação de reformas no Congresso

Os partidos do centro – PSDB, MDB, DEM, PP, PSD, PROS e PHS – lideram as pesquisas do Ibope de intenção de voto nas eleições 2018 para os governos de 16 Estados. Apesar da fragmentação dessa força política, que se dividiu em quatro candidaturas à Presidência e hoje potencialmente fora da disputa do segundo turno, segundo as pesquisas, ela deve ganhar o mesmo número de unidades da federação que em 2014.

Esses partidos compunham a base original do governo de Michel Temer – o PSB, que também participou da base, deve vencer em outros seis Estados. Os resultados das pesquisas mostram que, apesar da polarização entre esquerda e extrema-direita na corrida presidencial, 21 dos 27 governadores devem sair de legendas que não apoiam nem o petista Fernando Haddad nem o deputado Jair Bolsonaro, do PSL.

A coligação que dá sustentação à candidatura de Haddad tem chance de eleger seis governadores, contando um do PROS, que deixou de ser centro. Os demais devem vir do PT (4) e do PCdoB (1). Já PSL e PRTB, que estão com Bolsonaro, não lideram em nenhum Estado. O cenário é bem diferente do ocorreu em 2014, quando as alianças que foram para o segundo turno elegeram 23 dos 27 governadores. Adriana Ferraz, Marcelo Godoy, Matheus Lara e Ricardo Galhardo, O Estado de S.Paulo

Leia maisPartidos do centro lideram disputas em 16 Estados

Lagoa de Pedras e Vera Cruz recebem Fábio Faria

O deputado federal Fábio Faria participou na noite deste sábado (29) de dois comícios na região do Agreste Potiguar.

Em Lagoa de Pedras, onde recebe o apoio do prefeito Ranieri, Fábio prestou contas do mandato, que destinou mais de R$ 6,9 milhões de reais para a cidade, e foi aclamado pela multidão que tomou conta das ruas para ouvi-lo.

Em Vera Cruz, ao lado do prefeito Marcos, confirmou que já foi empenhada emenda parlamentar de 2018 no valor de R$ 648 mil para pavimentação das ruas da cidade.

“Tenho percorrido o RN prestando contas do meu trabalho e mostrando resultados. Sou o deputado que mais trouxe recursos pro Estado. Não venho aqui prometer, venho apresentar o que já foi feito e pedir o voto de vocês para continuar trabalhando pelo Rio Grande do Norte, junto do Governador Robinson que, apesar de todas as dificuldades e do boicote dos adversários, está vencendo a crise e entregou mais de 1.200 obras e ações concretas pro RN”, destacou.

Justiça Eleitoral fere liberdade de expressão de pastores

Apóstolo Cesar Augusto Machado de Souza em evento religioso

Fundador da Igreja Fonte da Vida, o apóstolo Cesar Augusto afirma que a Justiça Eleitoral fere a liberdade de expressão e a de representatividade ao coibir a participação política dos pastores.

Em agosto, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cassou o mandato do deputado federal Franklin (PP-MG) e o do estadual Márcio José Oliveira (PP-MG). Na campanha de 2014, ambos participaram de um evento religioso no qual o líder de uma igreja pediu aos fiéis votos para eles.

Na opinião de Cesar Augusto, o pastor tem tanto direito de emitir sua opinião como um professor, um empresário ou um médico. 

Eleitor de Jair Bolsonaro, ele diz que o candidato não é o “monstro” que muitos achavam ser. 

Em agosto, um deputado federal e um estadual foram cassados, pois um líder religioso pediu votos aos seus fiéis. Como o sr. vê esse fato? Respeito a Justiça, base da democracia. Mas a Justiça pode se equivocar, como nesse caso, ferindo dois direitos fundamentais: a liberdade de expressão e a de representatividade. A igreja é um segmento. Representa a sociedade, o cidadão.

Por que as outras instituições podem apresentar os seus candidatos e a igreja não? É um equívoco, que evidencia um preconceito injustificado quanto à capacidade intelectual de escolha dos fiéis. Ninguém é forçado a frequentar uma igreja, sendo livre para sair se houver invasão de sua individualidade.
 
Em outra decisão, o TRE- SP cassou um candidato ao concluir que foi ajudado por um pastor, que distribuiu propaganda fora do templo. Aos olhos da lei, os templos são tidos como de “bem comum”, lugares de frequência pública. Dentro do templo não se pode identificar candidatos, nem falar sobre eles. Mas a mesma lei não impede que se fale dentro dos templos sobre valores cívicos ou morais, nem que se apresente os candidatos do lado de fora da igreja. Se esse juiz agiu dessa forma, se equivocou, mas todo ser humano é passível de erro.

A participação política dos pastores não desequilibra a disputa eleitoral? O pastor, acima de tudo, é um cidadão. Paga seus impostos e tem direito de se expressar igual a um médico, a um professor em sala de aula ou a um empresário quando reúne seus funcionários. Isso é liberdade de expressão.

Os membros da igreja aceitam ou não. O pastor não tem o poder de fazer com que a igreja aceite sua opinião. Pelo contrário, no meio evangélico, quando há uma atitude ditatorial, a tendência da igreja é fazer o oposto. 

O sr. já pediu voto? Dentro da igreja, não. Fora, já pedi, peço e pedirei. Sou um cidadão brasileiro, envolvo-me com as questões do país, tenho responsabilidade com as pessoas que me admiram e gostam daquilo que falo.

Não sou unanimidade, como ninguém é. Nem Cristo foi e nem Cristo é, mas tem pessoas que querem ouvir minha opinião. Falarei fora do templo. Dentro do templo, falo sobre valores.

Um atleta [Felipe Melo, do Palmeiras] declarou seu voto após uma partida e quase foi punido por isso. A liberdade de expressão está sob ataque? Acho que sim e vou além. Se o Felipe declarasse apoio a um candidato de esquerda, não seria perseguido. Mas teve coragem e contribuiu com a democracia. Respeitar opiniões diferentes das que gostamos faz parte da democracia.

Somos obrigados pela ditadura intelectualizada esquerdista a achar que só é bonito posicionar-se do lado de quem representa a esquerda? A esquerda foi um grande mal para o país, que ainda traz esse ranço de atraso. Parabéns, Felipe Melo! Que outros tenham coragem de se posicionar.

Preocupa o clima de radicalização política? A democracia é uma disputa de ideias, não uma imposição. Você não parte para a violência. Ganha quem tem os melhores argumentos e consegue convencer o eleitor. Preocupa uma disputa de uns contra outros. 

A Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil declarou apoio ao Bolsonaro. O sr. concorda? Sim. Mas há várias instituições que representam os evangélicos. Nem todas são vinculadas a essa confederação. E todas têm o direito de emitir sua opinião. O que não pode é ficar em cima do muro. Quem fica em cima do muro não serve para liderar.

Bolsonaro defende a liberação do uso de arma e já se posicionou favorável à tortura e à pena de morte. Não é uma contradição aos valores cristãos? Ninguém é perfeito. A esquerda posiciona-se a favor do aborto, da ideologia de gênero; os candidatos da esquerda apoiam o kit gay e a tudo isso nós cristãos somos totalmente contrários.

Então, cada candidato tem a sua liberdade para expressar. Lógico que o meio evangélico é pacificador, somos da paz. Mas, entre aqueles que estão postulando a Presidência, vamos escolher os que se aproximam mais dos nossos valores.

Haddad cresceu nas pesquisas por conta de sua identificação com Lula. O eleitor que o apoia não acredita na culpa do ex-presidente ou não liga para a questão ética? Lula assumiu o país com um caixa muito bom deixado pela administração anterior. Com esse dinheiro, fez bons projetos, montou uma boa equipe, mas depois fez o que todos sabemos e o que a Lava Jato mostrou. Essa camada da população que foi beneficiada tem a tendência de se posicionar ao lado do PT.

Mas, com o passar do tempo, muitos que achavam que o Bolsonaro seria um monstro estão vendo que ele não é. Pelo contrário, a monstruosidade tentou destruí-lo e isso mostrou a humanidade que o Bolsonaro tem. 

Rogério Gentile – Folha de São Paulo

PT caminha para fiasco no Acre, onde Bolsonaro lidera com vantagem

O PT corre o risco de sofrer no Acre a derrota mais acachapante nestas eleições em todos os níveis: presidente, governo local e Senado. Há exatos 20 anos, iniciou-se a hegemonia do partido no estado, que deve acabar neste pleito.

O senador petista Jorge Viana dificilmente será reeleito. Conhecido pela capacidade de diálogo com políticos de outras legendas e pela moderação no discurso, ele parece ter perdido ambos os atributos: no primeiro caso, pelo isolamento petista depois do impeachment da presidente Dilma Rousseff, e, no segundo, exatamente pela dificuldade que a postura de enfrentamento do PT tem implicado na construção de alianças.

Alguns meses atrás, Viana protagonizou dois episódios que demonstram isso. A portas fechadas, em uma reunião partidária, exaltou-se com a presidente nacional da legenda, senadora Gleisi Hoffmann (PR). Ela se mostrava irredutível na determinação de impedir alianças com partidos que votaram a favor do impeachment de Dilma. Percebendo o tamanho da dificuldade que isso iria lhe impor no Acre, ele esmurrou a mesa, se levantou e gritou: “Gleisi, você precisa parar com esse negócio de golpismo. Isso não vai nos levar a lugar nenhum!” Saiu sem ouvir a resposta dela. 
Paulo Silva Pinto – Correio Braziliense

Leia maisPT caminha para fiasco no Acre, onde Bolsonaro lidera com vantagem

Morre cantora Angela Maria, aos 89 anos, em São Paulo

A cantora Angela Maria no palco do Sesc Santana, em 2016

A cantora Angela Maria morreu na noite de sábado (29), por volta das 22h, após 34 dias internada no Hospital Sancta Maggiore, na Mooca, em São Paulo. Segundo informações de sua assessoria, ela não resistiu a uma infecção bacteriana. A artista, chamada de “Rainha do Rádio”, tinha 89 anos e acabara de completar 70 de carreira. 

Nascida em Conceição de Macabu, distrito de Macaé (RJ), Abelim Maria da Cunha, seu nome de batismo, começou a cantar ainda muito jovem no coro de uma igreja batista no Estácio, tradicional bairro carioca. Filhos do pastor da igreja, ela e os irmãos cantavam nos cultos.

Angela costumava mostrar seu talento também na fábrica de lâmpadas em que trabalhava e, mesmo contra a vontade da família, começou a participar de programas de calouros em busca do sonho de sua vida: ser artista de rádio. 

Pesquisa CNT/MDA mostra segundo turno entre Bolsonaro e Haddad

Os presidenciáveis Jair Bolsonaro (esq.) e Fernando Haddad (PT), que encabeçam a pesquisa CNT/MDA

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) e o ex-prefeito Fernando Haddad (PT) seriam os candidatos que disputariam o segundo turno para a eleição presidencial caso a votação do primeiro turno fosse hoje, segundo os resultados de pesquisa CNT/MDA divulgadas no início da madrugada deste domingo (30).

Bolsonaro aparece com 28,2% da preferência do eleitorado, seguido por Haddad, que aparece com 25,2%. Em seguida estão Ciro Gomes (PDT) com 9,4%, e Geraldo Alckmin (PSDB) com 7,3%. 

De acordo com a pesquisa, o capitão reformado e o ex-prefeito de São Paulo são os candidatos cujos eleitores estão mais decididos em relação à opção de voto. Nos dois casos, mais de 80% dos eleitores declaram ter certeza sobre a decisão. 

error: Content is protected !!
%d blogueiros gostam disto: