Para Jaques Wagner, PT pode ser vice de Ciro Gomes

Jacques Wagner

Apontado como uma das alternativas do PT para a disputa da Presidência da República, o ex-ministro e ex-governador da Bahia Jaques Wagner admitiu nesta terça-feira, 1º, que o partido pode aceitar ser vice de Ciro Gomes (PDT) e defendeu a inclusão de Joaquim Barbosa (PSB) no diálogo com os demais partidos de esquerda.

Ao chegar ao ato de 1º de Maio organizado pelas seis centrais sindicais na tarde desta terça-feira, em Curitiba, Wagner foi indagado por jornalistas sobre a possibilidade de o PT aceitar ser vice de Ciro e respondeu: “Pode. Sempre defendi que, após 16 anos, estava na hora de ceder a precedência. Sempre achei isso. Não conheço na democracia ninguém que fica 30 anos. Em geral fica 12, 16, 20 anos. Defendi isso quando o Eduardo Campos ainda era vivo. Estou à vontade neste território”, segundo informações de Ricardo Galhardo, O Estado de S.Paulo.

Wagner defendeu as articulações feitas pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad, que também é citado como alternativa do PT a Lula, e já se reuniu duas vezes com Ciro neste ano. “O Haddad teve uma conversa sobre a economia brasileira e acharam que era sobre política eleitoral no estrito senso. Esse é o caminho. Eu continuo na minha posição. O PT vai sustentar a candidatura do Lula até que alguém diga que ele está interditado definitivamente. Ninguém traça uma estratégia já pensando em plano B”, afirmou.

Delator da Galvão diz que pagou R$ 1 milhão a Kassab

Kassab afirma que não coordena coleta de assinaturas para PSD

O executivo Dario de Queiroz Galvão Filho disse em delação premiada que o então prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD, ex-DEM), atuou no direcionamento de licitação da obra do túnel Sena Madureira para que a Galvão Engenharia saísse vencedora. Em contrapartida, a empreiteira teria doado R$ 1 milhão para o diretório nacional do DEM, numa estratégia considerada pelos investigadores como “pagamento de propina via doação eleitoral”.

O termo de colaboração do executivo foi anexado aos autos de inquérito contra o ex-prefeito e hoje ministro que tramita no Supremo Tribunal Federal. Kassab é investigado por suspeita de recebimento de vantagens indevidas da Odebrecht em 2008 e 2009 que teriam sido desviadas de contratos de obras viárias no Estado de São Paulo.

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Ivan Júnior é recebido com alegria e carinho por vereadora de Paraú

O pré-candidato a deputado estadual pelo PSD Ivan Júnior, apontado por pesquisa administrativa como o melhor prefeito da história do Assú nos últimos 30 anos, não pára.

Ele esteve hoje na cidade de Paraú, visitando Neguinha, vereadora atuante com seis mandatos. Ivan disse que “nada melhor no Dia do Trabalhador, poder abraçar familiares da vereadora, gente batalhadora que tem minha admiração e respeito”.

“Obrigado pela receptividade e estamos juntos nessa luta”, destacou o ex-secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos que foi recebido com entusiasmo e carinho.

‘Com medo de vaia’, presidenciáveis evitam palanque no Dia do Trabalho

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“Com medo de vaia”, segundo Paulinho da Força, os quase dez pré-candidatos à Presidência foram convidados, mas não apareceram no ato da Força Sindical deste 1º de Maio, Dia do Trabalho, em São Paulo, salvo por três deles, que expressaram pessimismo ao falar do país.

Manuela D’Ávila (PCdoB) pediu a revogação da reforma trabalhista, “que retira direitos dos trabalhadores, paga menos e faz com que trabalhem muito mais”.

Referindo-se ao incêndio e consequente desabamento de prédio em São Paulo, Paulo Rabello de Castro (PSC) disse que “foi a República do Brasil que desabou em cima do trabalhador e a trabalhadora brasileira”.

Com 13,7 milhões de desempregados, número em ascensão, segundo o IBGE, “quem quer governar o país tem a obrigação moral de gerar emprego”, discursou Aldo Rebelo (Solidariedade).

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Juíza nega visitas de líderes de centrais sindicais a Lula

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A juíza federal Carolina de Moura Lebbos, responsável pela execução da pena do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, negou nesta segunda-feira (30) novos pedidos de visita ao petista, preso em Curitiba desde o dia 7 de abril. Foram barradas as solicitações de seis líderes de centrais sindicais, que pretendiam ver Lula na quarta-feira (2), dia seguinte às manifestações em solidariedade a ele previstas para amanhã (1), feriado do Dia do Trabalho.

Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Adilson Gonçalves de Araújo, líder da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), José Calixto Ramos, da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Edson Carteiro da Silva, da Intersindical, Antônio Carlos dos Reis, da União Geral dos Trabalhadores (UGT), e João Carlos Gonçalves, o Juruna, da Força Sindical, queriam fazer a visita “na qualidade de representantes de centrais sindicais e amigos do executado”. As informações são da revista VEJA.

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Ivan Júnior prestigia festa do padroeiro de Arapuá em Ipanguaçu

Na companhia do ex-prefeito de Ipanguaçu Leonardo Oliveira, o ex-secretário estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e ex-prefeito do Assú, Ivan Júnior, esteve ontem para prestigiar a participar na comunidade de Arapuá, da festa de seu padroeiro São José Operário.

O pré-candidato a deputado estadual pelo PSD, Ivan Júnior, que tem o apoio do ex prefeito Leonardo, aproveitaram para conversar com amigos e lideranças políticas, durante a festa social e religiosa de grande importância para a comunidade.

Ivan disse que ficou feliz de ver o carinho e respeito que a população de Ipanguaçu tem para com seu ex gestor, que com certeza contribuiu muito para desenvolvimento da cidade.

Hostilizado, Temer deixa às pressas local do incêndio em SP

O presidente Michel Temer errou em sua estratégia de comparecer ao local do incêndio para prestar apoio às vitimas da tragédia que atingiu dois prédios no Centro de São Paulo, na madrugada desta terça-feira, e precisou deixar o local às pressas, levado por seguranças. Um edifício de 24 andares desabou e até o momento ao menos quatro pessoas estão desaparecidas. Uma morte está confirmada.

Por volta das 10h, Temer desceu de um carro preto e cercado por repórteres disse que estava ali para prestar apoio às vítimas, quando passou a ser hostilizado pelos moradores que revoltados passaram a xingá-lo de “golpista” e arremessaram objetos contra a comitiva do presidente.

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Polícia Federal mira 660 brasileiros com contas secretas na Suíça

Passados três anos do vazamento de contas secretas de milhares de brasileiros na Suíça no caso que ficou conhecido como Swissleaks, a Polícia Federal do Brasil concluiu a primeira etapa do inquérito criminal aberto sobre o caso e decidiu aprofundar a investigação contra 660 brasileiros suspeitos de manterem contas ou investimentos secretos no HSBC da Suíça. Neste grupo estão grandes empresários de diversos setores da economia — principalmente construção civil, indústria e área financeira.

Os crimes sob apuração são evasão de divisas e lavagem de dinheiro, além de outros delitos financeiros que possam surgir. A lista inclui ainda 13 ex-funcionários do HSBC no Brasil que são investigados sob suspeita de terem atuado e auxiliado na abertura das contas secretas e prática de crimes financeiros, totalizando 673 investigados no caso.

Detalhes inéditos do inquérito, que tramita sob sigilo, foram obtidos pelo GLOBO. Após uma minuciosa investigação em um imenso banco de dados, a PF identificou 9.325 clientes da instituição financeira com nacionalidade brasileira e contabilizou que eles mantiveram US$ 15,2 bilhões no HSBC Private Bank Genebra à época dos fatos investigados — o período entre 2006 e 2007. O valor equivale a R$ 53,4 bilhões, pela atual cotação do dólar — para efeitos de comparação, a Petrobras calculou em R$ 6 bilhões o prejuízo que a corrupção provocou aos seus cofres. As informações são de AGUIRRE TALENTO – O Globo.

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No balé das delações, Moro perde Odebrecht, mas pode ganhar mais artilharia anti-PT

Renato Duque em depoimento prestado a Sérgio Moro no ano passado.

As cartas na manga da Lava Jato parecem não ter fim. Os procuradores responsáveis pela operação ainda esbravejavam nas redes sociais contra a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de retirar trechos da delação da Odebrecht das mãos do juiz Sérgio Moro quando começou a circular a notícia de que o ex-ministro Antonio Palocci está fechando a sua própria delação com a Polícia Federal (PF). Nesta segunda-feira, outra boa notícia para os partidários da investigação: o ex-diretor da Petrobras Renato Duque, acusado de ser o operador do PT na estatal, também está em vias de fechar o seu acordo.

Duque já havia fechado um outro acordo, mas em nível internacional, segundo o jornal O Globo, que informa detalhes sobre o novo entendimento com o Ministério Público Federal. A decisão do STF de retirar de Moro trechos da delação da Odebrecht teria beneficiado Duque. Agora, suas informações sobre a participação dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff e dos ex-ministros Antonio Palocci e José Dirceu em esquemas de propina valem mais. Em depoimento prestado a Moro no ano passado, Duque, que está preso desde 2014, disse que Lula “detinha o comando” dos esquemas irregulares identificados na Petrobras.

Já a negociação de Palocci, preso desde setembro de 2016, teria enfim sido encaminhada com a PF, já que o Ministério Público não pareceu interessado em utilizar o que o ex-ministro tinha para dizer. A colaboração de Palocci com a Justiça já foi fechada em falso e noticiada mais de uma vez. Agora, a informação que corre é de que seus depoimentos detalham como ele levou pessoalmente pacotes de dinheiro vivo para Lula. Sobre Dilma, o ex-ministro diz que ela atuou para atrapalhar as investigações da Lava Jato ao tentar nomear Lula para comandar a Casa Civil. As informações são de Rodolfo Borges – El País.

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Prisão de Lula absorve atos de 1º de maio e unifica centrais sindicais

O ex-presidente Lula participa de missa em homenagem à Marisa Letícia, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (SP) - 07/04/2018

A prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado em segunda instância na Operação Lava Jato, integrou-se à pauta das manifestações de sindicalistas neste feriado de 1º de maio, Dia do Trabalho, deslocou o eixo geográfico dos tradicionais atos da data e conseguiu unificar, em um mesmo palanque, petistas ferrenhos e artífices do impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

As lideranças das maiores centrais sindicais do país costumam escolher os atos de 1º de maio em São Paulo para darem o ar da graça e falarem ao público, atraído por shows de artistas da moda e sorteios variados. Com Lula atrás das grades, entretanto, a principal mobilização em 2018 terá como palco Curitiba, onde o ex-presidente está detido desde 7 de abril.

Tendo como mote “Em Defesa dos Direitos e por Lula Livre”, o ato na capital paranaense ainda vai incorporar aos protestos contra a reforma trabalhista aprovada pelo governo Michel Temer (MDB) o discurso petista de que o ex-presidente é perseguido pela Justiça e um “preso político”. Lula foi condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) a 12 anos e 1 mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no caso do tríplex do Guarujá e ainda responde a outros seis processos na Justiça Federal. As informações são de João Pedroso de Campos – VEJA.

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Cabral recebia ‘prêmios’ de até R$ 90 milhões, diz economista

Sérgio Cabral

Amigo do ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB), o economista Carlos Miranda afirmou em seu acordo de delação premiada que a propina paga pela Federação das Empresas de Transportes do Rio (Fetranspor) a deputados da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) era repartida por Cabral, conforme o “grau de influência” e “importância” de cada parlamentar na Casa

A federação, segundo Miranda, abasteceu mensalmente os deputados de R$ 500 mil a R$ 1 milhão, de 1995 a 2002, quando Cabral presidia a Casa. Apontado como “homem da mala” do ex-governador, o economista faz esse relato no anexo n.º 48 de sua delação, obtida pelo Estado.

O delator afirmou que Cabral e o hoje presidente afastado da Alerj, Jorge Picciani (MDB), “que eram os principais líderes da Alerj à época”, conduziam “as negociações”. Ele não citou os nomes dos deputados beneficiados, mas contou que Cabral ficava com a maior parcela “por ser presidente do órgão”.

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Sindicatos rurais e colônias de pesca do Seridó são suspeitos de declarações falsas

Irregularidades têm permitido que pessoas que nunca trabalharam na agricultura pleiteiem benefícios especiais do INSS

O Ministério Público Federal (MPF) enviou uma recomendação aos sindicatos de trabalhadores rurais e colônias de pescadores de 23 municípios do Seridó Potiguar, alertando para que haja maior rigor na emissão de certidões. Diversos casos de irregularidades têm chegado ao conhecimento do MPF, nos quais pessoas se utilizam de declarações falsas para buscar benefícios do INSS que são voltados exclusivamente para agricultores e pescadores.

Além dos sindicatos e colônias de pesca, também foram alvo da recomendação as federações de Pescadores (Fepern) e dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares (Fetarn); bem como os gestores das agências do INSS em Caicó, Jardim do Seridó, Currais Novos, Parelhas, e Jucurutu.

A Procuradoria da República (PRM) localizada em Caicó tem recebido representações que apontam a possível emissão de certidões e declarações falsas por parte de sindicatos de trabalhadores rurais e colônias de pescadores dos municípios pertencentes à sua área de atuação. Nos documentos, as entidades declaram a condição de agricultor ou pescador de pessoas que, “em muitos dos casos, nunca trabalharam na agricultura e pesca”.

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Ministro do STJ retira de Moro extradição de Alvo da Lava-Jato

Raul Schmidt Felippe Junior foi preso na 25ª fase da Lava-Jato – Reprodução / YouTube

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Sérgio Kukina decidiu retirar das mãos do juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, o processo de extradição de Raul Schmidt Felippe Júnior, alvo da Lava-Jato que reside em Portugal e possui dupla cidadania. O caso foi alvo de um conflito de competência entre Moro e o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1).

Embora seja uma instância superior a ele, Moro não é subordinado ao TRF-1, porque sua jurisdição é do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4). Moro havia determinado a extradição do operador financeiro, mas o TRF-1 suspendeu o processo. No sábado, o órgão divulgou uma dura nota criticando Moro, que queria manter a extradição mesmo contra o entendimento do TRF-1.

O desembargador federal Ney Bello, presidente do órgão, classificou como “intolerável” a decisão de manter a extradição de Raul Schmidt. Na nota, Bello diz que é “inimaginável, num Estado Democrático de Direito, que a Polícia Federal e o Ministério da Justiça sejam instados por um juiz ao descumprimento de decisão de um tribunal, sob o pálido argumento de sua própria autoridade”. As informações são de O Globo.

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Nomeado na Câmara dos Vereadores, presidente do PDT viaja pelo país

Nomeado no gabinete do vereador Daniel Martins (PDT) na Câmara de Vereadores do Rio, o presidente nacional do PDT e ex-ministro do Trabalho, Carlos Lupi, não é visto na Casa. O pedetista não frequenta o plenário, nem dá expediente no prédio anexo como auxiliar de gabinete, cargo em que está lotado.

Porém, fora do Palácio Pedro Ernesto, Lupi mantém, nos dias de semana, mesmo quando há sessões, uma agenda intensa pelo país, filiando novos companheiros para o partido e acompanhando o pré-candidato da sigla à Presidência da República, Ciro Gomes, em eventos.

Para ocupar o cargo de auxiliar de gabinete, Lupi recebe um salário mensal bruto de R$ 3,5 mil, que pode superar R$ 10 mil se somados os auxílios transporte e alimentação, além de gratificações. Cabe à função de Lupi redigir ofícios, atender ao público e secretariar o vereador.

No entanto, sua rotina diária é bem diferente. No último dia 19, quando o expediente da Casa previa sessão, Lupi estava a mais de 1.700 quilômetros de distância da Câmara. Junto com Ciro Gomes, visitou, naquela data, aldeias indígenas no Mato Grosso e se encontrou com a família do ex-deputado federal e cacique Mário Juruna. As informações são de MARCELO REMÍGIO E MIGUEL CABALLERO – O Globo.

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