Campus Party fomenta tecnologia no RN

O governador Robinson Faria marcou presença no terceiro dia da Campus Party (CP). Após cumprir agenda no município de São Fernando nesta sexta (13), Robinson acompanhou o agito do evento ao lado dos secretários de Estado e diretores de órgãos da Administração Direta e Indireta do Governo do RN.

Em um momento de interação com as atividades da maior feira de tecnologia do país, o chefe do Executivo estadual esteve no estande do Governo e percorreu a #cpjerimum prestigiando as exposições tecnológicas que movimentam o evento. Visitou o núcleo do Campus, um espaço localizado no centro da Arena que controla toda a conectividade virtual e oferece um primeiro andar com vista panorâmica do pavilhão; apreciou os estandes de entidades parceiras, como o da Justiça Federal do RN, da Federação das Indústrias (Fiern) e Sebrae-RN.

Nas bancadas dos campuseiros, o governador foi imerso no mundo da tecnologia com impressoras 3D, robôs, ações de empreendedorismo, games e cosplayers; conheceu iniciativas de startups e makers e, na Arena de Drones, teve a experiência de pilotar pela primeira vez um drone.

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PHS deve proibir coligação de Zenaide com Fátima Bezerra do PT

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O Partido Humanista da Solidariedade (PHS), do deputado estadual Souza, da deputada federal Zenaide Maia Calado e do ex-prefeito Maurício Marques, de Parnamirim, não deverá fazer coligação com o Partido dos Trabalhadores, em nível nacional, no Rio Grande do Norte e no restante do Brasil.. A determinação sairá da Executiva Nacional do Partido, tendo à frente o deputado federal Marcelo Aro, de Minas Gerais.

Em recente entrevista, o deputado Mineiro, – adversário dos petistas nas Minas Gerais -, criticou a possibilidade da ex-presidente Dilma Rousseff ser candidata no Estado e foi mais além: “Espertos, os gaúchos não quiseram se associar ao que restou do PT. Ela foi descartada pelos próprios companheiros do Partido no Rio Grande do Sul”.

-Infelizmente, ela tem chances de vitória”, reconheceu o deputado Marcelo Aro, acrescentando que Dilma pode “fortalecer a chapa do enrolado governador Fernando Pimentel (PT). Pimentel, segundo Marcelo Aro, está enrolado em denúncias de corrupção.

O deputado federal Marcelo Aro, presidente do PHS, assumiu o comando partidário por força de uma liminar do ministro Gilmar Mendes. Reconhecidamente, é o maior crítico do PT no Estado e é ligado politicamente ao presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia, que por sua vez é primo do senador José Agripino Maia. As informações são do jornalista Alexandre Cavalcanti do blog Pinga Fogo.

Fachin dá acesso a dados e destrava inquéritos da PF

Um ano após determinar a abertura dos inquéritos no Supremo Tribunal Federal com base na delação da Odebrecht, o ministro Edson Fachin atendeu a um pedido que delegados da Polícia Federal consideram vital para o desfecho das investigações.

Nesta sexta-feira, 13, em decisão ainda sob sigilo, o ministro, que é relator da Operação Lava Jato na Corte, permitiu que o grupo da PF que trabalha nos inquéritos do Supremo tenha acesso irrestrito aos sistemas Drousys e MyWebDay. Eles registram toda a comunicação e a contabilidade paralela do Grupo Odebrecht.

Levantamento feito pelo Estado nos autos dos 80 inquéritos que tramitam atualmente no STF derivados da “lista de Fachin” aponta que, em pelo menos 32 casos, há manifestações formais de ao menos sete delegados que declaram ser indispensável uma perícia técnica para a conclusão das investigações. O número pode ser maior porque há desatualização no sistema de visualização de documentos do Supremo.

Esses 32 inquéritos envolvem 40 pessoas, a maioria políticos com foro privilegiado. Incluem os senadores Aécio Neves (PSDB-MG), Romero Jucá (MDB-RR), Renan Calheiros (MDB-AL), Edison Lobão (MDB-MA), Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Ciro Nogueira (PP-PI); o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os ministros Aloysio Nunes (PSDB) e Gilberto Kassab (PSD). Também estão na lista o senador Humberto Costa (PT-PE) e os deputados Carlos Zarattini (PT-SP) e Zeca Dirceu (PT-PR), além do ex-ministro José Dirceu, já condenado na Lava Jato. Todos negam envolvimento em irregularidades.

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29 parlamentares são alvo de investigação eleitoral

Entre os alvos dos inquéritos da Odebrecht no Supremo Tribunal Federal, 29 parlamentares são investigados pelo crime de falsidade ideológica eleitoral – caixa 2 ou caixa 3, quando não há indícios de corrupção ou lavagem de dinheiro.

Quando essas autoridades perderem o foro no STF, seja por fim de mandato ou por provável limitação que a Corte pode impor na aplicação da prerrogativa, há chance de os casos serem enviados para a Justiça Eleitoral.

A definição da seção de Justiça ou do tribunal para onde uma investigação deve ser encaminhada não tem uma fórmula exata. A análise tem de ser feita caso a caso, de acordo com os elementos apurados.

Se, nos casos envolvendo alguns desses parlamentares, não forem identificados indícios de corrupção ou lavagem de dinheiro, é provável que sejam enviados à Justiça Eleitoral. Foi o que ocorreu em relação ao inquérito que investigava o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB), por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) a pedido da Procuradoria-Geral da República. As informações são de O Estado de São Paulo.

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Ministro Alexandre de Moraes dribla perguntas sobre o STF

Alexandre de Moraes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes se mostrou irritado nessa sexta-feira (13) ao ser questionado sobre questões referentes à Corte. Ele esteve na capital mineira para participar de um seminário promovido pela Associação dos Juízes Federais (Ajufe). Durante a palestra de cerca de uma hora, o ministro somente falou de temas relacionados à segurança pública.

Após a explanação, que encerrou o evento, Alexandre de Moraes foi questionado por jornalistas sobre assuntos que tramitam no Supremo, mas repetiu por diversas vezes, demonstrando irritabilidade, que não iria comentar. “Eu já falei durante uma hora, podem usar o que falei”, disse ele, que tirou várias fotografias com alunos.

A nível nacional, o ministro está no centro de duas questões polêmicas, das quais preferiu se esquivar nessa sexta-feira (13) na capital mineira. Ele faz parte da Primeira Turma do STF que vai decidir, na próxima terça-feira, se recebe a denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB), no âmbito da operação Lava Jato, e o torna réu por corrupção e obstrução de Justiça.

Além disso, Alexandre de Moraes tem sido pressionado por membros do PT e pessoas do alto escalão do Palácio do Planalto para mudar de posicionamento sobre o cumprimento da execução penal após decisão de segunda instância. O ministro não concorda com a tese de que a pessoa somente possa ser presa após a decisão transitar em julgado. FRANSCINY ALVES – O Tempo.

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MDB de Temer é a sigla que mais encolheu na Câmara desde 2015

Se no Executivo o MDB sofre rejeição popular recorde com a gestão de Michel Temer, a situação no Legislativo também não é das melhores: o partido foi o que mais perdeu cadeiras na Câmara dos Deputados na atual legislatura, iniciada em 2015. Nem mesmo a disposição de Temer de concorrer à reeleição, que poderia dar tração ao partido, deteve a vazão de deputados.

Com o encerramento neste mês da janela que permitiu a livre migração de deputados entre as legendas, o MDB se viu reduzido de 65 vagas para 51 na Câmara.

Com isso, perdeu o status de maior bancada para o PT —que tem 60 das 513 cadeiras— e agora divide com o PP (Partido Progressista) de Paulo Maluf, que também tem 51 deputados, a segunda colocação.

A explicação para o encolhimento passa pela baixíssima popularidade do governo Temer, mas tem como principal ingrediente o instinto de sobrevivência dos congressistas, que buscam nos estados melhores condições financeiras e políticas para se reeleger. Ranier Bragon – Folha de São Paulo

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PSDB pede denúncias sobre uso da máquina por Márcio França

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O PSDB paulista pediu a seus militantes que reúnam evidências de uso da máquina pelo governador Márcio França (PSB), até sexta passada vice do tucano Geraldo Alckmin, em favor de sua campanha de reeleição.

A ordem foi expedida por um braço direito do pré-candidato tucano ao governo paulista, João Doria.
Em mensagem a grupos de diretórios do PSDB, o ex-secretário paulistano de Justiça Anderson Pomini pede para que sejam enviados a seu escritório de advocacia dados envolvendo “toda e qualquer movimentação da estrutura do estado, municípios e demais órgãos públicos”.

“Começaram a chegar informações no sentido de que o governador vinha utilizando seu prestígio para pressionar prefeitos. Mas são informações sem subsídio, fofoca de política, por isso pedimos imagens, vídeos, áudios”, disse Pomini, que coordena a área jurídica do PSDB-SP e deverá integrar o comando da campanha de Doria. Igor Gielow – Folha de São Paulo.

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EUA e aliados atacam a Síria após uso de armas químicas

Míssil cruza céu em Damasco, na Síria

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta sexta-feira 13 que lançou uma ofensiva aérea contra a Síria, em represália ao suposto ataque químico que matou 40 pessoas na semana passada. A Casa Branca diz que o ato em questão teria sido ordem do ditador sírio, Bashar al-Assad.

Segundo Trump, o lançamento de 58 mísseis liderado por Washington teve como objetivo destruir cerca de um quinto da Força Aérea síria. A ação teve participação de militares do Reino Unido e da França, que anunciaram apoio aos EUA há dois dias.

O presidente americano também afirmou que uma ação coordenada com esses aliados está em curso, integrando esforços militares, diplomáticos e econômicos dos governos das três nações.

Em entrevista coletiva uma hora depois, porém, o secretário da Defesa, James Mattis, e o general Joseph Dunford, chefe do Estado-Maior conjunto, afirmaram que a ação da madrugada deste sábado em Damasco (22h em Brasília) era pontual e não teria continuidade a menos que o regime repetisse atrocidades. Silas Martí – Folha de São Paulo.

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