Acadêmicos do Tatuapé é a campeã do Carnaval 2018 de SP

Com o enredo 'Maranhão: os tambores vão ecoar na terra de encantaria', a escola de samba Acadêmicos do Tatuapé desfila no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo (SP) - 10/02/2018

Pelo segundo ano consecutivo, a Acadêmicos do Tatuapé é a campeã do Carnaval 2018 de São Paulo. O resultado foi conhecido na divulgação do último quesito, com as notas de mestre-sala e porta-bandeira. A escola desfilou na sexta-feira (9) e prestou um tributo ao Maranhão e sua cultura local no Sambódromo do Anhembi.

Eis a classificação final do Carnaval 2018 de São Paulo, segundo a revista VEJA

1º Acadêmicos do Tatuapé – 270

2º Mocidade Alegre – 270

3º Mancha Verde – 270

4º Tom Maior – 270

5º Dragões da Real – 269,9

6º Império de Casa Verde – 269,7

7º Gaviões da Fiel – 269,6

8º Rosas de Ouro – 269,6

9º Vila Maria – 269,5

10º Vai-Vai – 269,3

11º X-9 Paulistana – 268,9

12º Acadêmicos do Tucuruvi – 216

13º Unidos do Peruche – 268,4

14º Independente – 267,7

Campanha de carnaval tem custo de R$ 25 milhões

A campanha de carnaval do Ministério da Saúde neste ano teve um investimento de cerca de R$ 25 milhões. A campanha deste ano tem como tema Viver o Carnaval #VamosCombinar e dá continuidade à lançada durante o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, em 1º de dezembro.

O objetivo da campanha é fortalecer as diversas formas de prevenção às infecções sexualmente transmissíveis como o HIV/aids junto ao público jovem. Este ano, como novidade, serão utilizadas diferentes manifestações musicais de cada local, tais como o samba, axé, frevo, marchinhas e forró.

O Ministério da Saúde afirmou que realiza uma série de campanhas de prevenção ao longo do ano, em especial, em duas datas, em 1º de dezembro e no carnaval. Além disso, a pasta desenvolve, em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde, ações e campanhas regionais e municipais por ocasião de eventos específicos destinados à juventude, como shows e festas regionais. As informações são do portal Contas Abertas.

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TCU gasta R$ 7,8 milhões com vigilância armada

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O Tribunal de Contas da União (TCU) empenhou R$ 7,8 milhões para prestação dos serviços continuados de vigilância armada, nas dependências da Corte e nas residências das autoridades. Além disso, o valor também prevê a segurança pessoal privada armada para condução de veículos oficiais de representação e acompanhamento de autoridades, compreendendo além da mão de obra, o fornecimento de uniformes e o emprego de todos os equipamentos e ferramentas necessários à execução dos serviços.

De acordo com o edital de licitação, a prestação de serviços compreende, além da mão de obra, o fornecimento de uniformes e o emprego de todos os equipamentos, ferramentas e EPIs necessários à sua execução. Ao todo, são 99 empregados entre vigilantes, supervisores, seguranças pessoais e encarregado-geral.

Os serviços são prestados no Tribunal de Contas da União, considerando o Edifício Sede e os Anexos I, II, III, situados no Setor de Administração Federal Sul, em Brasília, além das residências das autoridades, cujo endereço, em Brasília/DF, só é fornecido para a empresa contratada. As informações são do portal Contas Abertas.

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Governo gasta mais de R$ 50,7 milhões com festividades e homenagens em 2017

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“Todo o carnaval tem seu fim”, já diria a música do grupo Los Hermano. As festividades podem estar acabando para a maioria da população que vê o ano de 2018 começar “de verdade” agora. No governo federal, no entanto, muitas festas estão por vir. Durante todo o ano passado, a União gastou R$ 50,7 milhões com festividades e homenagens.

Com os recursos teria sido possível bancar um ano de carnaval de Salvador, um dos maiores do Brasil. No ano passado, o Carnaval de Salvador teve custo total de R$ 50 milhões, sendo 40% deste valor financiado com recursos dos cofres municipais – R$ 20 milhões, enquanto R$ 30 milhões ficaram a cargo da iniciativa privada.

O montante desembolsado para festividades e homenagens é superior, por exemplo, ao valor previsto para ser investido na realização de obras e na aquisição de equipamentos em ações do Ministério da Transparência e na Defensoria Pública em 2018.

Órgãos mais “festeiros”

No ano passado, o Ministério da Saúde foi o maior responsável pelos gastos com festividades e homenagens. A Pasta desembolsou R$ 16,8 milhões com esse tipo de despesa. Quase a totalidade dos dispêndios foi realizada pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa) em razão do acordo de cooperação técnica internacional com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). Os eventos se destinaram à atividades do projeto “Território Saudáveis Sustentáveis por meio de Ações de Saúde Ambiental”. As informações são do portal Contas Abertas.

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Seis homens com fuzis interceptaram van de Juliana Paes

Juliana Paes no camarote da Grande Rio

Juliana Paes passou por um grande susto na noite da última segunda-feira, quando ia para o Sambódromo. A van da Grande Rio que levava a atriz e sua equipe foi vítima de um arrastão na Avenida 31 de Março, quase chegando à Marquês de Sapucaí. Seis homens armados com fuzis fizeram o motorista parar o veículo e um deles entrou na van. Levou apenas um celular Samsung que pertencia a um familiar da atriz.

O assaltante, que reconheceu Juliana, ainda deu o seu recado: disse que não queria os i-Phones porque viram “peso de papel”, já que esse tipo de celular pode ser totalmente bloqueado pelo dono. “Odeio i-Phone”, comentou o ladrão.

Ninguém foi agredido fisicamente na ação. Depois do susto, Juliana seguiu seu trajeto para a Sapucaí e permaneceu sorridente no camarote da Grande Rio. O grupo não registrou ocorrência em delegacia. As informações são de O Dia.

Lewandowski libera para votação no plenário ação sobre reajuste dos servidores

Lewandowski

O ministro Ricardo Lewandoswki, do Supremo Tribunal Federal (STF), liberou para votação no plenário a ação pela qual suspendeu liminarmente a medida provisória (MP) que adiava em um ano o reajuste do funcionalismo federal e aumentava a contribuição previdenciária dos servidores que ganham mais de R$ 5,5 mil, de 11% para 14%. Agora cabe a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, incluir a ação na pauta de julgamento pelo 11 ministros do Supremo.

A liberação foi publicada no dia 5 de fevereiro no Diário de Justiça Eletrônico do STF. No dia 1° do mês, o Broadcast adiantou que o ministro pediria ainda em fevereiro que a ação fosse submetida ao plenário. Assim que pautado, o plenário da Corte vai decidir se referenda ou não a decisão liminar de Lewandowski tomada em dezembro, em resposta a ação ajuizada pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL).

Com o adiamento do reajuste, o governo esperava economizar R$ 4,4 bilhões. Outros R$ 2,2 bilhões seriam obtidos com o aumento da alíquota previdenciária. Um dia depois da decisão, Lewandowski defendeu a suspensão da MP afirmando que “cada Poder tem as suas próprias preocupações” As informações são de Amanda Pupo, O Estado de S.Paulo.

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Governo quer mediação para não pagar R$ 65 bi à Petrobras

Terminal marítimo da Petrobras, em Madre de Deus, BA

O governo pretende resolver em até dois meses um impasse com a Petrobras para fazer um megaleilão de pelo menos R$ 76 bilhões ainda neste ano e já consultou a AGU (Advocacia-Geral da União) sobre uma possível arbitragem.

Com a disputa entre os interessados, no entanto, o negócio poderia render mais de R$ 90 bilhões.

Embora exista disposição para um acerto, o governo tende a resolver o assunto como uma questão de Estado. Do outro lado, a Petrobras não fechará acordo caso enfrente resistência de acionistas minoritários, que já avaliam a questão e podem embolar a negociação se ela for danosa à estatal.

O assunto divide técnicos e ministros de Fazenda, Planejamento, Minas e Energia e Casa Civil. A ideia preferida no momento é convencer a Petrobras a ceder espaço para concorrentes nos campos do pré-sal onde, segundo contrato de 2010, tem o direito de exploração até 2050. As informações são da Folha de São Paulo.

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Ivete Sangalo faz primeira aparição após dar à luz, e pode ter alta nesta quarta

Ivete Sangalo aparece na varanda do hospital onde está internada em Salvador

Ivete Sangalo, 45, fez sua primeira aparição pública, nesta terça (13), três dias após dar à luz Helena e Marina.

A cantora apareceu na sacada do hospital Aliança, em Salvador (BA), onde as gêmeas nasceram neste sábado (10), e falou brevemente com a imprensa local.

“Está tudo ótimo. As meninas são lindas, o parto foi lindo, [elas] são quietas. Estou amamentando as duas ao mesmo tempo. Nas primeiras noites, a adaptação é mais difícil, mas já se apegaram, e eu tenho muito leite, graças a Deus”, disse a artista.

Ivete também falou que apesar de ter optado por não fazer nenhum procedimento cirúrgico para evitar gravidez, como laqueadura, não pretende ter mais filhos. Ela e o marido, o nutricionista Daniel Cady, 32, já são pais de Marcelo, 8. Para engravidar das gêmeas, o casal recorreu à inseminação artificial.

A assessoria de Ivete informou ao “F5” que ela e as filhas devem ter alta nesta quarta (14).

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Maia diz que depende de prefeitos e governadores para aprovar Previdência

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O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), admitiu nesta terça-feira (13) que a aprovação da reforma da Previdência é difícil, mas disse que ainda acredita ser possível reunir os votos necessários para passá-la desde que haja engajamento de prefeitos e governadores que precisam da mudança nas regras devido às suas crises fiscais.

Para Maia, só com a mudança nas regras previdenciárias cidades e Estados voltarão a ter fôlego para investir, gerar empregos e crescer nos próximos anos.

“As mudanças vão ajudar municípios e Estados que estão quebrados a voltar a investir. É importante que eles agreguem votos e a gente precisa que eles ajudem”, disse ele a jornalistas no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro.

O presidente da Câmara não comentou sobre quantos votos o governo contabiliza para pautar a reforma na Câmara, mas destacou que ela só será levada a votação se houver a certeza de apoio suficientes.

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Para evitar palanque duplo, PSDB avalia filiar Márcio França à legenda

Sob pressão, PSDB avalia filiar França à legenda

Porto seguro do PSDB nas eleições presidenciais, o colégio eleitoral paulista é hoje motivo de grande preocupação para os tucanos, em especial para o governador do Estado, Geraldo Alckmin. Pré-candidato ao Planalto, Alckmin ainda não conseguiu unir o partido em torno de um palanque forte para sua sucessão no Palácio dos Bandeirantes. Encerrado o carnaval, os próximos dias serão decisivos em busca de uma solução para o impasse. Entre as opções à mesa, está até a filiação do atual vice-governador, Márcio França (PSB), ao PSDB.

Além de França, o Palácio dos Bandeirantes tem como postulantes à candidatura governista o prefeito de São Paulo, João Doria, o secretário Floriano Pesaro, o cientista político Luiz Felipe D’Ávila e o ex-senador José Aníbal, todos do PSDB. Há ainda a pressão do Planalto para que Alckmin apoie Paulo Skaf, do MDB, em troca da força do Planalto na eleição nacional.

Se não encontrar uma saída que mantenha o PSDB unido, Alckmin corre o risco de sair enfraquecido na disputa nacional e também de deixar o PSDB desguarnecido em sua principal cidadela, o Estado de São Paulo, essencial para a sobrevivência do partido desde 1995, quando Mario Covas (1930-2001) assumiu o governo.

O perigo aumentou na semana anterior ao carnaval com a aproximação de França, pré-candidato ao governo, de partidos considerados de centro-esquerda, como o PC do B e o PDT, hoje fora da órbita tucana. As informações são de Pedro Venceslau e Adriana Ferraz, O Estado de S.Paulo.

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TSE permite que candidatos financiem campanhas apenas com recursos próprios

Uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), publicada no início de fevereiro, permite que candidatos nas eleições deste ano financiem suas campanhas inteiramente com recursos próprios.

No ano passado, o autofinanciamento criou uma discordância entre o Congresso e o Palácio do Planalto. A reforma política aprovada em outubro previa um limite para as doações de candidatos às suas próprias campanhas. O presidente Michel Temer vetou o trecho, mas o veto foi derrubado, em dezembro, pelo Congresso.

Em novembro, antes da derrubada do veto, a Rede e o PSB questionaram no Supremo Tribunal Federal (STF), em ações diferentes, a falta de limite para o autofinanciamento. Os processos são relatados pelo ministro Dias Toffoli.

A resolução do TSE diz que “o candidato poderá usar recursos próprios em sua campanha até o limite de gastos estabelecido para o cargo ao qual concorrer”. Os limite estabelecidos para cada cargo são os seguintes: As informações são de O Globo.

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Maia nega que Luciano Huck possa ser candidato à Presidência pelo DEM

Maia

Na Sapucaí, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), negou na segunda-feira (12), a possibilidade de o apresentador Luciano Huck sair candidato à Presidência da República por seu partido. Huck já descartou que vá se candidatar, mas estaria tendo conversas com políticos sobre o processo de 2018 mesmo assim.

“O DEM vai ter candidato a presidente, e o pré-candidato vai ser lançado em março. Temos o maior carinho pelo Luciano, mas nesse momento ele não faz parte do projeto do nosso partido. Vamos ter entre dez e 12 candidatos nos estados e no início de março vai ficar claro que o partido vai seguir seu próprio caminho”, afirmou.

Sobre carnaval, Maia disse que a crítica à Reforma Trabalhista feita pelo Paraíso do Tuiuti em seu desfile, domingo, 11, foi por desinformação do carnavalesco (Jack Vasconcelos). A escola tinha uma ala, chamada “Guerreiros da CLT”, em que uma carteira de trabalho aparecia chamuscada, e o operário tinha vários braços, para simbolizar a sobrecarga de tarefas. As informações são da Agência Estado.

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Governo Temer coloca Huck no radar e pressiona aliados

luciano huck

Sem expectativa de manter a unidade dos partidos aliados na eleição, o Palácio do Planalto mudou a estratégia e passou a elogiar o apresentador Luciano Huck, sob o argumento de que ele pode até mesmo ter o apoio do MDB, se for candidato à cadeira do presidente Michel Temer. O movimento foi calculado para reagir às articulações do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na tentativa de mostrar que o MDB pode desequilibrar o jogo.

Dono do maior tempo de TV na propaganda política, o partido de Temer não pretende avalizar Huck, que hoje flerta com o PPS. Com a nova tática, porém, demarca o território para deixar claro que, se não querem o seu “dote” por medo da impopularidade do presidente, um outsider na política pode levá-lo e sair na frente nessa corrida.

Nos bastidores, auxiliares de Temer dizem que tanto Alckmin quanto Maia fazem discurso público favorável à reforma da Previdência, mas, na prática, lavam as mãos e não ajudam a angariar votos para aprovar a proposta. A avaliação no Planalto é a de que os dois não têm interesse em fortalecer o governo em um ano eleitoral. As informações são da Agência Estado.

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Com um jovem morto e outro ferido a bala, Carnaval de Assú deixa marca da violência

O Carnaval em Assú vem deixando o rastro de morte e dor para familiares de dois jovens. Um foi assassinado e outro baleado na cabeça ontem. No começo dos festejos momescos, um cidadão foi morto por atropelamento em Assú.

Na noite violenta da segunda feira,  o jovem Jeferson Matheus da Silva Oliveira, 23 anos de idade, foi assassinado nas proximidades da panificadora São Francisco, na conhecida Baixa do Colégio, depois de um tumulto entre os foliões e muitos tiros disparados que provocou correria.

A Polícia até agora não identificou quem fez os disparos de arma de fogo que atingiu a vitima.

A segunda tentativa de assassinato aconteceu algumas horas após o crime de homicídio  na Baixa do Colégio, quando Antônio Marcos da Mata, 28 anos, residente na rua dos Poetas, no bairro Vertentes, foi baleado na cabeça e socorrido para o Hospital Regional do Assú, após uma confusão.

Até o momento, a Polícia não forneceu informações do autor deste crime. O saldo de três dias de folia, foi dois mortos e um ferido a bala gravemente.

Em nova gafe, Gleisi vê apoio ao PT em música do Carnaval da Bahia

A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, confundiu a letra de uma música do cantor baiano Léo Santana com apoio ao seu partido.

Em postagem numa rede social no último sábado (10), Gleisi afirmou que o cantor estava reconhecendo a boa administração do governo da Bahia ao cantar um de seus sucessos, a música “Vai dar PT”, durante o desfile de seu trio elétrico no circuito do Campo Grande.

A música, contudo, não faz referência ao Partido dos Trabalhadores: a sigla PT, na canção de Léo Santana, significa perda total. As informações são de João Pedro Pitombo –  Folha de São Paulo.

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Em Apodi, banda Saia Rodada arrasta cerca de 15 mil foliões no carnaval

Arrastão carnaval de Apodi reúne centenas de foliões

Pelo menos quinze mil pessoas pularam e dançaram ao som da banda Saia Rodada no primeiro arrastão do Carnaval 2018 de Apodi, na região Oeste do Rio Grande do Norte, de acordo com estimativa da Secretaria Municipal de Turismo, organizadora da festa.

O reforço policial vindo de Natal e a segurança privada contratada pelo município garantiram uma festa sem ocorrências durante todo percurso.

O Carnaval 2018 de Apodi teve início na sexta-feira (9), com uma grande festa na Praça da Folia, e segue até a quarta-feira de cinzas pela manhã, quando encerra com show da banda Grafith. Com informações da Tribuna do Norte.

STF pode rever aval para candidato bancar campanha do próprio bolso

O PSB tenta reverter no Supremo decisão do TSE que permitiu aos candidatos financiarem suas campanhas neste ano com dinheiro do próprio bolso até o valor limite previsto para cada cargo. A norma da Corte Eleitoral foi publicada último dia 2.

O partido avalia que a resolução do tribunal, na prática, não colocou limite para o autofinanciamento, o que beneficiará os mais ricos. Isso porque os candidatos ao Planalto podem gastar até R$ 70 milhões de recurso próprio. Quem concorre ao governo, até R$ 21 milhões, dependendo do Estado.

Cofrinho. O artigo 29 da resolução 23.553 do TSE estabelece que os candidatos a deputado federal poderão se autofinanciar até R$ 2,5 milhões. Para os estaduais, o limite é de R$ 1 milhão.

Alerta… O advogado Rafael Carneiro, que atua para o PSB, diz que o fato de o TSE definir que o candidato pode pagar do próprio bolso o teto permitido para financiar a campanha “coloca em risco a paridade de armas no processo eleitoral e a própria democracia”.

…Vermelho. No último pleito municipal, de cada cinco prefeitos eleitos, um é milionário. “Quanto mais dinheiro o candidato tem, mais ele investe na própria campanha e, por conseguinte, mais chances ele temde vencer”, diz Carneiro. As informações são da Coluna do Estadão.

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