Bolsonaro diz que, se eleito, irá cortar verba publicitária da Globo

Presidenciáveis 2018

Em um vídeo publicado em seu perfil no Facebook na sexta (1º), o deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) afirma que, caso seja eleito presidente, irá reduzir verbas publicitárias para o grupo Globo.

No vídeo, o parlamentar está em frente a seu gabinete na Câmara, no que parece ser uma conversa com jornalistas.

“Continuem fazendo o trabalho sujo de vocês, quem sabe consigam emplacar o Lula em 2018. E daí, vocês vão estar bem. Vão ter como negociar bem a dívida do BNDES, que ele tá prometendo para vocês. Mas tá prometendo também o controle social da mídia. Vocês talvez vão ficar felizes quando todos estiverem escrevendo para o jornal ‘O Granma’. Aquele jornaleco de Cuba que não serve nem para colocar na privada”, disse. As informações são da Folha de São Paulo.

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Rede lança Marina Silva como pré-candidata à Presidência em 2018

A Rede decidiu neste sábado lançar o nome de Marina Silva como pré-candidata à Presidência da República em 2018. A decisão foi tomada em reunião dos grupos regionais do partido. Após a reunião, já com a presença de Marina, foi lida uma carta repleta de críticas ao atual governo e à ação política do “conluio”. O documento também condena as reformas ora propostas. O presidente Michel Temer batalha para tentar aprovar ainda este ano a reforma da Previdência.

“Não aceitamos mais como regra da ação política o conluio que coloca o patrimônio de toda a sociedade a serviço de interesses individuais ou de grupos. Sem falar daqueles que assaltaram – e dos que continuam assaltando – os cofres públicos para enriquecimento próprio ou para irrigar seus projetos de poder, e que, com impressionante cinismo, falam hoje em ‘reformas imprescindíveis’ para ‘salvar o país'”, diz a carta. As informações são de O Globo.

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Temer é vaiado após falar em melhora econômica

TEMER

O presidente Michel Temer foi vaiado durante discurso na cerimônia de entrega de 896 unidades do programa Minha Casa, Minha Vida em Americana (SP).

Em mais de um momento, os presentes vaiaram o peemedebista enquanto ele discursava. Houve quem gritasse “Fora, Temer”. Quando ele disse que em “18 meses de governo, o Brasil não parou”, a plateia rompeu em vaias.

Depois de falar da melhora econômica do País, o presidente escolheu encerrar o discurso com um provérbio bíblico, que também foi acompanhado de vaias. “Está alguém entre vós triste, orai. Está alguém entre vós alegre, cantai louvores. Eu quero cantar louvores”, disse. As informações são da Agência Estado.

Impopular, Temer ainda pensa em disputar a reeleição

Em certas situações, há uma diferença abissal entre o que os políticos dizem em público e o que armam nos bastidores. Na quarta-feira 29, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, declarou que o presidente Michel Temer não tem a pretensão de disputar a reeleição: “O presidente diz, desde sempre, que cumprirá sua missão se conseguir colocar o Brasil nos trilhos. E, graças a Deus, o Brasil está começando a andar nos trilhos”.

Nos gabinetes de Brasília, no entanto, o mesmo Padilha aparece como entusiasta da candidatura de Temer à reeleição. Seu principal parceiro nesse projeto é o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Moreira Franco. Para a dupla, Temer, o mandatário mais impopular desde a redemocratização do país, pode conquistar um novo mandato se reerguer a economia. O crescimento do PIB e do nível de emprego transformaria a rejeição recorde de hoje em votos em 2018.

Não é só a economia que alimenta esse sonho eleitoral. Acusados de cobrar propina, Padilha e Moreira, identificados como “Primo” e “Gato Angorá” nas planilhas da Odebrecht, apostam na reeleição para que eles mesmos, além de Temer, preservem o foro privilegiado. As informações são da VEJA.

INSS cancela 213.873 auxílios-doença em todo o país

Após realizar 242.167 perícias de revisão até o dia 22 de novembro em todo o Brasil, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) cancelou 213.873 benefícios. A ausência de convocados levou ao cancelamento de outros 20.304 benefícios. Além disso, 39.406 benefícios foram convertidos em aposentadoria por invalidez, 2.066 em auxílio-acidente, 1.272 em aposentadoria por invalidez com acréscimo de 25% no valor do benefício e 5.854 pessoas foram encaminhadas para reabilitação profissional. Ao todo, 530.191 benefícios de auxílio-doença serão revisados. A economia anual estimada até agora é de R$ 3 bilhões.

No Estado do Rio, após 23.719 perícias de revisão, foram cancelados 19.269 auxílios-doença, o que representa 81,2% dos trabalhadores que passaram pelo pente-fino em 2017. Com isso, conforme dados do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), será possível economizar R$ 233,7 milhões por ano no pagamento de benefícios no estado.

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), a ausência de convocados levou ao cancelamento de outros 2.072 benefícios. Além disso, 5.551 benefícios foram convertidos em aposentadoria por invalidez, 70 em auxílio-acidente, 182 em aposentadoria por invalidez com acréscimo de 25% no valor do benefício e 719 pessoas foram encaminhadas para reabilitação profissional. No estado, 41.100 benefícios de auxílio-doença serão revisados. As informações são de O Globo.

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Mulher de ministro do TSE pede medidas protetivas

A dona de casa Élida Souza Matos pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) medidas protetivas contra o marido dela, o ministro Admar Gonzaga, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Élida, que chegou a se retratar de um boletim de ocorrência registrado por ela na polícia, reafirmou que foi vítima de agressão e solicitou que Admar seja proibido de entrar em contato com ela.

Em 14 de novembro, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou o ministro do TSE por violência doméstica e disse que houve ofensa à integridade física de Élida. Afirmou ainda que Admar exerceu intensa pressão psicológica para que ela mudasse a versão da história.

Por ser integrante de Corte superior, Admar pode ser julgado apenas no STF, onde o processo é tocado pelo ministro Celso de Mello, relator do caso. Ele ainda não tomou decisão sobre as medidas protetivas solicitadas por Élida. Ela também pediu que Admar seja obrigado a manter seu plano de saúde, em razão dos problemas que tem, e a pagar 16 salários mínimos mensais: R$ 14.992. As informações são de O Globo.

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Operação devolve a estados de origem 160 que estavam em presídios federais

Em operação articulada entre o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e os governos estaduais, 160 presos, a maioria ligada às facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC), que estavam em presídios federais foram transferidos na última quinta-feira (30) e sexta-feira (1°) para penitenciárias dos estados de origem, no Rio de Janeiro e de São Paulo.

Em nota, o Ministério da Justiça informou que a transferência dos presos visa “auxiliar as ações de segurança pública dos estados e os sistemas penitenciários [locais]”, segundo a Agência Brasil.

Eles foram levados em avião da Força Aérea Brasileira (FAB), acompanhados por policiais e agentes penitenciários dos dois estados. “A operação permite integrar ações de segurança pública e justiça criminal”, informa a nota do Ministério da Justiça.

De acordo com a pasta, a expectaticva é que a transferência para os estados de origem presos que aguardavam julgamento em unidades prisionais distantes de onde cometeram os crimes resulte em mais agilidade nos processos judiciais.

AGU recorre de liminar que proibiu propaganda de reforma da Previdência

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A Advocacia Geral da União entrou com um recurso contra a decisão que suspendeu a propaganda da reforma da Previdência. O documento foi apresentado na tarde desta sexta-feira, 1º, ao presidente do TRF1, Hilton Queiroz.

No texto, a ministra Grace Mendonça destaca que a campanha funciona como “prestação de contas do desempenho” do governo.

“A divulgação dos projetos da União, via campanha publicitária, funciona, vale repetir, como uma prestação de contas do desempenho de suas competências no enfrentamento dos grandes temas nacionais. Tudo em homenagem aos princípios da publicidade e da transparência que devem instruir os atos da Administração”.

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