Senadores fogem da polêmica sobre a nova Previdência

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Senadores da base aliada ao governo decidiram se afastar das discussões sobre a reforma da Previdência diante das dúvidas sobre a votação do texto na Câmara dos Deputados, etapa anterior na tramitação da proposta, e da polêmica em torno do tema.

Procurados pela Folha, líderes de partidos da base de Michel Temer evitam se manifestar sobre o assunto.

Apesar do discurso do governo, de que a intenção é votar a medida ainda em 2017 na Câmara, parlamentares vislumbram grande dificuldade em aprovar a medida nesse prazo.

São necessárias duas votações pelos deputados até o recesso de fim de ano, que começa no dia 23 de dezembro, antes que o texto siga para o Senado. O governo precisa ter o apoio de ao menos 308 dos 513 para que o texto avance para a outra Casa.

Mesmo se a reforma for aprovada na Câmara neste ano, o tema só passará a ser debatido a partir de fevereiro pelos senadores. As informações são da Folha de São Paulo.

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Aplicado neste domingo, Enade avalia desempenho do ensino superior

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Estudantes do ensino superior realizaram as provas do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) neste domingo, 26, em 1.497 municípios.

Aplicado desde 2004, o Enade avalia o desempenho de alunos que estão concluindo o ensino superior. Em 2016, apenas 6% dos cursos avaliados pelo Enade obtiveram nota máxima.

Em 2017, o exame conta com 537.407 estudantes inscritos, de 12.815 cursos. Serão avaliadas mais de 2.000 instituições de ensino superior.

Os portões abrem às 12h e fecham às 13h. As provas começam às 13h30, horário de Brasília. As informações são da Folha de São Paulo.

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Palanque de Alckmin para 2018 terá ideias de direita e de esquerda

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Investimentos em programas sociais, privatizações e uma política dura de segurança deverão estar juntos no palanque de Geraldo Alckmin (PSDB) em 2018.

Para furar a polarização entre Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PSC) na campanha presidencial, o tucano começou a montar um discurso híbrido em sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto.

O objetivo do governador paulista é se consolidar como o principal nome de centro na disputa, absorvendo plataformas identificadas com a direita –como o aperto das contas públicas– e bandeiras a esquerda –como a participação do Estado na redistribuição de renda.

Nas palavras de um aliado, Alckmin quer ser um “ponto de equilíbrio” entre dois polos “radicais” que lideram as pesquisas de intenção de voto. No último levantamento do Datafolha, Lula (35%) e Bolsonaro (17%) acumulavam o apoio de metade do eleitorado, enquanto o governador aparecia com 8%. As informações são da Folha de São Paulo.

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Gestão Temer esbarra em redução da base para votar reformas

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A pouco mais de 13 meses para o fim do mandato de Michel Temer (PMDB), o Congresso e o governo têm uma extensa lista de projetos engatilhados, mas a chance de aprovação é incerta.

Tendo assumido o poder com uma ampla base de apoio –mais de 350 dos 513 deputados–, o presidente conseguiu aprovar temas como a reforma trabalhista e o congelamento dos gastos federais, mas agora sua base de apoio minguou para menos da metade dos 513 deputados.

E quanto mais se aproxima a eleição de 2018 menores são as chances de aprovação de temas controversos ou de maior vulto. Ainda estão na fila promessas consideradas cruciais pelo mercado para a recuperação econômica, como asreformas da Previdência e tributária.

A alteração previdenciária já passou em comissão especial da Câmara, mas teve que ser enxugada devido à falta de apoio. Mesmo assim, líderes governistas mantêm o prognóstico pessimista. As informações são da Folha de São Paulo.

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Lava Jato pressiona Andrade Gutierrez a delatar filho de Lula

Fábio Luiz Lula da Silva na cerimônia de posse presidencial em Brasília (DF) em 2007

Sem Gamecorp, Lulinha e teles, não tem acordo. Foi esse recado, dito sem rodeios, que negociadores da Andrade Gutierrez receberam de procuradores da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba neste mês.

O grupo Andrade Gutierrez é um dos controladores da Oi, operadora de telefonia que investiu R$ 82 milhões na Gamecorp, empresa que tem entre os seus sócios Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, o filho mais velho do ex-presidente Lula.

O que os investigadores querem saber é por que a Oi colocou os R$ 82 milhões na Gamecorp, depois rebatizada de PlayTV, numa época em que a operadora acumulava prejuízo atrás de prejuízo e a empresa de Lulinha não dava retorno. A Oi está em recuperação judicial desde junho do ano passado, com dívidas de R$ 63,9 bilhões.

A Andrade Gutierrez foi uma das primeiras empresas a fechar acordos de delação e de leniência com procuradores da Lava Jato, em 2015, após aceitar pagar uma multa de R$ 1 bilhão. As informações são da Folha de São Paulo.

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