É preciso cortar direitos sociais para haver emprego, afirma chefe do TST

O presidente do TST, ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho

Ocupante do mais importante cargo da Justiça do Trabalho, o presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, diz que é necessário reduzir direitos para garantir empregos.

“Nunca vou conseguir combater desemprego só aumentando direito.”

Gandra afirma ainda não ver problema em trecho polêmico da reforma trabalhista que estabelece indenização por dano moral com valor proporcional ao salário.

“Não é possível dar a uma pessoa que recebia um salário mínimo o mesmo tratamento, no pagamento por dano moral, que dou para quem recebe salário de R$ 50 mil. É como se o fulano tivesse ganhado na loteria.”

Para ele, a reforma quebra a rigidez da legislação e dá segurança jurídica às empresas em um ambiente de novas tecnologias. As informações são de LAÍS ALEGRETTI, Folha de São Paulo.

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Fiscalização do TCE vê caixa-preta e manobra fiscal de Alckmin

São Paulo SP Brasil 04 04 20 o governador Geraldo Alckmin e o prefeito de São Paulo durante entrevista João Doria, chega para almoçodurante Fórum Exame, que discutiram cenários na política e na economia para.PODER. Jorge Araujo Folhapress 703 ORG XMIT: XXX

São Paulo tem as contas em dia e não atrasa salários.

A frase é repetida como um mantra pelo governo estadual e será usada como trunfo em uma eventual campanha presidencial do governador Geraldo Alckmin (PSDB), no ano que vem.

Mas há caixas pretas e pouca transparência no azul das contas paulistas, segundo quem fiscaliza as contas estaduais tucanas.

No último mês de junho, o TCE (Tribunal de Contas do Estado), num ato inédito, aprovou com ressalvas as últimas contas do tucano.

Os conselheiros alertam que podem rejeitar o balanço de 2017, caso o Estado não esclareça as desonerações fiscais que concede e não cumpra o pagamento de precatórios, as dívidas que o governo assume após perder ações judiciais. As informações são de GABRIELA SÁ PESSOA, Folha de São Paulo.

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Marina Silva e Jair Bolsonaro podem reeditar Enéas

Rio de Janeiro, Rj, BRASIL. 10/08/2017; O deputado Federal, Jair Bolsonaro convoca coletiva de imprensa para pronunciamente na tarde desta Quinta-Feira no Rio. ( Foto: Ricardo Borges/Folhapress)//BRASÍLIA, DF, BRASIL, 19.04.2016. Marina Silva dá entrevista para Folha da sede da REDE, em Brasília. (FOTO Alan Marques/ Folhapress) PODER *** EXCLUSIVO ***

Na primeira eleição presidencial direta após o fim da ditadura militar, um candidato calvo e com espessa barba negra se notabilizou ao aparecer na propaganda da TV com um discurso acelerado e invariavelmente encerrado com o bordão “meu nome é Enééééas!”.

Em 2018, importantes concorrentes ao Palácio do Planalto podem reviver os apuros vividos por Enéas Carneiro (1938-2007) há quase 30 anos. Disputando o segundo lugar nas pesquisas, Marina Silva (Rede) e Jair Bolsonaro (PSC) – que negocia ingresso no PEN – poderão bater uma espécie de recorde caso não consigam formalizar alianças.

Em 1989, Enéas tinha 15 segundos a cada bloco. Projeção da “Folha” para o tempo a ser distribuído entre os candidatos em 2018 mostra Marina com 12,8 segundos e Bolsonaro com 10 segundos em cada bloco.

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