Governo Trump quer mandar homem à Lua de novo

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, afirmou nesta quinta-feira que o governo americano pretende enviar humanos de volta à superfície da Lua. Em um discurso ao Conselho do Espaço Nacional, o vice de Donald Trump disse que considera o satélite um “degrau” para a exploração mais ampla do Sistema Solar.

— Nós mandaremos de novo astronautas à Lua. Não só para deixar pegadas e bandeiras, mas para construir as bases que precisamos para enviar os americanos para Marte e além — enfatizou Pence, recebendo muitos aplausos.

Pence destacou que política espacial dos EUA perdeu a sua vantagem e precisa se reafirmar. Ele já havia dito algo semelhante quando visitou o Centro Espacial Kennedy, em julho, mas, na ocasião, o político foi menos específico quando a possíveis missões em solo lunar.

O discurso de hoje dá pistas de qual direção a Nasa deve tomar após a Casa Branca finalmente indicar o novo administrador do órgão. Tudo indica que o escolhido de Trump para o cargo é o republicano Jim Bridenstine, de Oklahoma, mas isso ainda não foi confirmado pelo Senado.

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Presos serram grade e fogem de cadeia em Assú

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Nove presos fugiram do Centro de Detenção Provisória (CDP) de Assu, região Oeste potiguar, na noite deste sábado (8). Um deles foi recapturado pela Polícia Militar na RN-016. Os fugitivos foram identificados após recontagem dos presos.

Segundo a direção do presídio, eles serraram uma grade e saíram rastejando. Quando chegaram no muro da unidade, pularam a estrutura e saíram correndo pelas ruas do município.

Estão foragidos:

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Círio de Nazaré reúne quase três milhões nas ruas de Belém

‘Viva a Nossa Senhora de Nazaré’, entoou a cantora Fafá de Belém uma hora depois do início do 225° Círio de Nazaré em Belém (PA). Uma mistura de fé, tradição e dor, a imensa procissão pela Virgem de Nazaré arrastou quase três milhões de pessoas pelas ruas da capital paraense. A imagem da santa, encontrada pelo caboclo no século 18, saiu às 6h da Igreja da Sé, na região central, e seguiu para frente da Basílica.

– Que esta energia de amor e paz permaneça no coração dos brasileiros, que enfrentam uma realidade dura. Viva a fé do nosso povo – emocionou-se Fafá, que detém o título de embaixadora da cultura paraense.

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Deputado: lei do abuso de autoridade é ‘sobrevivência da espécie’

Deputado João Carlos Bacelar (BA), do PR

Em conversa com o empresário Joesley Batista, obtida por VEJA, o deputado federal João Carlos Bacelar (PR-BA) traduziu como o projeto sobre abuso de autoridade, que pune juízes e procuradores, pode beneficiar as excelências enroladas com a Justiça: para ele, a medida representa nada menos que a “sobrevivência da espécie”. Ao longo de mais de uma hora, o dono da JBS e o parlamentar demonstram preocupação com o avanço da Lava-Jato e de outras operações da Polícia Federal, criticam a atuação do Ministério Público e defendem uma “consequência” para os investigadores.

O diálogo teria acontecido em março deste ano, quando os executivos do frigorífico se preparavam para firmar um acordo de delação premiada e recorriam às gravações para entregar políticos. Na colaboração, Joesley afirmou que Bacelar propôs a ele a compra de deputados em troca do voto favorável a Dilma Rousseff na votação do impeachment. O parlamentar baiano chegou a apresentar uma lista com 30 nomes. O voto pró-Dilma custaria 5 milhões de reais cada.

Com o gravador ligado, Joesley, já no encalço da Polícia Federal, afirmou que estava “sem saída” e questionou Bacelar sobre como “acabar com isso”. “Tem que votar o abuso de autoridade. É a sobrevivência da espécie”, respondeu, de pronto, o congressista. “Tem que acabar com isso, matar isso no peito”, acrescentou. As informações são de Marcela Mattos, Hugo Marques, VEJA.

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“Em nome de Jesus”, bandidos destroem terreiro no Rio

Oxum, nas religiões de origem africana, é a entidade que representa fertilidade e amor. Mas na tarde de setembro em que Carmen Flores, a mãe Carmen de Oxum, foi recebida por bandidos armados e obrigada a destruir seu próprio terreiro em Nova Iguaçu, na região metropolitana do Rio de Janeiro, o tom era de puro ódio nas ofensas à “diaba chefe”.

Segundo a polícia, Carmen, de 66 anos, foi vítima da cada vez mais intensa cruzada que traficantes convertidos a religiões evangélicas pentecostais vêm travando contra praticantes de candomblé e umbanda no estado. Aterrorizada, a mãe de santo antecipou uma viagem planejada para o ano que vem e embarcou para a Suíça, onde tem amigos. “Fui expulsa pelo tráfico”, disse a VEJA, por telefone.

Ex-vendedora de roupas, mãe Carmen de Oxum, que é viúva, tem dois filhos e vive de aluguéis e doações de fieis, converteu-se ao candomblé aos 33 anos. Procurava um terreiro para curar dores que sentia na barriga. Bem estabelecida no meio, costuma viajar todo ano durante três meses, atendendo a fieis no exterior. “Vivo e, se precisar, morro pelo candomblé”, declara. Foi o primeiro ataque que sofreu, mas atentados a terreiros por parte de traficantes evangélicos não são novidade no Rio. Eles se intensificaram com o aumento da violência, com a ausência de policiamento no estado e com e a propagação de discursos de intolerância e ódio na internet. As informações são da revista VEJA.

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Camarote desaba em show de Ivete Sangalo

Camarote desaba em show de Ivete Sangalo em Aracaju, Sergipe

Uma apresentação de Ivete Sangalo em Aracaju, na madrugada deste domingo, se transformou em palco de horror. Uma das atrações da Odonto Fantasy, a cantora baiana estava no meio de sua performance quando parte da estrutura do camarote desabou, deixando um saldo de 26 feridos – nenhum deles em estado grave.

A causa provável do acidente foi a superlotação do camarote. Chovia muito durante o show de Ivete, o que fez o público se bandear para o local, a fim de se proteger do aguaceiro. A estrutura não suportou a quantidade de pessoas e acabou desabando.

Ivete interrompeu a festa assim que percebeu a queda do camarote e pediu calma. “Vamos descer gradativamente. Vou aguardar a organização do evento avaliar a situação e decidir se devo ou não continuar com o show”, disse. Ela reiniciou o espetáculo 40 minutos depois do tumulto. A festa terminou às 6h30 da manhã.

A Odonto Fantasy reuniu um público estimado em 22 000 pessoas (a festa era à fantasia; daí a explicação de Ivete estar trajando um uniforme da Mulher Maravilha). Além da cantora baiana, a festa teve shows de Leo Santana, Saulo Fernandes, Jota Quest e o grupo Bali. /As informações são da VEJA.

Em cultos, ministro Henrique Meirelles prega austeridade

Henrique Meirelles - Ministro da Fazenda

Nos últimos quatro meses, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, pregou austeridade em pelo menos quatro eventos ligados à Assembleia de Deus, além de ter gravado, no mês passado, um vídeo dirigido a pastores evangélicos pedindo que orassem pela economia. “Preciso da oração de todos”, disse, na gravação. Ele acredita que os apelos deram certo e prepara revisão das projeções de crescimento da economia em 2017 e 2018. “Tá vendo!”, brinca o ministro, entre risos, em entrevista exclusiva ao Estadão/Broadcast na última sexta-feira. Na conversa, Meirelles abordou temas como recuperação judicial, Refis, problemas da economia, e não se esquivou de perguntas sobre religião ou política.

O ministro diz que se aproximou da Assembleia de Deus porque a igreja “compartilha da mesma mensagem de gastar só o que se ganha” na doutrinação a seus fiéis. Segundo pesquisas, essa igreja reúne um terço dos evangélicos, que são 29% dos eleitores brasileiros. “Por formação, sou católico. Estou conversando com todos os setores que apoiam o equilíbrio das contas públicas. Encaro com muito entusiasmo esse apoio dos evangélicos”. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Qual o motivo de suas reuniões em igrejas da Assembleia de Deus?

É um motivo muito simples. Tenho a visão de que não posso falar só com o mercado financeiro ou com o meio empresarial. Falar com investidores, o sistema financeiro, o mercado de previdência complementar, empresários é muito importante. Agora, não posso só me restringir a isso. Então, tenho ampliado um pouco o espaço. Com segmentos da sociedade que querem ouvir, estão interessados nessa mensagem de austeridade, equilíbrio das contas. Houve alguns convites, não foram tantos. Eu falei a mesma coisa que digo, por exemplo, para o setor de previdência complementar ou investidores de Nova York. Não acho que o ministro da Fazenda tem de estar restrito só para falar com investidores. Tem de falar prioritariamente com eles, sim, porque são os que investem. Mas tenho de falar com outros setores da sociedade que querem ouvir.

Mas por que a Assembleia de Deus? O sr. é evangélico?

Porque eles têm interesse nisso, porque me convidaram e manifestaram a concordância com os valores da sociedade. É, em parte, a mensagem das igrejas: gastar só o que se ganha, não tomar dinheiro emprestado para fazer gasto corrente. Mas estive também com outros segmentos, não só a Assembleia de Deus. Já falei para pastores presbiterianos, sindicalistas e comunidade acadêmica internacional. Em resumo: procuro diversificar ao máximo. Agora, evidentemente que eu falar com investidores e mercado, todo mundo acha normal, não é notícia. As informações são de Irany Tereza, Murilo Rodrigues Alves e Adriana Fernandes, O Estado de S.Paulo.

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TSE pede investigação sobre interferência do crime organizado na política

O risco de o crime organizado ampliar sua infiltração na política levou o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a acionar os órgãos de investigação e inteligência do governo federal para coibir a iniciativa dos criminosos. A preocupação é com as eleições em todo país, mas no primeiro semestre a Justiça Eleitoral encaminhou para a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e para a Polícia Federal um relatório com base na disputa de 2016 no Rio em que aponta a influência de facções criminosas e milícias em 19 zonas eleitorais de sete cidades, incluindo a capital. O crime, porém, já esticou seus tentáculos em outros estados como São Paulo, Amazonas e Maranhão.

O relatório do TSE, ao qual O GLOBO teve acesso com exclusividade, lista todos os candidatos eleitos nessas áreas e tem por base, principalmente, as zonas eleitorais onde a realização das eleições só ocorre mediante reforço de policiamento e regiões que historicamente registram conflitos entre criminosos e forças de segurança. Essas áreas envolvem o voto de 9% do eleitorado fluminense, aproximadamente 1,1 milhão de pessoas.

Os maiores riscos de influência do crime organizado nas eleições, segundo o relatório, estão em 11 zonas eleitorais da capital, uma em Duque de Caxias, duas em Resende e Itatiaia, uma em São Gonçalo, uma em São João de Meriti e três em Niterói. As informações são de JEFERSON RIBEIRO, O Globo.

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