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Jucá ataca juíza que deflagrou operação contra seus filhos e enteadas

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) disse, nesta quinta-feira, 28, receber como ‘agressão’ a ele e sua família a deflagração da Operação Anel de Giges, que fez buscas e apreensões nas casas dos dois filhos e duas enteadas do peemedebista, investigados por supostos desvios envolvendo a compra de um terreno superfaturado e fraudes em empreendimento com verbas da União.

Anel de Giges foi desencadeada por ordem da juíza Ana Emília Aires, da 4.ª Vara Federal de Boa Vista (RR).

“Recebo essa agressão a mim e a minha família como uma retaliação de uma juiza federal, que, por abuso de autoridade, já responde a processo no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Tornarei público todos os documentos que demonstrarão a inépcia da operação de hoje”, declarou, em nota, o senador.

Na investigação foi identificado o desvio de R$ 32 milhões dos cofres públicos, tendo como origem o superfaturamento na aquisição da “Fazenda Recreio”, localizada em Boa Vista e na construção do empreendimento Vila Jardim, do projeto Minha Casa Minha Vida no bairro Cidade Satélite, na capital. As informações são de Luiz Vassallo, Julia Affonso e Andreza Mattais, O Estado de São Paulo.

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PF prende ex-genro de Jucá por porte de arma

Armas encontradas com o genro de Romero Jucá

A Polícia Federal também prendeu um ex-genro do senador Romero Jucá (PMDB-RR) na operação Anel de Giges, deflagrada nesta quinta-feira (28) mirando filhos e ex-enteadas do político. O marido de Luciana Surita, ex-enteada de Jucá, foi preso em flagrante por posse ilícita de um fuzil 762, uma pistola 45 sem registro e munição.

As armas foram encontradas nesta manhã durante a busca e apreensão realizada em endereços ligados a Luciana, que é filha da prefeita de Boa Vista e ex-mulher do senador Jucá, Teresa Surita.

A operação apura o desvio de R$ 32 milhões que supostamente tiveram como origem o superfaturamento na aquisição da “Fazenda Recreio”, localizada em Boa Vista e na construção do empreendimento Vila Jardim, do projeto Minha Casa Minha Vida no bairro Cidade Satélite, também em Boa Vista.

“São investigadas as transações decorrentes da venda da Fazenda Recreio para a construção do empreendimento Vila Jardim, bem como pela fiscalização e aprovação do empreendimento na Caixa Econômica Federal”, diz a nota da PF. As informações são de BELA MEGALE, Folha de São Paulo.

PF indicia filhos e ex-enteados de Romero Jucá por organização criminosa

A Polícia Federal indiciou dois filhos e dois ex-enteados do senador Romero Jucá (PMDB-RR) por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Os dois filhos, Rodrigo e Marina Jucá, e as duas ex-enteadas, Luciana e Ana Paula Surita são acusados de envolvimento num desvio de R$ 32 milhões de recursos da Caixa Econômica Federal liberados para o Residencial Vila Jardim, um projeto do Minha Casa Minha vida destinado à população de baixa renda de Boa Vista, em Roraima. Os valores desviados seriam suficientes para a construção de mais de 500 apartamentos iguais aos demais do projeto.

A polícia também prendeu, na mesma ação, Frederico Macedo, marido de Luciana Surita, por posse ilegal de um fuzil de caça e uma pistola 765. As armas estavam na casa do casal, em Boa Vista. Pelas informações da polícia, Marina, Luciana e Ana Paula foram levados coercitivamente para prestar depoimento sobre as acusações que pesam contra eles.

Rodrigo Jucá não foi localizado no início da operação. Mas, ainda nesta quinta-feira compareceu para depor na Superintendência da PF em São Paulo. O depoimento está em curso neste momento. Ao todo, a Justiça Federal de Roraima expediu nove mandatos de busca e oito de condução coercitiva contra os quatro familiares do senador e outros investigados na chamada Operação Giges em Boa Vista, Brasília e Belo Horizonte. As informações são de JAILTON DE CARVALHO, O Globo.

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Maia acredita que denúncia de Temer será votada até dia 23 de outubro

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (PMDB-RJ), disse nesta quinta-feira que a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer — por organização criminosa e obstrução de Justiça — deve ser votada até 23 de outubro. Para prosseguir ao Supremo Tribunal Federal (STF) é preciso o aval de dois terços da Casa, ou seja, 342 dos 513 deputados. Depois disso, se o STF aceitar a denúncia, Temer vira réu e é afastado do mandato.

— Acho que até o dia 22 ou 23 vai estar votada (a denúncia), com certeza — disse Maia.

Ele se reuniu mais cedo com a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia. Mas afirmou que trataram de um único assunto: um evento que ocorrerá na semana que vem marcando os 29 anos da Constituição de 1988. Questionado se tinham tratado da situação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), ele negou.

Na terça-feira, a Primeira Turma do STF afastou Aécio do exercício do mandato e determinou seu recolhimento noturno. Alguns senadores e ministros do STF entendem que o Senado precisa referendar essa decisão. Outras acham que não. A Constituição diz que o Congresso precisa dar seu aval à prisão de parlamentares, mas não menciona outras medidas. Questionado sobre o assunto, Maia disse que há um vácuo legal em relação à questão, mas não quis opinar sobre o que o Senado deve fazer. As informações são de ANDRÉ DE SOUZA, O Globo.

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País passa por ‘crise institucional’, diz Marco Aurélio sobre afastamento de Aécio

Marco Aurelio Mello

Em meio à polêmica sobre o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) das funções parlamentares, o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse na tarde desta quinta-feira, 28, que o País passa por uma “crise institucional” grave.

O meu convencimento sobre a matéria eu estampei no dia 30 de junho (dia em que Marco Aurélio derrubou as medidas cautelares contra Aécio Neves), quando apontei sem incitar o Senado a uma rebeldia, que como ele pode rever uma prisão, pode rever também uma medida acauteladora. Vamos ver. Que prevaleça a ordem jurídica, que prevaleça a lei maior do País, que precisa ser um pouco mais amada pelos brasileiros em geral, que é a Constituição Federal”, disse Marco Aurélio Mello, ao chegar para a sessão plenária do STF

“Estamos diante de uma crise institucional, mas será suplantada porque a nossa democracia veio pra ficar. É grave”, completou o ministro. As informações são de Rafael Moraes Moura e Breno Pires, O Estado de S.Paulo.

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General recomenda que insatisfeitos se manifestem, mas ‘ordeiramente’

O comandante militar do Sul, general Edson Leal Pujol, afirmou nesta terça-feira (26) que as pessoas que estão insatisfeitas com a situação política do país devem se manifestar, mas “ordeiramente”.

“Se vocês estão insatisfeitos, vão para a rua se manifestar, mostrar, ordeiramente. Mas não é para incendiar o país, não é isso”, afirmou o general durante uma reunião-almoço organizada pela Associação Comercial de Porto Alegre.

A declaração foi dada em resposta a uma pergunta de um participante da reunião que questionou: “General, o país está à deriva. Quem nos mostrará o caminho?”. O público era formado majoritariamente por empresários.

Leal Pujol respondeu ao questionamento afirmando que cabe à própria população mostrar o caminho e recomendou que os insatisfeitos se manifestem.

“Se os nossos representantes não estão correspondendo às nossas expectativas, vamos mudar. Há uma insatisfação geral da nação, eu também não estou satisfeito”, disse o general. As informações são de JOÃO PEDRO PITOMBO, Folha de São Paulo.

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Sem citar Aécio, FHC diz que STF é o guardião da Constituição e tem a ‘decisão final’

Fernando Henrique Cardoso

Sem mencionar o caso do presidente nacional licenciado do PSDB, senador Aécio Neves (MG), o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso afirmou nesta quinta-feira, 28, em Washington, que o Supremo Tribunal Federal (STF) é o guardião da Constituição e tem a “decisão final” no Brasil.

“Ele decide e é isso”, declarou, pouco antes de o Senado aprovar regime de urgência para a proposta de rejeição da decisão do STF de afastar Aécio da Casa e submetê-lo a um regime de “recolhimento noturno”. A atuação do Supremo foi apresentada por Fernando Henrique como um dos exemplos de fortalecimento das instituições democráticas depois da Constituição de 1988.

“No passado, quando confrontados com uma crise como a atual, os brasileiros estariam especulando sobre a atitude dos generais de quatro estrelas. Hoje, a maioria de nós nem sabe quais são os seus nomes, enquanto os nomes dos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal são nomes familiares”, afirmou. As  informações são de Cláudia Trevisan, correspondente, O Estado de S.Paulo.

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Rombo do governo chega a R$ 86 bilhões no ano e é o pior desde 1997

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As despesas do governo superaram as receitas em R$ 9,6 bilhões no mês passado, levando o deficit primário no acumulado do ano para R$ 85,8 bilhões, pior resultado da série histórica, iniciada em 1997.

O número veio melhor que o esperado pelo mercado, que apostava em um rombo acima de R$ 15 bilhões para agosto.

O resultado primário, divulgado nesta quinta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, é calculado com base nas receitas menos despesas antes do pagamento de juros.

A receita líquida no mês passado totalizou R$ 92 bilhões, alta de 19,7% na comparação com agosto de 2016.

Isso não foi suficiente para balancear as despesas, que totalizaram R$ 101,6 bilhões, subindo 4,1% ante agosto do ano passado. O valor foi influenciado pelos gastos com a Previdência, que somaram R$ 16,8 bilhões (alta de 7,6% ante agosto de 2016) e com pessoal.

No acumulado em 12 meses, o deficit é de R$ 172,8 bilhões —ou seja, R$ 13,8 bilhões acima da nova meta fiscal, mais folgada, de R$ 159 bilhões (o objetivo anterior era um rombo de R$ 139 bilhões). As informações são de MAELI PRADO, Folha de São Paulo.

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