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General do Exército ameaça ‘impor solução’ para crise política no país

General Antônio Hamilton Martins Mourão

Um general da ativa no Exército, Antonio Hamilton Mourão, secretário de economia e finanças da Força, afirmou, em palestra promovida pela maçonaria em Brasília na última sexta-feira (15), que seus “companheiros do Alto Comando do Exército” entendem que uma “intervenção militar” poderá ser adotada se o Judiciário “não solucionar o problema político”, em referência à corrupção de políticos.

Mourão disse que poderá chegar um momento em que os militares terão que “impor isso” [ação militar] e que essa “imposição não será fácil”. Segundo ele, seus “companheiros” do Alto Comando do Exército avaliam que ainda não é o momento para a ação, mas ela poderá ocorrer após “aproximações sucessivas”.

“Até chegar o momento em que ou as instituições solucionam o problema político, pela ação do Judiciário, retirando da vida pública esses elementos envolvidos em todos os ilícitos, ou então nós teremos que impor isso.”

O general afirmou ainda: “Então, se tiver que haver, haverá [ação militar]. Mas hoje nós consideramos que as aproximações sucessivas terão que ser feitas”. Segundo o general, o Exército teria “planejamentos muito bem feitos” sobre o assunto, mas não os detalhou. As informações são de RUBENS VALENTE, Folha de São Paulo.

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ITEP volta a emitir identidades na Central do Cidadão de Parnamirim

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O Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (ITEP-RN) vai reabrir o box de atendimento à emissão de identidades na Central do Cidadão de Parnamirim, localizada no centro da cidade, na avenida Tenente Medeiros, sem número.

Fechada há quatro anos para emissão de RG, a central de Parnamirim vai voltar a contar com o serviço de emissão de identidades devido a uma parceria entre o ITEP e a Secretaria de Estado do Trabalho, da Habitação e da Assistência Social (Sethas).

A parceria entre a secretaria e o órgão pericial foi estreitada com o intuito de capacitar servidores da Sethas para realização do atendimento voltado à emissão de identidades.

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Walter Alves torra mais de R$ 339 mil com consultorias, pesquisas e trabalhos técnicos

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Do total da gastança de R$ 1.246.555,86 da verba indenizatória do deputado federal e presidente estadual do PMDB, Walter Alves, mais de R$ 339 mil foram torrados com pagamento de consultorias, pesquisas e trabalhos técnicos. O escritório de MEDEIROS, RIBEIRO & ADVOGADOS ASSOCIADOS foi o grande campeão na lista de beneficiados pelo deputado potiguar.

Veja abaixo a lista dos beneficiados durante o mandato do deputado federal Walter:

MEDEIROS, RIBEIRO & ADVOGADOS ASSOCIADOS – R$ 156.000,00

MARINHO PESSOA ADVOGADOS ASSOCIADOS –  R$ 84.000,00

AGÊNCIA BRASILEIRA DE COMUNICAÇÃO LTDA R$ 57.000,00

ART ETC COMUNICAÇÃO LTDA – R$ 28.100,00

FOCOS MARKETING EM GESTÃO EMPRESARIAL LTDA ME – R$ 8.500,00

LEONARDO TEIXEIRA DOS SANTOS – R$ 6.000,00

Valor Total no Período: R$ 339.600,00

Mais da metade do ‘quadrilhão’ do PMDB já está presa

Quatro dos sete acusados pelo procurador-geral da República Rodrigo Janot de integrarem o ‘quadrilhão’ do PMDB – supostamente liderado pelo presidente da República – já estão atrás das grades. São eles: os ex-presidentes da Câmara Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o ex-ministro Geddel Vieira Lima (pela segunda vez) e o ex-assessor especial de Michel Temer, Rodrigo Rocha Loures, o ‘homem da mala da JBS’.

Houve um tempo em que os quatro desfrutaram de poder e prestígio político em Brasília até que, ao longo do último ano, foram tirados de circulação pela PF no bojo de operações distintas, todas deflagradas para combater corrupção e lavagem de dinheiro – Lava Jato, Manus, Pátmos e Tesouro Perdido.

Na denúncia que levou ao Supremo Tribunal Federal na quinta-feira, 14, contra Temer e seus aliados históricos, Janot afirma que a liderança do ‘quadrilhão’ era exercida pelo presidente. Também fazem parte do grupo, segundo a acusação, os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República).

Todo o ‘quadrilhão’ foi denunciado por organização criminosa na última flechada de Janot, que encerra seu segundo mandato neste domingo, 17. As informações são de Julia Affonso e Luiz Vassallo, O Estado de São Paulo.

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Walter Alves não possui contrato com empresa ligada a Arturo Arruda

C.E. Processo de Apreciação de MP (PEC 70/11)
Reunião Ordinária

O deputado Walter Alves gastou mais de R$ 279 mil com divulgação de mandato”, mas diferente do que foi noticiado, o mandato do parlamentar não possui ou possuiu qualquer contrato firmado com a empresa “Art&C”, propriedade do empresário Arturo Arruda, segundo a assessoria do presidente estadual do PMDB.

O mandato do deputado Walter Alves mantinha contrato com a empresa “Art Etc Comunicação & Marketing”, cujo CNPJ é o 38.006.706/0001-33, e sua sede é em Brasília-DF.

Em nenhum momento, desde que assumiu o mandato de deputado federal, em janeiro de 2015, o deputado federal Walter Alves estabeleceu contrato com a empresa “Art & C Comunicação Integrada LTDA”, cujo um dos sócios é o empresário Arturo Arruda.

O Blog do VT errou.

Maia é aconselhado a frear defesa da pauta econômica

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi aconselhado a diminuir a intensidade do apoio à agenda econômica e à pauta reformista do governo, ao menos enquanto o fantasma da nova denúncia pairar sobre a cabeça de Michel Temer.

Para aliados, neste momento, o figurino de defensor de propostas liberais deve sair de cena para dar lugar ao de um personagem isento.

Principal beneficiário de eventual queda do peemedebista, Maia avisou que ficará “mais quieto do que nunca”. As informações são da coluna Painel, Folha de São Paulo.

‘Vamos investigar quem nos investigou’, afirma Carlos Marun

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Chefe das tropas de choque do ex-presidente da Câmara cassado e preso Eduardo Cunha, e agora do presidente Michel Temer, o deputado de primeiro mandato Carlos Marun (PMDB-MS) provocou uma rebelião na CPI da JBS ao ser indicado relator. Ele diz que tem apanhado, mas que também sabe bater bem. Afirma que, no caso de Cunha, sua estratégia era segurá-lo no cargo para que não caísse antes de Dilma Rousseff. Sobre os senadores que deixaram a CPI em protesto contra sua indicação para a relatoria, Marun diz que isso é só desculpa e, na verdade, estão é com medo de investigar a JBS e os procuradores. E ironiza o procurador-geral da República, Rodrigo Janot: as flechas estão saindo pela culatra.

O senhor está recebendo muita flechada por defender o presidente Temer?

Não! As flechas estão saindo pela culatra. É o primeiro caso de flecha que sai pela culatra que conheço.

O senhor não tem medo de “apanhar”, ser criticado?

Medo de apanhar, eu tenho. Não gostaria de apanhar, mas apanho de algumas pessoas que têm uma posição contrária e, às vezes, extrapolam. Mas eu também bato, né? Levo, mas também, quando passam de um certo limite, eu bato. Comigo é: bateu, levou. As informações são de O Globo.

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STF pode julgar ação que veda coligações em disputa proporcional

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Os parlamentares costumam fazer críticas ao que consideram interferência do Judiciário em assuntos do Legislativo, mas a reforma política poderá ser o próximo assunto que acabará nas mãos dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), por falta de ação dos próprios deputados.

O alerta foi feito pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, em encontros com congressistas para tratar da votação da reforma política pela Câmara. O tema que poderá migrar do Legislativo para o Judiciário é o que trata das coligações entre os partidos nas eleições proporcionais.

Essa é considerada uma das principais disfunções do sistema eleitoral brasileiro, uma vez que os eleitores escolhem para representá-los na Câmara deputados de uma linha ideológica e podem acabar elegendo outros, com bandeiras muito distintas.

Em 2010, por exemplo, os eleitores de São Paulo que votaram em Tiririca (PR) para deputado acabaram ajudando a eleger Protógenes Queiroz (PCdoB). Além disso, a avaliação majoritária hoje no STF é que as coligações partidárias foram focos de irregularidades apontadas pelas próprias investigações da Lava-Jato e que não seria possível manter o atual sistema na eleição de 2018. As informações são de O Globo.

 

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