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‘Foi covardia depois de tudo o que fizemos’, diz Joesley sobre Janot

Joesley na Justiça Federal

O empresário Joesley Batista, dono da JBS, criticou nesta sexta-feira, 15, o que ele chamou de “covardia” do procurador-geral da República, Rodrigo Janto, “depois de tudo que fizeram”. Na quinta-feira, quando apresentou a segunda denúncia contra o presidente Michel Temer, Janot também notificou o ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, que estava rescindindo o contrato de delação premiada com os executivos da JBS.

“Foi covardia (do procurador-geral da República, Rodrigo Janot) depois de tudo o que fizemos”, disse Joesley, em depoimento à Justiça Federal. A prisão preventiva de Joesley Batista foi mantida pelo juiz João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Criminal Federal. Ele permanecerá na carceragem  da Polícia Federal em São Paulo.

“Estou pagando por ter deletado o poder”, afirmou o dono da empresa. A audiência ainda está acontecendo e é aberta para profissionais de imprensa. A procuradora da República Thamea Damelon pediu para que a prisão fosse mantida porque Joesley solto representaria um risco para a investigação. Ela se referiu ao acusado de “criminoso contumaz” . O advogado de Joesley vai e recorrer, ainda hoje, junto ao Rio de Janeiro.

O advogado Pierpaolo Bottini pediu a revogação da prisão preventiva de Joesley, alegando ser o seu cliente o unico detido pela prática de insider trading no País. 

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Joesley diz que está pagando por ‘mexer com donos do poder’

O empresário Joesley Batista deixa sede da Policia Federal, nesta segunda-feira (11), em São Paulo.

Em depoimento à Justiça nesta sexta (15), em São Paulo, o empresário Joesley Batista, sócio da JBS, disse que está sendo punido por ter confrontado “os donos do poder”.

“Fui mexer com os donos do poder e estou aqui agora. Estou pagando por isso”, disse o empresário. Ele chamou de “covardia” a rescisão de seu acordo de delação premiada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Os benefícios concedidos ao sócio da JBS, como a imunidade penal pelos crimes que denunciou, foram cancelados na quinta (14), junto com a denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) que o procurador encaminhou ao STF (Supremo Tribunal Federal). O cancelamento ainda tem de ser chancelado pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF.

“O procurador foi muito questionado pela nossa imunidade. Um ato de covardia por parte dele, depois de tudo que fizemos, das provas que entregamos”, afirmou Joesley. As informações são de WÁLTER NUNES, Folha de São Paulo.

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Governador entrega armas e equipamentos para as forças de segurança

O governador Robinson Faria fez a entrega oficial, nesta sexta-feira (15), de diversos equipamentos que irão auxiliar as forças de segurança do Rio Grande do Norte no combate ao crime organizado.

São 173 armas – entre pistolas, carabinas e espingardas – 16.820 munições e 1.260 equipamentos distribuídos entre Polícia Militar Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar. O investimento foi possível através de uma parceria do Governo do RN com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp).

“É mais uma conquista para a Segurança Pública do Rio Grande do Norte diante de uma série de ações que temos feito, como diversas prisões de quadrilhas nos últimos dias. Nosso governo não vai recuar no combate ao crime”, afirmou o governador Robinson Faria.

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‘Quadrilhões’ denunciados pela PGR desviaram mais de R$ 3 bilhões

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Quatro quadrilhas que, juntas, teriam recebido R$ 3.317.820.268,28 em propinas. Essa é a soma de tudo o que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, indicou nas quatro denúncias contra 34 políticos enviadas ao Supremo Tribunal Federal (STF) este mês.

O valor inclui o que o Ministério Público Federal diz ser resultado de crimes de corrupção cometidos pelas assim nomeadas organizações criminosas do PT, do PMDB da Câmara, do PMDB do Senado, e PP. O PT, que esteve no comando da Presidência da República de 2003 a 2016, responde pela maior cifra: R$ 1,485 bilhão. Em seguida aparece a suposta quadrilha do PMDB do Senado, com R$ 864,526 milhões.

Em terceiro, o grupo comandado pelo atual presidente da República Michel Temer, com propinas na casa dos R$ 587,1 milhões, seguidos de R$ 380,9 milhões destinados à organização do PP, aliado de todas essas gestões.

Nas quatro denúncias, Janot cita ainda um valor calculado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), como o tamanho do prejuízo causado principalmente à Petrobras, estatal que foi dividida pelos três partidos e alvo de acordos que envolviam pagamentos irregularidades por fornecedores aos núcleos políticos dos três partidos. As informações são de O Globo.

Fachin mantém Maia e Eunício em inquérito sobre Odebrecht na Câmara

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou pedidos feitos pelos presidentes da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE). Com isso, manteve no mesmo inquérito as investigações que há contra eles e outros parlamentares por suspeita de terem ajudado a Odebrecht no Congresso. Os dois queriam que seus processos tramitassem de forma separada.

Também são investigados nesse inquérito os senadores Romero Jucá (PMDB-RR) e Renan Calheiros (PMDB-AL) e o deputado Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA). Eles são acusados dos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

“Aliás, conforme manifestação do Ministério Público Federal, o evoluir dessas primeiras linhas investigativas exige tramitação conjunta, sob pena de acarretar a desnecessária repetição de diligências comuns, bem como prejuízo à compreensão global dos fatos”, decidiu Fachin. As informações são de O Globo.

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Marco Aurélio é o novo relator de inquérito contra Jucá no STF

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, foi sorteado na quinta-feira para ser o novo relator do inquérito que investiga o senador Romero Jucá (PMDB-RR) por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O inquérito tinha anteriormente o ministro Edson Fachin como relator, porém, no início deste mês, o próprio Fachin solicitou que fosse escolhido um novo relator. Sua justificativa foi de que, embora tenha origem nas delações da Odebrecht, o processo não se restringe à Operação Lava-Jato, na qual Fachin é relator.

O inquérito recebeu em 28 de agosto denúncia do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que acusa Jucá de pedir e receber propina para beneficiar a Odebrecht na tramitação de duas medidas provisórias no Congresso Nacional em 2014. De acordo com as investigações, depois da promessa do senador para garantir que a Medida Provisória 651 atendesse aos interesses da empresa, a Odebrecht doou R$ 150 mil ao Diretório do PMDB de Roraima, que repassou este valor no mesmo dia à campanha do candidato ao governo do estado Francisco de Assis Rodrigues.

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Defensoria Pública é a instituição mais importante do país

defensoria publica, mariana

A Defensoria Pública, embora tenha pouco tempo de existência, já é considerada a instituição mais importante do Brasil na garantia de direitos fundamentais de crianças e jovens. É o que mostra levantamento recém-concluído pela GMR Inteligência e Pesquisa, encomendado pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). A pesquisa foi realizada entre 9 de março e 29 de maio e ouviu 5.035 pessoas de todo o país, de todas as classes sociais e idades, e tem nível de confiança de 95%, segundo a GMR.

Conforme o levantamento, a Defensoria está à frente, por exemplo, do Ministério Público, da Polícia e das Forças Armadas. Para quase 50% dos entrevistados, a Defensoria é muito importante, enquanto 43% a consideram importante. Além disso, ela é avaliada como a mais relevante na proteção de crianças e jovens. As informações são da Agência Estado.

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Rodrigo Janot, o procurador geral que denunciou cinco presidentes

Janot
O Procurador Geral Rodrigo Janot ficará marcado na memória política do Brasil como o homem que denunciou cinco presidente, incluindo Michel Temer, que se transformou no primeiro chefe de Estado em função da história do Brasil a ser acusado de um crime comum.

Polêmico, amante das frases rebuscadas e questionado por dar um crédito excessivo aos delatores que colaboram com a justiça, Janot deixará na segunda-feira seu cargo de chefe da Procuradoria Geral da República (PGR) depois de quatro anos marcados pela “Lava Jato”, uma operação sem precedentes sobre o submundo da política e dos negócios.

Mas, antes de ir embora, deixou uma bomba-relógio no Palácio do Planalto ao denunciar novamente Temer, dessa vez chefiar uma organização criminosa junto com seu partido o  PMDB, que parasitou o Estado por mais de uma década. E também o acusou de obstruir as investigações contra ele.

Sua gestão orientada a investigar o poder está longe de gerar consenso e não são poucas as vozes no campo jurídico que o veem como o grande promotor de uma ascensão descontrolada da PGR à condição de quase um quarto poder da República. As informações da Agência AFP.

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