Carreta tomba, explode e motorista morre queimado em Ipanguaçu

Cortina negra de fumaça se formou após a explosão da carreta (Foto: Francisco Coelho/Focoelho)

O motorista de uma carreta carregada de combustível morreu na tarde desta segunda-feira (3) após o veículo tombar e explodir na RN-118, próximo à comunidade de Ubarana, na zona rural de Ipanguaçu. A vítima ainda não foi identificada.

Segundo a Polícia Militar, o motorista teria tentado desviar de buracos na pista quando perdeu a direção do veículo. A carreta ainda em chamas e uma grande cortina de fumaça que se formou após a explosão.

Moradores da região relataram que este foi o terceiro acidente fatal no local somente nestes três primeiros dias de julho. Com informações de Focoelho.

Fachin nega recursos de Lula, Cunha e Palocci na Lava-Jato

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou na última sexta-feira recursos de quatro investigados na Operação Lava-Jato ou em seus desdobramentos. Foi o último dia de trabalho da corte antes do recesso de julho. O ministro, que é o relator dos processos da operação, negou pedidos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, do ex-ministro Antonio Palocci e seu assessor Branislav Kontic, e do empresário Carlos Emanuel de Carvalho Miranda.

Em 1º de junho, a defesa de Lula apresentou pedido para suspender a ação que investiga a aquisição de um triplex, no Guarujá, no litoral de São Paulo. O caso é conduzido pelo juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, responsável pelos processos da Lava-Jato na primeira instância.

A defesa de Lula reclamava que Moro rejeitou pedido da defesa para ter acesso a informações sobre negociações de acordo de colaboração premiada entre os réus José Aldemário Pinheiro Filho, mais conhecido como Léo Pinheiro, e Agenor Franklin Magalhães Medeiros, ambos ligados à OAS. Isso porque tais informações poderiam influenciar diretamente a ação penal na qual ele é réu. Fachin, no entanto, em decisão tomada em 12 de junho, não viu nenhuma ilegalidade na decisão de Moro. A defesa recorreu, mas Fachin negou o pedido novamente.

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Aécio deve reassumir mandato no Senado

A previsão é de que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) reassuma o mandato nesta terça-feira com um pronunciamento no plenário para se defender no episódio da delação de Joesley Batista, mas sua situação no comando do PSDB já vem sendo discutida com ele e com outros dirigentes do partido desde a última sexta, quando o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio Mello, por liminar, lhe devolveu o mandato e afastou a possibilidade de prisão.

Uma fatia majoritária do partido, liderada pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin; e o prefeito da capital, João Doria, defende o afastamento definitivo de Aécio e a homologação do interino Tasso Jereissatti (CE) pelo menos até maio do ano que vem, prazo de ampliação do mandato das direções nacional e estaduais. As informações são de O Globo.

Ministério Público integra Ação Nacional em Defesa do Direito à Saúde

MPRN integra Ação Nacional em Defesa do Direito à Saúde

A promotora de Justiça Kalina Filgueira, coordenadora do Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Justiça de Defesa da Saúde (Caop-Saúde), representou o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) na Ação Nacional em Defesa do Direito à Saúde. O encontro foi promovido pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) em Brasília/DF, na última quinta-feira (29/6).

Realizado pelas Comissões de Defesa dos Direitos Fundamentais (CDDF) e de Planejamento Estratégico (CPE), o evento teve o objetivo de discutir a atuação do Ministério Público na defesa da saúde. A promotora destacou que foram debatidos mecanismos para intensificar a fiscalização, com destaque para ações que possam reforçar a atuação do MP, com foco na valorização da atenção básica.

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Jucá não descarta votação da reforma trabalhista esta semana, mas ainda busca acordo

O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), disse nesta segunda-feira que não descarta a possibilidade de votar no plenário, ainda esta semana, a reforma trabalhista, mas isso depende de construir um acordo com o presidente Eunício Oliveira (PMDB-CE) e os líderes dos partidos.

Amanhã será votada a urgência para que o relatório do senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) seja votado no plenário, mas Jucá disse que caberá a Eunício fazer o crononograma, já previsto para o próximo dia 11.

Jucá disse também que não há nenhum acerto para incluir, em uma Medida Provisória, a volta do imposto sindical obrigatório, já derrubado na Câmara e mantido até agora nas votações do Senado. Ele informou que será pedida preferência para a votação do relatório de Ferraço aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos e já lido no plenário. As informações são de O Globo.

Fachin nega terceiro pedido de liberdade de Cunha

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A defesa de Cunha contestava outro pedido de liberdade negado em março deste ano pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na decisão, Fachin rejeitou por não ver “ilegalidade flagrante” na prisão preventiva de Cunha decretada por Sérgio Moro, que comanda a Lava Jato na primeira instância.

“Deferimento de liminar em habeas corpus, e, consequentemente, em recurso derivado, constitui medida excepcional por sua própria natureza, que somente se justifica quando a situação demonstrada nos autos representar manifesto constrangimento ilegal, o que, nesta sede de cognição, não se confirmou”, escreveu Fachin no despacho.

Pelo segundo dia, Câmara não tem deputados suficientes para sessão

BRASILIA, DF, BRASIL, 27-06-2017, 15h30: O Presidente Michel Temer, faz discurso acompanhado de Deputados Federais, no Palacio do Planalto, em Brasilia. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress, PODER)

Apesar de o Palácio do Planalto dizer ter pressa na tramitação da denúncia contra o presidente Michel Temer, a Câmara, novamente, não teve deputados suficientes para abrir sessão nesta segunda-feira (2) e, assim, fazer andar o calendário da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

Em plena segunda-feira, apenas 19 deputados apareceram na Câmara. Para que haja sessão, são necessários 51 dos 513 deputados.

O prazo de dez sessões para a apresentação da defesa de Temer poderia ter começado a correr na última sexta-feira (30), quando apenas um deputado compareceu ao Congresso.

Auxiliares de Michel Temer dizem que seu advogado, Antonio Claudio Mariz de Oliveira, apresentará a defesa do presidente nesta quarta-feira (5). As informações são da Folha de São Paulo.

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PMDB não vai fechar questão sobre denúncia contra Temer, afirma Jucá

Presidente Michel Temer - Foto: Dida Sampaio/Estadão

Presidente da sigla diz que não se trata de questão partidária; logo, deputados não terão de seguir orientação

O presidente do PMDB e líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), afirmou nesta segunda-feira, 3, que o partido não vai fechar questão sobre a votação da denúncia contra o presidente Michel Temer na Câmara. Segundo ele, por não ser uma questão partidária, não há razão para obrigar os deputados a seguirem uma orientação.

“Não precisa fechar questão, pois isso não é questão partidária, é questão de foro íntimo, de julgamento”, afirmou Jucá. Ele, no entanto, não descarta que a bancada do partido tome a iniciativa. “A bancada do partido, se quiser, vai pedir no âmbito Câmara. A posição do presidente do partido é analisar qualquer pedido e agir como juiz.”

Quando o partido fecha questão sobre um tema significa que o deputado tem de seguir a posição definida pela sigla para não sofrer uma sanção. Partido de Temer, o PMDB tem 63 deputados federais. A Câmara é composta por 513 parlamentares. As informações são de O Estado de São Paulo.

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Juiz manda pegar celulares de Geddel e autoriza arrombar portas e cofres

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O juiz Vallisney de Souza, de Brasília, determinou a apreensão dos celulares do ex-ministro Geddel Vieira Lima no despacho em que concedeu a prisão preventiva dele, segundo a jornalista Andreza Matais, de O Estado de São Paulo.

O juiz autoriza a Polícia Federal a ‘forçar entrada e arrombar portas e cofres, na hipótese de resistência de seu cumprimento’. E também ‘autoriza empregar força contra coisas existentes e todos os meios legais para o cumprimento do mandado’.

Raimundo Lira entra em campanha pela liderança no Senado

O senador Raimundo Lira (PB) tem telefonado para os colegas do PMDB pedindo apoio para ser nomeado novo líder da bancada do partido no lugar de Renan Calheiros (AL), que deixou o posto na semana passada para evitar ser destituído a pedido do Palácio do Planalto, segundo informações da revista Veja.

Na sexta-feira, Lira foi pessoalmente pedir o aval do presidente Michel Temer para assumir a função — usou como cartão de visita o fato de ter comandado a comissão especial do impeachment de Dilma Rousseff na Casa. A intenção de Lira é ganhar visibilidade e se aproximar de Temer para concorrer ao governo da Paraíba no ano que vem. A decisão da bancada será nesta terça-feira.

Maia viaja e evita assumir Presidência durante ausência de Temer

A segunda secretária da Câmara, deputada Mariana Carvalho, na presença do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, faz a leitura da denúncia feita pela PGR contra o presidente Michel Temer

Primeiro nome da linha sucessória do país, Rodrigo Maia (DEM-RJ) deve ir à Argentina em missão oficial no fim desta semana e evitará substituir Michel Temer no Palácio do Planalto durante a viagem do presidente à Alemanha para o encontro do G20.

Esta seria a primeira vez que Maia assumiria o comando do Palácio do Planalto desde que a PGR (Procuradoria-Geral da República) apresentou uma denúncia contra Temer por corrupção passiva, a partir de delações de executivos da JBS.

Citado entre parlamentares e líderes como possível sucessor de Temer em caso de queda, Maia tem adotado uma postura de cautela diante da crise política.

Ele engavetou, por exemplo, 24 pedidos de impeachment contra Temer e tem evitado se expor em articulações sobre a votação da denúncia de corrupção contra o presidente. As informações são da Folha de São Paulo.

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Ex-ministro Geddel é preso pela PF

Operação investiga esquema na época em que peemedebista era vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa

Andreza Matais e Fábio Fabrini –  O Estado de São Paulo

O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi preso na tarde desta segunda-feira pela Polícia Federal dentro da Operação Cui Bono. A decisão partiu do juiz Vallisney  de Souza, titular da  10ª Vara Federal de Brasília. O mandado é de prisão preventiva, quando não há prazo para a soltura.

A prisão foi baseada nos depoimentos do operador Lucio Funaro e do empresário e delator Joesley Batista no âmbito da Cui Bono e atende a pedido da Polícia Federal e da Força-Tarefa Greenfield – que também é responsável pelas operações Sépsis e Cui Bono.

A operação investiga a existência de práticas criminosas na liberação de créditos e investimentos por parte de duas vice-presidências da Caixa Econômica Federal: a de Gestão de Ativos de Terceiros (Viter) e a de Pessoa Jurídica. Uma das vice-presidências era ocupada por Geddel.

No pedido enviado à Justiça, a  PF e o MPF sustentam que Geddel tem agido para atrapalhar as investigações. O objetivo seria evitar que o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o próprio Lúcio Funaro firmem acordo de colaboração. Para isso, tem atuado no sentido de assegurar que ambos recebam vantagens indevidas, além de “monitorar” o comportamento do doleiro para constrangê-lo a não fechar o acordo.

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Empresas de ônibus pagaram R$ 500 milhões em propina, diz Procuradoria

RIO DE JANEIRO,RJ,03.07.2017:OPERAÇÃO-PONTO-FINAL - Movimentação na sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro (RJ), na manhã desta segunda-feira (3), durante a Operação Ponto Final, mais uma etapa da operação Lava Jato. Desta vez, o foco da ação é a cúpula do transporte rodoviário do estado. De acordo com as investigações da Operação Ponto Final, foram rastreados R$ 260 milhões em propina pagos pelos investigados a políticos do estado. (Foto: jose lucena/Futura Press/Folhapress) *** PARCEIRO FOLHAPRESS - FOTO COM CUSTO EXTRA E CRÉDITOS OBRIGATÓRIOS ***

O grupo de Cabral mantinha o dinheiro na transportadora de valores Trans-Expert, já citada na Operação Calicute, que prendeu o peemedebista, em 2016

Por Ítalo Nogueira –  Folha de São Paulo

As empresas de ônibus do Rio distribuíram, de acordo com o Ministério Público Federal, cerca de R$ 500 milhões de propina para políticos entre 2010 e 2016. O valor é quase o dobro do movimentado pelos alvos da Operação Ponto Final, deflagrada na manhã desta segunda-feira (3) para cumprir 11 mandados de prisão preventiva e temporária.

“É um dos esquemas criminosos mais antigos do Rio, e um dos mais maléficos, por atingir a população de baixa renda”, afirmou o procurador Eduardo El Hage.

De acordo com as investigações, a propina paga a agentes públicos vinculados ao ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) receberam cerca de R$ 260 milhões neste período –dos quais R$ 122 milhões para o peemedebista, segundo as investigações.

Os cerca de R$ 240 milhões restantes foram pagos a autoridades com foro privilegiado, cujos nomes não foram revelados.

O detalhamento da propina foi feito pelo doleiro Álvaro Novis, que teve a delação premiada homologada pelo Superior Tribunal de Justiça. Ele era o responsável por gerenciar o pagamento de propina.

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‘A crise política não pode continuar’, diz presidente da CNBB

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Segundo d. Sérgio da Rocha, entidade não se manifesta, mas tem acompanhado situação do presidente Michel Temer

Ricardo Galhardo, O Estado de S.Paulo

“A crise política não pode continuar”. A afirmação é do cardeal d. Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Segundo ele, a entidade não se manifesta sobre a situação do presidente Michel Temer seguindo a tradição de não se pronunciar sobre governos e partidos, mas tem acompanhado de perto os desdobramentos da crise e discutido alternativas como a realização de eleições diretas. “A corrupção mata”, disse d. Sérgio ao Estado.

Qual a posição da CNBB sobre os pedidos de afastamento do presidente Temer? 

A CNBB não tem se manifestado a respeito desta questão, de acordo com a sua postura habitual de não se pronunciar sobre governos e partidos. Contudo, é evidente que a crise política, agravada pelas denúncias contra o presidente, não pode continuar. Publicamos uma nota sobre a ética na política, enfatizando a necessidade de apuração rigorosa das denúncias de corrupção, dentro dos ditames da lei. No cenário político, especialmente no Congresso Nacional, a vida não pode continuar, com as negociações políticas, como se nada estivesse acontecendo. A alegação de que “o País não pode parar” não pode servir para justificar a estagnação na corrupção nem a votação apressada de projetos. A corrupção mata. Mata, porque o desvio de recursos implica a negação do direito do povo à saúde, à educação, à segurança, ao emprego, à alimentação.

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Presidente da CCJ na Câmara diz que ‘é constrangedor’ ter um presidente denunciado

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O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG) afirmou nesta segunda-feira, 3, ser “constrangedor para todo o brasileiro ter um presidente da República denunciado criminalmente no Supremo Tribunal Federal (STF)”. Encarregado da escolha do relator da  denúncia por corrupção contra Michel Temer (PMDB) na comissão, o parlamentar disse ainda que sua decisão levará em conta critérios técnicos, como conhecimento jurídico.

Pacheco falou para a Rádio Super Notícia, de Minas Gerais. “É constrangedor para todo brasileiro ter um presidente da república denunciado criminalmente no STJ. A pura existência da denúncia já é um fato grave e que tem que ser encarado com a maior responsabilidade possível”.

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