Ganância e ambição movem PT para ter candidato a prefeito do Assú

O PT do Assú já está por cima da carne seca com a garantia do lugar de vice-prefeito na chapa encabeçada pelos candidatos a prefeito dos grupos liderados por Ivan Júnior e George Soares, nas eleições de 2020, mas se a candidata a governadora Fátima Bezerra, for eleita, o PT do Assú começará a ter ganância e ambição maior para lutar para ter candidato próprio a prefeito do Assú.

A petista e professora Ines Almeida, uma das coordenadoras do Sinte Açu, é apontada como candidata a prefeita. Este ano, o Sinte RN divulgou uma relação de 11 deputados estaduais, entre os quais, o deputado George Soares que votou contra para que os Poderes devolvam ao Governo do Estado o dinheiro que sobra em seus caixas a cada ano, mas o chefe da oligarquia Soares abafou a luta do Sinte em Assu.

Apesar da candidata Fátima Bezerra ser a favor da devolução do dinheiro, o chefe da oligarquia e deputado George Soares, foi inocentado pelo Sinte de Ines Almeida, que nunca citou o novo cacique do clã, para conquistar quem sabe o lugar de candidata a prefeita ou vice-prefeita da mais antiga oligarquia do Vale do Açu.

Governo eleito terá 1.190 vagas para ocupar em 138 estatais

Resultado de imagem para Governo eleito terá 1.190 vagas para ocupar em 138 estatais

Além de poder preencher 24,6 mil cargos comissionados em todo o governo federal, o próximo presidente da República terá à disposição 1.190 vagas nos conselhos das 138 estatais federais, que podem pagar mais de R$ 20 mil por mês – os chamados jetons. Em muitas empresas, esses cargos são importante moeda de negociação política com o Congresso Nacional.

Os jetons não contam como salários e, por isso, não entram no limite salarial previsto na Constituição, que é o teto do servidor, hoje de R$ 33,7 mil.

O preenchimento dos cargos entrou no debate eleitoral depois que o deputado Onyx Lorezoni (DEM-RS), indicado para ministro da Casa Civil num eventual governo do candidato Jair Bolsonaro (PSL), prometeu cortar 25 mil cargos públicos no primeiro dia do novo governo. O próprio Bolsonaro, durante a campanha, disse que teria independência partidária para as indicações. 

Já o candidato Fernando Haddad (PT) informou, por meio da sua assessoria de campanha, que, caso eleito, serão mantidos os cargos que forem “absolutamente necessários” e que será dada prioridade aos servidores concursados.

Leia maisGoverno eleito terá 1.190 vagas para ocupar em 138 estatais

Caça e posse de armas podem ser aprovadas no Congresso

O Deputado Major Olimpio durante seu discurso sobre o relator deputado Arthur Maia ter retirado do texto da reforma previdênciaria os Guardas Penitenciário na comissão da Câmara 03/05/2017 Foto: Ailton de Freitas / Agência O Globo

Com o avanço das bancadas de partidos conservadores na Câmara , questões polêmicas – como caça e posse de armas – que estavam fora da pauta política devem voltar à discussão sob uma eventual gestão de Jair Bolsonaro (PSL). A regularização do abate de animais exóticos como o javali, discussão que existe em São Paulo, já é vista como uma porta de entrada para a caça de várias outras espécies.

Em caso de vitória do capitão da reserva, grupos como a Associação Nacional de Caça e Conservação (ANCC) esperam pela desburocratização da caça ao javali, espécie considerada exótica e que destrói plantações. Bolsonaro aparece em um vídeo exibido nas redes sociais da ANCC.

— Se Deus quiser, a partir de 2019, burocracia zero. Vamos implementar, porque é um esporte saudável. Caçadores, parabéns, estamos juntos! — diz o capitão.

Leia maisCaça e posse de armas podem ser aprovadas no Congresso

Bolsonaro quer Sérgio Moro no Supremo, diz presidente do PSL

Resultado de imagem para Bolsonaro quer Sérgio Moro no Supremo, diz presidente do PSL

O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, afirma que uma das linhas de um eventual governo de Jair Bolsonaro será “discutir tabus”. Cotado para ser ministro da Justiça caso o capitão reformado seja eleito, Bebianno – que dedicou os últimos meses a coordenar a campanha de Bolsonaro –, afirma que entre os “tabus” brasileiros estão a Previdência, a legislação trabalhista e o Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo Bebianno, um eventual governo Bolsonaro poderá indicar o juiz Sérgio Moro, titular da Operação Lava Jato em Curitiba, para ministro do Supremo. Apesar do discurso de Bolsonaro contra o sistema político, o presidente do PSL admite fazer alianças com o MDB e o DEM. 

Qual será o seu papel em um eventual governo Bolsonaro? 

Não sei nem qual vai ser a minha atuação e se vou ter um espaço no governo. Na hora certa, a gente vai tratar disso. Agora, o que importa são os dez dias de campanha (restam sete dias agora – a entrevista foi concedida na quinta-feira, 18). Estamos focados, fazendo um bom trabalho de comunicação, lembrando ao País o que significaria ter o PT de volta, o caos, a destruição, a corrupção. Como nós sabemos, os petistas não amam o Brasil, os petistas amam o PT. Constança Rezende, O Estado de S.Paulo

Leia maisBolsonaro quer Sérgio Moro no Supremo, diz presidente do PSL

‘3º turno’, disputa pelo comando da Câmara e do Senado mobiliza partidos

Trinta e um dias após a posse do novo presidente da República, os 594 congressistas vão escolher, em votação secreta no dia 1º de fevereiro de 2019, o novo comando da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.

Apesar de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) ainda estarem disputando o segundo turno, a maior parte do Legislativo já se movimenta para a eleição de fevereiro dando como certa a eleição do capitão reformado para o Palácio do Planalto.

Até o momento, 13 deputados e senadores (atuais ou eleitos) se lançaram ou são cotados para a sucessão de Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara e de Eunício Oliveira (MDB) na presidência do Senado.

Enfraquecida, a esquerda admite que, caso se confirme a vitória de Bolsonaro, terá que compor com partidos de centro para, na melhor das hipóteses, barrar a eleição de um bolsonarista. Nenhum candidato da esquerda se lançou ou está cotado para esses postos.

O comando do Congresso tem importância, entre outras coisas, por formar a linha de sucessão presidencial e por ter poder de definir a pauta de votações e de dar aval para um eventual processo de impeachment contra o presidente da República.

Na Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) se equilibra na tentativa de se reeleger, mas o apoio que ele e seu grupo deram a Geraldo Alckmin (PSDB), que chegou em quarto na disputa presidencial, o enfraqueceu.

Leia mais‘3º turno’, disputa pelo comando da Câmara e do Senado mobiliza partidos

Aplicação do Enem terá quatro horários diferentes

Resultado de imagem para enem

O Ministério da Educação (MEC) alerta os estudantes inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018 que a partir do primeiro dia da aplicação das provas, 04 de novembro, o país terá quatro fusos horários diferentes. Devido ao horário de verão, que entrará em vigor no mesmo dia da prova, os portões dos locais de realização do exame serão abertos e fechados em horários diferentes nos estados.

O relógio deverá ser adiantado em uma hora à meia noite de sábado (3) para domingo (4) pelos estudantes do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. Neste grupo de estados, com exceção de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, a abertura dos portões dos locais das provas será às 12 horas e o fechamento às 13h.

Para estudantes do Amapá, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, os portões serão abertos Às 11h e o fechamento Às 12h, seguindo o horário local.

Nos estados do Amazonas, Rondônia e Roraima, os participantes poderão ingressar os locais de prova entre 10h e 11h, de acordo com o horário local. E no Acre, que tem fuso horário de três horas a menos em relação a Brasília, os portões serão abertos às 9h e fechados às 10h, também seguindo horário local.

Os cartões de confirmação da inscrição estarão disponíveis para consulta a partir da próxima segunda-feira (22), na página do participante. No cartão, são informados os dados dos estudantes, local de prova, data e horários de aplicação da prova. A segunda etapa das provas será aplicada em 11 de novembro.

Puxadores de voto valem R$ 230 milhões para seus partidos

André Dusek/Estadão

Os paulistas que teclaram na urna eletrônica os números de Eduardo Bolsonaro ou Joice Hasselmann – os dois candidatos a deputado federal mais votados do País nas eleições 2018 – assinaram também um cheque de pelo menos R$ 110 milhões em recursos públicos para o PSL, o partido da dupla. O dinheiro será recebido ao longo dos próximos quatro anos.

Em conjunto, os dez deputados federais mais votados do País valerão cerca de R$ 230 milhões – se eles fossem um partido, ficariam em terceiro lugar no ranking do recebimento de verbas públicas. Cada voto recebido por esses parlamentares significará um ingresso de R$ 38 nas contas de seus partidos durante o mandato.

Os recursos são os do Fundo Partidário, que bancam as atividades e a estrutura dos partidos políticos, além de parte dos gastos eleitorais. As verbas vêm do Orçamento da União e são distribuídas proporcionalmente aos votos que cada legenda recebe na eleição para a Câmara dos Deputados.

Somados, Eduardo e Joice receberam 2,9 milhões de votos, o que equivale a 3% do total para deputado federal em todo o País – incluindo a votação de legenda. Isso é mais do que o total destinado a 24 partidos, entre eles PSOLNovoPodemos, PROS e PTB.

Por causa da avalanche de votos, os dois deputados serão responsáveis por um quarto dos recursos do Fundo Partidário que o PSL receberá. Eles valerão R$ 27,6 milhões em 2019 e R$ 110 milhões ao longo de quatro anos. Daniel Bramatti, O Estado de S.Paulo

Leia maisPuxadores de voto valem R$ 230 milhões para seus partidos

PF abre inquérito para investigar fake news de Haddad e Bolsonaro

Polícia Federal instaurou neste sábado inquérito para investigar a disseminação de mensagens pelo WhatsApp referentes aos candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

O pedido de abertura de investigação foi feito pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que quer a apuração do possível uso de esquema profissional por parte das campanhas, com o propósito de propagar fake news(notícias falsas).

Segundo reportagem publicada na quinta-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, empresas pagaram, em contratos que chegariam a 12 milhões de reais, pelo envio em massa de conteúdos contra o Haddad no WhatsApp.

Leia maisPF abre inquérito para investigar fake news de Haddad e Bolsonaro

TSE atende Bolsonaro e barra propaganda eleitoral do PT sobre tortura

Resultado de imagem para TSE atende Bolsonaro e barra propaganda eleitoral do PT sobre tortura

Tribunal Superior Eleitoral, em decisão liminar do ministro Luís Felipe Salomão, suspendeu a veiculação da peça de propaganda televisiva da coligação do candidato a presidente da República Fernando Haddad (PT) que exibe cenas de tortura e expõe fala do candidato Jair Bolsonaro como sendo favorável a essa prática.

A decisão atende a um pedido da coligação do PSL. Os advogados alegaram que a propaganda induz o eleitor a pensar que, se Bolsonaro for eleito, vai perseguir e torturar eventuais opositores políticos; dessa forma, a propaganda, segundo os advogados, estaria colocando medo e acirrando os ânimos da população promovendo confronto entre apoiadores dos dois candidatos. 

O ministro Salomão, na decisão publicada neste sábado, 20, afirmou que a “a peça publicitária impugnada ultrapassou os limites da razoabilidade e infringiu a legislação eleitoral” e que “o conteúdo da mídia, diante das cenas de violência, destina-se à faixa etária acima dos 14 anos, e só poderia ser veiculada, na televisão, após às 21h”. Breno Pires, O Estado de S.Paulo

Leia maisTSE atende Bolsonaro e barra propaganda eleitoral do PT sobre tortura

PT do Assú garante vaga de vice para prefeito em 2020 com Ivan Júnior ou George Soares

Com o chefe da oligarquia e deputado estadual George Soares e o ex-prefeito Ivan Júnior, no palanque da candidata a governadora Fátima Bezerra, agora no segundo turno – o PT do Assú praticamente garante a vaga de vice-prefeito na disputa para prefeito do Assú, nas eleições de 2020, se o candidato do PDT Carlos Eduardo Alves, perder a disputa para a senadora petista.

O MDB do Assú sob o comando da vice-prefeita Sandra Alves, estará morto e sepultado. Perderá o lugar de vice na chapa encabeçada pelo candidato do PR a prefeito Nuilson Pinto de Medeiros, chefe da patota do cacique Ronaldo Soares. O MDB também não terá espaço na chapa do grupo liderado pelo ex-prefeito Ivan Júnior.

No entanto, se o candidato a governador Carlos Eduardo Alves, for vitorioso, o MDB vai inverter a situação e não vai querer mais o espaço de vice-prefeito. O partido a nível municipal terá candidato próprio a prefeito do Assú em  2020, podendo fazer aliança com o grupo político de George Soares ou Ivan Júnior.

INFIEL: Rodrigo Aladim é o retrato exato do oportunismo na política

A Bíblia diz, em Mateus Capítulo 6, Versículo 24 que: “Ninguém pode servir a dois senhores; pois odiará um e amará o outro, ou será leal a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mâmon.”

Servir a dois senhores, segundo a bíblia, nada é senão um grave sintoma de falta de caráter e honradez. É como o torcedor vascaíno que decide mudar e torcer para o flamengo quando este está mais próximo de ser campeão; É raro, mas existe. Nunca duvide do poder de sem-vergonhice do ser humano.

Diferentemente das torcidas no futebol, na política esse comportamento não é, nem um pouco, raro; Mudanças de time, traições e a variação de discursos é, para muitos políticos, parte do jogo. Como verdadeiras “metamorfoses ambulantes” os políticos estão por aí, se esgueirando entre brechas, becos e buracos, escorregando de mão em mão como um sabonete encardido até chegarem onde realmente desejam.

Mas por que isso acontece?

Há um motivo simples e evidente para isto: O DINHEIRO E O PODER ENVOLVIDO NA POLÍTICA.

Com Rodrigo Aladim, personagem principal desta matéria e que é um exímio representante da velha política oportunista e gananciosa – que está sendo varrida Brasil à fora nestas eleições – não poderia ser diferente, senão, vejamos:

Rodrigo iniciou sua curta trajetória política em Macau de forma inferior, estando sempre nos “cóis” do ex-prefeito Flávio Veras, foi secretário e ocupou durante certo tempo a presidência da macauprev. Com expressão ainda nula na política (só participava administrativamente dos governos) sempre cobiçou um cargo eletivo, mas por motivos desconhecidos, nunca foi agraciado nem escolhido para isto.

Em 2016, foi alçado ao cargo de vice-prefeito pelo atual Prefeito de Macau Tulio Lemos e começava ali sua jornada política, ironicamente, pelas mãos e ajuda de um “outsider” – indivíduo que nunca participou de seu grupo – que sempre expressou oposição ao seu antigo grupo.

Em 2017, Rodrigo teve então, significativo espaço na gestão desde o início, mas estranhamente (ou não) no primeiro momento de crise, dificuldade e na minúscula possibilidade de se concretizar uma “revolução” contra seu ex-aliado Tulio Lemos, Rodrigo não contou conversa e correu para os braços da oposição. O “golpe” falhou. O sonho de ser Prefeito no tapetão aos poucos foi se dissipando e seus “amigos” foram cada um pro seu lado.

Em 2018, Rodrigo inicia a campanha eleitoral com eventos e carreatas pelas ruas de Macau, onde puxava pelo braço e dizia ser “o melhor para nossa cidade” o candidato Carlos Eduardo Alves, aplaudiu quando este disse que “iria resgatar o carnaval de Macau” mesmo sabendo que o carnaval já havia sido resgatado pelo seu ex-aliado e atual Prefeito. Discursou ao lado de Carlos Eduardo e disse quase em tom de profecia religiosa que “Carlos Eduardo é quem iria mudar a vida dos norte rio-grandenses e dos macauenses” e que “não tinha dúvidas que ele era o melhor para cuidar do nosso sofrido RN”

No mesmo 2018, hoje, Rodrigo, descaracterizado e pela sombra, escorregou até Natal, tirou foto, abraçou e disse estar ao lado de Fátima Bezerra para o Governo do Estado, concorrente direta do seu “ex-salvador” do estado e melhor candidato Carlos Eduardo.

FATO INTERESSANTE: É fato que mudanças de lado e posicionamentos do primeiro pro segundo turno são naturais quando seu candidato não avança na disputa, o que não é o caso. Veja bem: O candidato arrastado pelas ruas de Macau, aplaudido e exaltado quase como uma divindade por Rodrigo Aladim ESTÁ NO SEGUNDO TURNO; continua na disputa mesmo com poucas chances de vitória.

O QUE MUDOU?

Apenas a máscara. Rodrigo esperava um melhor desempenho de Carlos Eduardo. O que não foi o caso. Hoje na iminência da subida ao poder da candidata do PT, Rodrigo (do PSDB) gruda nela (do PT) na esperança de conseguir um pedacinho, uma sobra da sombra do poder público. Deixando claro que pra ele, vale tudo pelo poder, até perder (ou vender) a vergonha.

DÚVIDA: Qual será a máscara que Aladim usará no próximo ano de 2019 ?
A que estiver ganhando, deduz o leitor.

DETALHE: o termo “ex” foi usado dezenas de vezes nesta matéria, detalhando assim a maior qualidade do sujeito: ser ex.

Ex- amigo, ex-aliado, ex-isso, ex-aquilo. Ou seja: Rodrigo hoje é algo, amanhã é outro. A certeza é uma só, ele estará sempre ao lado dos poderosos dizendo estar ao lado do povo.

O fato é: Se colocado num teste de fidelidade de um programa de TV, Aladim seria aquele cara que participa do quadro, faz tudo que pode e que não pode, ao vivo, e no final vem pedir desculpas a esposa com um buquê de flores dizendo que “mudou”. E mudou mesmo !

Oportunista, mascarado ou flexível, chame como quiser, só não chame de fiel.

Preso chefão do tráfico de drogas em Assú e no RN

Valdenor Xavier de Sousa Júnior (Júnior dos Remédios), de 37 anos, e Ernani Fernandes Brandão Neto, de 23, foram presos em Nova Parnamirim, na Grande Natal — Foto: Polícia Civil do RN/Divulgação

Uma ação conjunta, envolvendo policiais civis da Divisão Especializada de Investigação e Combate ao Crime Organizado do Rio Grande do Norte (Deicor) e da Divisão de Homicídios da Paraíba, prendeu um homem suspeito de participar de uma quadrilha de roubo a bancos e de comandar o tráfico de drogas em várias cidades nos dois estados, principalmente em Assu, no Oeste potiguar, e em Patos, no sertão paraibano.

O preso é Valdenor Xavier de Sousa Júnior, de 37 anos, o ‘Júnior dos Remédios’. Ele é um dos 92 detentos que fugiram da Penitenciária de Segurança Máxima PB1, em João Pessoa, há pouco mais de um mês.

Titular da Deicor, o delegado Odilon Teodósio disse ao G1 que Júnior dos Remédios é responsável por movimentar entre R$ 10 e 20 milhões por mês.

Entre os objetos apreendidos em Cidade Verde, estão vários cartões de crédito, R$ 12.500 em dinheiro, celulares e relógios  — Foto: Polícia Civil do RN/Divulgação

Ao todo, seis pessoas foram presas e mais de R$ 2 milhões em produtos ilícitos apreendidos em uma casa de alto padrão em Nova Parnamirim e em uma granja luxuosa localizada na zona rural de Nísia Floresta, ambas na Grande Natal. Três pessoas conseguiram fugir do cerco à granja, mas já foram identificadas. A operação começou na tarde da sexta-feira (19) e só foi concluída na madrugada deste sábado (20). G1 RN

Leia maisPreso chefão do tráfico de drogas em Assú e no RN

Lula tentou combinar falso testemunho, diz Palocci

O delator Antonio Palocci afirma que, em 2014, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silvao procurou para tentar combinar falso testemunho sobre encontros com João Carlos de Medeiros Ferraz, o ex-gerente da área de Finanças da Petrobrás que montou e virou presidente da Sete Brasil – empresa criada e contratada por US$ 22 bilhões para fornecer os primeiros 28 navios-sondas para exploração os poços de petróleo do pré-sal. A proposta teria sido feita quando a Operação Lava Jato já estava nas ruas e começava a chegar no esquema de corrupção nos negócios da estatal.

“Ele (Ferraz) foi falar com o presidente Lula sobre as dificuldades que ele tinha na Sete, pedindo apoio”, afirmou o ex-ministro da Fazenda do primeiro governo do PT e ex-Casa Civil de Dilma Rousseff. “O próprio presidente Lula me falou, porque ele (Ferraz) foi duas vezes ao presidente Lula e o presidente Lula queria depois que soube que o João Ferraz tinha pego propina, o presidente Lula queria que eu assumisse que eu tinha levado o Ferraz lá.”

Palocci narrou em um dos termos de seu acordo de colaboração premiada fechado com a Polícia Federal em Curitiba, homologado em junho, e que serve também para investigação da Operação Greenfield, sobre desvios em fundos de pensão de estatais, que o ex-presidente da Sete Brasil buscou apoio de Lula quando ele já não era mais presidente, entre 2012 e 2013, para os negócios da empresa. Ricardo Brandt, enviado especial a Curitiba, Julia Affonso e Luiz Vassallo – O Estado de São Paulo

Leia maisLula tentou combinar falso testemunho, diz Palocci

Incentivadora do esporte, Vereadora Fabielle Bezerra participa de abertura de VII jogos de Integração Social em Assu

Aconteceu ontem dia 19 de outubro  em Assu, na escola Estadual Renato Caldas, a abertura do VII Jogos da Integração Social 2018, realizado pela Associação dos moradores dos Bairros Frutilândia I, II e Fulô do Mato e Projeto Atleta Cidadão, a edição 2018 dos Jogos espera registrar uma boa participação dos alunos-atletas de escolas da rede pública municipal de ensino, assim como na edição anterior em 2017.

O evento reuniu crianças e adolescentes participantes das ações sociais executadas pela Associação, mobilizando competidores do projeto Atleta Cidadão, bem como convidados de outras entidades e instituições do município, públicas e privadas.

Sempre atenta às questões relacionadas ao cotidiano da cidade e da população, a vereadora Fabielle Bezerra vem firmando seu compromisso em ser uma facilitadora  em  solucionar  questões sociais. 

Fabielle Bezerra é uma incentivadora do esporte, e acredita que através dele, seja possível uma  transformação social, e o caminho transformador na vida dos jovens da cidade. Por Assessoria

Ministros do TSE defenderam ‘não criar marola’ com ações sobre WhatsApp às vésperas da eleição

 A repercussão da revelação de compra de mensagens em massa no WhatsApp contra Fernando Haddad (PT) dominou conversas de ministros do TSE, corte que lida com o caso.

O entendimento majoritário –inclusive o do corregedor, Jorge Mussi, responsável pela ação contra Jair Bolsonaro (PSL)– foi o de que não caberia promover diligências extravagantes. A eleição não pode ter o curso alterado pelas mãos da Justiça, disse um magistrado. “Não sob o calor dos fatos”, concluiu.

Pato na lagoa Os integrantes do Tribunal Superior Eleitoral ponderaram que, a menos de dez dias do segundo turno, “não é hora de criar marola”. Mussi decidiu na noite desta sexta-feira (19) citar Bolsonaro para que ele se manifeste sobre o assunto. E só.

Fica a dica Para registro: o mesmo ministro que disse ser indesejável interferir no curso da eleição, afirmou que a investigação deve continuar correndo na corte. “Lá na frente, se for o caso, cassa a chapa.” Painel – Folha de São Paulo

Governo estuda decreto para viabilizar leilão que eleva conta de luz

Matriz elétrica brasileira

O governo estuda fazer uma alteração legal, por meio de decreto, para viabilizar um leilão polêmico de usinas térmicas no Nordeste —que, na prática, deverá elevar a conta de luz de todos os consumidores de energia, famílias e empresas.

A ideia é criar um novo conceito de contratação, o chamado “leilão de potência”.

Para isso, seria feita uma mudança em um decreto de 2008, que regulamenta os leilões de reserva –um tipo de contratação em que o governo compra a energia que será gerada para viabilizar o empreendimento e repassa os custos para a conta de luz.

Hoje, esse decreto prevê apenas a contratação de energia de reserva. Agora, o governo estuda incluir no texto a contratação de potência, que não existe na lei.

A diferença entre os modelos é que, no caso da potência, o objetivo é contratar usinas para entregar energia quando há picos de demanda —por exemplo, no caso de escassez hídrica ou quando o consumo tem um forte aumento. Taís Hirata – Folha de São Paulo

Leia maisGoverno estuda decreto para viabilizar leilão que eleva conta de luz

Prefeito Gustavo Soares espera julgamento há oito anos por suspeita de deixar paciente aleijado

O prefeito e médico ortopedista Gustavo Montenegro Soares, irmão do deputado estadual George Soares, está há oito anos aguardando  julgamento de processo, no qual ele é um dos réus acusados de erro médico na ação ajuizada de indenização no valor de R$ 30 mil por danos morais, pelo paciente José dos Anjos Paixão.

Na ação ajuizada, a vítima que ficou aleijada pede a condenação do médico e prefeito do Assú Gustavo Soares e outros acusados por suposta falha ou omissão na prestação de serviços médicos. O processo vem se arrastando e a defesa de todos os acusados alegam inocência e os supostos erros da cirurgia mal sucedida que provocou a acusação e o pedido de indenização de R$ 30 mil.

Na lista dos réus da ação com Gustavo Soares, estão também Hapvida Assistência Médica Ltda, Hospital Antônio Prudente de Natal Ltda, e ortopedista Gentil Fernandes Araújo Filho, mas os três alegaram ilegitimidade passiva para a causa e pediram a produção de prova testemunhal, além da juntada do prontuário integral do paciente e a escala de plantão dos técnicos de enfermagem do dia 13.02.2010, porquanto os documentos juntados pelo Hospital Antônio Prudente estariam incompletos.

Júri Popular condena pistoleiro a 33 anos pela morte do vereador de Assu Manoel Botinha

O Tribunal do Júri Popular condenou um e absolveu dois acusados de matar o vereador de Assu, Manoel Ferreira Targino, Manoel Botinha, e pela tentativa de homicídio contra Francisco Adriano Bezerra, o Biano, em abril de 2015. O júri aconteceu nesta sexta-feira (19), no Fórum Municipal Desembargador Silveira Martins, em Mossoró.

Foi condenado: o pistoleiro José Roberto Nascimento da Silva, conhecido como Feitosa. No plenário, ele confessou o crime e revelou que não matou Botinha por dinheiro. Disse que foi convencido por Sérgio Tavares (morto dois meses depois da morte de Botinha) a ir fazer uma cobrança de R$ 25 mil na oficina do vereador, em Assu.

Feitosa ressaltou em seu longo depoimento no plenário do Tribunal do Júri, que não mata por dinheiro. Que não precisa e mesmo que precisasse não o faria. Assegurou que ganhava a vida fazendo assalto a banco, e antes de matar o vereador, havia feito três grandes assaltos, tendo ficado com R$ 180 mil em dois e mais R$ 110 mil em outro.

O assassino de Manoel Botinha disse que sabe onde tem dinheiro e tem coragem para ir buscar. Pelo assassinato do vereador assuense, Feitosa terminou condenado a 33 anos e 4 meses de prisão no regime fechado. Ele já cumpre pela pelos crimes de assalto a banco e aguarda julgamento por outras ocorrências. As informações são de Mossoró Hoje

Em vídeo, Feitosa confessa o crime e revela a motivação:

‘Prova da cachaça’ termina com participantes em coma alcoólico em Rafael Fernandes

Competição aconteceu durante comemorações pela emancipação de Rafael Fernandes, no Alto Oeste potiguar — Foto: Reprodução

Uma festa promovida por uma prefeitura no interior do Rio Grande do Norte terminou com quatro pessoas hospitalizadas por excesso de consumo de álcool.

É que uma das provas da gincana promovida pela Secretaria de Esporte, Lazer e Cultura de Rafael Fernandes dentro da semana de comemorações pela emancipação do município da região do Alto Oeste potiguar, era a prova da cachaça, vencida por quem conseguisse beber mais. Dois participantes tiveram coma alcoólico.

O prefeito da cidade, Bruno Anastácio, confirmou ao G1 que o evento é da Prefeitura, mas declarou que vai apurar a responsabilidade pela realização dessa e de outra prova: uma corrida de motocicletas que exigia apenas que os participantes tivessem mais de 16 anos. Pelo código de trânsito, só podem pilotar aqueles com mais de 18 anos habilitados pelo Detran.

“A gente está apurando toda essa situação. No momento, estamos acompanhando o atendimento a essas pessoas que estão hospitalizadas. Estamos empenhados primeiro na saúde deles”, disse o prefeito, que confirmou o internamento de duas pessoas.G1 RN

Leia mais‘Prova da cachaça’ termina com participantes em coma alcoólico em Rafael Fernandes

Raquel diz que Lula é detento, e não comentarista político

Foto: Nelson Almeida/AFP

A Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, enviou manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira, 19, contra os pedidos para que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conceda entrevistas da cadeia. Preso e condenado na Operação Lava Jato, o petista está na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba (PR) desde abril.

No parecer, Raquel ressalta a importância da liberdade de expressão e da imprensa, mas observa que em alguns situações é possível proibir que presos concedam entrevistas. A procuradora afirma que Lula é um detento em “pleno cumprimento de pena” e não um “comentarista de política”.

Depois de uma guerra de liminares entre os ministros Ricardo Lewandowski e Luiz Fux, o presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, manteve Lula proibido de falar com a imprensa da prisão, prevalecendo a decisão de Fux.

Agora, Raquel pede que o caso seja analisado pelo plenário composto pelos 11 ministros, por entender que a questão jurídica é “de importância ímpar no Estado Democrático de Direito”, já que examina o alcance da liberdade de expressão de cidadãos condenados que cumprem pena na prisão, assim como da liberdade de imprensa.

“A liberdade de expressão e a liberdade de imprensa são garantidas na Constituição de 1988, e seus limites na situação em exame clamam por decisão do Plenário do STF”, afirma a procuradora, que chamou atenção para as “cinco diferentes” decisões proferidas pelos ministros “no intervalo de cinco dias”.

Leia maisRaquel diz que Lula é detento, e não comentarista político

Projeto de Lei de Fábio Faria tipifica bullying como crime

Hoje, 20 de outubro, é o Dia Mundial de Combate ao Bullying. A data é um alerta para um problema enfrentado por muitas crianças e jovens. Segundo a UNICEF, uma em cada três crianças do mundo, entre os 13 e os 15 anos, é vítima de bullying na escola regularmente.

O deputado federal Fábio Faria (PSD RN), autor do Projeto de Lei 1.011 que tipifica o “bullying” como crime, com previsão no Código Penal, destacou a importância de se enfrentar esse problema de frente.

“A prática de intimidação conhecida como Bullying é um desafio para educadores de todo o mundo. Mas apesar da gravidade do problema, a legislação brasileira não tratava essa prática como crime. Para preencher essa lacuna legislativa, apresentamos o Projeto de Lei 1.011/11 que inclui a prática de intimidação no Código Penal, para punir agressores. O que se busca é a prevenção e combate mais efetivo para uma mudança nesse comportamento hostil”, explica o deputado.

A proposta de Faria visa inserir, mediante inclusão dos art. 136-A, 136-B e 136- C, o tipo penal “intimidação vexatória” (bullying) no rol dos crimes contra a honra, com punições progressivas de acordo com o caso.

Atualmente o projeto 1011/11 está na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF), onde já recebeu parecer favorável para aprovação.

Prefeito de Macau, Tulio Lemos, declara apoio a Fátima do PT

Resultado de imagem para tulio lemos

Em carta aberta à população de Macau e do RN, prefeito Tulio Lemos declara voto à Fátima Bezerra, para governadora, e ao candidato Fernando Haddad para presidente da República. Segue carta na íntegra:

“Minha posição sobre a eleição 2018

A eleição é o momento de se exercer a democracia em sua essência, sua plenitude. Porém, a intolerância tem sido a marca registrada entre os militantes dos dois candidatos à presidência da República, com reflexos diretos na eleição para o governo do RN.

Discordo veementemente da forma como as candidaturas têm sido apresentadas, incitando a intolerância entre seus militantes.

 A palavra de ordem da democracia é respeito. Respeito aos que votam em Haddad e respeito aos que votam em Bolsonaro. Respeito é tudo. Devemos ter respeito inclusive pelos que discordam dos dois e querem votar nulo ou em branco. Apesar de não concordar com anulação de voto, tenho respeito pela escolha de cada um.

Portanto, como há ausência de respeito e a intolerância predomina entre os militantes das duas candidaturas não poderia deixar de externar minha posição diante do quadro atual. 

Em relação à presidência da República, apesar de discordar da forma do PT fazer política, de discordar da cegueira de militantes que insistem em encobrir a corrupção que ocorreu nas gestões petistas; e admirar tudo que foi feito pelo presidente Lula na defesa dos direitos sociais, e levando em consideração que o candidato do PT está em expressiva desvantagem nas pesquisas de opinião pública, por erros cometidos pelo próprio partido, erros que deverão levar o candidato à derrota, longe do oportunismo de muitos, declaro meu voto ao candidato Haddad, por achar que o mesmo representa o espectro progressista no País e sinaliza fortemente com a permanência da democracia e respeito aos direitos humanos e sociais. Voto Haddad, mas respeito quem pensa diferente e vota em Bolsonaro.

Em relação à eleição estadual, em que pese a cegueira e o radicalismo de setores atrasados do PT, que tentam usurpar o poder de atração da própria candidata, que focam mais em seus interesses pessoais do que em um projeto de governo, declaro meu voto a candidatura de Fátima Bezerra, que me ligou, pediu meu apoio e também por acreditar que ela é o que melhor nos representa no campo democrático e nas conquistas sociais. Fátima é garantia de diálogo permanente com toda a sociedade e transparência nas ações de governo.

Voto em Fátima para governadora, mas respeito quem pensa diferente e vota em Carlos Eduardo.

Portanto, indiferente aos ataques de intolerância de um lado ou de outro, irei apoiar as candidaturas de Haddad para a presidência da República e Fátima para o Governo do RN.

Que Deus abençoe nosso Município, nosso Estado e nosso País e que tenhamos tolerância e respeito aos que pensam diferente de nós e que façamos uma eleição na PAZ”.

Túlio Lemos, Prefeito de Macau

Ivan Júnior anuncia apoio a Fátima do PT com compromisso dela de lutar por UTI

(Suplente Jean-Paul Prates, Ivan Júnior, deputados Dison e Galeno, vice Antenor, eleito federal Benes Leocádio, Ezequiel, Fátima, senadora eleita Zenaide, deputados Márcia Maia, Raimundo Fernandes e Mineiro, vereador Raniere Barbosa)

Enquanto o grupo político da oligarquia chefiada pelos irmãos, deputado estadual George Soares e o prefeito Gustavo Soares, vai para o segundo turno dividido para apoiar Fátima Bezerra  com sua a vice-prefeita do Assú Sandra Alves e o MDB, apoiando Carlos Alves – o ex-prefeito Ivan Júnior anunciou que o seu grupo vai unido em Assú e demais cidades na defesa da candidatura a governadora da senadora do PT.

Ivan Júnior explicou que a decisão foi tomada após ouvir o deputado federal mais votado do RN, Benes Leócadio, do PTC – entre todos os seus apoiadores para deputado estadual – que também anunciou nesta sexta-feira, 19, no Hotel Arituba, em Natal, em ato político declarou apoio ao projeto governadora Fátima Bezerra (PT) e do vice-governador Antenor Roberto (PCdoB).

Ex-prefeitos, ex-vereadores e demais lideranças que lhe apoiaram em Assú, Carnaubais, Ipanguaçu, São Rafael e Pendências, entre outros municípios, também foram ouvidos por Ivan Júnior e ficaram solidários a decisão e vão marchar unidos sem jogo duplo ou de faz de conta.

Ivan Júnior explicou que está apoiando Fátima com que tem afinidade política e com o grupo do PT em Assú, desde que foi prefeito do Assú e votou nela para senadora e agora para governadora.

Ele lembrou que no plano municipal, não faz política com o deputado estadual George Soares e os demais integrantes do clã dos Soares. Segundo Ivan, a candidata do PT assumiu compromisso de lutar pela implantação de uma UTI em Assu, a sua principal bandeira de luta na campanha para deputado estadual.

Por fim, Ivan Júnior aproveitou a entrevista no programa Panorama do Vale, apresentado na Princesa FM pelo repórter Jarbas Rocha, para convidar a população para participar amanha participar de grande arrastão da candidata Fátima Bezerra, do PT, rumo a vitória.

Apesar de querer derrotar as oligarquias do RN, prefeito de Jucurutu sobe no palanque de Carlos Alves

Com um discurso fajuto no primeiro turno de combater as oligarquias do Estado, o prefeito de Jucurutu Valdir Medeiros, acabou se acovardando e se jogando nos braços do candidato a governador do PDT, Carlos Eduardo Alves, um dos chefes do clã dos Alves que comanda O Rio Grande do Norte há quase 60 anos.

Em vídeo veiculado na propaganda eleitoral do candidato a governador Breno Queiroga, o prefeito Valdir Medeiros,  criticou Carlos Eduardo, a quem chamou de oligarquia e previu sua derrota para o candidato do Solidariedade, mas agora no segundo subiu no palanque dos Alves, numa demonstração clara e inequívoca de incoerência.

NÉLTER CAMPEÃO DE VOTOS

Este ano, o prefeito Valdir Medeiros apesar de usar toda estrutura da máquina da prefeitura contra a reeleição do deputado estadual Nelter Queiroz, do MDB, mas foi vergonhosamente derrotado pela população.

Nélter foi o grande campeão de votos em Jucurutu com 7.170 votos, atingindo a marca de 62,74 dos votos válidos apurados na sua terra natal. O todo poderoso presidente da Assembléia Legislativa Ezequiel Ferreira obteve apenas 1.159 votos, ficando em segundo lugar.

O candidato a deputado estadual Adjunto Dias,  filho do atual prefeito de Natal Álvaro Dias, ficou na lanterna e teve um pouco mais de 100 votos. Para ser exato, o filho do prefeito de Natal tirou 131 votos, uma vergonha para Valdir e Alvaro.

MAIS ENROLADO QUE NAMORO DE COBRA: Ministério Público abre inquérito para investigar supostas fraudes cometidas pelo vice-prefeito de Macau

O Ministério Público do estado de Rio Grande do Norte (MP-RN) abriu um inquérito de número 113.2018.001408, através da portaria 2018/0000414489, no último dia (11), visando apurar as responsabilidades de irregularidades identificadas nos processos administrativos do órgão previdenciário macauense Macauprev. Vice-Prefeito Rodrigo Aladim era presidente do órgão e pode ser punido.

A denúncia foi feita ao Ministério Público pelo órgão que em auditoria interna, encontrou sucessivos vícios administrativos e indícios de que dezenas de aposentadorias concedidas nos últimos oito anos, eram frutos de fraudes.

Segundo o relatório, foram identificadas cerca de 32 fraudes, mas o número deve aumentar, conforme o Ministério Público se aprofunde nas investigações.

O atual vice-prefeito macauense Rodrigo Aladim foi Presidente da Macauprev no período em que algumas dessas aposentadorias foram concedidas, e em função disto, aparece como principal responsável pelas concessões, uma vez que além de reger todo os processos administrativos do órgão, ele ainda assinava e autorizava tais atos.

Se confirmadas as irregularidades e o envolvimento do vice-prefeito no caso, o MP ofertará a denúncia à justiça Potiguar que julgará os acusados.

Rodrigo Aladim já é alvo de outros processos envolvendo a Prefeitura de Macau e antigos aliados seus, quando ocupou cargos nas gestões dos ex-prefeitos Kerginaldo Pinto e Flávio Veras.

Se condenado, Aladim responderá por crimes de improbidade administrativa e deverá ser obrigado a devolver dinheiro aos cofres públicos.

Procurado, ele não quis se pronunciar.

VEJA ABAIXO O DOCUMENTO:

Carlos Eduardo Alves pagou mais de R$ 100 mil a empresas investigadas na Lava Jato

A campanha de Carlos Eduardo Alves (PDT) ao Governo do Rio Grande do Norte pagou mais de R$ 100 mil a duas empresas cujos titulares foram apontados pelo Ministério Público Federal, na operação Manus, desdobramento da Lava Jato, como recebedores finais de recursos de origem supostamente ilícita durante a campanha de Henrique Eduardo Alves (MDB), primo de Carlos Eduardo, a governador em 2014.

De acordo com a prestação de contas parcial apresentada à Justiça Eleitoral, Carlos Eduardo contratou as empresas de George Wilde Silva de Oliveira e Alexsandro Guilherme de Souza em dois contratos que totalizam R$ 105 mil. O dinheiro saiu do caixa geral da campanha, que já arrecadou até agora quase R$ 3 milhões, dos quais R$ 2,1 milhões são recursos públicos.

George Wilde e Alexsandro Guilherme foram citados pelo Ministério Público em denúncia apresentada à Justiça contra Henrique Alves e outros cinco acusados no âmbito da operação Manus, que apura se a campanha do emedebista recebeu propina de empreiteiras em troca de vantagens indevidas e “lavou” esses recursos por meio de contratos supostamente fraudulentos. Agora RN

Leia maisCarlos Eduardo Alves pagou mais de R$ 100 mil a empresas investigadas na Lava Jato

TCE suspende licitação relativa a ampliação da rede de gasodutos da Potigás

Resultado de imagem para sede da potigás

A Primeira Câmara do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) suspendeu os atos da licitação 002/2018, cujo objetivo é contratar empresa para ampliação da rede de gasodutos da Potigás. A suspensão ratifica decisão anterior, monocrática, da conselheira Maria Adélia Sales.

Segundo os termos do voto da relatora, que foi acatado pelos demais membros da Primeira Câmara, a Potigás deve se abster de realizar a contratação decorrente do processo licitatório até novo pronunciamento da Corte de Contas. Na licitação, a empresa Vipetro Construções e Montagens venceu a disputa com uma proposta de R$ 9 milhões. A empresa Construtora e Incorporadora RR LTDA apresentou proposta de R$ 8,2 milhões, mas foi desclassificada por falhas formais.

O voto aponta que “na atividade de julgamento de recurso administrativo apresentado em face da habilitação da empresa representante, conferiu desarrazoado peso a questões formais em detrimento do aproveitamento da proposta mais vantajosa” e que “ a direção do órgão de origem desclassificou uma proposta mais vantajosa, o que pode resultar em um dano ao erário na monta de R$ 822.729,22”.

A Potigás deve comprovar o cumprimento da medida num prazo de 10 dias, como também enviar cópia integral da licitação num prazo de 15 dias. Caso seja preciso realizar uma contratação emergencial, é preciso “ter como parâmetro os custos e os quantitativos do instrumento contratual anteriormente executado, de idêntico objeto ao ora analisado, vigente até o dia 18.09.2018, evitando-se, assim, futuras apurações de responsabilidade baseadas na legislação de regência”.

Editorial: Desespero

Consciente de que será muito difícil reverter a vantagem de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela Presidência da República, o PT decidiu partir para seu “plano B”: fazer campanha para deslegitimar a eventual vitória do oponente, qualificando-a como fraudulenta. É uma especialidade lulopetista.

A ofensiva da tigrada está assentada na acusação segundo a qual a candidatura de Bolsonaro está sendo impulsionada nas redes sociais por organizações que atuam no “subterrâneo da internet”, segundo denúncia feita anteontem na tribuna do Senado pela presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann, que lançou o seu J’accuse de fancaria.

“Eu acuso o senhor (Bolsonaro) de patrocinar fraude nas eleições brasileiras. O senhor é responsável por fraudar esse processo eleitoral manipulando e produzindo mentiras veiculadas no submundo da internet através de esquemas de WhatsApp pagos de fora deste país”, afirmou Gleisi, que acrescentou: “O senhor está recebendo recursos ilegais, patrocínio estrangeiro ilegal, e terá que responder por isso. (…) Quer ser presidente do Brasil através desse tipo de prática, senhor deputado Jair Bolsonaro?”

Como tudo o que vem do PT, nada disso é casual. A narrativa da “fraude eleitoral” se junta ao esforço petista para que o partido se apresente ao eleitorado – e, mais do que isso, à História – como o único que defendeu a democracia e resistiu à escalada autoritária supostamente representada pela possível eleição de Bolsonaro.

Esse “plano B” foi lançado a partir do momento em que ficou claro que a patranha lulopetista da tal “frente democrática” contra Bolsonaro não enganou ninguém. Afinal, como é que uma frente política pode ser democrática tendo à testa o PT, partido que pretendia eternizar-se no poder por meio da corrupção e da demagogia? Como é que os petistas imaginavam ser possível atrair apoio de outros partidos uma vez que o PT jamais aceitou alianças nas quais Lula da Silva não ditasse os termos, submetendo os parceiros às pretensões hegemônicas do demiurgo que hoje cumpre pena em Curitiba por corrupção?

Assim, a própria ideia de formação de uma “frente democrática” é, em si, uma farsa lulopetista, destinada a dar ao partido a imagem de vanguarda da luta pela liberdade contra a “ditadura” – nada mais, nada menos – de Jair Bolsonaro. Tudo isso para tentar fazer os eleitores esquecerem que o PT foi o principal responsável pela brutal crise política, econômica e moral que o País ora atravessa – e da qual, nunca é demais dizer, a candidatura Bolsonaro é um dos frutos. Como os eleitores não esqueceram, conforme atestam as pesquisas de intenção de voto que expressam o profundo antipetismo por trás do apoio a Bolsonaro, o PT deflagrou as denúncias de fraude contra o adversário.

O preposto de Lula da Silva na campanha, o candidato Fernando Haddad, chegou até mesmo a mencionar a hipótese de “impugnação” da chapa de Bolsonaro por, segundo ele, promover “essa campanha de difamação tentando fraudar a eleição”.

Mais uma vez, o PT pretende manter o País refém de suas manobras ao lançar dúvidas sobre o processo eleitoral, assim como já havia feito quando testou os limites legais e a paciência do eleitorado ao sustentar a candidatura de Lula da Silva. É bom lembrar que, até bem pouco tempo atrás, o partido denunciava, inclusive no exterior, que “eleição sem Lula é fraude”.

Tudo isso reafirma, como se ainda fosse necessário, a natureza profundamente autoritária de um partido que não admite oposição, pois se julga dono da verdade e exclusivo intérprete das demandas populares. O clima eleitoral já não é dos melhores, e o PT ainda quer aprofundar essa atmosfera de rancor e medo ao lançar dúvidas sobre a lisura do pleito e da possível vitória de seu oponente.

Nenhuma surpresa: afinal, o PT sempre se fortaleceu na discórdia, sem jamais reconhecer a legitimidade dos oponentes – prepotência que se manifesta agora na presunção de que milhões de eleitores incautos só votaram no adversário do PT porque, ora vejam, foram manipulados fraudulentamente pelo “subterrâneo da internet”.

O Estado de S.Paulo


%d blogueiros gostam disto: