Em delação, Cunha cita adversários políticos como Eunício e Garotinho

Délio Lins e Silva, advogado de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), tem um encontro marcado com a PGR no início da próxima semana. Apresentará, pela primeira vez, o cardápio completo da proposta de delação do peemedebista. O conteúdo não compromete só Michel Temer e alguns de seus ministros, mas também a cúpula do Congresso.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), é citado. Cunha trata a própria colaboração como um marco na história da Lava Jato. Cunha e Eunício são adversários no PMDB. O senador chegou a processar Cunha e sempre o tratou com desprezo. Nunca pertenceram ao mesmo grupo político.

O volume de informações juntadas pelo peemedebista é tão grande que os advogados Pedro Ivo Velloso e Ticiano Figueiredo decidiram desembarcar da defesa de Cunha. Délio tocará sozinho as tratativas com os investigadores. Cunha dedicou especial atenção a adversários de seu Estado, o Rio. Segundo aliados, Anthony Garotinho (PR) é citado em diversos trechos.

Cunha tem dito que, após sua colaboração, a expressão “siga o dinheiro” cairá em desuso. “Será siga o bandido”. As informações são da coluna Painel, da Folha de São Paulo.

Placar da denúncia contra Temer: 163 a favor e 57 contra

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Estado entrou em contato com os 513 deputados federais, por telefone, e-mail, mensagem ou pessoalmente. A atualização ocorre em tempo real. Os parlamentares podem entrar em contato para manifestar seu posicionamento.

De acordo com o placar, 163 deputados são favoráveis à admissibilidade da denúncia por corrupção passiva contra o presidente Michel Temer e 57 são contrários. A maioria informou que não vai manifestar seu voto ou se declarou indecisa: 293.

Da bancada do RN, aparecem dois deputados federais a favor da admissibilidade: Rafael Motta, Antônio Jácome e Zenaide Maia. Os deputados Fábio Faria, Rogério Marinho e Beto Rosado, não quiseram responder e se dizem indecisos, os parlamentares: Walter Alves e Felipe Maia.

Empresa que emitiu R$ 30 milhões em títulos não tinha funcionários

O delegado de Polícia Federal Victor Hugo Rodrigues Alves afirma que uma das empresas investigadas na Operação Papel Fantasma emitiu debêntures de R$ 30 milhões, mas não tinha funcionários e veículos. Nem site na internet. A PF investiga fraudes milionárias e crimes contra o sistema financeiro envolvendo a aquisição de papéis sem lastro por fundos de investimentos cujos principais cotistas são Institutos de Previdência Municipais.

A Operação Papel Fantasma foi deflagrada quinta-feira, 6. A PF cumpriu nove mandados de busca e apreensão expedidos pela 6.ª Vara Criminal Federal de São Paulo.

O inquérito foi instaurado em janeiro após a PF receber informação de que os administradores de uma corretora de valores haviam adquirido diretamente, o que é proibido, debêntures emitidos por uma empresa fantasma com patrimônio incompatível com os títulos que emitiu sem lastro. Os diretores dessa empresa eram os sócios da corretora de valores. As informações são de O Estado de São Paulo.

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Em três horas, País terá três presidentes da República

Michel Temer vai se reunir com aliados 2

Fato inusitado se deve ao retorno ao Brasil tanto de Temer como do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), neste sábado; Eunício Oliveira estava no posto desde quinta-feira

Entre as 11h e as 14h15 deste sábado, 8, o Brasil passou a ter três presidentes da República. O fato inusitado se deve às voltas do presidente Michel Temer e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) ao Brasil, que devem acontecer quase de maneira simultânea.

Desde quinta-feira, 6, o presidente em exercício é Eunício Oliveira (PMDB-CE), terceiro na linha sucessória presidencial por ser presidente do Senado. Eunício assumiu em razão de compromissos oficiais de Maia, na Argentina, e de Temer, na Alemanha, em razão da reunião do G20.

 Maia e Temer retornam ao País neste sábado, em meio ao agravamento da crise política, às vésperas da apresentação do parecer da denúncia contra Temer na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

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Semana na CCJ vai ser de trocas para garantir votos a Temer

Semana na CCJ vai ser de trocas para garantir votos a Temer
Com a perspectiva de derrota na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, a base do governo prepara uma série de mudanças na composição do colegiado na próxima semana para garantir votos contra a admissibilidade da denúncia que acusa o presidente Michel Temer de corrupção passiva.
O vice-líder da bancada do PMDB, Carlos Marun (MS), será alçado ao posto de titular no lugar de José Fogaça (PMDB-RS). Membro da “tropa de choque” do governo, Marun abriu a temporada de trocas na comissão quando foi colocado na suplência no lugar de Valtenir Pereira (MT), que trocou o PMDB pelo PSB.
O PTB também pretende tirar Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), notório opositor do governo, da titularidade da comissão. Faria de Sá vai para suplência no lugar de Giovani Cherini (PR-RS) e para a vaga de titular do PTB será designado Nelson Marquezelli (PTB-SP). Na bancada do PSD, Evandro Roman (PSD-PR) substituirá Expedito Netto (PSD-RO) como titular. As informações são da Agência Estado.

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Produtores de queijos da região Seridó elogiam o Edital de Leite e Derivados

“Nosso queijo é artesanal. É de ótima qualidade. Nós vendemos em todo Rio Grande do Norte e estamos na expectativa para que nossa associação seja selecionada no Edital de Leite e Derivados lançado pelo Governo do Estado”, disse João Batista, produtor de Carnaúba dos Dantas. Seu João está expondo seus produtos: queijo de coalho e de manteiga na 20ª Exponovos que acontece até domingo (09), no Parque de Exposições José Bezerra de Araújo, em Currais Novos.

O Edital de Leite e Derivados lançado pelo Governo do RN é uma inciativa da Secretaria de Agricultura e do Governo Cidadão e conta com recursos do Acordo de Empréstimo com o Banco Mundial. Os recursos disponibilizados para esta ação são da ordem de R$ 23 milhões para beneficiar uma média de vinte organizações produtivas.

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Funaro diz à PGR que ordem para calá-lo partiu de Temer

Montagem -Lúcio Funaro

O acordo de colaboração premiada negociado por Eduardo Cunha com a Lava-Jato deve trazer de roldão outra delação, a do doleiro Lúcio Bolonha Funaro,responsável pela execução de grande parte dos negócios orquestrados pelo ex-deputado.

Nas últimas semanas, Funaro vem atualizando os tópicos de sua proposta. Um, em especial, é devastador para o presidente Michel Temer: segundo uma fonte da Procuradoria, ele confessa que recebeu da JBS para ficar calado, e afirma que os pagamentos foram feitos por ordem do presidente da República.

A afirmação se encaixa à perfeição na narrativa dos donos do frigorífico e na linha de investigação do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que denunciou Temer ao Supremo Tribunal Federal. As informações são da revista Veja.

Cunha vai sustentar que Temer chefiava ‘organização criminosa’

Presidente Michel Temer

Por razões óbvias, a parte relativa ao presidente Michel Temer é considerada a mais vistosa da proposta de delação do ex-deputado Eduardo Cunha. Nos dez capítulos dedicados exclusivamente ao presidente, há acusações das mais diversas. Nas palavras de um interlocutor com quem tem conversado frequentemente, Cunha pretende demonstrar que o presidente da República é o “verdadeiro chefe” da organização criminosa formada pelo chamado “PMDB da Câmara”. Ele se dispõe a revelar negociações de propinas ocorridas na presença de Temer.

No rascunho da delação, Cunha relacionou Michel Temer a negócios escusos na Petrobras, especialmente na área internacional da estatal, onde foram alojados executivos indicados pelo presidente. Ele também liga o Temer a propinas pagas por empresas que atuam no setor de aeroportos e no Porto de Santos, ambos comandados, durante anos, por aliados do presidente – ao analisar arquivos encontrados no material apreendido com Cunha, por sinal, os investigadores da Lava-Jato encontraram um dossiê com informações sobre a atuação de Temer no porto do litoral paulista. “Tudo indica que, apesar de aliado, ele sempre desconfiou de Temer e guardava informações que poderiam ser usadas contra ele no futuro”, disse a VEJA um dos encarregados da investigação. As informações são da revista Veja.

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A nova delação do fim do mundo terá acusações contra 50 deputados

Eduardo Cunha negocia delação premiada

No acordo que negocia com a Lava-Jato, o ex-deputado Eduardo Cunha promete contar histórias desabonadoras que envolvem pelo menos meia centena de parlamentares – a maioria ,destinatária de propinas de esquemas montados em estatais e fundos de pensão. Entre os relatos, há também casos de deputados que o procuraram às vésperas de sua cassação, em setembro de 2016, para oferecer o voto em troca de pagamento – um deles pediu 1 milhão de reais para ajudar a livrá-lo no Conselho de Ética.

Tão logo entregue os capítulos da proposta de delação premiada, o que é esperado para esta semana entre os auxiliares de Janot, o ex-deputado será cobrado a apresentar provas do que diz. A negociação, diz um auxiliar do procurador, será dura: “Ele vai ter que apresentar provas. Não basta só falar”. Entre os investigadores, é consenso que Cunha terá de ficar mais um tempo atrás das grades, a exemplo do empreiteiro Marcelo Odebrecht. As chances de ele receber um perdão judicial, como ocorreu com os donos da JBS, são próximas de zero. As informações são da revista Veja.

As 30 cidades com os melhores índices de segurança do Brasil

Melhor desenvolvimento econômico

Vinhedo (SP): a prefeitura criou um gabinete para propor soluções aos principais fatores que influenciam na criminalidade 

Apesar de os gastos com segurança pública nas cidades terem aumentado mais de 220% em 13 anos (2002-2015), o valor ainda é insuficiente para dar conta da violência. Afinal, uma pessoa é assassinada a cada 9 minutos no Brasil, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP).

Alguns municípios brasileiros, porém, garantem melhores condições para se viver. O ranking Connected Smart Cities, da consultoria Urban Systems, elegeu Vinhedo (SP) a cidade com o melhor índice de segurança do país.

Em relação ao ano passado, Vinhedo conseguiu subir duas posições. O bom desempenho, segundo o levantamento, é resultado da criação do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), que tem o objetivo de propor soluções para os principais fatores que influenciam na criminalidade e violência da cidade. As informações são da revista Exame.

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Temer tem rejeição “quase universal” e Maia é “saída”, diz Renan

Crítico das reformas, o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, conversa com o presidente Michel Temer durante reunião no Palácio do Planalto

O ex-líder do PMDB e ex-presidente do Senado Renan Calheiros (AL) afirmou nesta sexta-feira que o governo do presidente Michel Temer tem uma rejeição “quase universal” e que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é a opção constitucional para buscar sair da crise política.

“O governo tem uma rejeição quase que universal. A sociedade quer se ver livre do governo de qualquer forma, por isso nós não podemos deixar de olhar a saída constitucional”, disse Renan à Reuters. “Rodrigo Maia, ele é a saída constitucional e nada mais recomendável olhar para ela.”

Desafeto histórico de Temer dentro do PMDB, o senador deixou a liderança do partido na semana passada com fortes críticas ao governo do correligionário a quem disse ter uma “postura covarde” diante dos direitos trabalhistas. As informações são da Agência Reuters.

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Votos contrários se multiplicam, segundo enquete de ‘O Globo’

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Trocas. Da tropa de choque de Temer, Marun assumiu vaga de titular na CCJ para ajudar governo

Entre o último domingo e a manhã de ontem, mais oito deputados que integram a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara declararam apoio à abertura do processo contra o presidente Michel Temer por corrupção passiva. Ao mesmo tempo, apenas dois parlamentares falaram abertamente que votarão para engavetar a denúncia apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR). Isso significa que, em cinco dias, os votos contra o presidente na comissão cresceram quatro vezes mais que as declarações de apoio ao peemedebista.

O levantamento foi feito pelo jornal “O Globo”, que procurou todos os deputados titulares da comissão que vai analisar a acusação contra Temer. Quando a primeira parcial da enquete foi publicada, no domingo, 13 deputados se manifestaram pela admissão da abertura do processo penal, e quatro disseram que votarão contra a acusação. Ao todo, a CCJ tem 66 titulares.

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Senado deve concluir na terça votação da reforma trabalhista

Depois de mais de dois meses de debates e 864 emendas de senadores apresentadas, o Senado deve concluir na próxima terça-feira (11), a partir das 11h, no plenário, a votação da chamada reforma trabalhista.

O PLC 38/2017 será votado na forma do texto aprovado pela Câmara dos Deputados, pois os relatores Ricardo Ferraço (PSDB-ES) e Romero Jucá (PMDB-RR) não aceitaram qualquer uma das sugestões de mudança defendidas por senadores não só da oposição, mas também da base governista.

Entretanto, há a promessa de que o presidente Michel Temer vetará os pontos mais polêmicos da proposta.

José Adécio cobra aumento de efetivo e melhores salários para policiais

O deputado José Adécio voltou a criticar a insegurança no Rio Grande do Norte, durante o programa semanal que participa nas rádios Farol AM, de Touros, e Central FM, de Pedro Avelino. Às segundas e sextas-feiras, José Adécio trata de assuntos como segurança, saúde, política, agricultura, pecuária, seca, educação, entre tantos outros, numa entrevista que concede ao jornalista João Ricardo Correia, no Conversa Franca.

Em várias oportunidades, o tema foi insegurança e no programa desta sexta-feira, que será reprisado na segunda(10) e próxima sexta(14), o deputado disse estar “revoltado e indignado” com a situação no Rio Grande do Norte. José Adécio lembrou que já esteve diversas vezes com secretários da Segurança e no Comando Geral da PM, já falou com o governador Robinson Faria, cobrando providências e reconhece que é necessário o aumento de efetivo, além de melhores condições de trabalho, que passam por equipamentos e reajuste salarial.

“O povo do Rio Grande do Norte precisa ter o direito de voltar a andar tranquilamente, a ir trabalhar em paz, a parar um carro sem medo de ser abordado por um bandido. Continuo defendendo que a polícia deve atirar primeiro, no caso de um confronto. Se é de morrer um policial, que morra o bandido”, disse.

Fonte: Assessoria de Comunicação do deputado José Adécio

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